Deputados do MA não assinam impeachment contra Flávio Dino

Dino Impeachment

BRASÍLIA, 06 de setembro de 2023 – O pedido de impeachment contra o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, que foi protocolado na Procuradoria Geral da República, dos 44 parlamentares que apoiaram, nenhum dos 18 deputados federais do Maranhão assinou documento solicitando afastamento. Curiosamente, quatro parlamentares filiados a partidos que compõem a base do governo, como MDB, PSD e União Brasil, que, juntos, lideram oito ministérios no governo Lula, apoiaram o pedido. Entre os apoiadores, encontram-se parlamentares de oposição e de partidos da base de Lula, incluindo Coronel Assis (UNIÃO/MT), Rodrigo Valadares (UNIÃO/SE), Sargento Fahur (PSD/PR) e Rafael Pezenti (MDB/SC). O pedido de impeachment, proposto por Paulo Bilynskyj (PL-SP), alega crime de responsabilidade relacionado à não entrega e possível destruição das imagens dos eventos ocorridos em 8 de janeiro.

Dino espalha Fake News sobre funcionamento de Suprema Corte

Dino fake

BRASÍLIA, 05 de setembro de 2023 – O Ministro da Justiça, Flávio Dino, espalhou informações incorretas sobre o funcionamento da Suprema Corte dos Estados Unidos quando alegou que não é possível saber a posição individual dos ministros da Suprema Corte dos EUA em cada votação é falsa. Dino fez essas declarações enquanto buscava agradar o presidente Lula, que defendeu a ideia de que a sociedade “não tem que saber” como os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) brasileiro votam em suas decisões. No entanto, a afirmação de Dino contradiz os fatos. Nos Estados Unidos, é possível saber como cada ministro vota em cada caso da Suprema Corte. Quando um caso chega à Suprema Corte americana, há uma sessão aberta ao público em que são feitas as sustentações orais. Em seguida, os ministros se reúnem a portas fechadas para deliberar. Cada ministro pode concordar com a maioria, concordar com o voto mas não com os argumentos, ou divergir. A informação sobre como votou cada ministro é pública e disponível para consulta. No caso mais recente e polêmico da Suprema Corte dos EUA, que envolveu a suspensão da garantia do direito ao aborto no país, foi possível identificar como cada ministro votou. Alguns ministros votaram a favor da suspensão, enquanto outros votaram contra.

Lula defende voto secreto do STF e Dino diz que debate é válido

Dino e Lula

BRASÍLIA, 05 de setembro de 2023 – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu nesta terça (5) que a posição individual dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e os votos de cada magistrado não sejam divulgados – segundo ele, como forma de evitar “animosidade” contra as instituições. “Esse país precisa aprender a respeitas as instituições. Não cabe ao presidente da República gostar ou não de uma decisão da Suprema Corte. A Suprema Corte decide, a gente cumpre. É assim que é”, disse. “Eu, aliás, se eu pudesse dar um conselho, é o seguinte: a sociedade não tem que saber como é que vota um ministro da Suprema Corte. Sabe, eu acho que o cara tem que votar e ninguém precisa saber. Votou a maioria 5 a 4, 6 a 4, 3 a 2. Não precisa ninguém saber foi o Uchôa que votou, foi o Camilo que votou. Aí cada um que perde fica com raiva, cada um que ganha fica feliz”, afirmou. “‘Para a gente não criar animosidade, eu acho que era preciso começar a pensar se não é o jeito de a gente mudar o que está acontecendo no Brasil. Porque do jeito que vai, daqui a pouco um ministro da Suprema Corte não pode mais sair na rua, não pode mais passear com a sua família, sabe, porque tem um cara que não gostou de uma decisão dele”, prosseguiu. Flávio Dino O ministro da Justiça, Flávio Dino, afimou hoje que o modelo de voto secreto no STF (Supremo Tribunal Federal), defendido pelo presidente Lula (PT) nesta manhã, é um “modelo possível”, mas para um debate futuro. No modelo atual no Brasil, os votos de cada ministro são lidos publicamente. Dino, ex-juiz federal, disse que “é válido” debater outras formas de sistema, como ocorre nos Estados Unidos, onde só a decisão do colegiado é divulgada. “[No caso do voto secreto,] a decisão é comunicada de forma transparente, há apenas a primazia do colegiado sobre as vontades individuais. É um modelo possível. Eu não tenho elementos a essa altura para dizer que modelo é melhor que o outro. Em ambos há transparência. Em um se valoriza mais a posição transparente do colegiado, no outro se privilegia a ideia de cada um”, declarou.

