Neto Evangelista reafirma apoio a Weverton em 2022

Neto Evabgelista

Neto Evangelista (DEM) foi entrevistado, nesta quinta (4), no Programa Bom Dia Mirante. O deputado estadual afirmou seu apoio à pré-candidatura do senador Weverton Rocha (PDT) ao governo do Estado em 2022. “Nos já estamos trabalhando a pré-candidatura do senador Weverton Rocha ao Governo do Maranhão. Ele está preparado, está bem articulado com o poder central em Brasília para fazer uma gestão importante e necessária para o estado, que possa colocar o Maranhão no mapa do desenvolvimento brasileiro”. Evangelista ressaltou que está aberto a novos desafios e afirmou que, se permanecer como deputado estadual, deve buscar à presidência da Assembleia Legislativa do Maranhão. “Estou à disposição do meu partido, do grupo político do qual faço parte para qualquer desafio que seja posto em 2022. Assim como foi na eleição para prefeito de São Luís, em 2020”. Neto disse que já debateu várias possibilidades. “Já me perguntaram sobre composição de chapa majoritária, se nós vamos para a disputa ao cargo de deputado federal”, ressaltou.

Afinal de contas, o que pretende Felipe Camarão?

Felipe Camarao

A negação de Felipe Camarão da tese de que sua pré-candidatura não passa de uma cortina de fumaça do governador Flávio Dino surpreendeu os mais atenciosos. Como assim ele está na eleição para valer? É claro que, mesmo sendo uma marionete, Camarão nunca iria assumir-se enquanto tal. Mas, o vigor com que defende a pré-candidatura e a alta intensidade do verniz de independência não deixam de chamar a atenção. Jogo de cena? Coragem? Flávio Dino programou ou também foi pego de surpresa? Logo após assumir-se como postulante ao cargo de governador, dez entre dez observadores entenderam que o movimento de Camarão só foi possível após permissão do governador. Acontece que Felipe Camarão tem cultivado a impressão de que talvez a história não seja bem assim. Até poucas semanas atrás, o secretário de Educação sequer era cogitado como possível nome. Nem as pesquisas o traziam como opção. O anúncio da pré-candidatura do secretário não foi levado à sério. “Manobra de Flávio Dino”, achava a maioria das pessoas. Todavia, bastaram poucos momentos para que o secretário saísse da penumbra de uma fácil disputa por vaga na Câmara Federal para uma aguda e inusitada pré-campanha ao governo. Bastaram horas para que o anúncio da ideia fosse transmutado em ação de verdade. Disparos de mensagens em massa, outdoors, campanhas em redes sociais, reuniões políticas, apoio. Felipe Camarão fez em um mês o que Carlos Brandão não conseguiu fazer em sete anos. Apenas coincidência? Claro que não. O petista já tinha a toda a estrutura para divulgar sua pré-candidatura pronta e montada. Poucos são competentes ao ponto de fazerem engrenar uma campanha em poucos dias. Imaginem um secretário de educação que tem como ponto alto do seu currículo ter deixado as escolas fechadas pela maioria do tempo. Só que o fracasso de Camarão como secretário, e minha retumbante antipatia por ele, não são o cerne desta análise, sigamos… Os analistas e players da política maranhense fizeram, em sua maioria, a opção pela tese de que Camarão seria uma espécie de contrapeso criado por Flávio Dino para blindar o PT das investidas de Weverton Rocha. Ou seja: era apenas um laranja. As últimas declarações dele, ratificando sua disposição a enfrentar as urnas para o cargo máximo da política local, dão a entender que, talvez, nem o próprio Flávio Dino tenha (se é que um dia teve) controle da candidatura do petista. A ação de Felipe Camarão pode estar escancarando uma situação ou escondendo outra. Ou mostra o nascimento de um novo e independente futuro candidato (que seria danosa para os planos de controle dinista) ou esconde um plano ardiloso centrado na desinformação e bagunça do ambiente (que beneficiaria apenas o próprio Flávio Dino). Justiça há de ser feita: poucos conseguiram chegar em posição tão boa, em tão pouco tempo e de forma tão repentina, no primeiro escalão. Isso é mérito do petista, não há debate porque é um fato indiscutível. A entrada de Felipe Camarão na primeira divisão da política local está sendo precoce demais. Resta saber se a saída também será.

