EUA rompe trégua e anuncia série de ataques contra o Irã

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IRÃ, 07 de julho de 2026 — O exército dos Estados Unidos (EUA) atacou o Irã nesta terça (7). Os militares americanos dizem que os ataques são uma resposta a ações do Irã contra três navios comerciais no Estreito de Ormuz. Por isso, o Comando Central dos EUA chamou a ofensiva de “série de ataques poderosos”. Essa ação quebrou a trégua que existia entre os dois países. Os EUA acusam o Irã de atacar os navios nos últimos dias. Os americanos afirmam que a atitude iraniana foi injustificada, perigosa e violou o cessar-fogo. No entanto, o governo do Irã nega as acusações e as considera “perplexas”. Segundo a mídia estatal iraniana, explosões foram ouvidas em Qeshm, Bandar Abbas e Sikir, que são regiões portuárias do país. Antes dos ataques, Washington havia cancelado a licença que permitia a venda de petróleo do Irã. Essa licença foi dada pelo governo Trump como parte dos esforços de paz. No mês passado, EUA e Irã tinham assinado um memorando com 17 pontos. Esse documento era um passo inicial para um acordo mais completo entre os dois. Além disso, eles haviam concordado em estender o cessar-fogo e reabrir o Estreito de Ormuz, que estava bloqueado por forças iranianas. Desde então, negociadores tentavam avançar com o acordo. Os ataques dos EUA acontecem durante o funeral do ex-líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, que morreu em fevereiro. Após o rompimento da trégua, o vice-ministro das Relações Exteriores do Irã, Kazem Gharibabadi, disse que o país vai tomar decisões firmes para proteger seus interesses e a segurança nacional.

Fifa confirma participação do Irã na Copa do Mundo

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MUNDO, 1º de maio de 2026 — A Federação Internacional de Futebol (Fifa) confirmou que o Irã disputará a Copa do Mundo de 2026. A declaração ocorreu durante um congresso em Vancouver. O presidente da entidade, Gianni Infantino, foi quem anunciou a decisão. A participação iraniana havia sido colocada em dúvida. O motivo foram episódios diplomáticos recentes. Além disso, um incidente com dirigentes iranianos no Canadá gerou tensões. O país também viveu desentendimentos com os Estados Unidos e Israel. Infantino afirmou que a seleção iraniana jogará nos Estados Unidos. O sorteio já havia definido essa condição. O presidente da Fifa também recebeu apoio de duas confederações. As entidades africana e asiática declararam suporte à sua possível reeleição. Juntas, elas somam mais de 100 votos no colégio eleitoral. COPA DO MUNDO SE APROXIMA A Confederação Sul-Americana já havia apoiado Infantino anteriormente. Ele está no cargo desde 2016. Agora, o dirigente busca um quarto mandato consecutivo. Infantino assumiu a Fifa após um grande escândalo. Sepp Blatter foi derrubado na ocasião. Desde então, o atual presidente ampliou as receitas da entidade. Ele também expandiu competições, como a Copa do Mundo para 48 seleções. Apesar dos feitos, Infantino enfrenta críticas. Algumas decisões administrativas são alvo de questionamentos. Sua proximidade com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também gera polêmica. A Copa do Mundo de 2026 será realizada em três países. Estados Unidos, Canadá e México sediarão o torneio. Esta será a primeira edição com três nações anfitriãs. O formato também será ampliado. Em vez de 32 seleções, o torneio contará com 48 equipes. Ao todo, serão 104 partidas disputadas. Diversas cidades da América do Norte receberão os jogos. A abertura está prevista para o México. Já a final deve ocorrer nos Estados Unidos.