Impeachment contra Dino é protocolado pelo não envio de imagens

Dino impeachment

BRASÍLIA, 05 de setembro de 2023 – A oposição no Congresso Nacional apresentou um pedido de impeachment contra o Ministro da Justiça, Flávio Dino, alegando que ele cometeu crime de responsabilidade ao não disponibilizar todas as imagens das câmeras de segurança interna do Ministério no 8 de Janeiro. O pedido foi entregue à Procuradoria Geral da República (PGR), cujo contexto fundamenta que Dino forneceu à CPI apenas as imagens que foram preservadas, excluindo as demais. Logo, a oposição alega que há indícios de que o ministro de Lula agiu ativamente para não apresentar todas as imagens das câmeras de monitoramento, o que, segundo eles, configuraria o crime de fraude processual. Eles argumentam que essa conduta permitiu a perpetração de crimes contra a segurança interna do Ministério da Justiça e Segurança Pública. O pedido de impeachment conta com o apoio de 44 congressistas e foi apresentado pelo Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP). Segundo o deputado federal, a atitude de Flávio Dino prejudicou a investigação e a segurança interna do Ministério da Justiça.

Imagens internas do Ministério da Justiça teriam sido apagadas

Imagens Dino

BRASÍLIA, 30 de agosto de 2023 – Agentes da Polícia Federal trouxeram à tona que as imagens do Ministério da Justiça referentes ao dia 8 de janeiro foram apagadas. As emissoras de televisão Record TV e CNN divulgaram a informação. Inicialmente, o Ministro Flávio Dino afirmou no começo da CPMI que a disponibilização das imagens poderia comprometer as investigações. Posteriormente, mencionou que a autorização do Ministro do STF, Alexandre de Moraes, seria necessária. Com a permissão concedida por Moraes, Dino forneceu somente imagens de duas câmeras externas do ministério, que gravaram a parte frontal do prédio. No entanto, as imagens capturadas pelas câmeras laterais, da parte de trás e internas do edifício foram apagadas, conforme relatado pelas emissoras. O Ministério da Justiça afirmou à Polícia Federal que as gravações são armazenadas por até 15 dias no sistema de circuito interno de câmeras e posteriormente são deletadas para liberar espaço, o que, segundo eles, é o protocolo padrão. Contrastando com essa abordagem, outros órgãos na Esplanada dos Ministérios, como o Ministério das Relações Exteriores, optaram por preservar as imagens, considerando a possibilidade de necessidade das gravações para a apuração de responsabilidades. Conforme informações da Record, fontes internas do Ministério da Justiça informaram à Polícia Federal que o governo não viu necessidade de preservar essas imagens, uma vez que não houve ataque ao interior do prédio. O Ministério da Justiça teve duas janelas danificadas, uma por pedra e outra por bola de gude. Problema contratual As declarações de Dino não esclareceram definitivamente o destino das imagens captadas pelas câmeras de segurança no dia 8 de janeiro. O titular da pasta informou que seu secretário-executivo, Ricardo Cappelli, tem trabalhado por mais de uma semana para recuperar as imagens apagadas. Dino mencionou que o apagamento das imagens teria ocorrido devido a um “problema contratual” com a empresa responsável pelo sistema de segurança. Ele ressaltou que essa empresa não é obrigada a manter as imagens após um certo período de tempo, insinuando que o apagamento seria uma prática rotineira. Entretanto, o Ministro rejeitou a ideia de que o conteúdo desses vídeos teria o potencial de alterar o curso das investigações relacionadas aos eventos do dia 8 de janeiro. Ele descartou que as imagens poderiam revelar detalhes significativos ou influenciar na compreensão dos fatos. “Agora, essas imagens vão mudar a realidade dos fatos? Não, não vão. Não vão aparecer infiltrados e não vai aparecer a prova desse terraplanismo que eles inventaram”, declarou. Repercussão no Maranhão Em reação a essa revelação, o deputado estadual Yglésio Moyses (PSB) expressou indignação nas redes sociais. Em um post, ele expressou sua consternação. “É muita safadeza neste país. Que lixo de república (minúsculas mesmo) viramos […] Um cabra safado desse que foi pra televisão dizer que as imagens pedissem ao STF, se a CPMI quisesse ter acesso a elas e aí ele pega duas câmeras que não mostram nada”, disse Yglésio. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Yglésio Moyses (@yglesio)

