Tribunal do Júri de São Luís julga dezenas de réus em março

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SÃO LUÍS, 02 de março de 2026 – O Tribunal do Júri de São Luís julgará, ao longo de março, 41 réus acusados de homicídio e tentativa de homicídio, incluindo casos de feminicídio, nas três varas do júri. As sessões ocorrerão no primeiro andar do Fórum Desembargador Sarney Costa, no Calhau, sempre com início às 8h30. As audiências serão distribuídas entre o 1º, 2º e 3º Tribunal do Júri, conforme a pauta definida para o mês. Cada unidade conduzirá julgamentos em datas específicas, sob responsabilidade dos juízes titulares das respectivas varas. No 1º Tribunal do Júri, serão julgados Raury Clloper Dia (03), Claudiano Pinheiro, Jonas Moisés dos Santos Pereira e William de Andrade Silva Júnior (05). Além disso, Dayvisson dos Santos Fontenelle (10) e Emerson da Silva Rodrigues (12) também integram a pauta. Em seguida, o colegiado julgará Vilson Alves Fonseca (17), Juarez Silva Ferreira, Leandro Nascimento da Silva, Luís Henrique Silva Santos, João Marcos da Silva e Silva, Paulo Fernando Mendes Pinheiro e Edimilson Sousa Toral (19). Por fim, José Oliveira Mendes (24) e Antônio Costa dos Santos (26) também serão julgados, sob presidência do juiz Gilberto de Moura Lima.

Réu por morte de jovem mutilada vai a júri popular hoje (5)

jovem homicídio

MARANHÃO, 05 de novembro de 2025 – O julgamento de Elizeu Castro, acusado de matar Ana Caroline Sousa Campelo, de 21 anos, ocorre nesta quarta (5) em Maranhãozinho (MA). A jovem foi encontrada morta em dezembro de 2023, com mutilações no rosto e olhos arrancados, após sair do trabalho. O réu está preso desde 2024 e responde por homicídio triplamente qualificado, com agravantes de emboscada, tortura e feminicídio. Câmeras de segurança registraram Ana Caroline caminhando pela Rua Nova Um, rota de acesso à estrada de Cachimbós. Segundos depois, um homem em uma moto branca aparece seguindo o mesmo caminho. O Ministério Público afirma que o suspeito é Elizeu. O caso seria julgado em julho, mas foi adiado para a nova data. O júri contará com cinco testemunhas de acusação, além dos depoimentos da defesa. A mãe da vítima, Carmelita Sousa, lamenta não ter recebido informações detalhadas sobre o que levou à morte da filha. “Nunca tive esse tipo de conversa. Eu só quero saber o que aconteceu”, afirmou. Ela relembra a última vez que falou com Ana Caroline, uma semana antes do crime, e diz que a jovem não demonstrava preocupação.

Justiça mantém júri popular de acusado por morte de Ana Caroline

Júri Decisão

MARANHÃOZINHO, 28 de abril de 2025 – O Tribunal de Justiça do Maranhão rejeitou, no dia 9 de abril, o recurso apresentado pela defesa de Elizeu Carvalho de Castro. O acusado será submetido a júri popular pelo assassinato de Ana Caroline Sousa Campelo, ocorrido em dezembro de 2023, em Maranhãozinho. A jovem lésbica, de 21 anos, foi encontrada morta no Bairro Novo, com sinais de extrema violência. A vítima teve a pele do rosto, os olhos, orelhas e parte do couro cabeludo arrancados. O Ministério Público atribuiu a motivação do crime à condição de sexo feminino da vítima. Elizeu Carvalho, no entanto, nega participação no crime, conforme informado por sua defesa. O acusado continua preso em uma unidade prisional de São Luís, aguardando a realização do júri popular, cuja data ainda não foi definida. JÚRI POPULAR CONFIRMADO A decisão de submeter Elizeu Carvalho a júri popular havia sido tomada em 25 de setembro de 2024, pelo juiz João Paulo de Sousa Oliveira, da Comarca de Governador Nunes Freire. Contudo, a defesa recorreu, tentando reverter a decisão. Apesar do recurso, os desembargadores da Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Maranhão mantiveram, por unanimidade, a decisão que leva o acusado a julgamento popular. A pronúncia permanece válida até eventual modificação por instâncias superiores.

Júri de Balsas condena homem a mais de 100 anos de prisão

Balsas decisão

BALSAS, 11 de outubro de 2024 – Em sessão do Tribunal do Júri de Balsas, ocorrida na última quarta (9), Antonio José Ribeiro de Lima, conhecido como “Tuquinha”, foi condenado a 104 anos de prisão por uma série de crimes, incluindo três homicídios qualificados, estupro de menor de idade e violação de cadáver, O juiz Haniel Sóstenis presidiu o julgamento. A sentença foi proferida após o Conselho de Sentença concluir que o réu foi responsável pelas mortes de duas mulheres e um homem. Além disso, ele também foi condenado por estupro e pela violação de um cadáver. O réu, que já era reincidente por homicídio, estava foragido no momento dos crimes. DETALHES DO JULGAMENTO Durante o julgamento, o Ministério Público solicitou a condenação do réu, mas sem considerar a agravante de matar para assegurar a impunidade de outro crime. A defesa, por outro lado, buscou a absolvição, argumentando a falta de provas e pedindo que os crimes fossem considerados continuados, o que poderia reduzir a pena. O juiz reconheceu o concurso de crimes praticados por Antonio José Ribeiro, destacando que ele obrigou uma das mulheres a assistir à morte de seu filho antes de executá-la. Além disso, o magistrado reforçou que a fuga do réu do sistema prisional pesou na avaliação de sua conduta social negativa.

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