Vídeo de dançarina na UFMA é real

SÃO LUÍS, 17 de outubro de 2024 – É real um vídeo pornográfico de uma dançarina que sobe em uma cadeira e mostra as partes íntimas durante o evento na Universidade Federal do Maranhão. O vídeo foi gravado durante palestra no evento “Gênero para além das fronteiras: tendências contemporâneas na América Latina e no Sul Global”. A estrela do espetáculo nas dependências da universidade é a cantora e dançarina Tertuliana Lustosa. O evento foi patrocinado por recursos públicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). A programação começou na quarta (16) e deve se estender até à sexta (18). O evento que serviu de palco para a farsa acadêmica promovida pela dançarina foi uma mesa-redonda com o tema “Dissidências de Gênero e Sexualidades”. Além de Tertuliana, também participaram Andreone Medrado e Leticia Nascimento. Durante uma fala sobre alguma trivialidade vazia da qual ninguém prestava atenção, Tertuliana decidiu chamar a atenção dos presentes subindo na cadeira, arreganhando as nádegas para a plateia e rebolando. Após despertar risadas e aplausos, ela sentou-se e disse que “educava com o cu”, deixando evidenciada a farsa acadêmica custeada com recursos públicos. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por José Linhares Junior (@joselinharesjr) HISTÓRICO DE HORROR O palco para baixaria promovida pela dançarina travestida de atividade acadêmica foi um dos auditórios do Centro de Ciências Humanas (CCH), que abriga os cursos de Filosofia, História, Geografia, Psicologia, Ciências Sociais, entre outros. Apesar de causar estranheza nas redes sociais nesta quinta após a viralização do vídeo, esta não é a primeira e muito menos a última vez em que o prédio abriga este tipo de performance grotesca apresentada como atividade acadêmica. Em 2016, o evento chamado 1º Encontro da Juventude Porra Loca da UFMA, resultou na morte do estudante Kelvin Rodrigues Ribeiro, que foi morto a facadas dentro da CCH. O prédio é frequentemente utilizado para eventos em flagrante desconexão com o ambiente universitário que contam com elevado tráfico e consumo de drogas, prostituição, sodomia, orgias, corrupção de menores, assaltos e estupros. Também são normais relatos da contração de doenças venéreas, AIDS e abortos após a participação nas festas que pregam sexo desenfreado. Apesar de tudo isso, a Universidade Federal do Maranhão admite a realização destes bacanais em suas instalações sem que nenhuma providência seja tomada.

Bloqueio de verbas federais compromete atividades da UFMA

UFMA Orçamento

MARANHÃO, 13 de agosto de 2024 – O funcionamento da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) foi comprometido após o Governo Federal bloquear R$ 15 bilhões do orçamento de 2024, dos quais R$ 1,28 bilhões eram destinados à Educação. A medida ocorreu após quase 100 dias de greve e bloqueou diretamente as dotações orçamentárias das universidades, incluindo a UFMA, no Sistema Integrado de Administração Financeira (SIAF), utilizado para a execução do orçamento. O bloqueio impede a realização de novos empenhos e pagamentos até que a situação seja revertida, o que afeta diretamente o funcionamento da universidade. A UFMA alertou que despesas essenciais, como energia elétrica, segurança, manutenção de espaços administrativos e de ensino, além de limpeza e outros serviços, podem ter seus pagamentos comprometidos ou até suspensos, impactando negativamente toda a comunidade acadêmica.

Técnicos da UFMA retomam atividades nesta terça (2)

UFMA greve

MARANHÃO, 02 de julho de 2024 – Os técnicos administrativos da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) decidiram, em assembleia geral extraordinária realizada nesta segunda (1°), finalizar a greve e retomar as atividades a partir desta terça (2). A reunião ocorreu no auditório Sérgio Ferretti, na Cidade Universitária Dom Delgado, em São Luís.

Professores da UFMA decidem encerrar greve em 1º de julho

Ufma greve

MARANHÃO, 21 de junho de 2024 – A Associação de Professores da Universidade Federal do Maranhão (APRUMA) decidiu encerrar a greve dos docentes da instituição em 1º de julho. A decisão foi tomada durante uma sessão realizada na quinta (20), em resposta a um comunicado do Comando Nacional de Greve (CNG) do ANDES-SN. A sessão contou com a participação da categoria docente da UFMA. Após discussões e avaliações sobre o movimento grevista, os professores decidiram pela saída coletiva da greve no início de julho. Além disso, a base da Seção Sindical votou a favor da assinatura do acordo com o Governo Federal.

