Supermercados geram quase 7 mil empregos no MA durante pandemia

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O setor supermercadista gerou quase 7 mil empregos no Maranhão com 6,8 mil novos postos gerados nos anos de 2020 e 2021 em meio a pandemia da Covid-19. De acordo com o Mapa dos Empregos no Setor de Supermercados, realizado pela Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (Asserrj) juntamente com a consultoria Future Tan, o segmento foi o maior gerador de empregos no Brasil com 156.120 novos postos criados. Desse volume nacional, 57.214 novas vagas foram geradas em 2020 e, 98.906, em 2021, sendo o segmento responsável por 6,1% do total de novos postos de trabalho nos anos citados. Nesta segunda (21), segundo o economista Guilherme Guilherme Merces, um dos sócios fundadores da Future Tank, o setor foi o grande destaque na pandemia. “A grande resistência de emprego e renda. Em 2020, enquanto a maioria dos setores demitiu, o setor de supermercados contratou. Em 2021, ele repetiu esse desempenho e contratou novamente.”

“Os trabalhadores não recebem salário”, diz sindicalista

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Nesta segunda (21), os rodoviários de São Luís realizaram a “Manifestação da Advertência”. Em buscam melhores condições de trabalho, a categoria protestou no centro da cidade contra os donos das empresas de ônibus da capital maranhense. Durante a manifestação, os sindicalistas distribuíram panfletos convidando à população para participar da Assembleia Geral que vai acontecer amanhã (22), na sede do Sindicato, centro. Eles planejam discutir a possibilidade de uma greve geral do transporte público de São Luís.   O Anel Viário, no centro de São Luís, foi o ponto de parada do protesto. Joel Nascimento, presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB/MA), discursou durante a ação contra os empresários e a favor dos trabalhadores. “Nós temos que fazer com que esses empresários sintam no bolso. Porque não adianta, de forma nenhuma, a gente pagar uma passagem cara. Os trabalhadores não recebem salário (…)”, disse. Conflito Na última sexta (18), depois de uma nova reunião entre os sindicalistas e as empresas de transporte, o impasse continuou e a greve em São Luís não teve fim. O conflito já dura mais de um mês e não houve paralisação total da frota por determinação da Justiça, que exigiu circulação de 60% dos ônibus. Os trabalhadores, no entanto, mantiveram o estado de greve. A classe patronal oferece apenas 5% de reajuste salarial. Já os rodoviários reivindicam 15% de reajuste salarial; R$ 800 reais de ticket alimentação; e manutenção do plano de saúde concedido aos trabalhadores.

Simplício Araújo releva fator que vai eleger o governador do Maranhão

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Por meio de vídeo divulgado nas redes sociais, Simplício Araújo, pré-candidato ao governo do Maranhão, falou sobre as pesquisas divulgadas recentemente para o cargo mais alto do Estado. “Sempre me perguntam sobre as pesquisas pra governador aqui no estado do Maranhão”, disse o suplente de deputado, afirmando que as pesquisas são uma tentativa de “polarização que nesse momento não significa nada”. Simplício aponta que a polarização, neste momento, é irrelevante porque é a análise da população sobre as propostas dos candidatos que vai decidir o futuro governador do Estado Maranhense. “Quando chegar a hora, o povo vai analisar quem tem propostas e quem tem um plano de desenvolvimento pro Maranhão”, justificou. O suplente de deputado revela ainda que existe “muita narrativa desconexa e especulação” e que as pesquisas não revelam, de fato, o pensamento do eleitorado maranhense porque “setenta (70) por cento da população nem está pensando em eleição, nesse momento, pois está pensando em sobreviver, em ter comida na mesa, em conseguir um emprego pra sustentar a família”. A pobreza nas casas de muitos maranhenses não começou por causa da pandemia. Ela já existia e agora só piorou. De acordo com dados de organizações internacionais, em 2019, quase 20% da população maranhense vivia com renda mensal abaixo de R$ 145. Ou seja, com essa quantia, pais de famílias tinham de se dividir entre comida, higiene e material escolar. Um valor que dificilmente cobre o básico para a manutenção da vida de um ser humano. Simplício afirma que a participação dos mais pobres nas eleições é o fator principal para eleger o novo governador do Maranhão. Neste momento, “esse eleitorado está ‘fora do jogo’, está desinteressado, porque apenas eu tenho uma proposta, estou querendo debater crescimento, desenvolvimento e geração de emprego no Maranhão”, disse. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística mostrou neste ano que o Maranhão é o lugar onde seus habitantes possuem menor renda do Brasil, com R$ 635, enquanto, por exemplo, o Distrito Federal tem a maior, R$ 2.513.

