Preço do ovo de galinha dispara no Brasil com novo governo

Eleito prometendo picanha mais barata para o brasileiro, o novo governo não está conseguindo segurar sequer o preço dos ovos de galinha. O preço caixa, com trinta dúzias, registrou forte aumento desde o início do ano. O aumento é considerado um recorde histórico. O ovo branco subiu 14%, já o ovo vermelho aumentou 15.7% no mesmo período. Os dados são do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da USP. Por se tratar da base para uma infinidade de receitas e extremamente difícil de ser substituído, é provável que o aumento no preço dos ovos incida em aumento de outros produtos e acabe tendo peso na inflação. O aumento no preço dos ovos acontece em meio a uma confusão na política econômica do novo governo que ainda não decidiu sobre os parâmetros que deve seguir em sua política econômica. Desde que assumiu, o presidente Lula tem concentrado suas falas em relação à economia quase que exclusivamente em ataques contra o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. Recentemente uma guerra interna entre o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, também tumultuaram os rumos da economia no país. Os dois lideram alas que discordam do tratamento em relação ao aumento do ICMS nos combustíveis. Enquanto o governo não se encontra em relação à economia, o sonho da picanha mais barata no prato dos brasileiros se transforma em ovo mais caro nas prateleiras dos supermercados. As informações são do Bom Dia Brasil
Área econômica do governo Lula em clima de guerra política

O clima de insegurança e confusão absoluta na área econômica do governo Lula parece, enfim, ter sido instaurada oficialmente. Após semanas conturbadas em que o presidente centrou fogo na autonomia do Banco Central e foi rechaçado pelos presidentes da Câmara e do Senado, a confusão migrou para a própria equipe de Lula e uma guerra civil pode ser inevitável. Ao que tudo indica, o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, vai promover um seminário para sugerir ao governo um novo arcabouço fiscal. A notícia pegou de surpresa Fernando Haddad, ministro da Fazenda, e Simone Tebet, ministra do Planejamento, e soou como invasão. A iniciativa de Mercadante é vista pela equipe econômica como uma intromissão do BNDES nos assuntos da Fazenda, que é a quem cabe elaborar a política fiscal do governo. Aliados de Haddad acreditam que Mercadante está preparando uma proposta diferente da Fazenda que deve ser apresentada por Haddad e Tebet. Marcante já atropelou propostas de Haddad em um passado recente. Quando o ministro da Fazenda declarou ser a favor da volta da cobrança do ICMS sobre combustíveis, Mercadante e outros petistas convenceram Lula a manter a isenção e “derrotaram” Haddad. Além do seminário, Mercadante afirmou que o banco vai debater o assunto em uma comissão interna, que conta com a participação do economista André Lara Resende. “O resultado do debate será entregue ao Haddad e a Lula”, disse ele em entrevista ao SBT. “Aqui, tudo vai para o Lula.” O rota de colisão entre Haddad e Mercadante se torna a cada dia mais inevitável.
Dino busca reunir “Time de Lula” após sentir ameaça de oposição

O ex-governador do Maranhão confirmou para sábado (07/05) um novo encontro com aliados para tratar do processo eleitoral após todos os partidos de oposição anunciarem aliança para derrotarem Flávio Dino (PSB) na disputa ao Senado, que avança divido e há indícios de rejeição dentro da própria base governista. O socialista chamou o grupo de “Time do Lula no Maranhão”, cujo debate deve focar sobre programa de governo e contará com a participação dos movimentos sociais. No entanto, o líder do PSB no Maranhão ignora que a chapa de esquerda pró-Lula (PT) dá sinais de esgotamento, haja vista que o ex-presidente petista já é claramente ameaçado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL). Time do @LulaOficial no Maranhão vai se reunir no próximo dia 7 pela manhã, em São Luís. Vamos conversar sobre programa de governo e os movimentos sociais vão se pronunciar. Eu estarei presente. — Flávio Dino (@FlavioDino) May 2, 2022 Avaliação Além de enaltecer a articulação feita pelo senador Roberto Rocha (PTB) rumo ao Senado, a declaração do deputado estadual Adriano Sarney (PV) indica que ele próprio foi excluído de recente reunião de articulação pró-Lula organizada por Dino no Maranhão. No mês passado, a federação entre PT, PCdoB e PV foi oficializada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Por conta disso, o parlamentar postou nas redes sociais e marcou, inclusive, os perfis oficiais do PT Nacional, do Lula e da presidente nacional da sigla, deputada federal Gleisi Hoffmann. “Enquanto Flávio Dino exclui partidos das articulações da pré-campanha de @LulaOficial, seu adversário @RobertoRocha_MA dá uma lição de como se constrói uma verdadeira Frente Ampla. #pvnecessario @ptbrasil @gleisi”, publicou. Isto posto, além de tratar da pré-campanha do ex-presidente Lula no Maranhão, a reunião deve servir para uma avaliação dos impactos da unidade do campo de oposição, visto que o senador Roberto Rocha conta com o apoio, não de oito, mas de 11 partidos em seu projeto de reeleição, se tornando uma ameaça direta a Flávio Dino na busca pela vaga única ao Senado.
Dino é cotado como ministro da Economia em possível governo Lula