EUA revela que já gastou US$ 25 bilhões na guerra contra o Irã

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ESTADOS UNIDOS, 29 de abril de 2026 — Os Estados Unidos já gastaram US$ 25 bilhões na guerra contra o Irã. O valor representa a primeira estimativa oficial dos custos do país no conflito. A informação foi revelada pelo controlador interino do Pentágono, Jules Hurst, nesta quarta (29). Ele falou durante audiência no Comitê de Serviços Armados da Câmara dos Representantes, em Washington. Segundo Hurst, a maior parte dos recursos foi destinada a munição. Além disso, há despesas relevantes com manutenção e substituição de equipamentos. O controlador respondeu a perguntas de parlamentares americanos na sessão. O secretário de Guerra, Pete Hegseth, também participou das perguntas. O general do Exército Dan Caine igualmente respondeu a questionamentos. Quando questionado sobre custos e estratégias da guerra, Hegseth fez uma afirmação. Ele disse que “o maior adversário neste momento são as palavras imprudentes, ineficazes e derrotistas dos democratas no Congresso e de alguns republicanos”. A declaração ocorreu na mesma audiência em Washington. INÍCIO DO CONFLITO EM FEVEREIRO A guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã começou em 28 de fevereiro. O conflito teve início após ataques estadunidenses e israelenses. Esses ataques atingiram o país persa. Eles também mataram o então líder supremo islâmico do Irã, Ali Khamenei. Nesta quarta, o presidente americano Donald Trump voltou a ameaçar o Irã. Ele prepara uma extensão do bloqueio naval americano. A medida atinge navios ligados a portos iranianos. A área de atuação é o Estreito de Ormuz.

Irã executou 1.639 pessoas enforcadas em 2025 e bate recorde

Irã Regime

IRÃ, 13 de abril de 2026 – O regime do Irã executou pelo menos 1.639 pessoas ao longo de 2025, conforme dados do relatório anual das organizações Iran Human Rights e ECPM. Esse número representa o maior volume registrado no país desde 1989. A ditadura islâmica aumentou o ritmo dos enforcamentos em 68% em comparação com o ano de 2024. A escalada ocorreu em um contexto de crescimento da insatisfação social no território iraniano. A pena de morte funcionou como uma ferramenta central de repressão durante todo o ano passado. Em média, os carrascos mataram de quatro a cinco prisioneiros por dia. As autoridades buscavam espalhar o medo entre os cidadãos. O objetivo era evitar que novas ondas de protestos ameaçassem o controle dos aiatolás. O combate ao tráfico de drogas serviu de justificativa para 795 mortes em 2025. A maioria das vítimas veio de setores pobres da população. Elas foram condenadas em tribunais sem acesso a um processo justo, apontam as entidades.

Ministro afirma que Irã não jogará Copa do Mundo

ministro Irã

ESTADOS UNIDOS, 11 de março de 2026 – A participação do Irã na Copa do Mundo está em xeque. Ahmad Donjamali, ministro dos Esportes do país, garantiu que a seleção iraniana não participará da competição por conta do conflito que acontece no Oriente Médio. A ida do Irã ao Mundial passou a virar dúvida após a investida norte-americana em ataques aéreos contra o Irã em 28 de fevereiro. O conflito agora envolve outras nações do Oriente Médio. “Desde que este governo corrupto assassinou nosso líder, não há circunstâncias em que possamos participar da Copa do Mundo”, disse Donjamali. Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump garantiu à Fifa que “o Irã será bem-vindo” para disputar a Copa do Mundo, de acordo com Gianni Infantino, que comanda a entidade. O Irã tem jogos marcados nos Estados Unidos e está no mesmo grupo que Bélgica, Egito e Nova Zelândia.

Filho de Ali Khamenei assume liderança suprema do Irã

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IRÃ, 09 de março de 2026 – A Assembleia dos Especialistas do Irã definiu o aiatolá Seyyed Mojtaba Khamenei como novo líder supremo do país. A decisão ocorreu neste domingo (8), no Irã, após a morte de Ali Khamenei em um ataque dos Estados Unidos no fim de fevereiro. O colegiado escolheu o religioso de 56 anos, filho do antigo líder, para ocupar o cargo máximo do regime iraniano. Inicialmente, um dos representantes do grupo, Mohsen Heidari Alekasir, informou que a Assembleia dos Especialistas havia aprovado um nome por maioria. No entanto, ele não revelou a identidade do escolhido naquele momento. Posteriormente, autoridades confirmaram que o novo líder supremo é Mojtaba Khamenei. A Assembleia dos Especialistas reúne clérigos responsáveis por indicar o líder supremo do Irã.

