Artistas cobram reativação do Circo Cultural Nelson Brito

Copia de Imagem Principal PRETA

A comunidade artística maranhense se reuniu nesta semana, no Centro Histórico da capital, para cobrar da Prefeitura de São Luís a volta do Circo da Cidade. Em 2012, o espaço cultural para a realização de shows e eventos foi demolido para dar lugar a uma promessa de campanha de João Castelo (PSDB) que envolvia a construção do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) sobre o local. Ao perder a eleição, a obra eleitoreira foi descontinuada, a promessa nunca foi concluída e o Circo permaneceu fechado. Durante os dois mandatos do ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda, o Circo-Escola Nelson Brito se tornou um espaço baldio. Enquanto isso, a classe artística maranhense fazia apelos para que a situação pudesse ser revertida. Inclusive, a proposta de reativação do espaço cultural consta no plano de governo de Eduardo Braide (PODEMOS) em projeto que o elegeu atual prefeito da capital. Neste ano, completam-se 10 anos desde que o espaço cultural foi fechado.

Aluísio Mendes propõe fundo para comunidades afetadas por base de Alcântara

Aluisio Mendes

Por iniciativa do deputado federal Aluísio Mendes (PPSC-MA), a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados aprovou o projeto que cria um fundo voltado às comunidades quilombolas e tradicionais afetadas pelo Centro de Lançamentos de Alcântara (CLA), no Maranhão. A ação se deu por substitutivo apresentado ao Projeto de Lei 245/19. O relator, deputado Camilo Capiberibe (PSB-AP), recomendou a aprovação da proposta de Mendes que foi aceita. A proposta estipula que o Fundo de Desenvolvimento das Comunidades Carentes e Quilombolas de Alcântara (FDCCQA) garanta uma compensação temporária, de um salário mínimo, às comunidades que sofrerem restrição territorial e marítima durante as atividades de lançamento de foguetes. O fundo terá como principal fonte 1% da receita financeira obtida pelo governo federal com os contratos de uso do centro de lançamentos. Metade dos valores deverão ser empregados em projetos voltados para os beneficiários. Terão prioridade de financiamento as ações de educação, saúde, infraestrutura, aproveitamento econômico racional e sustentável, e empreendedorismo.

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