PT quer exigir vacinação contra covid-19 para conceder Auxílio Brasil

O senador Humberto Costa (PT-PE), que já foi ministro da Saúde de 2003 a 2008, disse que o partido estuda vincular o pagamento do Auxílio Brasil à vacinação contra a covid-19 e outras doenças em um eventual governo de Lula. De acordo com entrevista concedida ao portal Poder360, a vinculação seria o “resgate das contrapartidas” que o Bolsa Família exigia dos beneficiários. Conforme Humberto, um dos formuladores das políticas na área de saúde do PT, “o Brasil vai ter uma grande campanha de comunicação e uma ação articulada com a área de das políticas de transferência de renda para garantir que só recebe o recurso quem estiver em dia com a vacina”. “As mães que estiverem sob acompanhamento no pré-natal e os filhos que tenham presença nas escolas”, observou. Tudo isso vai ser resgatado.” Interpelado sobre quais vacinas, ele informou que a exigência incluiria todos os imunizantes do Programa Nacional de Imunização (PNI) e a vacina experimental contra a covid-19. “Isso vai incluir a covid-19 em uma perspectiva mais ampla, que ainda há uma grande quantidade de pessoas que não teve a terceira nem a quarta dose, que são doses de reforço”, disse Costa. O parlamentar fez o comentário considerando as informações divulgadas pelo Ministério da Saúde de que a cobertura vacinal de crianças em relação a imunizantes tradicionais vem caindo desde 2015. “É inaceitável que o Brasil tenha deixado cair os porcentuais de cobertura vacinal das crianças. Nós queremos recuperar rapidamente esses percentuais”, afirmou ao Poder360. Entre as exigências para o recebimento do Bolsa Família, quando estava vigente, estavam a frequência escolar das crianças e carteira de vacinação em dia.
Candidato a governador do MA tem contas reprovadas pelo TCU

Teoricamente, o candidato ao governo do Maranhão não poderá disputar as eleições deste ano por causa da lei Ficha Lima, mas o julgamento do caso deve ser avaliado pela Justiça Eleitoral.
Carlos Brandão libera política partidária em escolas do Maranhão

Professores e alunos denunciaram a atuação de militantes partidários em escolas da rede estadual no Maranhão. Desde a semana passada foram vários relatos enviados ao blog de que um grupo de jovens ligados ao PCdoB, ex-partido do ex-governador Flávio Dino, estaria fazendo campanha eleitoral dentro de escolas. Em maio deste ano um vídeo na Escola Erasmo Dias, em que é feito movimento contra o presidente Jair Bolsonaro, viralizou. Menos de três meses depois, a cena se repete. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por José Linhares Jr (@joselinharesjr) No vídeo encaminhado ao blog um militante da juventude do PCdoB aparece em sala de aula divulgando fake news para mobilizar por um ato contra Bolsonaro. O militante afirma que Jair Bolsonaro pretende “interferir nas eleições” e diz que o presidente não pretende aceitar o resultado das eleições. O ato foi gravado em uma escola do interior do estado. “Eu queria muito saber se as escolas iriam aceitar se eu e alguns colegas saíssemos divulgando os atos do 7 de setembro. Claro que não iriam. Porque hoje a escola do Maranhão serve apenas para nos doutrinar”, disse um estudante que encaminhou os vídeos ao blog. As informações passadas em salas de aula são comprovadamente mentirosas. O militante petista, ex-secretário de educação do governo e vice na chapa de Carlos Brandão (PSB), Felipe Camarão, tem usado suas redes sociais constantemente para atacar Jair Bolsonaro e fazer campanha para Lula. Em maio deste ano um outro vídeo em que militantes do mesmo grupo distribuíam adesivos e material partidário contra o presidente viralizou por todo o país. O fato aconteceu na escola Erasmo Dias, em Paço do Lumiar. “Eles entram com autorização prévia da Secretaria de Educação e fazem o que querem. Muitos alunos e professores não concordam, mas têm medo de reclamar por retaliações”, disse uma professora do Liceu Maranhense que presenciou a ação política nas salas de aula. A recorrência das ações em salas de aula indica que as ações são orquestradas entre PT/PCdoB e a própria Secretaria de Educação do estado. A permissividade é evidente. Por medo de retaliação profissional e até agressão física por parte dos militantes, todos os que procuraram o blog pediram sigilo de suas identidades.
Ministros do STF aumentam o próprio salário para R$ 46 mil