EUA e Israel bombardeiam o Irã em operação conjunta

EUA israel Irã

MUNDO, 27 de fevereiro de 2026 – Os Estados Unidos e Israel realizaram, na manhã deste sábado (28), um ataque ao Irã por meio de uma operação militar conjunta, direcionada a lideranças estratégicas e instalações militares, após ameaças do governo iraniano e declarações prévias sobre a necessidade de uma ofensiva de grande escala. A ação ocorreu em várias regiões e buscou reduzir potenciais ameaças diretas a aliados e forças estrangeiras. Segundo a imprensa iraniana, todo o território nacional ficou sob ofensiva durante o ataque ao Irã, com pelo menos três grandes explosões registradas no centro de Teerã, próximas a uma residência do Líder Supremo, aiatolá Ali Khamenei. Imagens mostraram colunas de fumaça sobre a capital, enquanto ambulâncias foram mobilizadas e hospitais permaneceram em alerta sem balanço oficial de feridos. Autoridades israelenses informaram que dezenas de alvos militares foram atingidos durante o ataque ao Irã, incluindo instalações de comando, centros de comunicação e depósitos de armas. Além disso, fontes de segurança relataram que a primeira onda buscou atingir o maior número possível de líderes militares e estratégicos, em ação coordenada com forças dos Estados Unidos.

Ditadura islâmica matou até 18 mil manifestantes no Irã

Irã relatório

IRÃ, 21 de janeiro de 2026 – A ditadura islâmica matou entre 16,5 mil e 18 mil manifestantes no Irã durante uma onda recente de protestos populares, segundo relatório produzido por médicos que atuam no país e divulgado pelo jornal britânico The Sunday Times, no sábado (17). O documento aponta que a repressão ocorreu no fim de 2025, em diversas cidades iranianas, com uso de armas de uso militar, motivada pela tentativa do regime de conter manifestações iniciadas por razões econômicas. Além disso, o relatório estima que cerca de 330 mil pessoas ficaram feridas durante a repressão promovida pela ditadura islâmica. De acordo com os dados reunidos pelos profissionais de saúde, a maioria das vítimas tinha menos de 30 anos. O documento descreve a ação estatal como um “massacre total” e classifica o episódio como um “genocídio”, termos utilizados para caracterizar a escala da violência registrada nos hospitais. PROTESTOS E REPRESSÃO NO PAÍS Segundo o oftalmologista iraniano-alemão Amir Parasta, que coordenou a coleta de informações, médicos locais relataram choque diante da dimensão dos ferimentos. Ele afirmou ter conversado com dezenas de profissionais que atuaram em zonas de conflito anteriores. Ainda assim, conforme relatado, eles descreveram a repressão atual como a mais brutal em 47 anos de ditadura islâmica no Irã. Parasta também afirmou que agentes do regime ampliaram o uso de poder de fogo em relação a protestos anteriores. Em 2022, segundo ele, forças de segurança utilizavam balas de borracha e armas de chumbinho, sobretudo para atingir os olhos. Desta vez, no entanto, os médicos observaram ferimentos causados por balas e estilhaços na cabeça, no pescoço e no peito das vítimas. Além disso, os protestos tiveram início no fim de 2025, quando a população passou a ocupar as ruas contra o aumento do custo de vida. Com o avanço das manifestações, os atos passaram a incorporar reivindicações pela queda do próprio governo. Os protestos direcionaram-se diretamente contra o regime dos aiatolás, que está no poder há quase cinco décadas.

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