Greve pode paralisar funcionamento do PIX em todo o Brasil

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O sindicato dos servidores do Banco Central (BC) ameaça entrar em greve e interromper, total ou parcialmente, o sistema de pagamento Pix. Os revoltosos tentam pressionar o Governo Federal a conceder aumento salarial. A ameaça foi feita em nota pelo Sindicato Nacional de Funcionários do Banco Central (Sinal). O grupo programou o início da greve por tempo indeterminado a partir de 1° de abril. “A greve poderá interromper, total ou parcialmente, o Pix, a distribuição de moedas e cédulas, a divulgação do boletim Focus e de diversas Taxas, o funcionamento do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB), a mesa de operações do Demab e outras atividades”, disse em nota o Sindicato Nacional de Funcionários do Banco Central (Sinal). A ameaça tem como objetivo inserir os servidores do Banco Central na Medida Provisória que pretende conceder aumento a agentes da Polícia Federal. Nos últimos meses esse tipo de chantagem tem se tornado comum entre algumas categorias do Governo Federal. Durante a pandemia a categoria de servidores públicos foi a única no Brasil que teve a manutenção se seus salários sem nenhuma perda ou ameaça de demissão. Muitos profissionais foram, inclusive, dispensados do trabalho.

PF conclui que Bolsonaro não interferiu na corporação

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A Polícia Federal concluiu que o presidente Jair Bolsonaro (PL) não cometeu crime por interferências na corporação. A investigação foi baseada em denúncia de Sergio Moro, cujo resultado consta em documento enviado ao (STF). O inquérito foi aberto pelo Supremo Tribunal Federal em 2020 após acusações do ex-juiz e ex-ministro da Justiça. À época, logo após deixar o cargo, Moro acusou Bolsonaro de interferir na gestão da Polícia Federal ao pressioná-lo para trocar o então diretor-geral da corporação Mauricio Valeixo e o chefe da PF no Rio de Janeiro. A PF também concluiu que não houve delito de falsa imputação de crime nas acusações de Moro, pré-candidato a Presidência da República. “Concluímos que, dentro dos limites da investigação traçados pelos Exmos. Ministros Relatores, no âmbito da esfera penal, não há nos autos elementos indiciários mínimos de existência de materialidade delitiva imputada ao Senhor Presidente da República Jair Messias Bolsonaro assim como também ao Senhor Sergio Fernando Moro”, relata o documento encaminhado ao Supremo. O relatório da Polícia Federal ainda menciona que nenhuma prova foi encontrada nos quase dois anos de investigação, haja vista que 18 pessoas foram ouvidas, além de análises de dados, perícias, e afastamentos de sigilos telemáticos, cujas testemunhas abordadas defenderam não ter recebido solicitações para interferir ou influenciar investigações da PF.

Presidente do Sindicato dos Rodoviários é agredido por empresário

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Nesta quarta,  Marcelo Brito, presidente do Sindicato do Rodoviários no Estado do Maranhão (Sttrema), participou da greve dos trabalhadores da empresa de transportes Rodolipe. Durante a manifestação, Marcelo foi agredido pelo proprietário da empresa.  A assessoria de comunicação do Sindicato dos Rodoviários informou que desde as primeiras horas desta quarta (30), os trabalhadores da  Rodolipe, que atua no setor de transporte de cargas, decidiram deflgar uma greve.  Durante a ação em frente à empresa, Marcelo Brito foi agredido com um soco no rosto pelo dono da Rodolipe. Assessoria noticiou ainda que Marcelo Brito permaneceu no local junto com os trabalhadores para prestar  esclarecimentos sobre o movimento e a agressão que sofreu,  por reivindicar garantias dos trabalhadores Rodoviários.

Victor Godoy Veiga é nomeado ministro interino da Educação

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O presidente Jair Bolsonaro confirmou a nomeação de Victor Godoy Veiga para o cargo interino de ministro da Educação, no lugar de Milton Ribeiro. Godoy Veiga é secretário-executivo da pasta. Sua nomeação está publicada nesta quarta-feira no “Diário Oficial da União”. Ribeiro pediu demissão do cargo na última segunda-feira, após ter sido atingido por suspeitas de favorecimento a pastores evangélicos na distribuição de recursos do Ministério da Educação. O substituto é servidor público federal, da carreira de auditor ligado à Controladoria-Geral da União (CGU). Godoy também atenderia ao requisito determinado por Bolsonaro na reforma ministerial, com a saída de vários auxiliares para concorrerem à eleição: de que fossem substituídos por técnicos. Não está definido ainda, porém, se ele será efetivado no cargo. O Valor apurou, entretanto, com aliados do governo no Congresso, que caciques do Centrão se movimentaram para indicar o sucessor de Ribeiro. O Centrão controla o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), ligado ao MEC, que administra a gestão de recursos da pasta repassados às prefeituras. O presidente do FNDE, Marcelo Lopes, foi indicado pelo ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira, enquanto diretores do órgão foram apadrinhados por dirigentes do PL e Republicanos.