O reajuste será encaminhado ao Congresso, que deve votar a proposta, tendo a palavra final sobre o orçamento do Judiciário.
Professor fica nu em ato pró-LGBT+ em universidade pública

Alguns estudantes aplaudiram a performance
Queda de preços no Brasil registra marca histórica, aponta IBGE

O Brasil cravou deflação –queda no índice de preços– de 0,68% em julho. É, portento, a primeira queda do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) desde maio de 2020 (-0,38%). Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esse foi o maior recuo registrado em 42 anos, desde o período iniciado pela série histórica, em janeiro de 1980. O recorde anterior era referente ao mês de agosto de 1998, quando houve deflação de 0,51%. No ano, o IPCA acumula alta de 4,77%. O índice desacelerou em julho em relação a junho no acumulado de 12 meses. A taxa passou de 11,89% para 10,07%. Esse é o menor percentual desde agosto de 2021, quando teve alta 9,68% em 12 meses. A deflação de julho teve maior impacto no setor de transportes, com queda de 4,51% nos preços. Os preços dos combustíveis, por sua vez, recuaram 14,15%. A gasolina caiu 15,48%, enquanto o etanol, por sua vez, 11,38%. O óleo diesel, porém, apresentou alta de 4,59%. Outros grupos também catalogaram deflação. Os preços do grupo habitação retrocederam 1,05%. A energia elétrica recuou 5,78% no mês. A alta foi manifesta no grupo da alimentação e bebidas, com alta de 1,3% em julho.
Após prejuízo, Nubank anuncia saída de Anitta da administração

Somente no 1º trimestre, o prejuízo líquido do Grupo ultrapassou R$ 225 milhões.
Edivaldo Holanda Jr se declara “pobre” para Justiça Eleitoral

Levando-se em consideração a declaração de bens do ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Jr (PSD), pode-se inferir que o homem que governou por duas vezes uma das maiores cidades do país está em situação financeira delicada. Candidato ao governo do Maranhão em 2022, Edivaldo, assim como todos os outros, é obrigado a entregar para a Justiça Eleitoral uma declaração de bens. Na declaração constam apenas um depósito de R$ 2.209,09 e um apartamento de R$190.000,05 (detalhe nos centavos). Os bens, somados, chegam a R$192.380,30 Não é de hoje que a política impõe a Edivaldo Holanda usa sua declaração de bens para zombar da Justiça Eleitoral. Em 2016, durante sua reeleição de prefeito, Edivaldo declarou o mesmo apartamento pelo valor de R$190.000,00. Isso significa que o imóvel localizado no Calhau, uma das áreas mais nobres de São Luís, valorizou, após seis anos, míseros R$ 0,05 (cinco centavos de real). Apesar de contar com a valorização do imóvel, Edivaldo teve perdas na conta bancária. Naquele ano ele declarou R$3.186,48 em depósito bancário. Totalizando R$193.186,48 em bens. Logo, o prefeito teve uma perda de R$ 977,39 em seus bens declarados ao longo de seis anos. Voltando-se um pouco mais no tempo, mais especificamente em 2012, a zombaria do ex-prefeito se torna ainda mais latente. Naquele ano Edivaldo, que era deputado federal, declarou R$ 293.476,93 em bens. Entre eles uma caderneta de poupança no valor de R$ R$ 6,10; dois consórcios não contemplados no valor aproximado de R$ 34 mil; um apartamento no valor de R$65.116,45; aplicações em renda fixa de R$ 50 mil e quotas de capital no valor de R$ 25 mil. Subtraindo-se R$ R$193.186,48 (2016) de R$ 293.476,93 (2012), chega-se a 100.290,45. Este é o valor que Edivaldo Holanda perdeu de seus bens após quatro anos como prefeito. Graças a algum milagre financeiro, entre 2016 e 2022 o ex-prefeito conseguiu estancar a sangria e perdeu apenas R$ 977,39 em seus bens.