Flávio Dino tentou humilhar Carlos Brandão no Palácio dos Leões

SÃO LUÍS, 29 de agosto de 2023 – A política brasileira atualmente passa por uma espécie de catarse existencial em que se tenta impor, à fórceps, a supremacia das versões sobre os fatos. Situação semelhante a de um marido que, ao retornar para casa após um dia de trabalho, encontra o pior inimigo deitado em sua cama. Chocado, ao sair do quarto, o cidadão encontra outro homem, completamente despido, que lhe dá um abraço e diz: “Você hoje lidera esta casa e ninguém interfere nisso. Não existem dois, ou três, ou quatro maridos ao mesmo tempo. É um de cada vez”. Na última sexta (25 de agosto), o ministro da Justiça, Flávio Dino (PSB), protagonizou uma visita polêmica ao Palácio dos Leões. Rumores nos últimos meses dão conta de que ele e o governador Carlos Brandão estão com as relações estremecidas desde a eleição de 2022. Brandão não teria, digamos assim, aceitado o papel de governador figurativo e Dino teria irritado-se com a personalidade do novo governador. Rumores até a última sexta, dia em que constatou-se a realidade. OS FATOS E AS VERSÕES “Temos que olhar os fatos que estão acima de especulações”, disse Flávio Dino ao ser questionado sobre a relação com o governador Carlos Brandão durante sua performance. Os fatos? Foi a primeira vez em meses que Dino foi ao Palácio dos Leões desde que, após as eleições do ano passado, foi ventilada uma crise na relação entre ele e Carlos Brandão. Os fatos? O retorno de Flávio Dino ao lugar se deu na ausência de Carlos Brandão. Os fatos? Dino levou consigo o senador Weverton Rocha, um dos maiores adversários políticos de Brandão. Os fatos? Dois dias após o encontro, Weverton deu entrevista a uma emissora de TV em que criticava o governo de Carlos Brandão. Os fatos? O “retorno triunfal” de Flávio Dino foi evitado pela classe política local por medo de represálias do governador Carlos Brandão. Dos 42 deputados estaduais convidados, apenas 9 compareceram ao show no Palácio dos Leões. Muito barulho, pouca adesão. Estes são os fatos, o resto é nota de enxadrista imprestável que só conhece taco de bilhar. Se havia alguma dúvida do estremecimento da relação entre os dois, não há mais. A não ser que o indagado em questão seja alguém que ache normal visita de ex-namorado da esposa, em período noturno, em sua ausência. Tem gente em situação de anormalidade cerebral que acha normal. Sigamos. FELIPE CAMARÃO E WEVERTON ROCHA Flávio Dino ocupa hoje, pelo menos por enquanto, lugar de proeminência no governo Lula. Dino é para Lula o que Filinto Müller era para Getúlio Vargas. Não sabe quem foi Filinto Müller? Agradeça ao MEC. O fato é que Flávio Dino, pelo menos por enquanto, goza de muito prestígio em âmbito federal. Uma desavença local, por mais desnecessária e arriscada que pareça, não compromete Dino em curto e médio prazo. Se houver um racha agora, Dino tem até 2026 para prepara-se. Caso saia derrotado em 2026, tem mais quatro anos de senador. Neste aspecto, a firula afrontosa contra Brandão, em caso de reação do governador, não compromete. No entanto, não se pode dizer o mesmo der Weverton e Felipe Camarão. Era óbvio que, na ausência de Brandão, qualquer evento no Palácio dos Leões, excetuando-se o presidente Lula, deveria ter em Felipe Camarão o seu maior protagonista. O que não aconteceu. Felipe Camarão foi apequenado por Flávio Dino. Pior que isso: foi apequenado por Flávio que tratou de apequená-lo ainda mais em relação ao senador Weverton Rocha. Fato: absolutamente todas as matérias e comentários tiveram Flávio como destaque, Weverton em segundo lugar e Felipe Camarão, quando lembrado, em terceiro. O que sobre em Brandão parece inexistir em Camarão. Se o entusiasmo da presença do chefe basta para uns, não se pode dizer o mesmo em relação a outros. O senador Weverton sabe que o mentor ideológico de seu “escanteiamento” foi o ministro Flávio Dino. Se fizer jus à inteligência que aparenta ter, deve saber também que a reaproximação de Flávio Dino se dá por puro interesse em ter aliados em Brasília. Weverton é influente no PDT, um partido chave na coalisão de extrema-esquerda que sustenta o governo Lula. Flávio Dino sabe que, para manter seus sonhos de Presidência, ou vice-presidência, vivos em 2026, irá precisar de uma base partidária. Na aritmética do benefício pessoal, hoje o senador adiciona muito mais aos interesses do ministro do que o governador. A pergunta é: Weverton irá aceitar ser reciclado tão facilmente quanto fora descartado? PRESENTE, FUTURO E FUTURÍSSIMO Flávio Dino foi cria de um movimento revoltoso dentro do grupo Sarney. Desconhecido em 2006, foi eleito pelo ex-governador Zé Reinaldo Tavares, que esmagou o Grupo Sarney após o rompimento. Na época, Lula vivia seu melhor momento como presidente após ser salvo pelo próprio Sarney do escândalo do Mensalão. Zé Reinaldo não se intimidou, manteve-se no governo e aniquilou os antigos aliados naquela eleição. Brandão era um dos principais generais de Zé Reinaldo naquela batalha. Dadas as circunstâncias, existem algumas situações a acontecer: rompimento imediato (em minha opinião improvável), rompimento após 24 (em minha opinião provável), a submissão (em minha opinião possível) e o xeque-mate de que não está acontecendo nada (coisa de gente que não acredita no que escreve). É esperar para ver….

