Empresários de São Luís demonstram pessimismo com a economia

Empresários pesquisa

SÃO LUÍS, 10 de janeiro de 2025 – O Índice de Confiança dos Empresários do Comércio (ICEC), apurado mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Maranhão (Fecomércio-MA) em parceria com a Confederação Nacional do Comércio (CNC), registrou 115,9 pontos em janeiro de 2025. Apesar de manter-se acima da linha do otimismo, que é de 100 pontos, o resultado representa uma queda de 4% em relação ao mês anterior. A pesquisa aponta que os subindicadores que mais impactaram essa retração foram contratação de funcionários, com redução de 9,3%; expectativas sobre a economia brasileira, que recuaram 6,5%; e percepção sobre o setor do comércio, que caiu 5,3%. Esses resultados estão diretamente relacionados a um cenário macroeconômico desafiador, marcado por uma inflação acumulada de 4,83% nos últimos 12 meses e pela taxa básica de juros (Selic) fixada em 13,25% ao ano. O subindicador de avaliação das condições atuais foi o mais afetado, atingindo 92,9 pontos, abaixo da linha do otimismo. Esse resultado representa uma queda de 3,1% em comparação a dezembro e reflete uma postura mais cautelosa dos empresários diante do cenário econômico atual.

Apenas 33% dos eleitores veem Lula melhor que Bolsonaro

Lula pesquisa

BRASIL, 31 de janeiro de 2025 – A aprovação de Lula recuou ao menor patamar desde a posse presidencial, em 1º de janeiro de 2023. Agora, apenas 33% dos brasileiros afirmam que a atual gestão é “melhor” que a do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), enquanto 42% consideram o governo Lula “pior”. De acordo com o Instituto PoderData, é o menor patamar de aprovação conforme a sua mais recente pesquisa, realizada entre 25 e 27 de janeiro de 2025.

Lula perde popularidade após crises do PIX e alimentos

Lula pesquisa

BRASIL, 27 de janeiro de 2025 – A popularidade do presidente Lula (PT) iniciou 2025 em queda, conforme revelou uma pesquisa da Quaest. O levantamento mostra insatisfação crescente, inclusive entre eleitores da base do petista, devido à situação econômica e crises internas, como as relacionadas ao PIX e aos alimentos. Segundo o estudo, a desaprovação ao governo Lula superou a aprovação pela primeira vez, com 49% contra 47%, configurando um empate técnico dentro da margem de erro de 1 ponto percentual. Felipe Nunes, CEO da Quaest, destacou que a recuperação dos índices exigirá mais que ajustes na comunicação, ressaltando a necessidade de alinhamento entre política, gestão e divulgação. O levantamento aponta que Lula enfrenta dificuldades principalmente no Nordeste, sua principal base eleitoral, onde perdeu 8 pontos de aprovação. Entre brasileiros com renda de até dois salários mínimos, a queda foi de 7 pontos. Esses resultados marcam o pior desempenho já registrado, segundo Felipe Nunes. O descontentamento persiste mesmo com anúncios como a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até cinco salários mínimos, medida que não surtiu o efeito esperado. Para 50% dos entrevistados, o país está na direção errada, enquanto apenas 39% acreditam no caminho certo.

Preços de imóveis em São Luís subiram quase 10% em 2024

Pesquisa SLZ

SÃO LUÍS, 13 de janeiro de 2025 – Comprar um imóvel residencial em São Luís ficou, em média, 8,73 % mais caro em 2024. Essa foi a maior variação anual maior do que a média nacional, porém menor do que os últimos dois anos: 23,11% em 2022 e 8,87% em 2023. Os dados são do Índice FipeZAP, que acompanha o preço médio de imóveis em 56 cidades brasileiras, com base em anúncios veiculados na internet. Os maiores avanços no ano foram em Curitiba (18%), Salvador (16,38%), João Pessoa (15,54%) e Aracaju (13,79%). Em relação ao preço dos imóveis, a média do m² ficou em R$ 7.440, na capital, o que corresponde à 12º posição no ranking nacional. A região mais cara fica na Ponta d’Areia, onde o metro quadrado é vendido a R$ 11.767, em média. Porém, a variação média de preço, no ano, foi maior no Angelim (23,4%).