MPF e Exército discutem segurança para eleições no Maranhão

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O procurador-chefe do Ministério Público Federal (MPF) no Maranhão, Thiago Ferreira de Oliveira, recebeu em seu gabinete a visita do General de Brigada João Roberto Albim Gobert, Comandante da 22° Brigada de Infantaria de Selva para a primeira visita oficial de inspeção logística administrativa. O encontro, que ocorreu na sede da Procuradoria da República no Maranhão (PRMA), também proporcionou o diálogo sobre a segurança nas eleições de 2022. Na ocasião, também estiveram presentes o procurador regional Eleitoral, Hilton Melo, o procurador da República, Juraci Guimarães Jr., além do Comandante do 24° Batalhão de Infantaria de Selva (24° BIS), Ten Cel Sérgio Henrique Lopes Rendeiro e representantes do Exército dos estados do Pará e do Acre. O procurador regional Eleitoral Hilton Melo, ressaltou a importância de estratégias institucionais conjuntas de atuação nas eleições. “O encontro permitiu a aproximação das instituições e o apoio das forças armadas no processo logístico e de garantia da ordem nas eleições. O Ministério Público Eleitoral se colocou à disposição e reafirmou seu papel de fiscal das eleições, em ação articulada com os demais órgãos centrais”, destacou. Além do Ministério Público Federal, o Exército realizou visitas institucionais ao Tribunal Regional Eleitoral e outros órgãos do judiciário estadual e do Estado do Maranhão.

Simplicio mostra potencial do Maranhão para gerar empregos

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O pré-candidato ao Palácio dos Leões, Simplicio Araújo (Solidariedade), falou nessa semana sobre a criação de postos de trabalho no estado através das riquezas naturais. Por meio de vídeo publicado nas redes sociais, o suplente de deputado federal mostrou o potencial enorme do Maranhão para a produção de ovos e aves, além de couros e sucos, destacando que 80% do que é consumido aqui é trazido de outros estados. “Todos os ovos que a gente comia aqui vinham de outros estados. Consegui melhorar a situação, mas é preciso muito mais. Temos um potencial enorme para produzir mais e estimular o desenvolvimento não só do ovo, mas do couro, aves e outros potenciais. É trabalhar, é botar a mão na massa. Eu sei como fazer”, garantiu. Ver esta publicação no Instagram Uma publicação partilhada por Simplicio Araújo (@simplicioaraujo) Quando o presidente do Solidariedade no Maranhão fala que conseguiu melhorar a situação, ele lembra que, no ano passado, ainda com a recessão econômica e a pandemia da Covid-19, a cadeia da avicultura avançou no estado durante período que esteve à frente da Secretaria de Indústria, Comércio e Energia do Maranhão. O segmento contou com a criação de mais de 300 empregos diretos, a partir do funcionamento pleno de mais um abatedouro no Maranhão, viabilizado pela SEINC. “Mesmo na crise econômica e agora, também durante a crise sanitária, a avicultura maranhense tem mostrado sua força e seu potencial de crescimento e geração de empregos e renda”, analisou Simplício Araújo à época A Agronor Alimentos, por exemplo, reforçou o posicionamento do Maranhão no mapa da Avicultura Nacional. A empresa produz 200 mil ovos por dia e com ampliação da capacidade de produção total para 1 milhão de ovos diariamente. Simplício Araújo acredita que é necessário pensar o desenvolvimento com a iniciativa privada, setor capaz de alavancar a economia através da geração de postos de trabalho. Para isso, busca explorar o potencial que o Maranhão possui, pois o que é produzido eficientemente aqui deixa de ser exportado por alguém.

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