Campeonato Maranhense 2024 será o maior estadual do Brasil

Futebol Maranhão

MARANHÃO, 13 de novembro de 2023 – O Campeonato Maranhense 2024 ampliou o número de jogos, ultrapassando até mesmo estaduais como o Catarinense. Com 18 datas, uma a mais que o limite estabelecido pela CBF, e superando as restrições do Nordeste, o torneio traz mudanças notáveis nesta edição. Marcinho Guerreiro, técnico do Moto Club, mostrou entusiasmo com o novo formato. Com 14 jogos na primeira fase, além de semifinais e final com duelos de ida e volta, o campeonato ganha em atratividade. O treinador destacou a importância do aumento de partidas, proporcionando mais emoção para os torcedores e oferecendo às equipes um tempo mais adequado de competição. O Moto Club, com Marcinho Guerreiro mantido para 2024, está se preparando intensamente nos bastidores. Além da reforma completa do CT Pereira dos Santos, o clube terá uma nova liderança, com a aclamação da chapa de Mário Júnior e Vitor Pflueger para a presidência.

Globo demite comentarista Casagrande

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 O Grupo Globo estaria incomodado com o fato de Casagrande fazer da emissora um “palanque político”. Meses atrás a emissora foi obrigada a indenizar a ex-jogadora de vôlei Ana Paula, comentarista da Jovem Pan, por conta de atacantes do ex-jogador.

Sampaio Corrêa e Moto Club ajustam processos para criação da SAF

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O movimento de clubes tradicionais em direção à Sociedade Anônima do Futebol (SAF), vai se tornando um assunto cada vez comum de ser abordado e absoluto na projeção de clube-empresa no Brasil. No Maranhão, dois dos principais times do estado caminham para a consolidação do projeto: Sampaio Corrêa e Moto Club. O ge Maranhão ouviu representantes dos dois clubes para saber como andam as tratativas e processos para a o projeto ser executado. Pelo lado do Sampaio, a reportagem conversou com o diretor jurídico do clube, Perez Paz. No lado do Moto, o presidente Yglésio Moyses deu a palavra. Sampaio Corrêa O Sampaio Corrêa está próximo de concluir o registro da SAF. Depois recuar em um primeiro momento por conta da alta carga tributária, os dirigentes tricolores e conselheiros encontraram um denominador comum para dar prosseguimento ao projeto. Depois do registro no cartório, resta apenas a aprovação na junta comercial do estado para liberar a criação por completo. Por conta de ser uma modalidade de registro inédita no cartório estadual, houve a demora para a homologação. Em resumo, já é um clube-empresa, faltando apenas o detalhe quanto ao registro. Sendo assim, o o Tricolor já está aberto para ofertas de investidores, que podem adquirir 50% da SAF do clube. De acordo com o diretor jurídico, Perez Paz, o negócio envolverá apenas a parte do futebol, sem o patrimônio imobiliário. Moto Club O Moto Club ainda não tem uma SAF criada. Esbarrando em processos burocráticos e enfrentando uma certa resistência para acelerar a criação, o Rubro-Negro ainda está na fase de ajustes do estatuto do clube. Mesmo a passos lentos, ao menos os dirigentes possuem um “norte” para a ideia do negócio que será feito, após se tornar um clube-empresa. Uma das intenções é centralizar execuções e limitar penhoras. Ainda não há uma porcentagem definida quanto a venda.

Sampaio e mais 22 times cobram mudança no estatuto da Libra

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A criação da Libra (Liga Brasileira de Clubes), que parecia perto de acontecer, acabou sofrendo um revés. Em um manifesto, o Sampaio Corrêa e mais 22 clubes das séries A e B querem analisar e fazer apontamentos no estatuto de fundação da Libra. Dessa forma, após o bloco composto por 23 clubes ter avisado que não participaria de reunião programada para esta quinta (12/05), os fundadores da Libra – formado pelos quatro grandes paulistas, Bragantino, Ponte Preta, Cruzeiro, Flamengo e Vasco – decidiram cancelar o encontro que seria realizado na sede da CBF, no Rio de Janeiro. Em contato com o blog, o vice-presidente do Sampaio Corrêa, Perez Paz, disse que o time maranhense é um dos clubes que assinou a carta do grupo Futebol Forte, cujo bloco realizará um próximo encontro no dia 16, também na capital carioca. O bloco Futebol Forte formado inicialmente por América-MG, Atlético-GO, Athletico, Avaí, Ceará, Coritiba, Cuiabá, Fortaleza, Goiás e Juventude ganhou também a adesão de Fluminense, Brusque, Chapecoense, CSA, CRB, Criciúma, Londrina, Náutico, Operário-PR, Sport, Tombense, Vila Nova e Sampaio Corrêa. Esses clubes ainda não assinaram com a liga brasileira e esperam uma mudança no estatuto que envolve, principalmente, a divisão igualitária de receitas. Perez Paz também confirmou que há várias reivindicações voltadas para a Série B do Campeonato Brasileiro de Futebol, mas estão trabalhando para chegar em um consenso com os clubes que já aderiram à Libra. O estatuto da Liga Brasileira de Clubes prevê que se os direitos de transmissão das Séries A e B forem comercializados em conjuntos, 85% do valor ficará para a primeira divisão e 15% para a segunda. Contudo, o grupo que o Sampaio integra deseja que seja 80-20. Além disso, os clubes da Série B querem um poder de decisão maior, já que, pelo estatuto da Libra, os clubes da Série A têm voto de peso dois em eleições e decisões que vierem a acontecer. Na oportunidade, Paz ressaltou que vai aguardar a reunião da próxima segunda (16/05), no Rio de Janeiro, para falar sobre as divergências (ou não, caso haja acordo). Até aqui, Corinthians, Flamengo, Palmeiras, Red Bull Bragantino, Santos e São Paulo, da elite, e Cruzeiro, Ponte Preta e Vasco, da Série B, já assinaram com a Libra. Já o Grêmio, Internacional, Bahia, Botafogo e Atlético-MG são alguns dos times que ainda não apoiaram nenhum dos lados.

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