Bolsonaro garante que ordem no Brasil será estabelecida

BOLSONARO SO DEUS TIRA

Nesta quinta-feira (15), em meio à recente informação de que a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, teria estabelecido o prazo de até cinco dias para Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara dos Deputados, justificar os motivos de não ter averiguado as petições de impeachment já protocoladas na Casa, Jair Bolsonaro, presidente da República, afirmou que somente Deus pode tirá-lo da cadeira presidencial. Jair Bolsonaro, que já havia manifestado nesta semana que estava no aguardo de uma sinalização da população para tomar as providências cabíveis contra as medidas de restrições aplicadas pelos estados e municípios, dessa vez, afirmou que está no aguardo da resposta de Arthur Lira e que o Brasil se aproxima de um “limite”. Muito embora o presidente não tenha especificado o que quis dizer com tal colocação, o chefe do Executivo fez questão de ressaltar que vai atuar “dentro das quatro linhas da Constituição”. “Só Deus me tira da cadeira presidencial e me tira, obviamente, tirando a minha vida. Fora isso, o que estamos vendo acontecer no Brasil não vai se concretizar […] Lamento muito pelo futuro do nosso Brasil. E o que eu posso fazer? […] Eu sei o que tem que fazer, dentro das quatro linhas da Constituição para restabelecer a ordem no Brasil. […] Eu sei onde está o câncer do Brasil. Se esse câncer for curado, o corpo volta a sua normalidade. Estamos entendidos? Se alguém acha que tem que ser mais explícito, lamento”, declarou

Flávio Dino apavorado com CPI do Covidão

Flavio Dino CPI Covidao

No ano passado o Governo do Estado do Maranhão pagou R$ 4,9 milhões por 30 respiradores que nunca foram entregues. A compra, intermediada pelo Consórcio Nordeste, custou um total de R$ 48,7 milhões aos cofres públicos de vários estados da região. Quase um ano após o sumiço dos recursos, até hoje não ficou clara a origem dos recursos. O governo encara a situação como sendo uma espécie de “calote”. Apesar de lesado, não se tem notícia também de medidas judiciais do governo para tentar recuperar os recursos. Flávio Dino torcia por uma CPI que investigasse o Governo Federal. Contudo, após ser informado da CPI do Covidão, que deve investigar a destinação de centenas de bilhões de reais de recursos públicos federais por União, estados e municípios, o governador mudou de ideia e começou a atacar a CPI. Vale ressaltar que antes da pandemia o governo comunista já fora acusado de corrupção na área da saúde logo em seus primeiros meses do primeiro mandato. Inclusive teve o secretário Marcos Pacheco afastado, entre outras coisas, para abafar estes escândalos.

Bolsonaro declara que o Brasil está no limite

BOLSONARO DISCURSO FORTE

Durante conversa com apoiadores em Brasília nesta quarta-feira (14), o presidente da República, Jair Bolsonaro, declarou que o país está no limite diante de riscos sérios de uma crise enorme. Bolsonaro alegou que aguarda uma sinalização do povo para agir mediante o desemprego, a fome e a miséria, o Supremo Tribunal Federal despachou um processo para julgá-lo por genocídio, uma vez que quem mandou fechar tudo e recebeu autonomia do STF para lidar com a pandemia foram governadores e prefeitos. “Amigos do Supremo Tribunal Federal, daqui a pouco vamos ter uma crise enorme aqui. Eu vi que um ministro despachou lá um processo para me julgar por genocídio. Olha, quem fechou tudo e está com a política na mão não sou eu. Agora, eu não quero aqui brigar com ninguém, mas estamos na iminência de ter um problema sério no Brasil […] O Brasil está no limite. O pessoal fala que eu devo tomar uma providência. Estou aguardando o povo dar uma sinalização porque a fome, a miséria e o desemprego estão aí, só não vê quem não quer. Ou quem não está na rua. Eu sempre estive na rua”.

PGR pede que STF arquive processo de Dino contra Bolsonaro

FLAVIO DINO SERIO

O procurador-geral da República, Augusto Aras, solicitou que o ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio Mello, volte atrás e arquive uma notícia-crime apresentada pelo governador do Maranhão, Flávio Dino, contra o presidente Jair Bolsonaro. Flávio Dino teria acusado Bolsonaro do crime de calúnia quando o presidente alegou, em entrevista, ter cancelado viagem ao Estado do Maranhão porque o governador Dino teria negado pedido para que a Polícia Militar fizesse sua segurança. O ministro Marco Aurélio Mello decidiu encaminhar à Câmara dos Deputados, em fevereiro, o processo notícia-crime apresentado pelo governador Flávio Dino. Agora, ao solicitar que o ministro do STF volte atrás na decisão e arquive o processo, Augusto Aras faz um novo aceno ao presidente Jair Bolsonaro em meio à disputa pela próxima vaga do Supremo Tribunal Federal.

