André Fufuca se manifesta sobre afastamento do Progressistas

Fufuca Progressistas

MARANHÃO, 8 de outubro de 2025 – O ministro do Esporte, André Fufuca, declarou publicamente que manterá seu apoio ao presidente Lula e permanecerá no cargo. A manifestação ocorre após o Progressistas (PP) tê-lo afastado do partido por desobedecer a orientação de não integrar o governo. Fufuca justificou sua decisão afirmando que seu compromisso inabalável é, prioritariamente, com o povo que o elegeu. Além disso, o agora ex-vice-presidente nacional do PP afirmou que sua atuação está acima de disputas partidárias internas. Ele colocou a pauta do desenvolvimento social e econômico do Maranhão e do Brasil como prioridade máxima. O ministro finalizou sua mensagem reafirmando que seu posicionamento continuará firme e focado na tarefa de entregar políticas públicas junto a pasta de esporte e lazer.

Progressistas afasta ministro André Fufuca do partido

Fufuca PP

MARANHÃO, 8 de outubro de 2025 – O partido Progressistas afastou o ministro André Fufuca de todas as decisões partidárias e do cargo de vice-presidência nacional. A medida, tomada nesta quarta (8), ocorreu porque Fufuca não acompanhou orientação da Executiva Nacional da legenda ao decidir permanecer no Ministério do Esporte. Dessa forma, a cúpula do partido reforça seu posicionamento contrário à participação no atual governo federal. Além do afastamento das funções nacionais, a Direção Nacional do Progressistas também determinará uma intervenção no diretório estadual do Maranhão. Consequentemente, o ministro André Fufuca será removido do comando da legenda no estado.

União Brasil e PP deixam base aliada do governo Lula

UNIÃO pp

BRASÍLIA, 02 de setembro de 2025 – A federação União Progressista, formada por União Brasil e PP, anunciou nesta terça (2) sua saída da base de apoio ao governo do presidente Lula. Em coletiva às 16h30, a cúpula da federação partidária também declarou apoio ao projeto de anistia para os presos do 8 de janeiro, pleito central da oposição. Com a decisão, os partidos exigem que seus ministros deixem imediatamente os cargos no governo. André Fufuca (Esporte) e Celso Sabino (Turismo), ambos licenciados de seus mandatos de deputado federal, são os ministros afetados diretamente pela medida. Os presidentes do PP, Ciro Nogueira, e do União Brasil, Antonio Rueda, haviam alertado que a permanência no governo era insustentável. A federação partidária busca agora pressionar pela votação urgente do projeto de anistia na Câmara dos Deputados.

Sob liderança de Fufuca, PP obtém grande vitória em São Luís

Fufuca Progressistas

SÃO LUÍS, 07 de outubro de 2024 – Nas eleições de 2024, o Partido Progressistas (PP), sob a liderança do ministro dos Esportes, deputado federal e pré-candidato ao Senado, André Fufuca, obteve uma vitória expressiva em São Luís. Pela primeira vez, o partido conquistou três cadeiras na Câmara Municipal. Os eleitos pelo PP foram Edson Gaguinho, com 11.555 votos (1,80%), Antonio Garcez, com 7.190 votos (1,25%), e André Campos, que obteve 6.527 votos (1,13%). A vitória solidifica a posição do partido, que antes não contava com nenhum vereador na capital.

