Junco do Maranhão lidera sub-registro de nascimentos e óbitos

Junco do Maranhão

MARANHÃO, 20 de maio de 2026 — O IBGE divulgou nesta quarta (20) as Estimativas de Sub-registro de Nascimentos e Óbitos de 2024, apontando que Junco do Maranhão e Luís Domingues estão entre os dez municípios brasileiros com maiores índices de sub-registro de nascimentos, conforme dados de cartórios de Registro Civil e sistemas do Ministério da Saúde. Junco do Maranhão aparece na primeira posição nacional, com taxa de 70,2% de sub-registro, indicando que mais de sete em cada dez nascimentos não foram registrados dentro do prazo legal, estabelecido até março do ano seguinte ao nascimento. Luís Domingues ocupa a décima posição no ranking nacional, com taxa de 35,0% de sub-registro em 2024, segundo o levantamento do IBGE, que considera registros civis e informações do Ministério da Saúde. Além dos dois municípios maranhenses, o estudo inclui cidades como Alto Alegre, Amajari e Uiramutã, em Roraima, além de Lagoa de Velhos, Boqueirão do Piauí, Lagoa do Barro do Piauí, Pedra Branca do Amapari e Bom Jesus do Tocantins entre os mais afetados. O IBGE informou que o Brasil registrou em 2024 o menor índice de sub-registro desde 2015, com taxa nacional de 0,95%, após queda de 3,26 pontos percentuais em relação aos 4,21% registrados no início da série histórica. Apesar da redução nacional, a região Norte apresentou 3,53% de sub-registro e o Nordeste 1,34%, ambos acima da média do país, segundo o levantamento baseado em registros civis e dados do Ministério da Saúde. O estudo também aponta que partos hospitalares tiveram 0,83% de sub-registro, enquanto partos domiciliares chegaram a 19,35%, além de maior incidência em grupos vulneráveis, como mães com menos de 15 anos na Região Norte.

Brasil registra maior queda de nascimentos em mais de 30 anos

Brasil nascimentos

BRASIL, 10 de dezembro de 2025 – O Brasil teve a maior redução anual de nascimentos desde os anos 1990, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2024, os cartórios registraram 2.442.726 bebês, uma queda de 5,8% em relação a 2023. O resultado surpreendeu as projeções oficiais e representa a sexta queda consecutiva na natalidade do país. O aumento no número de mortes também foi registrado, com 4,6% mais óbitos no mesmo período. A redução atual supera marcas anteriores, como a de 2020, no auge da pandemia, e a de 2016, durante o surto de Zika. O IBGE ainda não identificou uma causa única para o recuo mais acentuado. A análise completa depende dos microdados do Censo 2022, que estão atrasados. No entanto, os técnicos associam o dado a tendências demográficas já consolidadas no Brasil. TENDÊNCIAS DEMOGRÁFICAS O declínio da natalidade acompanha a queda da fecundidade e o acelerado envelhecimento populacional. As projeções do próprio instituto indicam que a população brasileira começará a diminuir a partir de 2042. Outro fenômeno significativo é a redução da maternidade na adolescência. Em duas décadas, a proporção de nascidos vivos de mães com até 19 anos caiu de 20,8% para 11,3%. Além disso, muitas mulheres estão adiando a maternidade. Em 2004, 52% dos bebês eram filhos de mães com até 24 anos. Essa proporção caiu para 34,6% em 2024. Portanto, a primeira gestação está ocorrendo mais tardiamente. Essa mudança no perfil etário das mães impacta momentaneamente os indicadores populacionais.

Maranhão registrou queda no número de nascimentos em 2022

Maranhão nascimentos

MARANHÃO, 28 de março de 2024 – O Brasil enfrenta uma queda significativa no número de nascimentos, registrando o menor índice desde 1977, de acordo com dados do IBGE divulgados nesta quarta (27). O declínio persistente foi observado pelo quarto ano consecutivo, com 2 milhões e 540 mil nascimentos em 2022, representando uma diminuição de 3,5% em relação a 2021. A região Nordeste foi a mais afetada, com uma queda de 6,7%, conforme explicado por Klívia Brayner, gerente das Estatísticas do Registro Civil do IBGE. Em contraste, apenas Santa Catarina e Mato Grosso apresentaram aumento nos registros de nascimento, cada um com cerca de 2%. Por outro lado, a Paraíba testemunhou a maior queda, atingindo 9,9%.

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