Bolsonaro: ‘Soube que o PT agora reza o Pai Nosso e usa bandeiras do Brasil’

O presidente Jair Bolsonaro (PL), ironizou o Partido dos Trabalhadores, após um ato político de Lula em Teresina, que contou com a oração de pai-nosso, grandes bandeiras do Brasil e do Piauí em meio à militância. “Soube que o PT agora reza o Pai Nosso e usa bandeiras do Brasil em seus eventos. É um bom começo. Só falta parar de defender aborto, drogas, ideologia de gênero, desencarceramento, controle da mídia/internet, ladrões de celular, financiamento de ditaduras e diálogos cabulosos”, escreveu o presidente Jair Bolsonaro (PL) em rede social. O ato cercado de símbolos nacionais e religiosos do PT aconteceu no mesmo dia em que o presidente que Bolsonaro participou em Brasília de um culto com aliados da bancada evangélica do Congresso Nacional.
Bolsonaro sanciona piso salarial de R$ 4,7 mil para enfermeiros

O presidente Jair Bolsonaro sancionou a lei que estipula piso nacional da enfermagem. Pela lei sancionada, os enfermeiros de todo o país terão um piso salarial de R$ 4.750. Técnicos de enfermagem receberão R$ 3.325. Auxiliares e parteiras terão um vencimento de R$ 2.375. Os novos valores entram em vigor imediatamente após a publicação no diário oficial da união. Os salários superiores ao do piso da categoria serão mantidos. Segundo o ministro Marcelo Queiroga (Saúde), Bolsonaro vetou o artigo que determinava a atualização do piso com base no INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor). A preocupação com a fonte de financiamento da medida pesou para decisão de veto, que será encaminhado de volta ao Congresso Nacional para análise de deputados e senadores. Queiroga afirmou que a categoria dos enfermeiros é fundamental para o SUS (Sistema Único de Saúde). Disse que a piso é um “investimento” que será revestido em melhora dos indicadores de saúde. “O impacto [financeiro] varia de acordo com o nível federativo. Na União, não é elevado porque a maioria dos enfermeiros do serviço público federal já recebiam valores superiores. Em relação a Estados e municípios há impacto […]. E o setor privado é um setor que tem crescido bastante e que vai reconhecer o valor da enfermagem”, disse.
Humorista Jô Soares morre aos 84 anos

O lendário humorista José Eugênio Soares, o Jô Soares, morreu na madrugada desta sexta (5 de agosto) em São Paulo. Jô tinha 4 anos. A notícia foi dada sua ex-mulher, Flavia Pedras. “Faleceu há alguns minutos o ator, humorista, diretor e escritor Jô Soares. Nos deixou no hospital Sírio Libanês, em São Paulo, cercado de amor e cuidados. O funeral será apenas para família e amigos próximos”, disse. Jô Soares nasceu em 1 de janeiro de 1938 no Rio de Janeiro. Foi humorista, apresentador de televisão, escritor, diretor e ator. Trabalhou nas emissoras Continental, TV Rio, Tupi, Excelsior, Record, SBT e na Globo. Por muito tempo ocupou o lugar de entrevistador mais famosos do Brasil. Também foi pioneiro na condução de talkshows.
Ministério Público pede o afastamento da prefeita França do Macaquinho

A prefeita de Santa Luzia, França do Macaquinho (PP), pode ser afastada do cargo a qualquer momento. Ocorre que o promotor Leonardo Santana Modesto ingressou com uma ação pedindo o afastamento imediato e a indisponibilidade dos bens da prefeita. O pedido ocorre por suspeitas de repasses irregulares de contribuição previdenciária dos servidores municipais de Santa Luzia. A ação configura ato de improbidade administrativo. A denúncia afirma que França do Macaquinho deixou de repassar no ano de 2017, mais de R$12 milhões de contribuições do servidores; em 2018, o valor foi superior a R$13 milhões; em 2019 foi de quase R$12 milhões; em 2020 mais de R$15 milhões; 2021 mais de R$10 milhões, totalizando mais de R$ 64 milhões não repassado em contribuições previdenciárias dos servidores municipais.
Apoiadores de Lula no Maranhão votaram por continuidade dos “saidões de presos”