Pesquisas apontam alta aprovação de Brandão

Moraes Recurso

MARANHÃO, 27 de dezembro de 2024 – Na metade do seu governo, o governador do Maranhão, Carlos Brandão, do PSB, tem a aprovação de dois a cada três maranhenses, conforme dados de dois institutos de pesquisa. O instituto Opinião, do Paraná, entrevistou 22.650 pessoas em 217 municípios entre 21 de novembro e 8 de dezembro. Então, a aprovação de Brandão foi de 61%, contra 25% de desaprovação, e 14% não opinaram. Considerando apenas as respostas conclusivas, a aprovação de Brandão atinge 70,9%. Além disso, 42,3% dos entrevistados acham que o Maranhão melhorou nos últimos dois anos. Para 36,9% está igual, 15,2% acham que piorou e 5,6% não opinaram. A margem de erro da pesquisa é de 1%.

Aprovação de Janja Lula cai para 22% entre os brasileiros

Janja pesquisa

BRASIL, 23 de dezembro de 2024 – A popularidade da primeira-dama Janja segue em queda, conforme aponta pesquisa do Instituto Quaest divulgada neste domingo (22). Atualmente, apenas 22% dos entrevistados avaliam Janja positivamente, enquanto 28% possuem uma opinião negativa. Outros 30% consideram sua atuação regular. Os números revelam uma tendência de declínio na percepção pública da primeira-dama. Em dezembro de 2023, as avaliações positivas (28%) ainda superavam as negativas (26%), dentro da margem de erro de 1 ponto percentual. No entanto, no início do mandato do presidente Lula, em fevereiro de 2023, Janja registrava 41% de aprovação e apenas 19% de rejeição.

Aprovação do STF despenca para 12% entre brasileiros

STF impopularidade

BRASÍLIA, 23 de dezembro de 2024 – A avaliação positiva do Supremo Tribunal Federal (STF) despencou de 31%, em 2022, para apenas 12%, em dezembro de 2024, de acordo com levantamento do Poder360. Paralelamente, a parcela da população que classifica o desempenho da Corte como “ruim” ou “péssimo” subiu de 31%, em junho de 2023, para 43% no fim deste ano. A queda reflete o descontentamento crescente de uma parte significativa da sociedade com decisões polêmicas e a atuação dos ministros. Críticos apontam questões como prisões consideradas abusivas, suposta ingerência nos outros poderes e a soltura de envolvidos em crimes graves como fatores que deterioraram a imagem do STF. Um dos casos mais emblemáticos envolve o ex-deputado Daniel Silveira, preso no início de 2023. Ele recebeu liberdade condicional do ministro Alexandre de Moraes, mas com restrições como tornozeleira eletrônica e proibição de uso de redes sociais. Além disso, a participação de ministros em eventos fora do contexto judicial também é alvo de questionamentos. A ministra Cármen Lúcia, por exemplo, esteve em um “amigo secreto” no programa Fantástico, gerando debate sobre a adequação de sua postura ao cargo.

Supersalários e penduricalhos custam R$ 11 bilhões em 2023

Penduricalhos pesquisa

BRASIL, 20 de dezembro de 2024 – Uma pesquisa divulgada nesta quinta (19) pelo Movimento Pessoas à Frente revela que os chamados “penduricalhos” – benefícios não incluídos nos salários, mas que são pagos aos servidores públicos – custaram ao pagador de impostos mais de R$ 11,1 bilhões em 2023. O estudo, intitulado “Além do Teto: Análise e Contribuições para o Fim dos Supersalários”, analisou os contracheques de servidores do Executivo, Legislativo e Judiciário. O levantamento identificou que 42,5 mil pessoas no serviço público recebem acima do teto constitucional de R$ 44 mil mensais, valor equivalente ao salário de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). O que são os ‘penduricalhos’? Os “penduricalhos” incluem benefícios como auxílios para alimentação, saúde, creche, livros e vestuário, além de quinquênios, bônus por produtividade e outros adicionais que não são considerados salários, mas que aumentam a remuneração total. O economista Carazza, pesquisador e professor da Fundação Dom Cabral, foi o responsável pela pesquisa, utilizando dados do Portal de Transparência do Executivo Federal e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A análise mostrou que 93% dos juízes e 91,5% dos integrantes do Ministério Público recebem acima do teto salarial. No Executivo Federal, apenas 0,14% dos servidores ultrapassam o limite permitido, enquanto na Câmara dos Deputados, esse número é de 0,7%.

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