Vídeo do senador Weverton Rocha viraliza nas redes sociais
Deputado estadual Rafael Leitoa é expulso de grupo do PDT

O deputado estadual Rafael Leitoa foi expulso do grupo de Whatsapp dos membros do Diretório do PDT no Maranhão. Líder do governo Flávio Dino na Assembleia Legislativa, o deputado pode ser a primeira vítima da disputa entre o senador Weverton Rocha, mandatário da legenda no estado, e do vice-governador Carlos Brandão pelo governo em 2022. Leitoa filiou-se ao partido quando tinha 16 anos de idade. A expulsão do grupo surpreendeu o parlamentar que pretende recorrer ao presidente nacional Carlos Lupi. “Ele tem que saber o que está acontecendo. Sou expulso de grupos de WhatsApp do diretório municipal do PDT. Poderiam logo tentar fazer um processo legal e correto como partido democrático que é”, afirmou Rafael Leitoa ao jornal O Imparcial. Ação pode agilizar saída do deputado estadual do partido e embarque definitivo no grupo do vice-governador Carlos Brandão.
Dino tem preferência por Brandão, segundo aliados de Weverton

Aliados do senador Weverton Rocha (PDT) já identificam preferência do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), por uma candidatura de Carlos Brandão (PSDB) ao Governo do Estado em 2022. O governador já vinha dando gestos em favor de seu vice e, desde o último fim de semana, os sinais ficaram ainda mais claros. Isso porque, neste domingo (16), Brandão se reuniu com importantes secretários do governo para assistir ao jogo entre Sampaio e Moto, partida válida pela final do Campeonato Maranhense de Futebol. Participaram do encontro os secretários Clayton Notelo (Infraestrutura), Ricardo Cappeli (Comunicação) e Rogério Cafeteira (Esportes).
Edivaldo Holanda Jr anuncia saída do PDT e debilita Weverton

Por meio de publicação nas redes sociais, Edivaldo Holanda Júnior, ex-prefeito da cidade de São Luís, anunciou sua saída do partido PDT na manhã desta sexta-feira (7). “Agradeço o carinho e apoio que recebi no PDT durante os cinco anos de convivência muito respeitosa. Sigo novos rumos a partir de agora, mas ressalto que permanecem a admiração e amizade. O meu muito obrigado ao presidente estadual, @wevertonsenador com quem me reuni ontem; ao presidente municipal, vereador @raimundopenha, e aos demais membros da direção no estado e capital. De maneira muito especial, agradeço a aguerrida militância pedetista pela caminhada até aqui, lutando sempre em defesa do melhor para a nossa querida São Luís. Um grande abraço a todos”, publicou. A saída de Holandinha do Partido Democrático Trabalhista (PDT) prejudica a consolidação da base de Weverton Rocha na capital maranhense em sua intenção de ser candidato ao governo do Maranhão em 2022.
MPF solicita condenação de Weverton Rocha e Carlos Lupi

O parlamentar Weverton Rocha (PDT) e o ex-ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, rceberam pedido de condenação em ação de improbidade administrativa através de memorial apresentado pelo MPF. O episódio do aluguel de um avião privado chegou às alegações finais em fevereiro deste ano cujo processo foi movido desde 2012 pela Procuradoria do Ministério Público Federal quando o senador Weverton Rocha era assessor de gabinete de Carlos Lupi, em 2009. Para a Procuradoria, o aluguel da aeronave custou R$ 30 mil e foi quitado por Adair Meira – empresário que gerenciava duas entidades que mantinham ao menos nove convênios com o Ministério do Trabalho -, portanto, o pagamento realizado por meio de contratos com o ministério configuraria improbidade administrativa. “Nesse apuratório, os réus perceberam vantagem indevida para influenciar nos convênios firmados entre a Administração Pública e as entidades sem fins lucrativos de gerenciadas pelo réu Adair Antonio De Freitas Meira”, sinalizou a Procuradoria do MPF. Negando qualquer tipo de vantagem econômica ou violação aos princípios da administração pública, a defesa de Carlos Lupi alegou desconhecer o responsável pelo aluguel da aeronave. Já os advogados de Weverton Rocha ressaltaram que, na época, a função dele era apenas acompanhar o ministro em viagens quando solicitado.
Flávio Dino inicia ofensiva para isolar Weverton Rocha politicamente

