“Os trabalhadores não recebem salário”, diz sindicalista

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Nesta segunda (21), os rodoviários de São Luís realizaram a “Manifestação da Advertência”. Em buscam melhores condições de trabalho, a categoria protestou no centro da cidade contra os donos das empresas de ônibus da capital maranhense. Durante a manifestação, os sindicalistas distribuíram panfletos convidando à população para participar da Assembleia Geral que vai acontecer amanhã (22), na sede do Sindicato, centro. Eles planejam discutir a possibilidade de uma greve geral do transporte público de São Luís.   O Anel Viário, no centro de São Luís, foi o ponto de parada do protesto. Joel Nascimento, presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB/MA), discursou durante a ação contra os empresários e a favor dos trabalhadores. “Nós temos que fazer com que esses empresários sintam no bolso. Porque não adianta, de forma nenhuma, a gente pagar uma passagem cara. Os trabalhadores não recebem salário (…)”, disse. Conflito Na última sexta (18), depois de uma nova reunião entre os sindicalistas e as empresas de transporte, o impasse continuou e a greve em São Luís não teve fim. O conflito já dura mais de um mês e não houve paralisação total da frota por determinação da Justiça, que exigiu circulação de 60% dos ônibus. Os trabalhadores, no entanto, mantiveram o estado de greve. A classe patronal oferece apenas 5% de reajuste salarial. Já os rodoviários reivindicam 15% de reajuste salarial; R$ 800 reais de ticket alimentação; e manutenção do plano de saúde concedido aos trabalhadores.

Simplício Araújo releva fator que vai eleger o governador do Maranhão

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Por meio de vídeo divulgado nas redes sociais, Simplício Araújo, pré-candidato ao governo do Maranhão, falou sobre as pesquisas divulgadas recentemente para o cargo mais alto do Estado. “Sempre me perguntam sobre as pesquisas pra governador aqui no estado do Maranhão”, disse o suplente de deputado, afirmando que as pesquisas são uma tentativa de “polarização que nesse momento não significa nada”. Simplício aponta que a polarização, neste momento, é irrelevante porque é a análise da população sobre as propostas dos candidatos que vai decidir o futuro governador do Estado Maranhense. “Quando chegar a hora, o povo vai analisar quem tem propostas e quem tem um plano de desenvolvimento pro Maranhão”, justificou. O suplente de deputado revela ainda que existe “muita narrativa desconexa e especulação” e que as pesquisas não revelam, de fato, o pensamento do eleitorado maranhense porque “setenta (70) por cento da população nem está pensando em eleição, nesse momento, pois está pensando em sobreviver, em ter comida na mesa, em conseguir um emprego pra sustentar a família”. A pobreza nas casas de muitos maranhenses não começou por causa da pandemia. Ela já existia e agora só piorou. De acordo com dados de organizações internacionais, em 2019, quase 20% da população maranhense vivia com renda mensal abaixo de R$ 145. Ou seja, com essa quantia, pais de famílias tinham de se dividir entre comida, higiene e material escolar. Um valor que dificilmente cobre o básico para a manutenção da vida de um ser humano. Simplício afirma que a participação dos mais pobres nas eleições é o fator principal para eleger o novo governador do Maranhão. Neste momento, “esse eleitorado está ‘fora do jogo’, está desinteressado, porque apenas eu tenho uma proposta, estou querendo debater crescimento, desenvolvimento e geração de emprego no Maranhão”, disse. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística mostrou neste ano que o Maranhão é o lugar onde seus habitantes possuem menor renda do Brasil, com R$ 635, enquanto, por exemplo, o Distrito Federal tem a maior, R$ 2.513.

Uso de máscara em locais fechados deixa de ser obrigatório em metade das cidades do MA

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O governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB), assinou novo decreto que desobriga o uso de máscaras em municípios com mais de 70% da população com pelo menos duas doses de vacina contra a Covid-19. Dessa forma, de um total de 217 municípios maranhenses, apenas 102 cidades atendem essa necessidade, cujo número representa 47% dos municípios que estão aptos a flexibilizarem o uso de máscara até mesmo em locais fechados. No caso das cidades em que a taxa de vacinação ainda não chegou aos 70%, isto é, mais da metade das municípios do Maranhão, a utilização do acessório facial será obrigatório em ambientes fechados, mas pode ser dispensável se nesses locais for exigido comprovante de vacinação. Os dados estão atualizados em 15/03/2022, às 17:26 e foram retirados do painel de vacinação estadual da Covid-19 disponibilizado pela Secretaria de Estado da Saúde do Maranhão. Confira as 102 cidades com mais de 70% da população vacinada: Bacabal, Brejo, Lago Verde, Olho D’água das Cunhãs, São Luis Gonzaga do Maranhão, Vitorino Freire, Alto Parnaíba, Balsas, Fortaleza dos Nogueiras, Nova Colinas, Riachão, Sambaíba, São Félix de Balsas, São Raimundo das Mangabeiras, Tasso Fragoso, Afonso Cunha, Aldeias Altas, Buriti, Caxias, Coelho Neto, Duque Bacelar, Araioses, Chapadinha, Mata Roma, Paulino Neves, São Bernardo, Água Doce do Maranhão, Codó, Davinópolis, Imperatriz, João Lisboa, Porto Franco, Senador La Rocque, São João do Paraíso, Sítio Novo, Anajatuba, Arari, Belágua, Itapecuru-Mirim, Presidente Vargas, São Benedito do Rio Preto, Urbano Santos, Vargem Grande, Alcântara, Raposa, São José de Ribamar, São Luís, Bernardo do Mearim, Esperantinópolis, Igarapé Grande, Lago dos Rodrigues, Lima Campos, Pedreiras, Poção de Pedras, São Raimundo do Doca Bezerra, São Roberto, Trizidela do Vale, Cedral, Cururupu, Guimarães, Mirinzal, Pinheiro, Porto Rico do Maranhão, Presidente Sarney, Serrano do Maranhão, Dom Pedro, Governador Archer, Govenador Luiz Rocha, Santo Antônio dos Lopes, São Domingos do Maranhão, São José dos Basílios, Axixá, Barreirinhas, Rosário, Santa Rita, Alto Alegre do Pindaré, Bela Vista do Maranhão, Governador Newton Bello, Igarapé do Meio, Santa Inês, Tufilândia, Barão do Grajaú, Benedito Leite, Lagoa do Mato, Nova Iorque, Passagem Franca, Pastos Bons, Sucupira do Riachão, São Domingos do Azeitão, São João dos Patos, Matões, Parnarama, São Francisco do Maranhão, Timon, Bacurituba, Cajapió, Matinha, Olinda Nova do Maranhão, Palmeirândia, São João Batista, Viana, Junco do Maranhão.

Um Brasil paralisado

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É proibido tocar no potássio brasileiro, um produto essencial para os interesses do país; a agropecuária tem de comprar na Rússia, no Canadá ou onde encontrar, ao preço que encontrar.

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