Acusado de assédio e importunação sexual assume cargo em conselho da UFMA

SÃO LUÍS, 27 de março de 2025 – Acusado de assédio e importunação sexual, o estudante de extrema-esquerda Luiz Eduardo Correa da Silva assumiu cargo no Conselho de Ensino, Pesquisa, Extensão e Inovação da Universidade Federal do Maranhão (CONSEPE). Inquérito policial constatou que em 2021, Eduardo, esfregou o pênis em uma subalterna da Secretaria de Estado dos Direitos Humanos e Participação Popular (Sedihpop). O acusado não chegou a ser julgado por conta de uma manobra judicial.
Membro do PCdoB leva vida normal após ser indiciado por ataque sexual

SÃO LUÍS, 04 de julho de 2023 – Em 15 de agosto de 2021 a jovem Fabiana Amorim da Costa registrou queixa contra Luiz Eduardo Correa da Silva na Delegacia Especial da Mulher em São Luís. Segundo ela, Eduardo havia esfregado seu pênis em suas nádegas enquanto ela dormia em uma tentativa de forçar uma relação sexual. O ataque aconteceu na própria casa da vítima, na madrugada daquele dia, após Eduardo pedir para passar a noite. As peculiaridades do caso indicam que pode ter sido construída uma “operação abafa” que juntou Governo do Estado e Ministério Público para proteger Eduardo Correa das acusações. ENTENDA O CASO Eduardo Correa ocupa, desde aquela época, cargo na União da Juventude Socialista (UJS), braço do PCdoB, ex-partido do ministro Flávio Dino. Durante o acontecido, ele era titular de uma superintendência na Secretaria Extraordinária de Juventude e superior de Fabiana. No dia anterior ao ataque, Eduardo e Fabiana participaram de um evento do governo. Após a solenidade, os dois e outros membros da gestão Flávio Dino decidiram participar de uma bebedeira. Eduardo, aproveitando-se do cargo, pediu a Fabiana que dormisse em sua, junto da companheira dela. Por conta do tamanho das instalações, os três ficaram no mesmo cômodo. Pela madrugada, a jovem sentiu que Eduardo estava encostando e esfregando seu pênis, já em ereção, em suas costas. Ela movimentou-se de forma a evitar o contato e lhe pediu que parasse. Eduardo Correa fingiu estar dormindo e continuou. Desesperada por já ter sido vítima de abuso sexual na infância, Fabiana fugiu do local, uma kitnet no bairro Jordoa. Ainda estava na residência ficou Nilta Victoria Moraes Azevedo, companheira de Fabiana. Ao acordar, Nilta tentou falar com Eduardo que, segundo ela, fingiu estar dormindo. Nilta saiu e foi ao encontro de Fabiana. Horas após o ataque, as duas se dirigiram até a Casa da Mulher Brasileira e registraram o boletim de ocorrência contra Eduardo. Após meses de investigação, no dia 12 de janeiro de 2022, a delegada Lissandra de Fátima Rocha Levy achou indícios que corroboravam a versão de Luiz Eduardo Correa da Silva e pediu seu indiciamento. A delegada tomou por base o Art. 215-A do Código penal: “Praticar contra alguém e sem a sua anuência ato libidinoso com o objetivo de satisfazer a própria lascívia ou a de terceiro”. OPERAÇÃO ABAFA Duas semanas após o pedido de indiciamento, o Ministério Público Estadual propôs um acordo para SUSPENDER o processo impondo algumas medidas como multa de um mísero salário-mínimo em duas prestações, impossibilidade de viajar e mudar de endereço, proibição de frequentar bares e impedimento de mudar de endereço. Apesar do frequente escândalo nos meios de comunicação que esse tipo de crime costuma causar, misteriosamente o ataque contra Fabiana não foi noticiado e nem despertou declarações coléricas de Susan Lucena, presidente da Casa da Mulher Brasileira. Além de chefe da Casa da Mulher Brasileira, Lucena também é filiada ao PCdoB, mesmo partido de Eduardo Correa. Causa ainda mais estranheza o silêncio da presidente, uma vez que ela é conhecida por usar suas redes sociais para promover o justiçamento de homens acusados de crimes semelhantes aos imputados contra Eduardo Correa. Caso do jornalista Elbio Carvalho, que foi “fuzilado nas redes sociais” por Susan após denúncias de assédio sexual meses atrás muito menos graves do que as que acometeram seu camarada. Após a denúncia contra Eduardo, várias garotas usaram suas redes sociais para criticar uma suposta “operação abafa” para favorecê-lo. Membros da juventude do PCdoB e conhecidos afirmaram que Eduardo já havia sido flagrado em situações semelhantes à denunciada por Fabiana. O inquérito também colheu a informação de que, antes do acontecido contra Fabiana, ele fora flagrado masturbando-se em situações semelhantes na porta do quarto de uma outra amiga que também o deixou dormir em sua casa. Também foi coletado que ele costumava enviar fotos despido (nudes) para menores de idade. Depois do pedido de suspensão do processo, Eduardo esperou alguns meses e voltou à vida política como se nada tivesse acontecido. Situação que só foi possível graças aos efeitos da “operação abafa” que o blindou das denúncias. SE FOR DO PCDOB, COMPENSA? O tipo de conduta que geralmente destrói vidas não afetou a rotina de Eduardo Correa. Livre das críticas da amiga do PCdoB, poupado pela imprensa e tendo o processo suspenso a pedido do Ministério Público, o militante esquerdista participa hoje ativamente da campanha para vice-reitora da professora Zefinha Bentivi, na Universidade Federal do Maranhão. Ao longo dos últimos anos são inúmeros os casos em que uma simples denúncia foi mais do que suficiente para destruir a vida de homens acusados de assédio, estupro e importunação sexual. No caso de Eduardo Correa, nem o indiciamento e a comprovação pela autoridade policial de que ele cometeu um ataque sexual contra uma mulher utilizando-se da hierarquia do cargo foi o suficiente para despertar aqueles que acendem as tochas sempre que esse tipo de denúncia é tornada pública. Por que? Por que Eduardo Correa não teve o destino reservado a outros homens acusados de ataques sexuais?
Ato contra Bolsonaro fracassa e tem pouco apoio no Maranhão

