São Luís fica em 81º em ranking de gestão entre 100 cidades

São Luís

MARANHÃO, 07 de novembro de 2024 – São Luís aparece na 81ª posição no Índice dos Desafios da Gestão Municipal (IDGM), que avalia o desempenho das 100 cidades mais populosas do Brasil em políticas públicas. O estudo, conduzido pela consultoria Macroplan, analisa avanços e desafios na última década. Na última década, a capital maranhense perdeu 10 posições no ranking geral. Entre as quatro áreas analisadas, o melhor resultado foi em Educação, onde São Luís figura na 61ª posição. Nas demais áreas, a cidade obteve os seguintes resultados: 67ª em Segurança, 82ª em Saneamento e Sustentabilidade, e 91ª em Saúde. Comparando com os últimos dez anos, São Luís apresentou piora em Educação (-24 posições) e Saúde (-11 posições), enquanto houve leves ganhos em Segurança (+1 posição) e Saneamento e Sustentabilidade (+2 posições). # Município UF Índice geral 1º Maringá PR 0,765 2º Franca SP 0,722 3º Jundiaí SP 0,721 4º Uberlândia MG 0,720 5º Curitiba PR 0,718 6º Cascavel PR 0,714 7º São José dos Campos SP 0,713 8º Piracicaba SP 0,710 9º São José do Rio Preto SP 0,706 10º Barueri SP 0,700 11º Santos SP 0,697 12º Belo Horizonte MG 0,696 13º Ribeirão Preto SP 0,695 13º São Paulo SP 0,695 15º Sorocaba SP 0,694 16º São Bernardo do Campo SP 0,692 17º Campinas SP 0,687 18º Londrina PR 0,686 19º São José dos Pinhais PR 0,685 20º Vitória ES 0,683 21º Florianópolis SC 0,682 22º Joinville SC 0,681 23º Santo André SP 0,680 24º Taubaté SP 0,672 25º Limeira SP 0,671 25º Blumenau SC 0,671 27º Goiânia GO 0,663 28º Palmas TO 0,662 28º Montes Claros MG 0,662 30º Diadema SP 0,658 31º Sumaré SP 0,653 32º Praia Grande SP 0,652 32º Suzano SP 0,652 34º Contagem MG 0,646 34º Mauá SP 0,646 36º Rio de Janeiro RJ 0,645 36º Foz do Iguaçu PR 0,645 36º Ponta Grossa PR 0,645 39º Uberaba MG 0,644 39º Caxias do Sul RS 0,644 41º Taboão da Serra SP 0,640 42º Bauru SP 0,638 43º Mogi das Cruzes SP 0,637 44º Niterói RJ 0,636 45º Betim MG 0,631 46º Vila Velha ES 0,630 46º Campo Grande MS 0,630 48º Porto Alegre RS 0,628 49º Petrolina PE 0,622 50º Petrópolis RJ 0,620 # Município UF Índice geral 51º Fortaleza CE 0,606 52º Osasco SP 0,605 53º Campina Grande PB 0,603 53º Serra ES 0,603 55º Ribeirão das Neves MG 0,600 56º Cuiabá MT 0,596 57º Guarulhos SP 0,593 58º Juiz de Fora MG 0,589 59º Anápolis GO 0,585 60º São Vicente SP 0,583 61º Boa Vista RR 0,582 62º Caucaia CE 0,581 62º Cotia SP 0,581 64º Recife PE 0,579 65º João Pessoa PB 0,577 65º Itaquaquecetuba SP 0,577 67º Vitória da Conquista BA 0,576 68º Pelotas RS 0,575 69º Caruaru PE 0,573 70º Canoas RS 0,570 71º Guarujá SP 0,568 72º Carapicuíba SP 0,563 73º Natal RN 0,562 74º Teresina PI 0,561 75º Aracaju SE 0,560 76º Aparecida de Goiânia GO 0,553 77º Juazeiro do Norte CE 0,552 78º Salvador BA 0,545 79º Cariacica ES 0,541 80º Paulista PE 0,536 81º São Luís MA 0,530 82º Campos dos Goytacazes RJ 0,527 83º Olinda PE 0,526 84º Várzea Grande MT 0,521 85º Manaus AM 0,518 86º Camaçari BA 0,511 87º Feira de Santana BA 0,504 88º Ananindeua PA 0,498 89º Rio Branco AC 0,497 90º Jaboatão dos Guararapes PE 0,494 91º Belém PA 0,493 92º São Gonçalo RJ 0,492 93º Maceió AL 0,489 94º Santarém PA 0,487 95º São João de Meriti RJ 0,486 96º Nova Iguaçu RJ 0,468 97º Porto Velho RO 0,464 98º Belford Roxo RJ 0,456 99º Duque de Caxias RJ 0,416 100º Macapá AP 0,403 REGIÕES SUL E SUDESTE LIDERAM O RANKING O estudo mostra que os municípios das regiões Sudeste e Sul lideram em desempenho, concentrando os 25 primeiros colocados no índice. Fora dessas regiões, Goiânia e Palmas alcançaram a 27ª e 28ª posições, respectivamente. O ranking é encabeçado por Maringá (PR), seguida por Franca (SP), Jundiaí (SP), Uberlândia (MG) e Curitiba (PR). Segundo a análise, a diferença de pontuação entre as primeiras e últimas cidades evidencia as disparidades regionais no Brasil. As regiões Norte e Nordeste concentram 16 das 25 cidades com as menores classificações, incluindo municípios da Baixada Fluminense. As últimas cinco posições foram ocupadas por Nova Iguaçu, Porto Velho, Belford Roxo, Duque de Caxias e Macapá. A diferença entre a pontuação de Maringá, com 0,765, e Macapá, com 0,403, destaca as disparidades de acesso a políticas públicas, apesar de populações similares. Enquanto Maringá registrava cerca de 410 mil habitantes em 2022, Macapá somava pouco mais de 442 mil, segundo o IBGE. A diferença econômica entre elas reflete no PIB per capita, que em Macapá é menos da metade do registrado em Maringá.