Bolsonaro recebe alta após passar a noite com desconforto

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O presidente Jair Bolsonaro recebeu alta do Hospital das Forças Armadas (HFA) na manhã desta terça (29), por volta das 6h30. Ele foi internado após sentir-se mal no final da tarde de ontem e precisou se submeter a exames que verificariam uma possível nova obstrução intestinal, o que não se confirmou. Bolsonaro passou mal após o almoço, com dores e refluxo. A informação da internação foi dada pelo presidente do Republicanos durante o evento de filiação dos ministros da Infraestrutura Tarcísio Freitas, e da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, ao Republicanos. Bolsonaro era esperado no evento, mas não compareceu devido ao mal-estar. Tarcísio será candidato ao governo de São Paulo e Damares possivelmente disputará uma vaga no Senado. “Primeira-dama Michelle, receba os nossos cumprimentos, as nossas orações. Tenho certeza que o presidente está bem. São apenas uns exames que ele está fazendo, por isso não está presente aqui”, justificou durante o evento o deputado federal e presidente do Republicanos, Marcos Pereira. De acordo com o ministro das Comunicações, Fábio Faria, em postagem no Twitter no início da manhã, Bolsonaro “está super bem”.

Após alta dos preços da gasolina, Bolsonaro demite presidente da Petrobras

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O presidente Jair Bolsonaro (PL) demitiu, nesta segunda (28), o presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna. A saída do general Joaquim Silva e Luna ocorre após descontentamento do presidente da República com a forte alta dos preços de gasolina e diesel praticados pela estatal no início de março. O último aumento feito pela Petrobras nos combustíveis, há duas semanas, reajustou o preço da gasolina em 18,7%, e do diesel em 24,9%. Os valores se referem ao que foi modificado nas refinarias. No acumulado dos últimos 12 meses até fevereiro, o IPCA dos combustíveis, principal indicador de inflação do Brasil, teve uma alta de 33%. A gasolina subiu 32%, o etanol, 36%, e o diesel, 40%. Valores muito acima do índice geral, que está em 10,54%. Em nota divulgada pelo Ministério de Minas e Energia, o governo federal atualizou a lista dos indicados para o conselho da empresa, apresentada no começo do mês, e incluiu o economista Adriano Pires, apontado para a presidência. A lista tem ainda, como concorrente ao cargo de presidente do Conselho de Administração, Luiz Rodolfo Landim Machado, atual presidente do Flamengo. Para ter efeito prático, os nomes precisam passar por uma eleição dos acionistas, que será realizada na Assembleia Geral Ordinária no dia 13 de abril. Desde 2015, a Petrobras registra forte participação de acionistas minoritários na Assembleia e o conselho atual, com 11 membros, possui três representantes indicados por investidores de mercado.

Lula começa a perder apoio entre a classe política no Nordeste

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A pré-candidatura do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva tem sofrido turbulência na região considerada chave para as eleições deste ano. Após o rompimento da aliança histórica com o PP na Bahia, o partido viu a deputada federal Marilia Arraes se desfiliar do PT na janela partidária. Marília é uma forte liderança em Pernambuco. As movimentações indicam que o apoio massivo ao PT nas eleições de 2006, 2010, 2014 e 2018 pode estar perdendo fôlego. No Maranhão, neste mesmo período do ano antes das últimas eleições, fervilhavam declarações de apoio ao ex-presidente entre toda a classe política. Todos os deputados estaduais e todos os deputados federais declaravam abertamente voto no petista. Isso mesmo sendo integrantes de outros partidos. O entusiasmo de outrora com a campanha do petista nãos e vê em 2022. A desconfiança da classe política é motivada pela perda de apoio popular nos últimos anos. Em setembro de 2021, o Nordeste teve ampla participação nas manifestações contra o PT. No Maranhão, especificamente, a capital São Luís abrigou a maior concentração popular de sua história. Também soma-se a isso o crescente aumento de apoio ao presidente Jair Bolsonaro entre a comunidade evangélica. O fato é que a recuperação do presidente Jair Bolsonaro, a fadiga natural da população nordestina em relação ao PT (que na década de 1990 votava em peso no PSDB) e as condenações por corrupção do presidente Lula podem iniciar o fim do ciclo petista na região.

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