Roseana e Weverton lideram, fantasma da derrota assombra Flávio Dino

Flavio Dino

Se depender dos números apresentados pela pesquisa Escutec/O Estado de intenção de votos para governador, senador e presidente da República, o governador Flávio Dino (PSB) deve perder alguns dias de sono. Além de ver adversários crescendo, comunista começa a ver, mesmo que distante, fantasma de uma possível derrota para o senado. A pesquisa Escutec/O Estado identificou que Flávio Dino ocupa a vice-liderança em rejeição entre TODOS os candidatos. A ÍNTEGRA DA PESQUISA VOCÊ ACESSA AQUI De acordo com os números, a derrota do possível candidato do comunista ao governo do Maranhão, o vice Carlos Brandão (PSDB), se torna a cada dia mais provável. Além disso, os números também revelam que o próprio Flávio Dino não pode assegurar que irá ser eleito senador no ano que vem após deixar o governo.   A pesquisa analisou vários cenários e pode ser encarada de forma positiva apenas pela ex-governadora Roseana Sarney (MDB) e pelo senador Weverton Rocha (PDT), que cristalizou a posição de segundo colocado. O senador Roberto Rocha (sem partido), que a cada dia vai despontando como possível adversário do governador Flávio Dino, também apareceu bem no levantamento. Apesar de ainda não assegurar sua candidatura, Roseana foi colocada em três cenários. No primeiro, ela aparece com 26%. Seguida por Weverton Rocha (20%), Edivaldo Júnior (12%) e o vice-governador Carlos Brandão (10%). Logo aparece Roberto Rocha (9%) e o prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim (5%). Completam a lista Simplício Araújo (4%), Josimar de Maranhãozinho (3%) e o Felipe Camarão (2%). No segundo cenário, apenas com seis candidatos, os números foram os seguintes: Roseana (30%), Weverton (20%), Edivaldo (14%), Carlos Brandão (12%), Roberto Rocha (11%) e Josimar de Maranhãozinho (5%). Sem a ex-governadora na disputa e com oito postulantes, os resultados foram os seguintes: Weverton (24%), Edivaldo Júnior (17%), Roberto Rocha (14%), Brandão (11%), Lahesio (8%), Josimar (5%), Simplício (5%) e Felipe Camarão (3%). Cerca de 15% dos eleitores estão indecisos ou não quiseram responder. Para a disputa no senado, em um cenário com o governador, o resultado alcançado pelos concorrentes foi: Flávio Dino (44%), Roberto Rocha (23%) e Josimar de Maranhãozinho (7%). No cenário de rejeição, Maranhãozinho tem 25%, Flávio Dino, 21% e Roberto Rocha, 11%.

Réu por corrupção, Weverton quer desfigurar Lei de Improbidade

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Relator na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do projeto que altera a Lei de Improbidade Administrativa de modo a tornar ainda mais fácil aos gestores públicos desviarem recursos do erário, o senador Weverton Rocha (PDT-MA) tenta colocar o texto em votação sem que tenha sido feito nenhum debate aprofundado e sem acolher nenhuma das 42 emendas encaminhadas pelos colegas de parlamento. A proposta, que vem sendo criticada por integrantes do Ministério Público e ativistas anticorrupção por desfigurar completamente a Lei de Improbidade e efetivar uma espécie de licença para roubar, pode ser votada nesta terça-feira (28). O projeto foi aprovado pelo plenário da Câmara em junho último, numa votação que durou oito minutos. No último dia 13, Weverton foi escolhido relator da matéria no Senado, apresentou seu relatório em 24 horas, e tentou liquidar a fatura ainda na semana passada, sob alegação de que o texto já havia sido debatido nos estados. Só não conseguiu concretizar a artimanha por mobilização de procuradores, membros do Ministério Público e dos senadores Lasier Martins (Podemos-RS) e Álvaro Dias (Podemos-PR). O pedetista responde a processo de improbidade no qual é acusado pelo MPF, dentre outras suspeitas, de enriquecimento ilícito. As alterações nas regras de punição da lei podem beneficá-lo, inclusive de ser livrado de eventual enquadramento na Lei da Ficha Limpa. Entre os pontos encaminhados por Weverton está a que barra a perda do cargo em casos em que o acusado não ocupa mais o posto que motivou o processo, excetuando apenas casos “de caráter excepcional”. O senador, por exemplo, se condenado na ação em que é réu na Justiça Federal por improbidade, não perderia o mandato em decorrência de um fato da época em que foi assessor do gabinete de Carlos Lupi no Ministério do Trabalho e Emprego. Para punir um gestor público por desvio de recursos ou enriquecimento ilícito, se aprovado o malabarismo retórico de Weverton Rocha, passará a ser preciso primeiro provar que as irregularidades foram cometidas com dolo ou má-fé. Desrespeitar a LAI (Lei de Acesso à Informação), como o pedetista vem fazendo em relação a um pedido feito pelo ATUAL7 ao seu gabinete no Senado, por exemplo, deixará de ter punição, porque não está mais listado como ato ilícito na nova lei. De acordo com o procurador da República Frederico de Carvalho Paiva, que apresentou os memorais (última manifestação das partes no processo) na ação que corre na 6ª Vara Federal do Distrito Federal (DF), Weverton teria recebido benesse providenciado pelo empresário Adair Antônio de Freitas Meira, de Goiânia (GO), que comandava uma rede de entidades que mantinha R$ 17,3 milhões em convênios firmados com a pasta controlada pelo PDT no governo Dilma Rousseff (PT). Em 2016, como deputado federal, Weverton Rocha foi o autor do principal destaque ao projeto da lei das “10 Medidas contra a corrupção”. Nele, propôs que magistrados e integrantes do Ministério Público respondam por crime de abuso de autoridade quando atuarem com conduta incompatível com o cargo. Na ocasião, o texto foi considerado uma tentativa de intimidar a Operação Lava Jato, uma das maiores iniciativas de combate à corrupção e lavagem de dinheiro da história recente do Brasil. Weverton também é réu em outra ação, mas na esfera criminal, por peculato, como é chamado o desvio de recursos públicos por agente público. Indiciado pela Polícia Civil, o pedetista ficou em silêncio durante o interrogatório, segundo ele, como forma de protesto.