Pesquisa: Mais de 70% das famílias brasileiras têm dívidas

Pesquisa levantamento

BRASIL, 06 de novembro de 2024 – Uma pesquisa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) concluiu que 77% das famílias brasileiras possuem dívidas. A maior parte delas é formada por contas de luz, água, energia e financiamentos imobiliários. De acordo com o levantamento, mais de 1,45 milhão de famílias assumiram alguma dívida nos últimos dois anos. Além disso, 29% das famílias possuem contas em atraso, enquanto 13% delas declaram não ter condições para quitar esses débitos. A pesquisa da FecomercioSP ouviu 18 mil famílias em 27 capitais, em julho. Mais da metade delas — 52% — está na Região Sudeste.

Cerca de 160 mil crianças no Maranhão apresentam sobrepeso

Crianças levantamento

MARANHÃO, 28 de outubro de 2024 – Mais de 160 mil crianças maranhenses de até nove anos estão acima do peso ideal, revela um levantamento do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN), realizado entre janeiro e julho de 2024. Os dados mostram que 160.393 crianças, ou 26% do total da faixa etária, estão em condição de sobrepeso, indicando que 26 em cada 100 crianças no estado enfrentam essa condição. ALIMENTAÇÃO E FATORES DE RISCO O pediatra Elton Castro Oliveira ressalta que o excesso de peso resulta de vários fatores, incluindo a substituição da dieta tradicional por produtos ultraprocessados, geralmente pobres em nutrientes e amplamente divulgados para o público infantil. Segundo ele, a falta de educação nutricional e o consumo de alimentos industrializados contribuem para as escolhas alimentares inadequadas. Oliveira também destaca o papel do sedentarismo. O uso prolongado de telas e a falta de ambientes apropriados para atividades físicas dificultam a prática de exercícios, intensificando o problema. Esses fatores aumentam o risco de doenças como diabetes tipo 2 e hipertensão, já presentes entre algumas crianças maranhenses.

Cresce nº de pessoas que vivem sozinhas no Brasil, diz Censo

Pessoas levantamento

BRASIL, 26 de outubro de 2024 – O número de pessoas que moram sozinhas no Brasil subiu de forma significativa, conforme dados do Censo 2022 divulgados nesta sexta (25), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2010, apenas 12% dos domicílios brasileiros eram habitados por uma única pessoa. Já em 2022, esse índice aumentou para 19%, representando cerca de 13,7 milhões de residências, ou um em cada cinco domicílios. A proporção de pessoas que moram sozinhas é mais alta entre os idosos. Entre aqueles com 60 anos ou mais, 28,7% vivem sozinhos. Em contraste, entre jovens de até 17 anos, o percentual é de apenas 7,6%. As estatísticas variam regionalmente: em 2022, as maiores proporções de domicílios unipessoais foram registradas no Rio de Janeiro (23,4%) e Rio Grande do Sul (22,3%), onde a população é mais envelhecida. Já os estados do Amapá (12%) e Amazonas (13%), com populações mais jovens, apresentaram os menores índices. Entre os lares chefiados por mulheres, 19,1% são unipessoais, ligeiramente acima dos 18,8% das residências lideradas por homens. O aumento desses lares ao longo dos anos pode ser atribuído ao envelhecimento populacional e às mudanças nas gerações, com mais pessoas optando por não se casar, adiar o matrimônio ou não ter filhos.

