Bolsonaro chama Dino de “gordo” e cita pobreza no Maranhão

DINO PAPADA

O presidente da República, Jair Bolsonaro, mencionou Flávio Dino (PCdoB), governador do Maranhão, durante transmissão ao vivo em suas redes sociais, diretamente da cidade de Imperatriz, no interior do Estado, nesta quinta-feira (20). Em live, após citar filho do senador Renan Calheiros, Bolsonaro chamou o governador do Maranhão de “comunista gordo”, disse que Flávio Dino havia defendido antes o uso da cloroquina e apontou que o Maranhão é o segundo Estado mais pobre do Brasil, atribuindo os motivos à gestão do presente e do passado. “Vi o vídeo que o senador lá de Rondônia Marcos Rogério colocou, onde vários governadores entre eles o próprio filho do Renan [Calheiros]; o outro filho do Jader [Barbalho], do Pará – o do Renan é de Alagoas; o comunistão, o comunista gordo – só no Brasil, né –, o comunista gordo Flávio Dino falou da cloroquina […] Não quer dizer que os gordos aqui sejam de esquerda não, tá? Estou vendo uns barrigudos aqui, não é de esquerda, não“, afirmou. A fala inicial do presidente ocorreu mediante exibição de um vídeo durante CPI da Covid ocorrida nesta quinta-feira no qual o senador Marcos Rogério (DEM-RO) mostrou governadores afirmando suas orientações para a utilização da cloroquina e hidroxicloroquina. Apareceram na gravação os governadores Flávio Dino, Helder Barbalho (MDB-PA) e Wellington Dias (PT-PI). Na oportunidade, o presidente afirmou que o Estado comandado por Flávio Dino é um dos que mais receberam recursos do auxílio emergencial pagos proporcionalmente pela União, alegou a intenção de federalizar a MA-006 (rodovia entre Balsas e Alto Parnaíba) e que Flávio Dino rejeitou o processo que já estava tramitando desde o ano passado. “Parece que o governador não está interessado nisso, ele quer continuar deixando o povo em uma situação complicada como vive aqui“, disse Jair Bolsonaro. O governador Flávio Dino se pronunciou afirmando que o Maranhão “tem a menor taxa de mortalidade por coronavírus do Brasil” já que não segue “fake news e loucuras”. Nesta sexta-feira (20), Bolsonaro estará em Açailândia para a entrega de títulos de propriedade rural.

Governo confirma variante indiana em tripulantes de embarcação

CARLOS LULA VARIANTE

O titular da pasta de Saúde do Maranhão, secretário Carlos Lula, afirmou que os tripulantes da índia que chegaram a ser internados na capital do Estado estão infectados com a variante indiana. A confirmação ocorreu durante entrevista coletiva nesta quinta-feira (20) a respeito dos integrantes do navio MV Shandong Da Zhi em que, de acordo com o secretário, a cepa foi encontrada em seis amostras encaminhadas a laboratório. Antes acreditava-se que os tripulantes poderiam ter sido infectados por outra variante, tendo em vista que o navio é da China, partiu da Malásia e embarcou os passageiros na África do Sul. Agora, um dos pacientes ainda segue em hospital da rede privada de São Luís enquanto que, ao todo, 15 tripulantes da embarcação foram infectados e 14 estão isolados no próprio navio.

Distribuição de cestas básicas deveria envergonhar políticos maranhenses

Weverton Rocha

Desde oposição à situação, novos e velhos, comunistas e capitalistas, deputados estaduais, prefeitos de interior, ateus e cristãos, senadores, bolsonaristas e petistas, deputados federais, secretários estaduais, líderes comunitários e, em patamares diferentes, também o prefeito da capital e o governador: toda a classe política maranhense está unida na distribuição de cestas básicas por conta da pandemia.   E a felicidade contagiante da população durante essas ações sociais revelam um dilema cruel: eles, os políticos, são muito eficientes no assistencialismo enquanto forma de combate à miséria absoluta. E só! E é certo frisar que nem o mais pedregoso coração gelado há de se incomodar com comida sendo doada a quem precisa. Que continuem a distribuir cestas básicas e a matar a fome dos esfomeados. Só que há antecedentes para lá de malignos em uma situação aparentemente virtuosa. E eles começam a serem revelados com perguntas simples. Por que essa união agora? Por que só agora esse trabalho em equipe tão articulado e eficaz? Por que a fome não fora enfrentada antes? Por que gastar tantos recursos tentando cuidar dos sintomas, quando se passaram décadas em que se desprezou completamente as causas? A Covid-19 é, sem dúvidas, a causa máxima de nossa miséria atual e ninguém pode ser culpado por este flagelo. Mas… será que alguém tem coragem de discordar do fato de que se o Maranhão fosse economicamente mais saudável seriam menores as filas para cestas básicas? LEIA O TEXTO COMPLETO AQUI

