PF atua em Codó e prende 9 em ação contra fraudes no INSS

PF Maranhão

MARANHÃO, 15 de abril de 2026 – A Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Bórgias II nesta quarta (15) em Codó, no Maranhão. A ação ocorreu em parceria com a Coordenação de Inteligência Previdenciária (COINP). O objetivo é desarticular uma organização criminosa responsável por fraudes em benefícios previdenciários. As autoridades cumpriram 17 mandados de busca e apreensão. Foram executados também 9 mandados de prisão temporária. As ordens judiciais atingiram os municípios de Teresina (PI), Codó (MA) e Bacabal (MA). O Juízo da 1ª Vara Federal de Teresina (PI) expediu as determinações. As investigações apontam que o grupo fraudava sistemas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Os criminosos inseriam documentos falsos nos sistemas. Eles também alteravam dados cadastrais e locais de pagamento. Dessa forma, viabilizavam o recebimento indevido de benefícios. Entre as práticas identificadas, está o saque pós-óbito. O grupo também sacava benefícios vinculados a pessoas fictícias. Os criminosos usavam dados de beneficiários vivos para obter vantagem. As apurações identificaram 17 subsídios vinculados à atuação da organização.

PF atua no MA e demais estados e prende MC Ryan SP e Poze

PF operação

MARANHÃO, 15 de abril de 2026 – A Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Narcofluxo e prendeu os cantores MC Ryan SP e Poze do Rodo nesta quarta (15), em ação nacional contra lavagem de dinheiro. A operação ocorreu em diversos estados, incluindo o Maranhão, com foco em um esquema que ultrapassa R$ 1,6 bilhão. Os agentes cumpriram mandados de prisão e busca para avançar nas investigações. Além das prisões, a Operação Narcofluxo também teve como alvo o influenciador Chrys Dias. Ao todo, mais de 200 policiais federais participaram da ação. As equipes cumpriram 39 mandados de prisão temporária e 45 de busca e apreensão em estados como São Paulo e Rio de Janeiro, além de Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão e outros. DESDOBRAMENTOS DA OPERAÇÃO Os policiais localizaram MC Ryan SP em uma residência em Maresias, no litoral paulista, durante as primeiras horas do dia. As equipes estiveram , inclusive, em outros imóveis ligados aos investigados. De acordo com a Polícia Federal, o grupo utilizava uma estrutura organizada para ocultar a origem de recursos ilícitos. Entre as práticas identificadas estão empresas de fachada, uso de terceiros e operações com criptoativos. Os investigados realizavam transações de alto valor no Brasil e no exterior.

PF faz operação em SLZ contra crimes sexuais com crianças

PF Operação

SÃO LUÍS, 14 de abril de 2026 – A Polícia Federal (PF) prendeu um homem em São Luís durante a Operação Back To Back, que investiga crimes de violência sexual contra crianças e adolescentes. A ação ocorreu na terça (14), como desdobramento de uma apuração anterior que já apontava indícios contra o mesmo suspeito. Os agentes cumpriram mandados judiciais de busca e apreensão durante a operação. Uma ordem de prisão expedida pela Justiça também foi cumprida. Os policiais recolheram aparelhos eletrônicos e mídias digitais no local. Os materiais apreendidos serão submetidos à perícia para aprofundamento das apurações. Segundo a Polícia Federal, os crimes investigados incluem produção, armazenamento e compartilhamento de conteúdo ilegal envolvendo menores. A corporação da PF segue com as investigações para identificar toda a extensão da conduta.

Ex-chefe da PGE do MA financiava decisões no TJMA, diz PF

TJMA PGE

MARANHÃO, 09 de abril de 2026 – A Operação Inauditus revelou que o advogado Ulisses César Martins e o ex-assessor Lúcio Fernando Penha atuaram na compra de sentenças no Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA). O esquema ocorreu em 2024, com base em mensagens e movimentações financeiras investigadas pela Polícia Federal. Segundo a investigação, os dois mantinham parceria na negociação de decisões judiciais e administravam valores considerados elevados. Em mensagens de 29 de junho de 2024, Ulisses demonstrou indignação ao tratar de um caso, enquanto Lúcio mencionava tratativas envolvendo uma sentença sob análise. A Operação Inauditus também indica que decisões do desembargador Luiz de França Belchior Silva teriam sido negociadas. O magistrado foi afastado por 180 dias. A investigação cita ainda a participação de assessores com acesso a processos estratégicos. Além disso, diálogos apontam que a assessora Maria José Carvalho Sousa Milhomem teria atuado no esquema. Conforme o ministro Francisco Falcão, a função exercida por ela permitia acesso a processos e possível influência nas decisões analisadas.

