Brandão aposta na traição de Eduardo Braide

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O vice-governador Carlos Brandão intensificou as articulações para ter o apoio do prefeito de São Luís, Eduardo Braide (Podemos), nas eleições deste ano. Caso não consiga, a saída é tentar forçar o prefeito a manter-se neutro. Em busca de apoio nas eleições de 2020, Braide construiu um acordo com o senador Weverton Rocha para as eleições deste ano. Carlos Brandão acredita que o prefeito pode trair o aliado. Histórico do prefeito indica que ele não deve aderir à traição. O plano conta com a ajuda do ex-governador José Reinaldo Tavares e do ex-prefeito de São José de Ribamar, Luiz Fernando Silva. Próximos da família de Braide, os dois pretendem bombardear o prefeito e forçá-lo a aderir à campanha de Carlos Brandão. Caso não consigam, tentarão sugerir a Braide que se mantenha neutro. Nas duas hipóteses o prefeito estaria negando apoio ao senador Weverton Rocha. Dadas as circunstâncias, a tarefa dos dois é dificultosa. Brandão foi o principal fiador da campanha de Duarte Jr (PSB) contra Braide em 2020. O pleito foi marcado por ataques desleais do deputado contra o atual prefeito. Em nenhum momento Brandão, Zé Reinaldo ou Luiz Fernando agiram para impedir ou minimizar os ataques contra Braide, que foi vítima de uma campanha sórdida. Eduardo Braide encontrou o grupo de Weverton Rocha o apoio necessário para vencer as eleições naquele ano. Na ocasião, o suporte nas eleições de 2020 teve como condição o princípio de reciprocidade em 2022. Além de tentar impedir que Braide chegasse ao cargo que ocupa hoje, Brandão também assistiu calado aos ataques e perseguições do governador Flávio Dino movidos contra o prefeito no início da gestão e até hoje. O fato é que Brandão tem confiança de que Braide irá abandonar aqueles que o ajudaram a ser prefeito e optar por quem, além de tentar impedi-lo de chegar ao cargo, nada fez para estreitar as relações após o pleito.

Weverton Rocha confirma que está com o novo coronavírus

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O senador Weverton Rocha (PDT) anunciou, por meio de suas redes sociais, que testou positivo para Covid-19. O pedetista disse ainda que após fazer teste de rotina, acabou confirmando seu contágio. Pelas redes, o parlamentar afirmou que após exame de teste que faz a cada 10 dias e o que realizou nesta quarta (10) confirmou que ele está com o novo coronavírus. O pedetista estava visitando comunidades que foram atingidas pela enchente na cidade de Imperatriz. De acordo com o senador, a agenda foi suspensa e retornou para Brasília para ficar em isolamento. Weverton Rocha confirmou que tomou duas doses do imunizante contra o novo coronavírus e que está, se sente bem e sem sintomas. “Fiz hoje exame de rotina para Covid-19, que repito a cada 10 dias. Para minha surpresa, deu positivo. Estava em Imperatriz, onde visitei famílias atingidas por enchente, sempre de máscara. De imediato, suspendi agenda e voltei a Brasília para ficar em isolamento. Tomei as duas doses da vacina. Estou sem sintomas e me sentindo bem. Qualquer notícia nova vou avisando por aqui.“

Weverton Rocha inicia 2022 na dianteira das pesquisas

Flavio Dino Brandao Weverton

A corrida eleitoral para o cargo de governador do Maranhão nas eleições deste ano promete ser acirrada. Segundo as últimas pesquisas, pelo menos até o momento, o senador Weverton Rocha leva vantagem em relação aos seus adversários. O principal cenário da última pesquisa do ano mostra Weverton Rocha consolidado com 29% das intenções de voto. Ele é seguido pelo vice-governador Carlos Brandão (PSDB) com 17% e pelo ex-prefeito Edivaldo Holanda Jr (Podemos) com 16%. O também senador Roberto Rocha (PSDB) ocupa a quarta posição com 10%. Em todos os demais cenários o senador também ocupa a liderança. A pesquisa foi realizada entre os dias 27 e 29 de dezembro, semanas após as investidas do governador Flávio Dino em mostrar o vice-governador como seu preferido para a disputa. Ou seja, pelo menos em caráter imediato, o apoio de Flávio Dino não foi traduzido em crescimento.