Fracasso total, absoluto e indiscutível. Assim pode ser definido o movimento “Bolsonaro Nunca Mais” realizado na manhã deste sábado (9) em São Luís. Marcado para 42 cidades no Maranhão, o ato reuniu menos de 42 pessoas na capital maranhense. Informações iniciais dão conta de que a população também não aderiu ao movimento nas demais cidades do estado. Participaram do movimento organizações de extrema esquerda como UNE, MST, PT, CTB, Força Sindical, SindEducação, MAM, PCdoB e UJS. Segundo os organizadores, o objetivo do evento era protestar contra o aumento dos preços dos combustíveis, gás de cozinha, alimentos e desemprego no Brasil. Ainda na concentração do movimento, que aconteceu às 9h na Praça João Lisboa, já era possível identificar o fracasso do movimento. Apesar de esperarem algumas milhares de manifestantes, menos de 50 pessoas estavam no lugar na hora marcada. Após a concentração, os manifestantes seguiram em uma espécie de cortejo fúnebre pela Rua Grande até a Praça Deodoro. Envergonhados com o olhar de reprovação e críticas, a maioria decidiu abandonar a manifestação antes do fim. Na Praça Deodoro pouco mais de 10 pessoas participaram da finalização do movimento. Ao longo dos últimos 4 anos foram inúmeros os protestos contra o presidente que resultaram em baixa adesão e fracasso de público.
Presidente da UJS no Maranhão acusado de cometer abuso sexual

O presidente da União da Juventude Socialista (UJS) no Maranhão está sendo acusado de tentativa de estupro. A denúncia afirma que o estudante Eduardo Correa promoveu agressões seguidas por uma tentativa de estupro no dia 14 de agosto às 4:30h. A denúncia foi seguida por uma série de acusações que vão desde furto de patrimônio público a montagem de sites falsos que espalham fake news. A ACUSAÇÃO Tanto Eduardo quanto a vítima trabalham na Secretaria Extraordinária da Juventude do Estado do Maranhão. No dia 14 de agosto de 2021, estavam em uma confraternização com outros colegas de trabalho. Em determinado momento, Luiz Eduardo pediu a vítima para ficar em sua casa até as 04h, alegando que viajaria para o interior do Estado. Enquanto dormia, ela sentiu Luiz Eduardo passar o pênis em suas nádegas. A vítima acordou chorando e saiu de casa, comunicando o ocorrido a sua companheira. Eduardo Correa, além de ser presidente da UJS (juventude partidária do PCdoB), também é funcionário do governo Flávio Dino. Ele trabalha na Secretaria de Estado dos Direitos Humanos e Participação Popular (SEDIHPOP). O governo não se manifestou em relação às acusações contra Eduardo até agora. Apesar da gravidade das acusações, Eduardo Correa está sendo protegido por uma operação que pretende abafar o escândalo e desmerecer as acusadoras. Após a denúncia ganhar as redes sociais, Eduardo Correa foi alvo de uma série de outras acusações. Entre elas, aparece o fato de que é acusado de agressão e outros casos de cunho sexual. Ativista digital, o jovem ainda é acusado de criar anônimos para propagar fake news, além de responder por furto de patrimônio da UFMA na Polícia Federal. O caso, que não é o primeiro envolvendo membros da juventude esquerdista UJS, surpreendeu parte da desinformada militância progressista jovem de São Luís. Apesar da surpresa de alguns, outros trataram a situação como algo corriqueiro na história da juventude conhecida por situações que vão desde escândalos de corrupção, abuso sexual, propagação de discurso de ódio e violência física. Na Universidade Federal do Maranhão a facção é conhecida pela violência de suas ações. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por UJS MARANHÃO (de ) (@ujsmaranhao) DISCURSO PARA INOCENTE O tipo de discurso empregado por grupos de extrema esquerda como a UJS infelizmente ainda encontra abrigo entre muitos jovens. Principalmente entre universitários. Como ex-membro da UJS nos anos 2000 (20 anos atrás) afirmo que não foram poucas as vezes em que presenciei casos de preconceito e abusos quando em particular. Aliás, essa é uma marca do movimento: a discrepância entre o que se diz em público e o que se faz no privado. O desrespeito por mulheres na UJS é algo corriqueiro entre seus líderes. Não raro, as novas militantes são tratadas como brinquedos sexuais que merecem provar o valor para que ascendam na hierarquia. O emprego da violência enquanto arma política também é corriqueiro. Nos anos 2000 a pancadaria entre grupos estudantis de esquerda (PT, PSTU, PSOL e PCO) era normal nas universidades federais do país. Toda eleição de DCE em que essas forças esquerdistas disputavam terminava em algum tipo de violência. Infelizmente a versão de si mesmos supera o que são de verdade. E acabam se tornando a opção política de jovens que, poucos na os depois, descobrem o que realmente acontece. Daí o número elevado de ex-membros.