A reportagem do G1 anunciou nesta terça (19) que o ex-governador do Maranhão e pré-candidato ao Senado Flávio Dino (PSB) é um dos nomes cotados pelo PT para assumir o Ministério da Economia num eventual governo de Lula. O objetivo seria reeditar a opção de 2003, quando o escolhido foi o médico Antônio Palocci, ex-prefeito de Ribeirão Preto. Segundo Andréia Sadi e Julia Duailibio, o debate em torno do sucessor de Paulo Guedes vêm sendo debatido por emissários do PT com empresários, principalmente agentes do sistema financeiro. Além disso, a deputada Gleisi Hoffmann (PT), afirmou que, caso seja eleito em outubro, o ex-presidente Lula “não tem compromisso de botar um economista” para comandar a Economia. “O Lula já falou que pode ser um político. Ele não tem compromisso de botar um economista, pode ser um político, mas ele é quem vai decidir, nada definido ainda: ele sabe o que fazer na economia, não é Bolsonaro – mas falar em nomes, isso é especulação, não tem nada disso”, afirmou a presidente nacional do PT. O partido ainda não definiu um nome preferencial, mas empresários têm ouvido de petistas os nomes de ex-governadores, entre os quais Camilo Santana (Ceará), Flávio Dino (Maranhão) Jaques Wagner (Bahia) e Wellington Dias (Piauí), que também tem participado de encontros com empresários. O nome do ex-senador Jorge Viana (AC) também é citado. Mais informações em G1.
Rubens Jr se filia ao PT na próxima semana

Na última semana do prazo da janela partidária, o deputado federal Rubens Júnior, que já deixou o PCdoB, vai se filiar ao PT na próxima semana. O parlamentar vai buscar a reeleição na Câmara Federal e a expectativa é que ingresse no Partido dos Trabalhadores na próxima terça (29). Na oportunidade, Rubens Junior falou sobre sua relação histórica com o partido do ex-presidente. “Eu já tenho uma relação histórica com o partido, sempre defendemos as mesmas bandeiras. O partido já me apoiou na eleição de prefeito de São Luís e tenho uma ótima relação com a militância. A minha chegada no partido também é uma forma de reforçar a pré-campanha do presidente Lula e também as pré-candidaturas de Flávio Dino para senador e de Carlos Brandão para o governo do Estado”, afirmou. O deputado ainda chegou a conversar com o Partido Progressistas, mas preferiu atender o convite da parlamentar Gleisi Hoffmann.
PT alerta para diminuição do rebanho de jumentos no Brasil desde 2018

Uma reportagem no site do PT demonstra que o partido está preocupado com a extinção dos jumentos no Brasil em 2022. Segundo a coordenadora Nacional do Setorial de Direitos Animais do artido, Vanessa Negrini, e o secretário Nacional de Meio Ambiente e Desenvolvimento (SMAD), Penildon Silva Filho, há um risco de extinção da espécie neste ano. A nota mostra que o rebanho de jumentos no país vem apresentado queda desde 2018. Segundo a reportagem, feita com base no que dizem Pesquisadores da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ-USP), o abate de jumentos no Brasil desde 2018 deve eclodir com uma possível extinção da espécie em 2022. A presidenta do PT, Gleisi Hoffmann, se manifestou em suas redes sociais contra a extinção dos jumentos. Ela afirmou que o partido não pode permitir a situação. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Gleisi Hoffmann (@gleisihoffmann) Para tanto, o PT exige o fim imediato do abate de jumentos em todo o território nacional. Além disso, o partido sugere financiamento para a reprodução em cativeiro dos jumentos e incentivos fiscais para quem adotar jumentos. Bem como o estabelecimento de parcerias internacionais. Em certa parte do documento, o partido sugere a produção de carne do animal sem o abate (sic).
PT pediu impeachment de todos presidentes não petistas desde 1990

Das mais de 130 denúncias de afastamento de presidentes recebidas pela Casa desde 1990, o partido encaminhou mais de 50