Eliziane Gama usa religião em fake news contra Bolsonaro

Eliziane Gama

A senadora comunista Eliziane Gama (Cidadania) segue forme em seu projeto de oposição ao presidente Jair Bolsonaro. Após silenciar pela decisão do Supremo Tribunal Federal em relação à proibição de cultos e missas, a senadora divulgou notícia inverídica em suas redes sociais contra o Bolsonaro. Além disso, Eliziane ainda cobrou do presidente “princípios cristãos” A senadora afirma, falsamente em suas redes sociais, que o presidente “não editou nenhum decreto sobre vacina, pesquisa ou medicina para salvar vidas”. A intenção da senadora, obviamente, é falsificar a realidade e tentar manipular a opinião pública. Eliziane quer passar a ideia de que o Governo Federal não faz nada durante a pandemia propositadamente. Apenas um decreto evidenciaria a farsa da senadora. Contudo, em uma leitura rápida dos decretos editados pelo presidente (sem falar dos decretos legislativos que foram aprovados por Bolsonaro) é possível identificar vários decretos de autoria do presidente que têm relação direta com o combate ao Covid-19 e, indiretamente, com vacinação, pesquisa e medicina. Vale ressaltar que a ação da Presidência da República não se resume a edição de decretos. No que diz respeito a vacina, por exemplo, a senadora omitiu o fato de que o governo já tem previsão para mais de 500 milhões de doses de imunizantes para os próximos meses e que o Brasil é hoje um dos 5 países que mais vacinam em todo o planeta. A senadora também falta com a verdade sobre a pesquisa. Após o contrato de cooperação com a Universidade de Oxford assinado ainda em julho de 2020, hoje o Ministério da Ciência e Tecnologia financia outros três tipos de pesquisas em relação a vacinas. Sobre “medicina para salvar vidas”, a senadora também mente. Para ficar em um único exemplo, semanas atrás o ex-ministro das Relações Exteriores (que foi exonerado do cargo após pressão que contou com o apoio da própria Eliziane) foi a Israel buscar acordo de cooperação entre os países para a aquisição de medicamentos que estão se mostrando bastante eficazes na cura da doença e na consequente salvação de vidas.   Os fatos desmentem a farsa da senadora e sua tentativa de manipulação. Abaixo uma lista dos decretos editados pelo presidente que desmentem a informação de Eliziane (ressaltando-se que a ação contra a pandemia vai muito além deles). DECRETO Nº 10.277, DE 16 DE MARÇO DE 2020 – Institui o Comitê de Crise para Supervisão e Monitoramento dos Impactos da Covid-19 DECRETO Nº 10.282, DE 20 DE MARÇO DE 2020 – Regulamenta a Lei nº 13.979, de 6 de fevereiro de 2020, para definir os serviços públicos e as atividades essenciais. DECRETO Nº 10.292, DE 25 DE MARÇO DE 2020 – Altera o Decreto nº 10.282, de 20 de março de 2020, que regulamenta a Lei nº 13.979, de 6 de fevereiro de 2020, para definir os serviços públicos e as atividades essenciais.            DECRETO Nº 10.308, DE 2 DE ABRIL DE 2020 – Dispõe sobre requisição de bens e serviços prestados por empresas públicas vinculadas ao Ministério da Infraestrutura durante o período do estado de calamidade pública decorrente da pandemia de coronavírus (covid-19). DECRETO Nº 10.311, DE 3 DE ABRIL DE 2020 – Institui o Conselho de Solidariedade para Combate à Covid-19 e aos seus Efeitos Sociais e Econômicos. DECRETO Nº 10.312, DE 4 DE ABRIL DE 2020 – Amplia, temporariamente, o escopo de multiprogramação com conteúdo específico destinado às atividades de educação, ciência, tecnologia, inovações, cidadania e saúde de entidades executoras de serviço de radiodifusão de sons e imagens em tecnologia digital, com fins exclusivamente educacionais ou de exploração comercial, em razão da pandemia da covid-19. DECRETO Nº 10.316, DE 7 DE ABRIL DE 2020 – Regulamenta a Lei nº 13.982, de 2 de abril de 2020, que estabelece medidas excepcionais de proteção social a serem adotadas durante o período de enfrentamento da emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do coronavírus (covid-19). DECRETO Nº 10.407 DE 29 DE JUNHO DE 2020 – Regulamenta a Lei nº 13.993, de 23 de abril de 2020, que dispõe sobre a proibição de exportações de produtos médicos, hospitalares e de higiene essenciais ao combate à epidemia da covid-19 no País. DECRETO Nº 10.659, DE 25 DE MARÇO DE 2021 – Institui o Comitê de Coordenação Nacional para Enfrentamento da Pandemia da Covid-19.