Deputado estadual Rafael Leitoa é expulso de grupo do PDT

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O deputado estadual Rafael Leitoa foi expulso do grupo de Whatsapp dos membros do Diretório do PDT no Maranhão. Líder do governo Flávio Dino na Assembleia Legislativa, o deputado pode ser a primeira vítima da disputa entre o senador Weverton Rocha, mandatário da legenda no estado, e do vice-governador Carlos Brandão pelo governo em 2022. Leitoa filiou-se ao partido quando tinha 16 anos de idade. A expulsão do grupo surpreendeu o parlamentar que pretende recorrer ao presidente nacional Carlos Lupi.  “Ele tem que saber o que está acontecendo. Sou expulso de grupos de WhatsApp do diretório municipal do PDT. Poderiam logo tentar fazer um processo legal e correto como partido democrático que é”, afirmou Rafael Leitoa ao jornal O Imparcial. Ação pode agilizar saída do deputado estadual do partido e embarque definitivo no grupo do vice-governador Carlos Brandão.

Dino tem preferência por Brandão, segundo aliados de Weverton

SECRETARIOS FINAL

Aliados do senador Weverton Rocha (PDT) já identificam preferência do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), por uma candidatura de Carlos Brandão (PSDB) ao Governo do Estado em 2022. O governador já vinha dando gestos em favor de seu vice e, desde o último fim de semana, os sinais ficaram ainda mais claros. Isso porque, neste domingo (16), Brandão se reuniu com importantes secretários do governo para assistir ao jogo entre Sampaio e Moto, partida válida pela final do Campeonato Maranhense de Futebol. Participaram do encontro os secretários Clayton Notelo (Infraestrutura), Ricardo Cappeli (Comunicação) e Rogério Cafeteira (Esportes).

Edivaldo Holanda Jr anuncia saída do PDT e debilita Weverton

EDIVALDO E WEVERTON

Por meio de publicação nas redes sociais, Edivaldo Holanda Júnior, ex-prefeito da cidade de São Luís, anunciou sua saída do partido PDT na manhã desta sexta-feira (7). “Agradeço o carinho e apoio que recebi no PDT durante os cinco anos de convivência muito respeitosa. Sigo novos rumos a partir de agora, mas ressalto que permanecem a admiração e amizade. O meu muito obrigado ao presidente estadual, @wevertonsenador com quem me reuni ontem; ao presidente municipal, vereador @raimundopenha, e aos demais membros da direção no estado e capital. De maneira muito especial, agradeço a aguerrida militância pedetista pela caminhada até aqui, lutando sempre em defesa do melhor para a nossa querida São Luís. Um grande abraço a todos”, publicou. A saída de Holandinha do Partido Democrático Trabalhista (PDT) prejudica a consolidação da base de Weverton Rocha na capital maranhense em sua intenção de ser candidato ao governo do Maranhão em 2022.

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