PF faz operação contra fraudes no INSS no Maranhão e Piauí

PF Operação

MARANHÃO, 08 de abril de 2026 – A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta quarta (8), a operação Recidiva para combater fraudes no INSS nos estados do Maranhão e Piauí. A ação cumpriu mandados de busca, apreensão e prisão em quatro cidades, com foco na apuração de crimes contra o sistema previdenciário e possíveis concessões irregulares de benefícios. A operação contou com apoio da Coordenação-Geral de Inteligência da Previdência Social, do Ministério da Previdência Social e do próprio INSS. Ao todo, foram cumpridas ordens judiciais em São Luís, Barreirinhas, Tutóia e Parnaíba, conforme determinação da 2ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária do Maranhão. A ação é resultado de investigação iniciada na operação Transmissão Fraudulenta, deflagrada em julho de 2025. O inquérito identificou a atuação de um grupo formado por contadores, responsável por inserir vínculos empregatícios inexistentes em sistema oficial utilizado para envio de dados à Previdência Social. Segundo as apurações, os registros falsos eram utilizados para viabilizar a concessão indevida de benefícios previdenciários. Dessa forma, o esquema teria manipulado informações no sistema SEFIP/Conectividade Social, responsável pela transmissão de dados relacionados ao FGTS e à Previdência. Nesta nova fase, a investigação avançou sobre intermediários que atuariam na captação de interessados. Além disso, advogados também passaram a ser investigados por possível participação na viabilização dos benefícios. De acordo com estimativas da Coordenação-Geral de Inteligência da Previdência Social, o prejuízo com cerca de 50 benefícios já identificados chega a aproximadamente R$ 4,6 milhões. Além disso, a suspensão futura desses pagamentos pode gerar economia em valor semelhante, conforme projeções baseadas em dados do IBGE.

PF vê uso de grupo armado em decisão judicial no Maranhão

PF TJMA

MARANHÃO, 04 de abril de 2026 – A Polícia Federal (PF) apura o uso de homens armados para garantir o cumprimento de decisões judiciais suspeitas no Maranhão. Segundo a investigação, o grupo atuava em ações relacionadas a ordens que teriam sido negociadas ilegalmente. Um dos casos ocorreu durante uma reintegração de posse em área rural, executada com apoio de segurança privada. De acordo com a apuração, um oficial de Justiça conduziu a ação acompanhado por cerca de 30 homens armados, conhecidos como “guachebas”. Registros compartilhados em grupos de mensagens mostram imagens do momento da operação. A presença do grupo reforça a suspeita de uso de força para assegurar o cumprimento das decisões.

Associação dos Magistrados critica vazamentos em ação da PF

Associação Magistrados

MARANHÃO, 02 de abril de 2026 – A Associação dos Magistrados do Maranhão (AMMA) divulgou nota pública após nova operação da Polícia Federal que investiga um suposto esquema de venda de sentenças no Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA). A nota pública foi assinada pelo presidente da AMMA, juiz de direito Marcos Adriano Ramos Fonsêca. Na oportunidade, a entidade destacou preocupação com a divulgação de informações consideradas sigilosas no curso das apurações.

Ação da PF no TJMA nasce de delação sobre venda de decisões

PF TJMA

MARANHÃO, 1º de abril de 2026 – A Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Inauditus com base em delação premiada obtida em investigação anterior sobre venda de decisões judiciais no Tribunal de Justiça do Maranhão. A apuração teve origem na Operação 18 Minutos, realizada em agosto de 2024, e levou ao afastamento de desembargadores e ao cumprimento de medidas judiciais. Entre os afastados estão os desembargadores Guerreiro Junior e Luiz de França Belchior, sendo que o primeiro já se encontrava fora do cargo. Informações dão conta de que 4 desembargadores estão na mira. A investigação vê a existência de um esquema de negociação de decisões judiciais mediante pagamento de vantagens indevidas dentro do TJMA. De acordo com os depoimentos, um dos alvos da primeira operação relatou que o ex-assessor Lúcio Penha participou diretamente de um acordo para liberação de decisão favorável. O valor negociado teria sido de R$ 250 mil, conforme apontado na apuração. Desse total, cerca de R$ 150 mil teriam sido pagos em dinheiro em espécie ao ex-assessor. O restante do valor, segundo a delação, foi distribuído entre outros investigados envolvidos no esquema investigado pela PF. Além disso, a investigação reforça a atuação de intermediários na condução dos acordos, o que amplia o alcance das apurações relacionadas à venda de decisões no Tribunal de Justiça do Maranhão.

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