Maranhão registra 496 incêndios em áreas rurais em 2024

MARANHÃO, 19 de agosto de 2024 – O estado do Maranhão registrou 496 incêndios em áreas rurais durante o período de estiagem em 2024, segundo dados divulgados pelo Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão (CBMMA). O município de Mirador foi o mais afetado, com 152 queimadas. O número total de incêndios no estado chegou a 552, com 56 casos ocorrendo em áreas urbanas. A seca, os fortes ventos e a escassez de chuvas são fatores que contribuem para o aumento dos focos de incêndio nesta época do ano. De acordo com o CBMMA, as ações da operação Maranhão Sem Queimadas foram intensificadas, e a colaboração da população é essencial para evitar a prática de queimadas, especialmente durante o período de estiagem. Além de Mirador, os municípios de Bacabal e Fernando Falcão também registraram números elevados de queimadas, com 96 e 61 casos, respectivamente. O relatório do CBMMA apontou que, em paralelo ao aumento das queimadas, houve um crescimento significativo no número de animais resgatados.
Julho registra recorde histórico de queimadas no Brasil

AMAZONAS, 1º de agosto de 2024 – O Brasil atingiu um recorde histórico de queimadas em julho, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Desde o início do monitoramento em 1988, o Pantanal e o cerrado registraram o maior número de focos de incêndio nos últimos 31 dias. Entre janeiro e junho, o Pantanal teve 3.262 focos, um aumento de mais de 22 vezes em relação ao mesmo período do ano anterior. Já na Amazônia, foram detectados 12.696 focos de queimadas, representando um crescimento de 76% em comparação a 2023. O aumento das queimadas em 2024 ocorre após dois anos de queda no desmatamento, segundo a CNN. Especialistas atribuem o crescimento ao impacto da crise climática e à seca severa que afeta a região desde 2023.
Aumento de queimadas no Maranhão atinge mais de 30%

MARANHÃO, 24 de julho de 2024 – De acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o Maranhão registrou um aumento significativo no número de queimadas em julho, totalizando 1.546 focos de incêndio, comparado aos 1.166 focos do mês anterior. Isso representa um aumento de 32,59% em relação a junho. O último domingo (21) foi o dia com o maior número de focos de queimadas no mês, com 263 pontos identificados pelo INPE. O Maranhão ocupa o 5º lugar no ranking nacional dos estados mais afetados, com quase 4 mil focos de incêndio registrados este ano, e a cidade de Balsas lidera as ocorrências no estado, destacando-se também no ranking nacional.
Maranhão é o 5º estado com mais queimadas no Brasil

MARANHÃO, 03 de junho de 2024 – Um levantamento feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) mostrou que o Maranhão é o quinto estado do país em número de focos de queimadas. Estatísticas apontam que, somente no mês de junho, foram registrados mais de 1.166 focos de incêndios. O Brasil foi o terceiro país da América do Sul com o maior número de casos de incêndio. Ao todo, foram contabilizados 36.811 focos de incêndio captados por imagens de satélite. No Maranhão, até o dia 2 de julho, foram contabilizadas 2556 ocorrências de focos. Em 2023, o Corpo de Bombeiros traçou um plano de trabalho nas regiões com alta incidência de focos de calor e de queimadas para atuar durante o período de estiagem. Áreas indígenas também entraram no plano com o intuito de evitar incêndios nas aldeias.
Junho registra recorde histórico de incêndios no Pantanal

BRASIL, 02 de julho de 2024 – O Pantanal registrou em junho o maior número de focos de incêndios desde o início da série histórica em 1998. De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), foram 2.639 focos de queimada no mês. No ano, os pontos de fogo já totalizam 3.538, com mais de 700 mil hectares consumidos. Até este ano, o pior mês de junho havia sido em 2005, com 435 focos de incêndio. A comparação indica um aumento de 506%. Segundo o Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais (Lasa/UFRJ), a área queimada até agora representa 19,29% do total queimado em 2020, quando 3,6 milhões de hectares foram destruídos.
Amazônia registra maior número de queimadas em 20 anos

BRASIL, 25 de junho de 2024 – Os índices de queimadas no primeiro semestre de 2024 na Amazônia atingiram os níveis mais altos dos últimos 20 anos no Brasil. Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) revelam que, entre 1° de janeiro e 23 de junho, foram registrados 12,6 mil focos de incêndio na região. Somente os anos de 2003 e 2004 tiveram semestres piores, com 4,6 mil e 14,4 mil focos de fogo, respectivamente. Comparado ao mesmo período do ano passado, 2024 apresenta um aumento de 76% no número de incêndios. Esse crescimento acentuado reforça a tendência observada em fevereiro, quando o Brasil registrou 3,1 mil focos de incêndio — o maior número da série histórica iniciada em 1999. Além da Amazônia, outras regiões brasileiras também enfrentam níveis alarmantes de queimadas. O Pantanal e o cerrado registraram o maior número de focos de incêndio no primeiro semestre de 2024 desde o início dos registros do INPE em 1988.
Maranhão é um dos Estados com mais ocorrências de incêndios

MARANHÃO, 18 de junho de 2024 – Quase um quarto do território brasileiro pegou fogo, ao menos uma vez, no período entre 1985 e 2023. Foram 199,1 milhões de hectares, o equivalente a 23% da extensão territorial brasileira. Quase metade (46%) da área queimada está concentrada em três Estados: Mato Grosso, Pará e Maranhão. De cada 100 hectares queimados, 60 são em territórios particulares. Os três municípios que mais queimaram entre 1985 e 2023 foram Corumbá (MS), no Pantanal, seguido por São Felix do Xingu (PA), na Amazônia, e Formosa do Rio Preto (BA), no Cerrado. Da área atingida por incêndio, 68,4% eram vegetação nativa, enquanto 31,6% tinham presença da atividade humana, notadamente a agropecuária. O Cerrado e a Amazônia são os principais biomas vítimas da ação do fogo, seja de origem natural ou provocada pelo homem. Juntos, são 86% da área queimada. Os dados obtidos por meio de comparação de imagens de satélite fazem parte de um estudo divulgado nesta terça-feira (18) pelo MapBiomas Fogo, rede que envolve universidades, organizações não governamentais (ONGs) e empresas de tecnologia. Pelas imagens de satélite, os pesquisadores conseguem analisar o tamanho e o padrão histórico das áreas incendiadas, mas não é possível apontar com certeza o que iniciou o fogo.
Área queimada no Brasil dispara em mais de 400% em fevereiro

BRASIL, 26 de março de 2024 – O Brasil registrou um aumento significativo na área queimada em fevereiro de 2024, com um crescimento de 410% em relação ao mesmo período de 2023, segundo dados do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam). Aproximadamente 950 mil hectares foram consumidos pelo fogo, com 79% dessa área composta por vegetação nativa. Os biomas Amazônia e Cerrado lideram as estatísticas de queimadas, totalizando 750 mil hectares queimados somente no mês de fevereiro. Ao longo do ano, o país já contabilizou 1,98 milhão de hectares devastados, representando um alarmante aumento de 319% em relação aos dois primeiros meses de 2023. O Estado de Roraima, junto com Pará e Amazonas, responde por 85% da área queimada em 2024. Roraima registrou sozinho 1 milhão de hectares queimados, correspondendo a 54% de toda a área afetada no Brasil.