Julgamento contra União e PSC é marcado para 20 de novembro

Tre julgamento

MARANHÃO, 07 de novembro de 2023 – O corregedor eleitoral do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Maranhão, desembargador José Gonçalo Filho, definiu a data de 20 de novembro para o julgamento das Ações de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) movidas contra o União Brasil e o PSC, devido a acusações de fraude na cota de gênero durante as eleições de 2022. As alegações incluem o uso de candidaturas femininas laranja nas respectivas disputas de deputado estadual. O União Brasil enfrenta acusações dos partidos PSD, PSB e PSDB, devido ao indeferimento do pedido de candidatura de uma de suas representantes, sem a devida substituição. Já o PSC é acusado de ter uma candidata registrada que não realizou campanha eleitoral. O Ministério Público Eleitoral emitiu parecer divergente para os dois casos. Enquanto o procurador eleitoral considerou a improcedência da Aije contra o União Brasil, argumentando que a candidata realizou campanha até o indeferimento de seu pedido de candidatura, para o PSC, o parecer foi de nulidade dos votos dados à chapa do partido nas eleições de 2022.

TRE-MA agenda julgamentos sobre fraudes na cota de gênero

TRE-MA

SÃO LUÍS, 03 de agosto de 2023 – O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Maranhão está se preparando para julgar, ainda neste mês, pelo menos duas das três ações que denunciam irregularidades nas cotas de gênero. O julgamento do caso União Brasil, que resultou na eleição do deputado estadual Neto Evangelista, está marcado para o dia 17 de agosto, que terá como relator o desembargador José Gonçalo Filho. A ação foi movida pelos partidos PSDB, PSB e PSD. Já o caso Podemos, que elegeu os deputados Leandro Bello e Júnior Cascaria, será julgado no dia 30 de agosto, com relatoria da juíza Anna Graziella Santana Neiva Costa. O processo foi protocolado pelo MDB e PSD. Apenas a data para o julgamento da ação que questiona a eleição de deputados do PSC ainda está pendente e ainda se encontra em fase de investigação.

Luciano Bivar confirma Pedro Lucas com presidente do União

Pedro Lucas

SÃO LUÍS, 7 de julho de 2023 – Deputado federal Pedro Lucas Fernandes assume a presidência estadual do partido União Brasil no Maranhão. A oficialização ocorreu durante reunião com o presidente nacional da legenda, Luciano Bivar. Como aliado do governador Carlos Brandão, Pedro Lucas terá a responsabilidade de organizar o partido para as eleições do próximo ano, que incluem as disputas para prefeito e vereador. O objetivo é obter sucesso e eleger o maior número possível de aliados. Além disso, Pedro Lucas terá a tarefa de coordenar a campanha para prefeito de São Luís. O União Brasil já definiu o deputado estadual Neto Evangelista como candidato, que ficou em terceiro lugar nas eleições de 2020 e tem se mantido bem posicionado nas pesquisas de intenção de voto divulgadas até o momento.

Duas semanas após chorar a apoiar ministra, Lula anuncia sua demissão

BRASÍLIA, 6 de julho de 2023 – Duas semanas após chorar e dizer que Daniela do Waguinho era de sua “cota pessoal”, o governo Lula anunciou a demissão da ministra. Essa é a segunda vez, em apenas seis meses de governo, que um ministro é afastado de seu cargo. A saída de Daniela foi confirmada pelo Planalto na noite desta quinta-feira (06). No dia 14 de junho, Lula encontrou-se com Wagner dos Santos Carneiro, o Waguinho (Republicanos) e sua esposa, Daniela Carneiro. De acordo com Waguinho, marido de Daniela e prefeito de Belford Roxo, Lula chorou durante conversa com os dois. O momento ocorreu após o petista falar que não queria a saída da ministra. “Daniela, você é minha cota, você é minha ministra, eu não quero que você saia”. Assim que disse essas palavras, Lula começou a chorar. Daniela, conhecida no Rio como Daniela do Waguinho, foi indicada para o ministério como uma forma de retribuição aos esforços do casal durante a campanha eleitoral na cidade da Baixada Fluminense. A nomeação também teve o intuito de assegurar o apoio do União Brasil ao governo Lula, já que o partido possui a terceira maior bancada na Câmara e a quarta maior no Senado. Essa demissão é um revés significativo para o governo Lula, uma vez que ressalta a perda de confiança em suas escolhas ministeriais e evidencia a falta de critérios transparentes na seleção dos membros de seu governo. A saída de duas ministras em tão pouco tempo levanta dúvidas sobre a estabilidade da equipe governamental e a capacidade do presidente de tomar decisões acertadas na formação de seu gabinete. Agora, resta aguardar a nomeação do substituto de Daniela Carneiro e observar se o governo conseguirá evitar futuras controvérsias em suas nomeações ministeriais.

