
BRASÍLIA, 03 de junho de 2026 — O Tribunal de Contas da União (TCU) abriu um processo nesta semana para analisar o socorro de até R$ 6,5 bilhões ao Banco Regional de Brasília. A medida quer cobrir o rombo nas contas do BRB. Esse prejuízo veio das negociações com o Banco Master.
O subprocurador-geral Lucas Furtado enviou uma representação ao tribunal. Por isso, o caso foi aberto. O ministro Jhonatan de Jesus será o relator. O empréstimo virá do Fundo Garantidor de Créditos. Portanto, não haverá aporte direto do Tesouro Nacional.
O governo do Distrito Federal deu garantias para a operação. Ele ofereceu receitas futuras e recursos do orçamento local. O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, homologou o acordo. Ele foi firmado entre a União e o Executivo distrital.
As áreas técnicas do TCU vão analisar os fundamentos jurídicos da operação. Elas também vão examinar os impactos fiscais. A decisão do tribunal pode influenciar futuros socorro financeiros. O caso preocupa o mercado financeiro por causa dos riscos fiscais.
O BRB e o governo do Distrito Federal afirmam que a operação segue a lei. Eles dizem que não envolvem recursos diretos da União. Especialistas avaliam que a decisão do TCU será importante para acordos semelhantes no futuro.