Presidente Jair Bolsonaro vem ao Maranhão pela terceira vez

BOLSONARO CABRA DA PESTE

O presidente da República, Jair Bolsonaro, estará mais uma vez no Maranhão e vai participar de evento de inauguração da Ponte sobre o Rio Parnaíba, nesta quinta-feira (20). A cerimônia ocorrerá entre as cidades de Santa Filomena (Piauí) e Alto do Parnaíba (Maranhão), na BR-235 (Km 435). Há possibilidade do presidente comparecer no município de Açailândia e Imperatriz, onde será cobrada a construção do aeroporto, duplicação da BR-010 e controle das erosões na cidade. Desde que tomou posse, há dois anos, será a terceira vez que o presidente vem ao Maranhão.

Aulas presencias no Maranhão devem retornar no próximo mês

DINO COMISSAO TEMPORARIA COVID

O governador do Maranhão, Flávio Dino, divulgou a possibilidade de retorno das aulas presenciais nas escolas do Maranhão a partir do próximo mês. O anúncio ocorreu em participação de audiência da Comissão Temporária da Covid-19, na segunda-feira (10). A previsão de retomada pode acontecer conforme imunização dos profissionais de educação. “Consideramos que é vital a retomada das aulas presenciais. Por isso, nós tomamos estas providências: um robusto programa de educação não presencial no ensino médio na rede estadual e, ao mesmo, tempo a agilização da vacinação dos profissionais de educação. Nós acreditamos que, já no mês vindouro, é plenamente possível a retomada das aulas presenciais”, afirmou Flávio Dino. Embora tenha sido reconhecida a atual redução no número de internações nas regiões, foi alertado na audiência para os gastos com a compra de medicação como kit de intubação, funcionamento de leitos de UTI e contratação de profissionais. Além disso, outra preocupação foi a manutenção das estruturas e investimentos para garantir os atendimentos na rede de saúde pública, principalmente a possível “terceira onda” de contágio pelo vírus. Participaram da audiência Wellington Dias, governador do Piauí, Reinaldo Azambuja, governador do Mato Grosso do Sul, e Gean Loureiro, prefeito de Florianópolis.

Ranking de vacinação aponta Maranhão no segundo lugar

GRIPE MA

Entre as 27 unidades federativas do país, o Maranhão ocupa o 2º lugar no ranking nacional de vacinação contra a gripe com 10,9% da cobertura vacinal relativa a primeira etapa da 23ª Campanha de Vacinação contra a Gripe. Com o objetivo de imunizar 90% dos integrantes dos grupos prioritários, totalizando 2.393.971 pessoas, divididos em três etapas, já foram aplicadas 300.869 doses que contemplam gestantes, população indígena, puérperas, trabalhadores da saúde, crianças dentre 6 meses e menores de 6 anos. Na Campanha do ano passado, o estado imunizou 1.752.958 pessoas, ultrapasando a meta com a cobertura de 101,01% e permitindo que o Maranhão ocupasse a 6ª posição no ranking nacional. “A vacinação contra a Influenza assume uma particular relevância para proteger as populações mais vulneráveis e com riscos a desenvolver quadros mais graves da doença. A vacinação, também, busca reduzir o impacto das complicações respiratórias atribuídas ao vírus da gripe, aliviando a sobrecarga ao sistema de saúde durante o ainda enfrentamento à pandemia do coronavírus”, afirmou Halice Figueiredo, chefe do Departamento de Controle e das Doenças Imunopreveníveis da SES. O Governo do Estado também tem orientado que as gestões municipais tracem estratégias para qualificar o acesso à imunização, dentre as quais estão a criação de horários extras nos pontos de vacinação, parceria com instituições de ensino público e privado, imunização para pessoas com comorbidades e dificuldade de locomoção, salas de aplicação de vacina em empresas, entre outros. Das mais de 2 mil unidades de imunização espalhadas pela Maranhão, 64 estão na capital. Em São Luís, o governo elencou pontos de vacinação pertencentes a rede da Secretaria de Estado da Saúde (SES) como forma de ajudar o município na aplicação das doses. São eles: Policlínica Cidade Operária, Policlínica Vinhais, Hospital Genésio Rêgo e Hospital Aquiles Lisboa.

