Bolsonaro proíbe vacinação de sua filha de 11 anos de idade

Após o PT acionar o STF cobrando do Governo Federal um cronograma para imunizar crianças de 5 a 11 anos, o presidente Jair Bolsonaro (PL) deliberou pela não vacinação de sua filha Laura, de 11 anos, contra a Covid-19. A Anvisa já permitiu a aplicação da vacina da Pfizer em crianças desta faixa etária, cuja imunização já ocorre em países como Estados Unidos, França, China, Argentina e Alemanha, mas o Governo Federal não iniciou a imunização desse público. “Espero que não haja interferência do Judiciário. Espero. Porque minha filha não vai se vacinar. Deixar bem claro. Tem 11 anos de idade […] A questão da vacina para criança é muito incipiente ainda. Temos muito… Nós, não. O mundo ainda tem muita dúvida”, disse o Chefe do Executivo. O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, defende a vacinação através de prescrição médica e termo de consentimento do responsável legal. Inclusive, o Governo Federal disponibilizou uma consulta pública sobre o tema e vai divulgar o resultado em 5 de janeiro.
Site dos Correios sofre invasão e sai do ar na antevéspera de Natal

O grupo de hackers chamado LAPS$U invadiu o sistema dos Correios, nesta quinta (23). A ação fez com que o site estivesse fora do ar durante toda a manhã, o que impossibilitou pessoas a acessarem o endereço para vários serviços, entre eles rastrear as inúmeras entregas que são feitas nesta época do ano. Um pico de reclamações às 08h05 foi registrado pela ferramenta Down Detector. Pois centenas de reclamações foram vinculadas à falha geral do site. Em tentativa de acesso ao site dos Correios, aparece o erro “503 Service Unavailable”. Em nota enviada às 11h desta quinta, a assessoria de imprensa dos Correios informou que os sistemas voltaram a operar com “quase toda a capacidade”. A invasão nos Correios não foi o primeiro ataque do LAPS$US, o outro aconteceu com o sistema do Ministério da Saúde que foi hackeado no começo do mês.
Governo Federal abre consulta pública para vacinação de crianças

O Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde, iniciou hoje (23) uma consulta pública com validade até o dia 2 de janeiro do próximo ano sobre vacinação contra a covid-19 em crianças entre 5 e 11 anos com a Pfizer. A medida foi publicada no dia anterior no Diário Oficial da União, os documentos sobre a consulta pública já estão disponíveis no site do Ministério da Saúde e o resultado das contribuições da sociedade civil deve ser divulgado em até 05 de janeiro de 2022, prazo limite estabelecido pelo Supremo Tribunal Federal (STF). As manifestações devem ser encaminhadas através do endereço eletrônico https://www.gov.br/saude/pt-br. Indicando não ter pressa para começar a incluir o grupo na campanha de imunização contra o novo coronavírus, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, alegou que a autorização da Anvisa não é decisão suficiente para viabilizar a vacinação para o público pediátrico. “A introdução desse produto dentro de uma política pública requer uma análise mais aprofundada. E, no caso de imunizantes, a análise técnica é feita com o apoio da Câmara Técnica Assessora de Imunizações”, afirmou. A atitude virou motivo de desentendimento com a Anvisa.
Ministério da Saúde suspende contrato de compra da Covaxin

O Ministério da Saúde suspendeu temporariamente o contrato de aquisição do imunizante indiano da Covaxin, sob recomendação da Controladoria-Geral da União (CGU), nesta terça-feira (29). Ainda que não tenha comprado, de fato, as vacinas, a pasta de saúde submeteu o contrato ao órgão de controle para análise aprofundada, visto que, em verificação preliminar, a Controladoria não identificou qualquer irregularidade. O contrato também foi analisado pela Diretoria de Integridade do Ministério, que atuará em conjunto com a CGU para uma apuração administrativa dos termos do contrato. “Abrimos uma investigação preliminar semana passada, isto é, uma auditoria específica em relação ao contrato. O tempo de suspensão vai durar tão somente o prazo da apuração. Colocamos a equipe reforçada para ser bastante célere no processo”, afirmou Wagner Rosário, ministro da CGU, exclarecendo que a suspensão é uma ação preventiva. Mediante a Agência Nacional de Vigilância Sanitária não ter permitido a utilização emergencial ou definitivo do imunizante Covaxin, o contrato foi suspenso. A Anvisa autorizou, com restrições, somente a solicitação de importação excepcional dos imunizantes. Logo, os imunizantes chegariam a 1% da população. “Todas as nossas ações resultaram em mais de 630 milhões de doses de vacinas que, neste momento, já fazem da campanha de vacinação contra a Covid-19 um caso de sucesso. Teremos a nossa população acima de 18 anos totalmente imunizada no mês de setembro”, disse Marcelo Queiroga, ministro da Saúde. A suspensão não afeta o ritmo da campanha de vacinação para o combate a pandemia no Brasil e segue práticas de compliance na gestão pública.
Três milhões de doses da vacina Janssen chegam ao Brasil