Mais de 1,1 bi de pessoas vivem em pobreza extrema, diz PNUD

Pobreza índice

MUNDO, 18 de outubro de 2024 – Mais de 1,1 bilhão de pessoas, ou um em cada oito habitantes do planeta, vivem em pobreza extrema, sendo metade delas menores de idade. Esse cenário foi destacado nesta quinta (17) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), que também alertou que a pobreza é três vezes pior em zonas de conflito. Segundo o Índice de Pobreza Multidimensional Global (IPM), criado pelo PNUD em conjunto com a Iniciativa de Oxford sobre Pobreza e Desenvolvimento Humano, a pobreza extrema atinge 34,8% da população em áreas de conflito, contra 10,9% em países em paz. Diferente do Banco Mundial, que define a pobreza extrema como viver com até US$ 2,15 por dia, o IPM considera fatores como habitação, saneamento, energia, combustível para cozinhar, nutrição e educação.

Desaprovação a Lula atinge recorde desde o início do mandato

Lula Levantamento

BRASIL, 17 de outubro de 2024 – A desaprovação do governo do presidente Lula  (PT) subiu para 46%, enquanto a aprovação permaneceu no mesmo patamar, segundo a pesquisa PoderData realizada entre 12 e 14 de outubro de 2024. O aumento de 3 pontos percentuais desde o final de julho, quando a desaprovação era de 43%, iguala os índices de aprovação e desaprovação pela primeira vez desde o início de seu terceiro mandato, em janeiro de 2023. No começo da gestão, a aprovação superava a desaprovação em 13 pontos, mas essa diferença foi reduzida ao longo do tempo, atingindo agora um ponto de equilíbrio, com 46% de aprovação e 46% de desaprovação.

Maranhão apresenta menor proporção de médicos por habitante

Maranhão Médicos

MARANHÃO, 17 de outubro de 2024 – O Maranhão possui 8.547 médicos no total, com 5.111 atuando em São Luís e 3.413 no interior. Segundo levantamento, a média de médicos por mil habitantes no estado é a menor do país, com 1,3. O estudo foi realizado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e divulgado nesta terça (15). Desde o primeiro estudo realizado pelo CFM, em 2011, até 2024, o número de médicos no Maranhão aumentou 90%. Apesar disso, o estado continua com a menor proporção de médicos por habitante, menos médicos do que em outros estados como Pará (1,4), Amapá (1,5) e Amazonas (1,6).

Maranhão tem média de dois desaparecimentos por dia

Maranhão Levantamento

MARANHÃO, 11 de outubro de 2024 – Entre janeiro e setembro de 2023, o Maranhão registrou 679 desaparecimentos, com 101 pessoas localizadas. A média de desaparecimentos no estado do Maranhão é de duas por dia, segundo o levantamento. Dentre os casos mais recentes registrados, consta a situação de Cláudio Marcos Vieira, de 31 anos, desaparecido desde a última segunda (7) após ser visto pela última vez no bar Paradise, na Praia do Araçagi, em São José de Ribamar, região metropolitana de São Luís. O vigilante, que sofre de depressão, estava com amigos em um pagode no local e, desde então, não deu mais notícias. De acordo com familiares, Cláudio usava uma camisa regata clara, bermuda jeans e boné vermelho. Ele estava na companhia de um amigo motociclista, que relatou que Cláudio surtou e saiu correndo pela faixa de areia, levando consigo um celular e um documento de identidade. Por conta de sua depressão, Cláudio havia sido afastado de seu trabalho em uma empresa de vigilância. A família relatou que estava em busca de tratamento para ajudá-lo a lidar com a doença. Ele reside na Rua Antônio Bayma, no bairro Caratatiua, em São Luís. Os parentes pedem que qualquer informação sobre o paradeiro de Cláudio Marcos Vieira seja repassada aos números (98) 99602-9180 ou (98) 98418-1817.

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