Dino extingue bônus regional para Medicina na UFMA Pinheiro

Dino UFMA

BRASÍLIA, 14 de junho de 2024 – O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, decidiu extinguir o bônus de 20% aplicado no processo seletivo para o curso de Medicina da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) em Pinheiro. A bonificação era concedida a estudantes que concluíram o Ensino Médio na cidade ou em um raio de até 150 km. A decisão veio após a reclamação de Maria Eduarda Schalcher Ferraz, que alegou ter obtido pontuação suficiente no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para ingressar no curso através do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). No entanto, ela foi preterida devido ao critério de bonificação regional.

Greve chega a dois meses e trava cursos e bolsas de pesquisa

Greve UFMA

MARANHÃO, 11 de junho de 2024 – A demora pelo fim da greve de professores e técnicos administrativos de universidades e institutos federais tem causado impactos importantes na vida dos alunos — mesmo entre aqueles que entendem os objetivos do movimento. A paralisação de 57 dias dos docentes e de 92 dos demais profissionais tem repercutido em questões que vão desde o atraso da conclusão dos cursos como a riscos de perdas de prazo para a obtenção de bolsas de pesquisa. O Ministério da Gestão e Inovação no Serviço Público fez nova proposta para chegar a um acordo com os técnicos. A categoria foi atendida em alguns pedidos — como aumento salarial com progressão na carreira — e vai avaliar o acordo e, consequentemente, a manutenção da greve.

Professores mantém greve após acordo do governo com sindicato

UFMA greve

MARANHÃO, 29 de maio de 2024 – Professores de universidades e institutos federais têm decidido manter a greve por reajuste salarial, mesmo após acordo do governo Lula com o Proifes (Federação de Sindicatos de Professores e Professoras de Instituições Federais de Ensino Superior e de Ensino Básico Técnico e Tecnológico) —um dos sindicatos que representam a classe— nesta segunda (27). Nesta terça (28), todas as 63 instituições de ensino paralisadas nos últimos 55 dias realizaram assembleias para decidir se retornam às atividades. Por enquanto, todas optaram por seguir em greve. Dentre elas, estão Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e Ufba (Universidade Federal da Bahia). Além disso, houve nova adesão ao movimento nesta tarde, a UFPI (Universidade Federal do Piauí). A decisão dos docentes atende à expectativa do Andes (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior), outra entidade com protagonismo nas negociações salarias, mas que rejeitou a proposta salarial da gestão Lula (PT).

Greve na educação segue na próxima semana

UFMA IFMA

BRASIL, 24 de maio de 2024 – Em coletiva de imprensa realizada na manhã desta sexta (24), as entidades que coordenam a greve em universidades e colégios federais afirmam que não pretendem assinar um acordo com o governo federal nesta segunda (27), em reunião que será realizada com o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), fazendo com que a greve continue pelo menos no começo da próxima semana. O movimento grevista critica o que chama de “posição intransigente do governo de decretar de forma unilateral o fim da negociação”, de acordo com o presidente do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes) Gustavo Seferian. A declaração vem em resposta ao posicionamento do MGI, que informou aos sindicatos que, com a última proposta, encerrou os acordos com os profissionais da educação. “Repudiamos a interrupção unilateral do processo democrático de negociação pelo governo federal”, complementou Seferian. O movimento afirma que quer seguir negociando com o governo federal e entende que há espaço no orçamento para que os reajustes solicitados sejam contemplados. Com o desbloqueio de R$ 2,9 bilhões no relatório do orçamento do governo nesta quarta (22), as lideranças da greve afirmam que o recurso deve ser voltado para a negociação. Os representantes dos sindicatos afirmam que proposta do “está muito longe de recompor as perdas salariais sofridas nos últimos anos”, como publicou em nota o Andes. A proposta rejeitada previa diferentes níveis de reajuste para a categoria. Os que ganham mais receberiam um aumento de 13,3% até 2026. Os que ganham menos, de 31%, até o fim do governo de Luiz Inácio Lula da Silva. No entanto, nenhuma parte desse reajuste viria em 2024, o que desagradou os professores. De acordo com o Secretário de Relações de Trabalho do MGI, José Lopez Feijóo, esse percentual de aumento passa para 23% a 43% se for considerado o reajuste de 2023, de 9%, que foi concedido a todos os servidores federais no ano passado. — Isso significa não só a recomposição de toda a inflação prevista de todo o mandato do presidente Lula, que é de 15%, como uma recuperação importante de perdas de governos passados que sequer recebiam os trabalhadores para qualquer tipo de diálogo. De acordo com a Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (Fasubra), profissionais de mais de 50 universidades e colégios federais aderiram à paralisação (veja abaixo a lista completa).

Gostaríamos de usar cookies para melhorar sua experiência.

Visite nossa página de consentimento de cookies para gerenciar suas preferências.

Conheça nossa política de privacidade.