O Ministério da Saúde, através do titular da pasta, Marcelo Queiroga, anunciou que a agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos aprovou neste sábado (12) o encaminhamento de 3 milhões de doses da vacina Janssen, da Johnson & Johnson, ao Brasil. Embora a vacina Janssen seja aplicada em dose única, o prazo de validade do imunizante aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é de três meses e têm validade até o dia 27 de junho, podendo ser ampliado até o dia 8 de agosto caso seja postergado pela Anvisa. De acordo com Marcelo Queiroga, ainda houve um desconto de 25% no valor das vacinas, o pagamento ocorrerá apenas pelas doses, realmente, aplicadas, e, a vacina assegura 85% de segurança em casos graves do novo coronavírus. O Ministério da Saúde divulgou que os imunizantes chegam nesta terça-feira (15) e, em 48 horas, isto é, a partir da quinta-feira, devem ser distribuídas nas capitais por conta da logística.
Flávio Dino abandona vacinação no interior por inveja de adversário
Ministério da Saúde investe em testagem do novo coronavírus

O Ministério da Saúde vai investir em testagem para impedir avanço da covid-19 após confirmação de casos do novo coronavírus com a cepa indiana, visando barrar o advento de uma terceira onda da pandemia. Nesta semana, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, deve encaminhar 3 milhões de testes rápidos às unidades Federativas, sendo 600 mil só para o Maranhão, Estado onde foram confirmados os primeiros casos de indivíduos infectados no Brasil com a variante B.1.617, na última quinta-feira (20). A testagem será implementada em locais como aeroportos, rodovias, rodoviárias e portos devido a grande circulação e registros de entrada e saíde de pessoas. Conforme Queiroga, indivíduos sintomáticos e assintomáticos serão submetidos ao procedimento, é necessário agir imediatamente para conter a proliferação comunitária da cepa originária da Índia, qualquer viajante que apresentar diagnóstico positivo para o novo coronavírus fará outra testagem para constatar se está contaminado com a variante indiana – caso esteja, deverá cumprir quarentena – e todos que tiverem contato com o infectado também serão rastreados. “Esses testes servem para a gente acompanhar a evolução dos casos. Porque quando aumentam os casos positivos, o que vai acontecer na frente? Internações. E depois? Óbitos. Então, precisamos reforçar essa vigilância em saúde para ter resultados mais efetivos. Vamos trabalhar forte para tentar de toda maneira fazer com que haja a queda dos casos e tenhamos uma solução para essa pandemia”, declarou. Os outros testes rápidos que serão disponibilizados para os demais estados devem ser usados nos aeroportos de maior movimentação no país e nas áreas de fronteiras com outros países. Além disso, o governo vai exigir barreiras sanitárias para conter que demais variantes cheguem ao Brasil. A pasta montará um esquema para monitorar passageiros provenientes do Maranhão. “A vigilância em saúde do ministério tem trabalhado fortemente. Queremos impedir que haja a propagação dessa variante, que ainda não tem comprovada a transmissão comunitária. Estamos buscando tudo isso para avaliar esses casos e buscar conter a possível transmissão comunitária desse vírus”, afirmou o ministro. Recentemente, o Ministério da Saúde confirmou 1.899 novos óbitos pela covid-19, acumulando o total para 448.208. Inclusive, foram registrados mais 76.490 casos. O Brasil já teve 16.047.439 pessoas infectadas com o novo coronavírus, no acumulado.
Total de óbitos pelo novo coronavírus no Brasil chega a 439.050

Conforme boletim divulgado nesta terça-feira (18) pelo Ministério da Saúde, o Brasil registrou 2.513 óbitos provocados pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas. Com isso, o país chega a 439.050 o total de mortes causadas pela Covid-19. De acordo com o ministério, no mesmo período foram notificados 75.445 casos da doença, acrescentando o total de diagnósticos para 15.732.836. O boletim divulgado ontem comunica também que 14.247.609 pessoas se recuperaram do novo coronavírus, enquanto outras 1.046.177 estão sendo observadas.