Rede Sustentabilidade anuncia apoio ao senador Weverton

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Nesta quinta-feira (23), o partido Rede Sustentabilidade declarou apoio ao projeto de pré-candidatra do PDT ao Governo do Estado, encabeçado pelo senador Weverton Rocha. Por meio de nota, a Executiva Estadual da Rede Sustentabilidade declarou que “[…] Weverton Rocha consegue reunir as credenciais necessárias para levar adiante projetos exitosos que já estão em andamento e avançar naquilo que é necessário para trazer mais desenvolvimento econômico e justiça social para os maranhenses, com uma visão alinhada aos preceitos ideológicos defendidos pela Rede Sustentabilidade. Estamos prontos para contribuir com o projeto ‘Maranhão Mais Feliz’, que temos certeza será vitorioso”. Acompanhado de membros do partido e do pré-candidato a deputado federal Jeisael Marx, o parlamentar se manifestou. “Temos identidade na visão do mundo que queremos e no desejo de trazer desenvolvimento com justiça social para o Maranhão. E será um prazer lutarmos juntos para construir essa realidade.” afirmou Weverton.

A falácia da subida de Brandão e do esvaziamento de Weverton

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Nos últimos dias foi massificada a tese de que o senador Weverton Rocha (PDT) vem perdendo aliados em uma espécie de debandada. As notícias afirmam que o apoio de políticos de baixo clero provam o crescimento do vice-governador Carlos Brandão e o enfraquecimento do pedetista. A adesão de políticos de baixo ao candidato governista é mais do que esperada seja quem for o candidato e quem quer que seja o adversário. O que conta são os líderes. E, neste cenário, todas as investidas de Brandão são inúteis. Pelo mens até o momento. A maior parte da bancada federal apoia o senador Weverton Rocha no primeiro turno. Na bancada do senado o apoio é nulo. Dos dois senadores, além do próprio Weverton Rocha, nenhum apoia Carlos Brandão. Entre os prefeitos, mesmo tendo a máquina consigo, Brandão não consegue sobrepujar Weverton Rocha e nem o deputado federal Josimar de Maranhãozinho. Além disso, as investidas nas figuras consideradas capitais para a eleição também são malsucedidas até agora. Caso do presidente da Assembleia Legislativa, Othelino Neto. É claro que há em curso uma estratégia de esvaziamento da candidatura d senador Weverton Rocha. É claro que Carlos Brandão tende a agigantar-se nos próximos meses. Contudo, declarar êxito na estratégia por conta de dissidências de figuras que são livres como táxis é uma falácia. Nem um pouco surpreendente é atrair o apoio dos pequenos com a certeza de assumir o governo, temporariamente, no futuro. Mérito é manter o apoio dos grandes mesmo com as mais fortes investidas do outro lado. A pergunta que deve ser feita é: existiria disputa se os lugares estivessem invertidos? Todo o resto é achismo, falácia e conversa fiada.

Um dia após ser “convocado” para vice de Brandão, Othelino reafirma apoio a Weverton

O presidente estadual do PCdoB, Márcio Jerry, em entrevista à TV Mirante nessa quarta-feira (8), tentou criar um fato ao insinuar que o deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) poderia compor a chapa ao lado de Carlos Brandão (PSDB) para as eleições de 2022. O presidente da assembleia legislativa tratou logo de recusar essa “convocação” e, de forma clara, reafirmou o seu apoio à pré-candidatura do senador Weverton Rocha (PDT) ao governo do estado.  Pelas redes sociais, Othelino compartilhou uma foto ao lado de Weverton, mostrando-se fiel ao projeto do pedetista. “Estamos juntos nesse projeto por dias melhores e em prol da qualidade de vida dos maranhenses”, disse o parlamentar. 