Bolsonaro demonstra confiança na imunização de toda a população

JAIR BOLSONARO FORCA

Representantes da classe empresarial se reuniram com presidente Jair Bolsonaro nessa quarta-feira (7), em São Paulo. O objetivo foi reaproximar empresários de diversos segmentos, além de destacar a política de vacinação do governo contra a Covid-19. Estiveram presentes Alberto Saraiva, do Habib’s; André Esteves, do BTG Pactual; Claudio Lottenberg, da Conib (Confederação Israelita do Brasil), João Camargo, do grupo Alpha e Rubens Ometto, da Cosan. Já a comitiva do presidente contou com a presença dos ministros Paulo Guedes (Economia), Marcelo Queiroga (Saúde), Tarcísio de Freitas (Infraestrutura), Fábio Faria (Comunicação), além do general Augusto Heleno (chefe do Gabinete de Segurança Institucional) e Roberto Campos Neto (presidente do Banco Central). O clima de otimismo tomou conta do encontro. Em determinado momento, Jair Bolsonaro foi aplaudido ao demonstrar otimismo de que, apesar do cenário difícil que o Brasil atravessa, a crise deve ser superada, o que consolidará o reestabelecimento sanitário, social e econômico.

Jair Bolsonaro reclama de aumento de 39% no gás

Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro demonstrou indignação com o recente aumento do preço do gás. “É inadmissível se anunciar agora […] o reajuste de 39% no gás”, disse. A declaração foi data quarta-feira (7) durante a posse do novo diretor-geral brasileiro da usina Itaipu Binacional, o general da reserva João Francisco Ferreira.  Bolsonaro voltou a defender a tese de que a Petrobras deve ter preços previsíveis. Segundo ele, isso denota transparência na gestão. As justificativas para o aumento também foram questionadas. “É inadmissível, que contratos são esses? Que acordos foram esses? Foram feitos pensando no Brasil num período de 3 meses? Não vou interferir, a imprensa vai dizer o contrário, mas podemos mudar essa política de preço lá.”

URGENTE: PCdoB recorre ao STF para barrar volta do auxílio emergencial

PCdoB Auxilio Emergencial

O PCdoB aproveitou o fim de semana para entrar no Supremo Tribunal Federal com uma ação que pode atrapalhar a volta do benefício. Mesmo após uma longa discussão entre senadores, deputados federais, sociedade civil e Governo Federal que resultou na retomada do Auxílio Emergencial nesta semana por meio de Proposta de Emenda Constitucional (186/19) aprovada, o partido tenta judicializar a questão. Uma possível batalha judicial poderia atrasar a concessão do benefício, o que seria a verdadeira intenção do partido. O governador maranhense Flávio Dino (foto), um dos líderes do PCdoB (que não concedeu auxílio emergencial em seu estado mesmo após o apelo de diversos setores da sociedade e classe política) defendeu a ação no STF que pode impedir a concessão da segunda etapa do benefício em suas redes sociais. A volta do benefício só foi possível graças articulação que estipulou R$ 40 bilhões a serem concedidos a pessoas em situação de vulnerabilidade. A proposta criticada pelo PCdoB foi aprovada na Câmara Federal com o apoio de cerca de 70% dos deputados. No ano passado o governo brasileiro gastou R$ 250 bilhões com o auxílio. Com a nova remessa, o montante de recursos destinados para a medida em sua totalidade chegará a cerca de R$ 300 bilhões. O valor pago pelo governo de Jair Bolsonaro equivale ao gasto de 30 anos do Bolsa Família. Na tentativa de frear o êxito do auxílio emergencial, o PCdoB entrou no STF alegando que o valor “é baixo”. O partido argumenta que o gasto de R$ 300 bilhões é pouco e que os valores do novo auxílio, que irão variar entre R$ 150 e R$ 400, não são suficientes. Deputados federais e senadores nos bastidores do Congresso Nacional afirmam que a verdadeira intenção do PCdoB é atrasar a concessão do benefício para contribuir para a instalação do caos econômico e social no país. O sacrifício da população mais pobre teria como meta o desgaste da imagem do presidente Jair Bolsonaro. A ação do PCdoB é de natureza semelhante à atuação do ex-presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM), que engavetou reformas e impediu a votação de propostas que poderiam ter amenizado os impactos da crise gerada pela pandemia. Maia foi acusado de sabotar o país com o intuito de desgastar o presidente. Mesma intenção do PCdoB com a ação contra o Auxílio Emergencial. Mesmo sabendo que o novo valor é o possível, que foi amplamente debatido entre parlamentares de todo o país e que só foi concretizado por meio de Projeto de Emenda Constitucional, o governador maranhense repetiu a versão, considerada por muitos mentirosa, de que a ação tem como meta “aumentar o valor do auxílio”. O fato é que, caso acatada a ação do PCdoB, seu único efeito prático será o atraso do benefício e a piora no caos que afeta o país.

Gostaríamos de usar cookies para melhorar sua experiência.

Visite nossa página de consentimento de cookies para gerenciar suas preferências.

Conheça nossa política de privacidade.