Bolsonaro e Lula disputam apoio de José Sarney

O presidente Jair Bolsonaro visitou o ex-presidente José Sarney ontem (7). Esta já é a segunda vez que Bolsonaro visita o maranhense neste ano. Após a primeira visita de Bolsonaro, acontecida em maio, o ex-presidente Lula também foi ao encontro de José Sarney. Político mais longevo do país na atualidade, José Sarney ocupa o posto de principal conselheiro de presidentes quando o Brasil entra em rota de crises institucionais. Foi assim com Fernando Henrique Cardoso, Lula, Dilma Rousseff, Michel Temer e, mais recentemente, com Jair Bolsonaro. Presidente do país durante a redemocratização e promulgação da Constituição de 1989, José Sarney foi deputado federal, governador e senador. Ele ainda ocupou por diversas vezes a Presidência do Senado.
Campanha de Bolsonaro no Maranhão em 2022 comprometida

As recentes declarações do prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim, e a indecisão do senador Roberto Rocha colocam em risco o palanque de Jair Messias Bolsonaro no Maranhão. Uma semana após Lahesio recursar o rótulo de bolsonarista e afastar apoiadores do presidente de sua pré-candidatura, o senador Roberto Rocha disse que prefere disputar novamente uma vagada para o Senado Federal “Minha preferência é pelo Senado, mas vejam que eu não tenho nem partido, ainda. É preciso ter uma chapa forte, um candidato a governador. Vamos aguardar a conjuntura favorável”, disse Roberto Rocha. Roberto Rocha não assegurou que irá abdicarda candidatura ao governo. No entanto, sua indefnição gera turbulência entre os eleitores bolsonaristas dada a atuação de afastamento do presidente pelo, até então, outro candidato Alahesio Bonfim. Na semana passada o prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim, afirmou em entrevista no Bom Dia Mirante que não quer ser rotulado de bolsonarista. A declaração causou uma debandada entre apoiadores de Lahesio nas redes sociais e, segundo alguns, enterrou a pré-candidatura do prefeito. Bonfim acreditava que o presidente iria apoiar o senador Roberto Rocha nas eleições do ano que vem. Por conta disso, meses atrás iniciou um processo de descolamento da imagem do presidente. Além de derreter nas redes sociais após a declaração, o comportamento de Rocha ontem mostra que ele errou na previsão. Nos últimos dias Lahesio tenta, sem sucesso, ligar novamen te sua imagem ao presidente. Como apenas Lahesio e Roberto Rocha já haviam manifestado interesse e representar o presidente no estado, o palanque de Jair Bolsonaro no Maranhão está comprometido.
Brasil supera ONU na compra, distribuição e aplicação de vacinas

Enquanto o Brasil atingiu nesta quinta ( 1º) a marca de 135 milhões de doses de vacinas distribuídas, o Consórcio Covax Facility, liderado pela ONU/OMS, no mesmo período enviou 92 milhões de doses. O comparativo dos números mostra que 5568 municípios do Brasil já receberam doses de imunizantes. Já dos 180 membros dos países que aguardam vacinas da ONU/OMS, apenas 134 receberam vacinas. O COVID-19 Vaccines Global Access (Covax Facility) é uma iniciativa criada ainda no início da nova pandemia para garantir que os países mais pobres também tivessem acesso à vacina. Formada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), pela Comissão Europeia e pelo governo da França, um ano e meio após a pandemia a Covax tem enfrentado grandes dificuldades no cumprimento de seus propósitos. BRASIL Além de comprar mais e distribuir mais, o governo Bolsonaro também já aplicou mais vacinas. Dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa e comprovados pelo Ministério da Saúde mostram que 101 milhões de brasileiros já foram vacinados. Sendo que 74,5 milhões tomaram a primeira dose e outros 26,58 milhões tomaram a segunda dose ou dose única. Os números que comprovam a superioridade do governo brasileiro em relação à Covax Facility podem ser encontrados no site da UNICEF e no site do Ministério da Saúde.
Lahesio Bonfim nega ser “bolsonarista” em entrevista

Pré-candidato ao governo do Maranhão, o prefeito Lahesio Bonfim negou ser “bolsonarista” em entrevista no Bom Dia Mirante. “Eu não quero ser rotulado como bolsonarista”, disse o mandatário de São Pedro dos Crentes. A declaração de Lahesio pegou de surpresa os apoiadores do presidente que viam nele uma representação do presidente nas eleições maranhenses de 2022 no estado. A pergunta do jornalista Clóvis Cabalau foi direta. “Como o senhor vê essa comparação de político alinhado a forma de fazer política do presidente?”. Por cerca de 5 minutos da resposta, Lahesio iniciou sua resposta afirmando que seu jeito de fazer político é parecido, mas não é o mesmo do presidente Jair Bolsonaro. “É o jeitão, não é nem mesmo parecido com o jeito do presidente”, disse o prefeito. Lahesio Bonfim, que ficou conhecido principalmente pela votação de Jair Bolsonaro em sai cidade em 2018, afirmou colocou-se em uma posição superior ao próprio presidente na entrevista. “O prefeito de São Pedro dos Crentes já virou uma esperança em todo o Maranhão”. Além da própria resposta e do enaltecimento pessoal, em nenhum momento Lahesio fez questão de defender ou levantar algum tipo de bandeira do presidente Jair Bolsonaro. Ele chegou, inclusive, a afirmar que faz parte de grupos de whatsapp de apoio formado por eleitores do PT, Lula e Ciro Gomes. A entrevista em que Lahesio nega ser bolsonarista pode ser assistida AQUI
Randolfe denuncia Bolsonaro no STF por prevaricação