Dos 18 deputados federais que representam o Maranhão em Brasília, apenas três decidiram votar contra o fim da saída temporária de presos aprovada ontem. Por coincidência, Bira do Pindaré (PSB), Rubens Júnior (PT) e Zé Carlos (PT) são apoiadores do ex-presidente Lula. O texto contou com articulação direta do deputado federal Aluísio Mendes e foi aprovado por 311 votos favoráveis e 98 contrários. O projeto segue para o Senado, que vai analisar as alterações dos deputados. André Fufuca (PP), Cleber Verde (Republicanos) e Márcio Jerry (PCdoB) não votaram. Jerry deveria acompanhar a orientação da bancada. Mas, muito provavelmente por saber da repercussão negativa da posição, deve ter decidido deixar a “batata-quente” nas mãos dos “companheiros”. Veja a lista completa de como votou a bancada do Maranhão: Aluísio Mendes (PSC) – votou pelo fim da saída temporáriaAndré Fufuca (PP) – não votouBira do Pindaré (PSB) – votou contra o fim da saída temporáriaCléber Verde (Republicanos) – não votouEdilázio Júnior (PSD) – votou pelo fim da saída temporáriaGil Cutrim (Republicanos) – votou pelo fim da saída temporáriaHildo Rocha (MDB) – votou pelo fim da saída temporáriaJoão Marcelo (MDB) – votou pelo fim da saída temporáriaJosivaldo JP (PSD) – votou pelo fim da saída temporáriaJúnior Lourenço (PL) – votou pelo fim da saída temporáriaJuscelino Filho (União) – votou pelo fim da saída temporáriaMárcio Jerry (PCdoB) – não votouMarreca Filho (Patriota) – votou pelo fim da saída temporáriaPastor Gil (PL) – votou pelo fim da saída temporáriaPaulo Marinho Júnior (PL) – votou pelo fim da saída temporáriaPedro Lucas Fernandes (União) – votou pelo fim da saída temporáriaRubens Pereira Júnior (PT) – votou contra o fim da saída temporáriaZé Carlos (PT) – votou contra o fim da saída temporária
Deputado do Maranhão articulou fim dos “saidões de presos”

A Câmara de deputados aprovou um pacote contra a violência que inclui uma série de medidas que endurecem as penas e sanções contra bandidos e o crime organizado. Entre as medidas aprovadas, está o fim da saída temporária de presos, a tipificação do crime de “novo cangaço” e pena maior para furtos cometidos durante estado de calamidade. Membro da bancada maranhense, Aluísio Mendes (PSC), teve participação decisiva na aprovação do pacote. Presidente da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, Aluísio Mendes articulou o regime de urgência e a votação. “Eram projetos que estavam tramitando há muito tempo na Câmara, sem perspectiva de aprovação. Colocamos a votação destes projetos como prioridade, articulamos a votação e, entendendo a necessidade deles, os demais deputados votaram pela aprovação. O PL 6579/20 acaba com as saídas temporárias dos presos. Já o PL 5365/20 tipifica no Código Penal o crime de domínio de cidades, também chamado de “novo cangaço”. E o PL 643/20 aumenta a pena para furtos cometidos durante estado de calamidade. O projeto que acaba com as saídas temporárias foi aprovado com 311 votos contra 98. Atualmente, a legislação permite a saída temporária aos condenados no regime semiaberto para visita à família durante feriados, frequência a cursos e participação em atividades. O projeto aprovado revoga todas essas possibilidades. O texto também obriga a realização de exame criminológico como condição para a progressão de regime. A progressão só será permitida se o exame comprovar que o preso tem autodisciplina, baixa periculosidade e senso de responsabilidade. O projeto que cria o crime de domínio de cidades no Código Penal abrange casos conhecidos como novo cangaço, em que quadrilhas armadas invadem municípios e assaltam bancos ou empresas. Os deputados também aprovaram projeto que aumenta as penas para os crimes de furto ou roubo cometidos em situações como incêndios, naufrágios, inundações ou desastres, o que inclui qualquer estado de calamidade pública, epidemia ou pandemia reconhecidos oficialmente. “Com a mais absoluta certeza a sociedade está mais aliviada com a aprovação destas matérias. E iremos aprovar ainda mais projetos dessa natureza. Nosso compromisso é com o povo, não com bandido”, concluiu Aluísio.
O novo Braide?
PT abandona campanha de Marcelo Freixo no Rio de Janeiro

O casamento entre PT e Marcelo Freixo (PSB) no Rio de Janeiro pode estar cegando ao fim. O diretório estadual do partido do ex-presidente Lula aprovou nesta terça (2 de agosto) uma resolução para retirar o apoio à candidatura de Freixo ao governo estadual. A decisão deve passar por aprovação da direção nacional. O abandono do PT acontece cerca de um mês após uma grande pancadaria entre membros do PT e PSB em um restaurante no Rio de Janeiro. Apesar da selvageria do caso, a imprensa nacional não divulgou o caso devidamente. João Maurício de Freitas, presidente estadual do partido, alegou que a insistência do Partido Socialista Brasileiro (PSB) em lançar Alessandro Molon candidato ao Senado promoveu o rompimento. Havia um acordo prévio da coligação para apoiar André Ceciliano (PT) para o cargo. “Esse descumprimento de um acordo feito entre Molon e Freixo, entre o PT e o PSB, nos dividiu, com parte da esquerda atacando o nosso companheiro André, pré-candidato do PT ao Senado, numa campanha sórdida nas redes, como não se via faz anos”, diz a nota do PT do RJ. A nota do PT ainda acusa membros do PSB de criarem um gabinete do ódio que promove uma campanha de assassinato da reputação de Ceciliano nas redes sociais. Eis os democratas pacifistas da esquerda que se matam entre si.