27 deputados e senadores devem disputar governos em 2026

Senadores levantamento

BRASÍLIA, 05 de novembro de 2025 – Um levantamento elaborado pelo Ranking dos Políticos identificou que 99 deputados federais e senadores devem disputar cargos majoritários nas eleições do que vem [veja a lista completa abaixo]. Segundo o estudo, 27 congressistas (10 deputados e 17 senadores) são pré-candidatos a governos estaduais. E outros 72 parlamentares deverão concorrer ao Senado — sendo 30 deles senadores que pretendem tentar a reeleição. O número total representa 16,6% do Congresso. O relatório foi feito com base em dados de pesquisas de opinião, comportamento parlamentar e informações de bastidores coletadas pela equipe técnica do Ranking dos Políticos, uma iniciativa da sociedade social criada em 2011 que avalia o desempenho de senadores e deputados. Veja a seguir a lista de pré-candidatos, por estado: Acre* Eduardo Velloso (União Brasil) – Deputado federal (Senado)* Márcio Bittar (União Brasil) – Senador (Reeleição)* Sérgio Petecão (PSD) – Senador (Reeleição)* Alan Rick (União Brasil) – Senador (Governo) Alagoas* Alfredo Gaspar (União Brasil) – Deputado federal (Senado)* Arthur Lira (PP) – Deputado federal (Senado)* Renan Calheiros (MDB) – Senador (Reeleição)* Renan Filho (MDB) – Senador (Governo) Amapá* Acácio Favacho (MDB) – Deputado federal (Senado)* Lucas Barreto (PSD) – Senador (Reeleição)* Randolfe Rodrigues (PT) – Senador (Reeleição) Amazonas* Capitão Alberto Neto (PL) – Deputado federal (Senado)* Eduardo Braga (MDB) – Senador (Reeleição)* Plínio Valério (PSDB) – Senador (Reeleição)* Omar Aziz (PSD) – Senador (Governo) Bahia* Jaques Wagner (PT) – Senador (Reeleição)* Ângelo Coronel (PSD) – Senador (Reeleição) Ceará* Eunício Oliveira (MDB) – Deputado federal (Senado)* José Guimarães (PT) – Deputado federal (Senado)* Júnior Mano (PSB) – Deputado federal (Senado)* Eduardo Girão (Novo) – Senador (Governo) Distrito Federal* Bia Kicis (PL) – Deputada federal (Senado)* Erika Kokay (PT) – Deputada federal (Senado)* Leila Barros (PDT) – Senadora (Reeleição)* Rafael Prudente (MDB) – Deputado federal (Governo)* Izalci Lucas (PL) – Senador (Governo)* Fred Linhares (Republicanos) – Deputado federal (Governo) Espírito Santo* Evair Vieira de Melo (PP) – Deputado federal (Senado)* Fabiano Contarato (PT) – Senador (Reeleição)* Da Vitória (PP) – Deputado federal (Governo)* Helder Salomão (PT) – Deputado federal (Governo) Goiás* Gustavo Gayer (PL) – Deputado federal (Senado)* Delegada Adriana Accorsi (PT) – Deputada federal (Governo)* Wilder Morais (PL) – Senador (Governo) Maranhão* André Fufuca (PP) – Deputado federal (Senado)* Pedro Lucas Fernandes (União Brasil) – Deputado federal (Senado)* Weverton Rocha (PDT) – Senador (Reeleição)* Eliziane Gama (PSD) – Senadora (Reeleição)

Parlamentares do MA destinaram quase R$ 1 bi em emendas pix

Emendas Maranhão

BRASÍLIA, 27 de agosto de 2025 – As emendas de transferências especiais, conhecidas como emendas pix, estão sob investigação do Supremo Tribunal Federal (STF). O órgão apura a falta de transparência e rastreabilidade dos recursos destinados por parlamentares em todo o país. Entre 2020 e 2024, o Maranhão recebeu aproximadamente R$ 900,9 milhões em emendas pix de deputados federais e senadores. Os recursos foram direcionados a prefeituras e ao governo estadual por meio de transferências sem detalhamento específico. O Tribunal de Contas do Estado (TCE), em parceria com o Tribunal de Contas da União (TCU), iniciou fiscalizações em municípios que receberam os valores. O objetivo é verificar se houve irregularidades na aplicação das emendas. Os repasses cresceram de forma exponencial. Em 2020, os parlamentares destinaram R$ 5,8 milhões. Já em 2024, o valor chegou a R$ 371 milhões, representando um aumento de 63 vezes em apenas quatro anos. Na bancada maranhense, a senadora Eliziane Gama (PSD) foi a que mais direcionou emendas pix, totalizando R$ 80,1 milhões. O senador Weverton Rocha (PDT), no mesmo período, destinou cerca de R$ 28,1 milhões. Suplentes que ocuparam mandatos breves também liberaram recursos significativos. O apóstolo Sílvio Antônio (PL), que ficou quatro meses na Câmara, indicou R$ 18,4 milhões. O mesmo valor foi destinado por Paulo Marinho Jr. durante sua passagem. Entre os deputados, Cléber Verde (MDB) foi o campeão, liberando R$ 52,6 milhões. Rubens Pereira Júnior (PT) aparece na sequência, com R$ 47,4 milhões em emendas destinadas a municípios do Maranhão. A deputada Amanda Gentil (PP) aparece como a que menos destinou recursos: R$ 15,7 milhões. A maior parte foi destinada a Caxias, cidade administrada por seu pai, o então prefeito Fábio Gentil (PP).