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), entrou com uma notícia-crime nesta segunda-feira (28) para que o presidente da República seja investigado pelo crime de prevaricação no caso da aquisição da vacina Covaxin. “No dia de hoje protocolei no Supremo Tribunal Federal notícia-crime por conta das graves denúncias envolvendo o presidente da Republica de que não tomou nenhuma providência diante de ter sido notificado da existência de um gigante esquema de corrupção existente no Ministério da Saúde […] a prevaricação é crime exposto no Código Penal, e é por isso que compreendemos a necessidade de Supremo Tribunal Federal e a Procuradoria-Geral da República instaurarem um procedimento de investigação”, afirmou Randolfe. A suspeita levantada pelo parlamentar, através de vídeo divulgado por sua assessoria, é que Jair Bolsonaro tenha deixado de agir ao ter sido informado pelo deputado Luís Miranda e seu irmão Luís Ricardo de que haveria superfaturamento nas tratativas para adquirir 20 milhões de doses da vacina indiana ao custo de 1,6 bilhão de reais.
Deputados do PCdoB atuaram para facilitar importação da Covaxin

A Medida Provisória que permitiu a importação da vacina indiana CovaXin teve a participação de dois deputados do PCdoB, partido de oposição a Jair Bolsonaro. A compra dos medicamentos tem sido tratada na CPI da Covid-19 como o primeiro escândalo de corrupção do governo federal após dois anos e meio de gestão. A oposição tenta emplacar a tese de que a MP 1.026 foi plantada pelo Governo Federal para facilitar uma futura compra da vacina indiana pelo governo. O problema é que dezenas de parlamentares da oposição apresentaram emendas que muito mais amistosas para a entrada de imunizantes estrangeiros no Brasil. Entre eles, dois membros do PCdoB> O deputado comunista Orlando Silva e da deputada Perpétua Almeida, ambos do PCdoB, apresentaram emenda ao texto da Medida Provisória que facilitava a importação da CovaXin. A emenda dos deputados afirmava que a aprovação pela agência de saúde da Índia iria dispensar a análise do medicamento pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a ANVISA. Escandalizados hoje com a suposta “pressão” do presidente Jair Bolsonaro pela compra da vacina, os parlamentares apresentaram meses atrás uma proposta que iria abrir as portas do Brasil para o imunizante. Abaixo uma das emendas.
Militantes indígenas pedem morte de Bolsonaro em protesto

Um grupo de militantes indígenas ligados a partidos de esquerda fez um protesto em que simulou a morte do presidente Jair Bolsonaro. Com um caixão com a foto do presidente, indígenas percorreram o gramado da Esplanda dos Ministérios até o Congresso Nacional. O ato tinha como alvo o Projeto de Lei 490/2007 que está sob responsabilidade de deputados federais e senadores e que altera a forma como são demarcadas terras indígenas. Apesar disso, Os agitadores seguravam um caixão com a foto de Bolsonaro e tocaram a Marcha Fúnebre. Caso o projeto vire lei, para que uma terra seja demarcada, os indígenas teriam que comprovar que já estavam por lá antes de 1988.
Aluísio Mendes assume vice-liderança do governo no Congresso Nacional

O deputado Aluísio Mendes (PSC) recebeu convite do presidente da República para vice-liderança do governo no Congresso Nacional. Líder do PSC e do bloco formado por PTB, PROS e pela própria sigla, Mendes também foi eleito como o melhor parlamentar do Maranhão nesta semana pelo site Ranking dos Políticos, referência no acompanhamento dos parlamentares em Brasília. Aluísio chegou a ocupar o cargo de vice-líder do governo na Câmara Federal. Por assumir a liderança do PSC e do bloco formado por PTB, PROS e pelo próprio PSC, teve que se desincompatibilizar da função. Já o convite para assumir a vice-liderança do Governo Federal no Congresso Nacional não implica em conflitos. Portanto, Aluísio aceitou prontamente ao chamado do presidente Jair Bolsonaro. Segundo o art. 44 da Constituição Federal de 1988, o poder Legislativo é exercido pelo Congresso Nacional, composto pela Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Atualmente a liderança governo no Legislativo é exercida pelo senador Eduardo Gomes (MDB-TO). Deputado federal desde 2015 e reeleito em 2018, Aluísio Mendes já passou pela liderança de outros partidos, como o Podemos. “Vamos continuar o trabalho desenvolvido antes da mesma forma. Ser prestigiado pelo presidente para assumir este cargo aumenta apenas a responsabilidade de fazer sempre o melhor da melhor pelo país e pelo Maranhão”, disse.