PP não deve impedir que membros se tornem ministros, diz senadora

Tereza PP

BRASÍLIA, 16 de julho de 2023 – A senadora e líder do PP no Senado, Tereza Cristina, reiterou a declaração do presidente nacional do partido, Ciro Nogueira, de que o PP não fará parte da base do governo, mas não impedirá que filiados aceitem convites da articulação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Essa afirmação surge em um momento em que o governo Lula busca ampliar sua base no Congresso para obter a aprovação de projetos considerados prioritários. Na semana passada, o presidente anunciou que se reunirá com os líderes partidários em agosto, após o recesso, para apresentar as possibilidades oferecidas pelo governo aos partidos. De acordo com a senadora, o PP poderá ter “alguém indicado por A ou B”, mas isso não significa que o partido fará parte do governo. Apesar de reafirmar que o partido não fará parte da base governista, Tereza Cristina enfatiza que isso não significa que o PP será oposição a tudo o que for apresentado no Congresso. Ela afirma que o partido adota uma postura de “oposição responsável” e não impõe a obrigatoriedade de voto fechado, ou seja, os membros têm liberdade para tomar suas próprias decisões em relação às pautas. Tereza Cristina também acredita que ainda é cedo para discutir nomes da direita para a sucessão presidencial de 2026, e que outros nomes além dos mencionados, como Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), Romeu Zema (Novo-MG), Ratinho Jr. (PSD-PR) e o próprio presidente do PP, Ciro Nogueira, podem surgir. Neste momento, ela destaca a importância de manter a união dentro do campo político de direita para a próxima eleição presidencial. “Nosso campo não pode se dividir, precisamos estar unidos, PP, PL, Republicanos e outros. Se estivermos juntos, encontraremos o melhor candidato para presidente e vice, de forma pragmática, para vencer as eleições”, afirmou. A senadora também ressalta que ainda é cedo para afirmar que Bolsonaro será inelegível até 2026. “Há dois anos e meio, Lula também era inelegível. Repito, é muito cedo. Atualmente, estamos apenas especulando, pois a política é dinâmica”, completou.

Pré-candidato Paulo Victor anuncia saída do PCdoB

Paulo Victor

SÃO LUÍS, 04 de junho de 2023 – O presidente da Câmara Municipal de São Luís e pré-candidato a prefeito da capital nas eleições de 2024, vereador Paulo Victor, anunciou sua saída do PCdoB nesta terça (4). Ele afirmou que teve uma conversa com o presidente estadual do partido, deputado federal Márcio Jerry, que aceitou o pedido e abriu a possibilidade de uma aliança em 2024, dependendo da futura legenda do vereador. “Tive uma conversa muito boa com Márcio Jerry, com o Júlio Pinheiro, com a direção do meu partido. Expliquei para eles o meu projeto de pré-candidatura, de que forma estou querendo avançar e que estava em busca da minha liberação do partido para que eu buscasse outros ares e deixo registrado aqui em público que tenho uma conversa para sair da federação e participar nesse próximo pleito em outra sigla partidária. Em breve a gente vai dizer”, declarou Paulo Victor. Jerry informou que até o final deste mês o PCdoB, o PT e o PV tomarão uma decisão sobre o caminho a ser seguido no próximo ano, em São Luís. A federação, portanto, pode lançar uma candidatura própria, formar uma aliança com o PSB (Carlos Lula ou Duarte Júnior) ou considerar o apoio ao presidente do legislativo municipal de São Luís, desde que ele se filie a uma legenda aprovada pela federação ‘jerrista’. Diante desse cenário, há expectativa em relação ao partido ao qual Paulo Victor se filiará. Muitos apostam em PL ou Podemos, outros apostam todas as suas ficham no Partido Progressista, mas Paulo Victor só deve anunciar sua nova filiação após emissão da carta de anuência de desfiliação pelo PCdoB.

Formação de blocos no Senado é problema para Lula

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A formatação dos blocos no Senado representa a primeira derrota do governo Lula no âmbito do Legislativo federal. O bloco governista, formado por PT, PSD e PSB conta com menos da metade dos senadores da casa. Já o maior bloco da casa, capitaneado pelo MDB, firmou-se como maior da casa juntando partidos de situação e oposição. Entre bancada independente e bloco, a oposição é a terceira maior força da casa. MDB, União Brasil, Podemos, Rede, PSDB e PDT criaram o bloco parlamentar “Democracia”. Com 31 parlamentares, este será o maior bloco da Casa. O bloco possui três partidos governistas MDB, Rede e PDT. Um independente, União Brasil e dois de oposição, Podemos e PSDB. A liderança do bloco começa nas mãos do União Brasil, e depois funcionará em revezamento. O segundo maior bloco parlamentar do Senado é o Resistência Democrática, formado por PT, PSD e PSB, com 28 senadores. Em seguida, está o Vanguarda, formado apenas pelo PL, com 13 senadores. Por último está o bloco Progressistas/Republicanos, com 10 nomes. A formatação dos blocos deve trazer problemas ao governo Lula na aprovação de pautas, sobretudo as consideradas polêmicas, na próxima legislatura.

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