Maranhão alcança pico de mortes em único dia na pandemia

mortes SES

Em menos de uma semana o Maranhão voltou a registrar pico de mortes diárias por Covid-19, sendo 42 óbitos o maior número apontado em 24h durante toda a pandemia. Já é a segunda vez que o Estado registra 42 mortes em um único dia, ocorrendo em 29/03/21 e 03/04/21, ou seja, segunda-feira e sábado da mesma semana. Até o momento, o Maranhão obteve 6191 óbitos e 244.563 casos de Covid-19. Neste sábado (3), os 42 novos óbitos provocados pela doença foram registradas nas cidades de São Luís (12), Santa Inês (3), Santa Luzia (3), Codó (2), Imperatriz (2), Paço do Lumiar (2), Paraibano (2), Pinheiro (2), Timon (2), Açailândia (1), Aldeias Altas (1), Araioses (1), Bacabal (1), Bom Jardim (1), Nina Rodrigues (1), Poção de Pedras (1), São Benedito do Rio Preto (1), São José de Ribamar (1), São Luís Gonzaga (1), Vargem Grande (1) e Vitória do Mearim (1). Com relação aos profissionais de saúde, de 4.435 infectados pela doença, foram registrados 77 óbitos e 4.271 se recuperaram da Covid-19. Quanto à nova cepa no Estado, o primeiro caso da variante brasileira P.1 da Covid-19, identificada originalmente no Amazonas, foi confirmada em 26 de fevereiro no Maranhão através da Secretaria de Estado de Saúde (SES).

Fracasso do governo Flávio Dino faz Roseana Sarney ressurgir em pesquisas

capa reserva

Após a derrota do Grupo Sarney e passados seis anos de regime comunista no Maranhão, a ex-governadora Roseana Sarney (MDB) aparece liderando com folga as principais pesquisas de intenção de voto para 2022. Não resta dúvida de que o ressurgimento de Roseana na liderança das intenções de voto tem como base a comparação entre a gestão da governadora e o fracasso do comunista. Pesquisa Escutec divulgada neste sábado (27) por O Estado do Maranhão mostra que uma parcela significativa da população maranhense deseja a volta de Roseana. E isso mesmo com a ex-governadora não manifestando intenção de disputar as eleições. Na pesquisa espontânea (quando é perguntado ao eleitor apenas em quem ele irá votar, sem a apresentação de nomes) Roseana aparece à frente do próprio Flávio Dino (que não pode concorrer ao cargo). A sarneísta chega a 9% e o comunista não ultrapassa 7%.   Apenas três candidatos ultrapassam os 2 dígitos no principal cenário analisado na pesquisa. Nenhum deles faz parte do atual governo. Roseana Sarney – 23% Weverton Rocha – 14% Edivaldo Holanda Júnior – 13% Carlos Brandão – 9%; Roberto Rocha – 8%; Eliziane Gama – 3%; Wellington do Curso  e Simplício Araújo – 2%; Márcio Jerry, Lahesio Bonfim, Josimar de Maranhãozinho e Felipe Camarão – 1% Nenhum dos candidatos somou 8% e não sabe ou não respondeu, 13%. SEGUNDO CENÁRIO (apenas quatro nomes): Roseana 29%, Weverton Rocha 20%, Carlos Brandão 12%, Roberto Rocha com 11%. Nenhum dos nomes apresentados somou 18% e não sabe ou não respondeu, 10%. TERCEIRO CENÁRIO (sem Roseana Sarney): Weverton Rocha 25%, Carlos Brandão com 15%,  Roberto Rocha 13%, Edivaldo Júnior (PDT), que chegou a 13%; a senadora Eliziane Gama (Cidadania ) e Wellington do Curso (PSDB), cada um com 3% e, os secretários Simplício Araújo (2%), Márcio Jerry e Felipe Camarão (cada um com 1%). FRACASSO Caso o governo de Flávio Dino fosse bem avaliado eleitoralmente, é evidente que o principal cenário avaliado pela pesquisa não iria trazer um desempenho tão pífio dos integrantes do governo. Bem como Flávio Dino iria ser o preferido na pesquisa espontânea. Aproximando-se o fim do governo, que deve entrar para a história como oito anos perdidos, é cada vez maior a possibilidade de que a passagem do comunismo no poder do estado será reduzida a oito anos. Com o fracasso da gestão, apenas o uso indiscriminado da máquina poderá dar chance ao governador. Outro dado que revela a fragilidade da gestão do governador Flávio Dino é o índice de intenção de voto no comunista para o senado. Apenas metade da população (51%) votaria em Flávio Dino para o cargo.

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