Senadores têm mais verbas em emendas do que 44% das cidades

Senadores emendas

BRASÍLIA, 20 de agosto de 2025 – Um único senador controla, por meio de emendas parlamentares , um valor maior do que o orçamento de 44% dos municípios brasileiros. Cada deputado, por sua vez, tem verbas superiores a 14% das cidades, aponta levantamento feito pela Folha com os orçamentos projetados para 2025. Os números ilustram o nível de poder e a influência que os congressistas podem concentrar no âmbito local, após a disparada do volume das emendas promovidas pelo Legislativo na última década. Cada um dos 81 senadores tem neste ano R$ 68,5 milhões para indicar onde o governo federal deve gastar (valor superior ao de 2.291 cidades), e cada um dos 513 deputados, ao menos R$ 37,1 milhões (acima de 712 cidades). A execução dessas palavras pelo Executivo é obrigatória, e ao menos metade precisa ir para a saúde. No caso dos deputados, esse valor deve ser ainda maior. Em julho, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), decidiu distribuir mais R$ 11 milhões “por cabeça” em emendas de comissão, que nessas deveriam ser decididas em grupo, para tentar fortalecer sua base na Casa. Somando essa quantia, cada deputado poderá ter nas mãos neste ano R$ 48,1 milhões, mais do que o orçamento de 27 % dos municípios —essa última modalidade, no entanto, é de pagamento opcional pelo governo. A conta não inclui ainda as emendas de bancada, que também começam a ser “rachadas” individualmente entre os congressistas, descumprindo uma determinação do STF (Supremo Tribunal Federal). As emendas são uma forma de parlamentares direcionando recursos para investimentos e custódias em suas bases eleitorais, o que pode render votos tanto para quem os envia quanto para quem os recebe. A Folha mostrou, por exemplo, que 98% dos prefeitos mais turbinados com verbas se reelegeram em 2024 . Uma análise por estado indica que o valor disponível para cada senador é maior, por exemplo, que o orçamento de 80% dos municípios do Tocantins e na casa dos 60% no Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte e Piauí. Os deputados também controlam mais dinheiro que 22% das cidades de Santa Catarina e 33% do Amapá.

Senadores do MA se dividem em possível impeachment de Moraes

Senadores stf

SÃO LUÍS, 04 de agosto de 2025 – Os senadores do Maranhão adotam posições distintas sobre o possível impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Weverton Rocha (PDT) e Ana Paula Lobato (PDT) se posicionaram contra o afastamento, enquanto Eliziane Gama (PSD) não declarou seu voto, conforme dados da plataforma votossenadores.com.br divulgados pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG). Atualmente, 34 senadores apoiam o impeachment, 19 são contrários e 28 não se manifestaram. A discussão ganha força entre setores da oposição, que pressionam o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), a pautar o tema.