Flávio Dino repete em 2021 estratégia de manipulação usada em 2011

Flavio Dino

Em 2011 o então ex-juiz Flávio Dino comandava o grupo de oposição ao prefeito João Castelo. Formado por um grande número de integrantes, o bloco tinha vários postulantes ao cargo de candidato a prefeito. Inclusive o próprio Flávio Dino. Assim como nas eleições de 2012, Flávio Dino arquitetou a mesma estratégia de controle dos aliados em 2022. Em 2011 a reeleição de João Castelo era dada como dificílima. A fraqueza política do gestor acendeu o desejo de vários membros da então chamada “Frente de Libertação do Maranhão” em concorrer ao cargo. Além do próprio Flávio Dino, também pretendiam entrar na disputa o ex-prefeito Tadeu Palácio, os deputados Edivaldo e Eliziane Gama, além de outros nomes de menor expressão. A saída para equalizar a situação encontrada por Flávio Dino foi esperar as pesquisas e escolher, de forma democrática, o candidato do grupo. Não cumpriu. Na calada da noite foi alçado ao cargo de candidato o deputado Edivaldo Holanda Jr. Atrás de Eliziane e Tadeu nas pesquisas, sem articulação política e, ainda por cima, ex-aliado de primeira linha de João Castelo, Edivaldo conseguiu a vaga almejada por todos. Ocorre que Flávio Dino prometeu uma escolha “democrática” e fez entregou uma escolha pessoal. A tragédia política que abalou o ex-prefeito João Castelo, que disputou a reeleição isolado, assegurou a vitória de Edivaldo. Antes disso, Dino fez questão de isolar os demais membros do grupo. Em julho de 2021, em uma reunião no Palácio dos Leões, Flávio Dino mais uma vez prometeu critérios objetivos na escolha do candidato. O principal deles era o resultado das pesquisas eleitorais. Quem melhor estivesse seria colocado como candidato. Passados quatro meses, o governador deixou de lado o que prometera e anunciou, como em 2011, o escolhido à revelia do que havia sido antes acordado mudando completamente as regras que ele mesmo havia estabelecido. Flávio Dino anunciou sua preferência e deixou a cargo dos partidos acatar, ou não. Escolhido por Flávio Dino, apesar da insatisfação dos demais pré-candidatos, o vice-governador Carlos Brandão iniciou uma ofensiva entre o “baixo clero” do grupo para dar um verniz de adesão ao “conselho” do governador. Os principais alvos são aliados do senador Weverton Rocha. Dadas as circunstâncias, é quase impossível que a vontade pessoal, travestida de coletiva, do governador para sua sucessão não seja efetivada. Brandão será o candidato do “grupo”. Resta saber se os demais farão como Eliziane e Tadeu em 2011, que abdicaram de suas candidaturas, ou se irão resistir à infidelidade de Flávio Dino.

Haddad assume possível aliança do PT e PDT no Maranhão

Fernando Haddad

O ex-candidato a presidente pelo PT em 2018, Fernando Haddad, declarou que existe de fato uma conversa no partido sobre a possibilidade de aliança com PDT no Maranhão. O pré-candidato pedetista ao Governo do Estado é o senador Weverton Rocha. O PT também tem pré-candidato, o secretário de Estado da Educação Felipe Camarão. Haddad falou sobre a parceria do PT e PDT em outros estados. Segundo ele, no Maranhão as negociações com o PDT estão acontecendo. Ele afirmou ser possível uma possível composição do senador Weverton (PDT) no setor progressista para suceder Flávio Dino (PSB). Além da candidatura de Camarão, a aliança PT/PDT pode enfrentar outro obstáculo no Maranhão. O problema é que no ano que vem Ciro Gomes deve concorrer à presidência.

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