Padilha indica possível saída de Juscelino Filho de Ministério

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BRASÍLIA, 12 de março de 2023 – O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, indicou que o ministro Juscelino Filho pode deixar Ministério das Comunicações, haja vista que o partido União Brasil planeja reavaliar as indicações de seus ministros para cargos de alto escalão no governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Em declaração à imprensa no Palácio do Planalto, Padilha afirmou que é natural que um partido queira fazer uma reformulação em sua representação. Durante uma reunião anterior, Lula se encontrou com ministros da coordenação política do governo, incluindo Fernando Haddad, Rui Costa, Paulo Pimenta, além de Padilha e os líderes do governo no Congresso Nacional. O partido União Brasil, com uma das maiores bancadas na Câmara dos Deputados, indicou a ministra do Turismo, Daniela Carneiro, que está prestes a deixar a legenda devido a divergências internas. Além disso, o partido também indicou o ministro da Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, próximo ao senador Davi Alcolumbre (União-AP), e o ministro das Comunicações, Juscelino Filho, que veio da base do partido na Câmara. Embora Padilha tenha mencionado a possibilidade de mudanças, ele ressaltou que as decisões sobre a equipe ministerial são do presidente e expressou sua avaliação positiva do trabalho dos ministros até o momento. O líder do governo no Congresso Nacional, senador Jacques Wagner, confirmou que a possível mudança se concentra no cargo da ministra do Turismo e esclareceu que não se trata de uma reforma ministerial completa. Wagner não vê possibilidade de mudanças além desses dois ministérios nos primeiros seis meses de governo, destacando que a discussão se refere a uma divergência interna no partido da base.

Pedro Lucas comanda partido e anuncia pré candidatura de Neto

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SÃO LUÍS, 12 de março de 2023 – O deputado federal Pedro Lucas Fernandes anunciou na manhã desta segunda (12), em entrevista ao Bom Dia Mirante, que será o novo presidente do União Brasil no Maranhão. A definição ocorreu depois de uma reunião no fim de semana, entre Pedro Lucas, o ministro das Comunicações do Governo Lula, Juscelino Filho, e o deputado estadual Neto Evangelista. Inclusive, a reunião serviu para que o partido decidisse pelo nome de Neto Evangelista para disputar novamente a Prefeitura de São Luís. “União Brasil unido e sempre prezando pelo compromisso e bem comum dos maranhenses […] No União Brasil estamos unidos por São Luís e pelo Maranhão, especialmente por uma vida melhor para nossa gente. Momento é de dialogar, reforçar os quadros e fortalecer o partido para as eleições municipais do próximo ano, para elegermos grande número de prefeitos e vereadores”, declarou o ministro. Pedro Lucas era cotado para a disputa, mas com a missão de comandar a legenda no estado, abriu mão da pré-candidatura e confirmou o nome de Neto para disputar mais um pleito municipal. Neto Evangelista, no entanto, corre o sério risco de perder o mandato até o fim do ano devido ao partido ser acusado de não respeitar a cota de gênero.

Ministra do Turismo pode perder cargo ao pedir para sair do partido

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A ministra do Turismo Daniela Carneiro, filiada ao União Brasil, pediu à Justiça o “direito” de ignorar a lei da fidelidade partidária e mudar de sigla sem perda de mandato. Entretanto, o União Brasil já avisou a Lula que não abre mão do Ministério do Turismo e ameaça não fazer parte da base de governo. Daniela foi nomeada após negociação com o partido, o marido Wagner Carneiro e a bancada do Rio. Ela e outros cinco deputados do partido estão pedindo desfiliação do União Brasil. Logo, Daniela e os demais devem seguir Waguinho e se filiar ao Republicanos, o que agrada ao governo Lula já que o partido se declara independente. O União Brasil atravessa uma crise devido a disputa comando de diretórios regionais e sobram reclamações contra Luciano Bivar, presidente do partido. Constam, inclusive, rebeliões nos diretórios do Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia e Pernambuco. Só que parte da imprensa já cogita que Daniela pode permanecer no União Brasil até 2026 para se blindar de Bivar que poderá reivindicar para si o ministério. Em tese, o ministério está na cota do partido, mas aliados de Daniela alegam que Bivar não tem cacife junto a Lula para derrubá-la da pasta. Informações também dão conta de que Lula tem dívida com “Waguinho”, de Belford Roxo, de alegadas ligações a milicianos, por ter sido o único prefeito da baixada fluminense que o apoiou em 2022. Waguinho rompeu com o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro. E Bivar quer cargos de Castro e rifou Waguinho no Estado. Esses fatores fazem com que Daniela estude só deixar a sigla em 2026, com a abertura da janela de transferências. Seu partido, já definido, será o Republicanos, o mesmo do marido.

Formação de blocos no Senado é problema para Lula

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A formatação dos blocos no Senado representa a primeira derrota do governo Lula no âmbito do Legislativo federal. O bloco governista, formado por PT, PSD e PSB conta com menos da metade dos senadores da casa. Já o maior bloco da casa, capitaneado pelo MDB, firmou-se como maior da casa juntando partidos de situação e oposição. Entre bancada independente e bloco, a oposição é a terceira maior força da casa. MDB, União Brasil, Podemos, Rede, PSDB e PDT criaram o bloco parlamentar “Democracia”. Com 31 parlamentares, este será o maior bloco da Casa. O bloco possui três partidos governistas MDB, Rede e PDT. Um independente, União Brasil e dois de oposição, Podemos e PSDB. A liderança do bloco começa nas mãos do União Brasil, e depois funcionará em revezamento. O segundo maior bloco parlamentar do Senado é o Resistência Democrática, formado por PT, PSD e PSB, com 28 senadores. Em seguida, está o Vanguarda, formado apenas pelo PL, com 13 senadores. Por último está o bloco Progressistas/Republicanos, com 10 nomes. A formatação dos blocos deve trazer problemas ao governo Lula na aprovação de pautas, sobretudo as consideradas polêmicas, na próxima legislatura.

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