Dias atrás ficou evidenciado em reunião entre o vice-governador Carlos Brandão, o senador Weverton Rocha e o governador Flávio Dino que a candidatura do senador ao governo do estado não é prioridade em 2022, não será em 2026, 2030, 2034… Apesar de mirar na candidatura a presidente, Dino quer deixar a cadeira de governador “guardada” para um possível retorno. Após a reunião, Flávio Dino iniciou, pessoalmente, uma série de movimentações políticas que visam não só fortalecer Carlos Brandão politicamente em 2022, como também implodir qualquer tentativa de Weverton em 2026. Mesmo desprezando aquele que o criou politicamente por anos Inicialmente, Flávio Dino reatou com Zé Reinaldo Tavares. O gesto acena para a possiblidade de reconciliação com outros desafetos e aliados afastados e pode ser entendido como a primeira jogada, de uma série, para prevenir movimentações de Weverton em direção a descontentes. Em outra frente o governador tenta implodir o plano do senador de indicar o vice-governador na chapa de Brandão. A estratégia consistiria em abrir mão da eleições de 2022, indicar o sucessor de Brandão 2026 (apostando na possibilidade de que Brandão deixe o cargo em 2022 para disputar as eleições) e assim assegurar um aliado no comando do governo e garantir o apoio da máquina aos seus projetos. Para sepultar a estratégia, Flávio Dino indicou a deputada Cleide Coutinho (PDT) para ocupar a vaga de vice na chapa de Brandão. Dino tenta aparelhar o prestígio de Cleide Coutinho, viúva do ex-deputado e grande liderança Humberto Coutinho, como forma de barrar outra indicação. O governador sabe que poucos irão opor-se à indicação. Nos próximos meses são aguardados movimentos para desgastar ainda mais as forças políticas de Weverton. O próximo alvo, considerado fácil, é a também senadora Eliziane Gama (Cidadania). Ela lançou a candidatura de Weverton semanas atrás e seu desembarque do projeto do pedetista seria um grande baque. As ações de Flávio Dino deixam claro que a ascensão de Rocha não está em seus planos políticos. Resta saber se ele irá reagir ao governador ou aceitar ser descartado.
Senador maranhense quer reincluir 200 mil famílias na tarifa social de energia

Nesta quinta-feira (22), o senador Weverton Rocha (PDT) solicitou ao ministro da Cidadania a prorrogação do cadastro do NIS (pré-requisito para inclusão na tarifa social de energia elétrica) para permitir que cerca de 246 mil famílias tenham desconto em torno de 65% na conta de luz. A solução partiu através de contato da empresa Equatorial com o pedetista para tratar sobre suspensões irregulares de cortes de energia no povoado São João do Rosário, da cidade de Rosário. Após a reunião, foi decidido que o senador pedetista, junto à bancada federal maranhense, pedisse pelo alongamento do prazo para cadastro do NIS e criação de um termo de cooperação entre Ministério da Cidadania e Equatorial para auxiliar a população do interior do Maranhão. “A ideia é que o Ministério faça um termo de cooperação com a Equatorial para que a empresa possa ajudar os municípios a incluir nos cadastros os números das contas de energia. Assim, poderemos atender mais de 200 mil famílias que não estão tendo acesso ao benefício”, ressaltou Weverton Rocha.
A proposta de Weverton para abrir mão da disputa com Brandão

Na última quinta (15) o governador Flávio Dino (PCdoB) convocou o vice, Carlos Brandão, e o senador Weverton Rocha (PDT) para tentar unificar forças políticas aliadas nas eleições de 2022. Disposto a solucionar o problema, o senador fez uma proposta que pegou o governador no contrapé: a indicação do vice na chapa de Brandão. A disputa entre Brandão e Weverton pelo governo do estado no ano que vem é vista com receio pelo governador. A possibilidade de que a guerra interna acabe tendo efeitos negativos, como aconteceu em 2020 na eleição da capital, é vista com receio por Flávio. Daí a convocação da reunião na semana passada. A união do grupo nas eleições do ano que vem é prioritária. Acontece que o senador Weverton Rocha vive hoje o melhor momento político de sua carreira. Popular na classe política, articulado em Brasília e com os recursos necessários para a candidatura, a impressão que tem é que “é agora ou nunca”. Por outro lado, o vice-governador Carlos Brandão que deve assumir o governo em meados de 2022 com a saída de Flávio Dino (o governador deve ser candidato no ano que vem e precisará se descompatibilizar do cargo). Brandão, mais do que qualquer outro, sabe dos caminhos necessários para concretizar o mandato de governador em eleição. Ele foi o braço direito de Zé Reinaldo na eleição do governador em 2002 e na eleição de Jackson em 2006. O mais razoável seria a candidatura de Brandão, que estaria se reelegendo no cargo, e a posterior candidatura de Weverton em 2026. Acontece que o senador não tem garantia de que o acordo seja cumprido por uma razão simples: Flávio Dino pode tentar voltar ao governo. Weverton tem mais certeza a cada dia que passa que Brandão não iria anteceder a ele no governo, mas ao próprio Flávio Dino. Daí a proposta do senador. Indicando o vice, ele teria, além da palavra empenhada do grupo, a certeza de que o domínio do governo seria de um aliado. Brandão aceitou a proposta. Flávio Dino desconversou. No horizonte a possibilidades de confronto interno está mais clara. No entanto, uma nova possibilidade se materializa: a união de Brandão e Weverton à revelia do que pretende o governador. Brandão aceitaria o indicado de Weverton, seria eleito. Quatro anos se descompatibilizaria, teria uma eleição fácil para o senado e Weverton assumiria o posto de candidato a governo do grupo. Só que no meio do caminho da união do grupo governista há uma pedra chamada Flávio Dino.