Senadores gastam R$ 4 milhões com viagens ao exterior

Senadores gastos

BRASÍLIA, 23 de dezembro de 2024 – Os 43 senadores que viajaram para o exterior neste ano gastaram R$ 3,5 milhões com diárias e passagens. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco PSD-MG), torrou mais R$ 366 mil com viagens em jatinhos da Força Aérea Brasileira (FAB). Ele viajou para Buenos Aires e Roma, onde fez visita de cortesia ao presidente do Senado Italiano. Contando com as diárias dos seguranças e assessores do presidente (mantidas sob sigilo), a gastança de todos os senadores chega a R$ 4 milhões. Senadores do PSD estão entre os que mais gastaram com viagens de missões oficiais no exterior. Os oito senadores do partido fizeram despesas no valor total de R$ 1,3 milhão. O líder do ranking da gastança nas viagens em aviões de carreira é Nelsinho Trad (PSD-MS), com R$ 263 mil. Laércio Oliveira (PP-SE) gastou R$ 4.210 mil. No ano anterior, havia torrado R$ 318 mil com viagens internacionais. Mara Gabrilli (PSD-SP) gastou R$ 203 mil neste ano. As despesas de Jorge Seif (PL-SC) chegaram a R$ 192 mil. Irajá (PSD-TO) gastou R$ 190 mil. Quinze senadores gastaram mais de R$ 100 mil com viagens pelo mundo. PACHECO NAS ASAS DA FAB Em setembro, Pacheco esteve na comitiva presidencial na Assembleia Geral das Nações Unidas. O presidente do Senado acompanhou, ao lado do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), o discurso no presidente Lula na abertura dos debates dos chefes de Estado. Pacheco recebeu do Senado cinco meias diárias no valor total de R$ 8,4 ml. Não é possível apurar quanto custaram as diárias de assessores e seguranças que o acompanharam. Esses dados foram colocados sob sigilo no mandato de Pacheco na presidência do Senado. Pacheco viajou em jatinho da FAB para compromissos em Roma, de 9 a 15 de outubro. Ele cumpriu agenda oficial no Senado italiano “para a troca de iniciativas comuns entre as casas legislativas”, segundo informou a assessoria do Senado. Reuniu-se com o presidente do Senado italiano, Ignazio La Russa, com o senador Pier Casini e com o deputado Fabio Porta. “Os encontros foram ainda uma retribuição às visitas recentes de autoridades italianas alusivas aos 150 anos da imigração italiana no Brasil, celebrados neste ano”, acrescentou a assessoria. Enfim, foi uma troca de cortesias. Mas custou caro. As 25 horas de voo, ida e volta a Roma, considerando apenas o custo da hora-voo do jatinho, custaram R$ 280 mil. Não é possível apurar quanto custaram as diárias de seguranças e assessores. Esses dados estão sob sigilo. O presidente do Senado já havia feito uma viagem em jato da FAB para a Argentina, no final de fevereiro, para missão oficial na Faculdade de Direito e Ciências Sociais da Universidade Nacional de Buenos Aires, a convite do Instituto Justiça e Cidadania. Mais R$ 84 mil de despesas com a aeronave. Quanto às diárias dos seguranças.

Congresso vai liberar parlamentares para fazer campanha eleitoral

Parlamentares recesso

BRASÍLIA, 10 de julho de 2024 – Os parlamentares do Brasil não conseguiram votar a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) antes do recesso eleitoral de meio de ano. Devido a isso, deputados e senadores terão um “recesso branco” de 14 dias em julho, uma espécie de férias informais. A Constituição Federal exige que a LDO seja votada para autorizar o recesso oficial. Além do recesso informal em julho, os deputados federais trabalharão apenas duas semanas em agosto e uma em setembro. A decisão foi tomada após uma reunião entre o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e os líderes partidários da Casa.

Deputados e senadores do MA derrubam veto sobre saidinha

Votação Maranhão

BRASÍLIA, 29 de maio de 2024 – Nesta terça (28), o Congresso Nacional derrubou o veto do presidente Lula (PT) à lei que põe fim à saída temporária de presos, conhecida como “saidinha“. Lula havia decidido que as visitas familiares de presos no regime semiaberto deveriam continuar. A votação ocorreu em sessão conjunta do Congresso Nacional, começando pela Câmara dos Deputados, onde 314 parlamentares votaram pela derrubada do veto, contra 126 que votaram por mantê-lo. No Senado, a decisão foi confirmada com maioria, refletindo a mesma tendência de apoio à derrubada do veto. Entre os partidos que apoiam Lula, como MDB, União Brasil e PSD, houve significativo apoio à derrubada do veto. No PT, Maria do Rosário votou contra a decisão de Lula, enquanto Duarte Jr., do PSB do Maranhão, e Tabata Amaral, do PSB de São Paulo, também votaram pela derrubada. No Senado, Fabiano Contarato (PT-ES) votou contra o veto, assim como os senadores do PSB, Flávio Arns e Chico Rodrigues.

Previdência dos parlamentares custa R$ 88,6 milhões por ano

Deputados senadores

BRASÍLIA, 13 de março de 2024 – A previdência especial de deputados e senadores – que garante aposentadoria integral e com regras mais brandas do que as do INSS – custa R$ 88,6 milhões por ano para a União, segundo levantamento do Ranking dos Políticos feito através da Lei de Acesso à Informação e obtido pela Coluna do Estadão. Atualmente, 65 senadores e 409 deputados recebem o benefício. Os valores das aposentadorias variam de R$ 8.330,18 a R$ 40.698,89, mais do que cinco vezes o teto do INSS, que em 2023 era de R$ 7.507,49. Existem dois sistemas para a aposentaria dos parlamentares.

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