Senadora Eliziane Gama dá vexame na CPI da Covid

Chilique Eliziane Gama

O descontrole emocional e a militância comunista têm marcado a atuação da senadora Eliziane Gama (Cidadania) na CPI que investiga denúncias de desvios de recursos durante a pandemia. Na manhã desta quarta (5), durante depoimento do ex-ministro Nelson Teich, a senadora voltou a discutir com outros senadores. Já na primeira sessão da CPI, em que foram eleitos presidente e indicados relator e vice, a senadora acusou o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos) se der machista. A senadora tem transformado todas as discussões em que entra em questões de machismo. Todas as vezes em que é contrariada, a senadora acusa seus interlocutores de tentarem “calar a voz das mulheres”. No caso da discussão com Flávio Bolsonaro, a senadora esbravejou após Flávio Bolsonaro lamentar a ausência de mulheres na CPI. Eliziane transformou a fala do senador em provocação para poder proferir seu discurso vitimista. Na manhã desta quarta (5) após ter sua participação no depoimento do ex-ministro Nelson Teich pelo senador Ciro Nogueira (Progressistas), Eliziane voltou a levar a discussão para um rumo diferente do analisado pela CPI. Apesar de não fazer parte da CPI, Eliziane tem exigido poder de fala na Comissão. O regimento do Senado é claro e determina que apenas membros da CPI, indicados pelos partidos e blocos, podem ter participação direta na CPI. Enquanto Eliziane falava da luta das mulheres para ter assento garantido em todas as CPI’s no Senado Federal, o senador Omar Aziz (MDB) chegou a perder a paciência com a senadora. “Estamos no meio de um depoimento senadora, por favor”. Durante as discussões sobre vitimismo levantadas pela senadora, o senador Ciro Nogueira levantou uma verdade inconveniente. “Quem oprimiu a senhora foi o seu bloco que não indicou a senhora para a CPI, senadora”. Assim como na primeira sessão, Eliziane aumentou o tom e iniciou uma algazarra que resultou na suspensão do depoimento de Nelson Teich.

Senado determina CPI que abrange Estados e Municípios

Rodrigo Pacheco le requerimentos

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), decidiu por CPI única, nesta terça-feira (13), com intuito de apurar ações e omissões da união na pandemia, englobando a responsabilidade de estados e municípios neste mesmo contexto. A determinação ocorreu após o presidente da Casa Legislativa ter feito a leitura de dois requerimentos para a abertura de CPIs, uma que foca nos atos do governo federal, do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), e outra que amplia o escopo para atos de governadores e prefeitos, do senador Eduardo Girão (Podemos-CE). De acordo com o presidente do Senado, há precedente para a unificação das duas propostas por tratarem de assuntos conexos. Rodrigo Pacheco (DEM) ressaltou que a Comissão Parlamentar de Inquérito está sendo implementada somente por causa de decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso, e, com relação aos estados e municípios, a investigação deve se limitar ao destino de recursos públicos oriundos do governo federal.

Flávio Dino desconversa sobre ser candidato a vice-presidência

FLAVIO DINO TRISTE

Nessa segunda-feira (12), em entrevista concedida ao Canal My News, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), tratou a respeito de seu destino eleitoral em 2022. Quando perguntado sobre a possibilidade de compor uma chapa liderada por Luiz Inácio Lula da Silva (Lula), ex-presidente da República, e ser candidato a vice, Dino não descartou a possibilidade, tentando desconversar: “[…] ninguém se candidata a vice, ninguém se oferece para ser vice. É uma coisa até de mau gosto com o amigo […]”, afirmou o governador, assumindo que, na verdade, vai disputar o Senado pelo Maranhão. “Desde dezembro, eu firmei como projeto principal a candidatura ao Senado aqui no Maranhão, esse é o cenário, o caminho mais provável é um disputa ao Senado”, disse.

Senado quer entregar internet 5G no Brasil a chineses

Katia Abreu

A fúria do Senado contra o chanceler Ernesto Araújo pode ter como motivação interesses chineses. Segundo publicação neste domingo, Araújo afirmou que a senadora Kátia Abreu (PP-TO) disse que “um gesto” do chanceler em relação ao 5G iria torna-lo o “rei do Senado”. O 5G é uma nova tecnologia de transmissão de dados que deve ter sua concessão aberta ao mercado pelo Governo Federal em breve. Chineses tentam dominar o mercado global da tecnologia e têm jogado pesado para isso. Há denúncias de que a tecnologia sirva para espionagem e controle estrangeiro das comunicações. O medo em relação a atuação no setor já fez alguns países banirem empresas chinesas do mercado em seus limites. O chanceler Ernesto Araújo é considerado um obstáculo contra o domínio da tecnologia 5g no Brasil pelos chineses. O ministro tem atuado para que o leilão do setor leve em consideração a defesa dos interesses nacionais, o que incomoda o governo comunista chinês e brasileiros que auxiliam na entrega do 5G brasileiro a estrangeiros. A publicação de Araújo revela que a atual onda pela demissão do ministro é uma contra-ataque e faz parte do plano de entrega das comunicações no país a interesses que confrontam a nação.

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