Flávio Dino lidera uso de jatinhos da Força Aérea Brasileira (FAB)

Dino FAB

BRASÍLIA, 27 de agosto de 2023 – Os ministros do governo Lula têm aproveitado o direito de voar a bordo de aeronaves oficiais da Força Aérea Brasileira (FAB), utilizando esse privilégio tanto para compromissos de trabalho quanto para estadias nos estados de origem. Dados de registros de voo da FAB revelam que Flávio Dino, ministro da Justiça e Segurança Pública, lidera a lista com pelo menos 64 voos realizados até a semana passada. Em segundo lugar está Waldez Góes (PDT), ministro da Integração, que realizou 59 voos a bordo dos jatinhos da FAB. Camilo Santana, ministro da Educação, membro do Partido dos Trabalhadores (PT), ocupa o terceiro lugar com 51 voos registrados. Nísia Trindade, da Saúde, e Márcio Macedo, secretário-geral de Lula, também estão entre os que utilizaram os jatinhos da FAB frequentemente. A prática também se estendeu a ministros que supostamente defendem causas ambientais. Marina Silva, ministra do Meio Ambiente, que já foi ativista contra emissão de CO2, fez 18 viagens em jatinhos da FAB. Por outro lado, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, registrou apenas uma solicitação de uso. O Ministério da Justiça defende que as viagens de Flávio Dino em aeronaves da FAB estão em conformidade com a legislação atual. De acordo com a lei, ministros de Estado podem utilizar voos da FAB para viagens entre Brasília e suas cidades de origem alegando motivos de segurança. No entanto, é comum que deslocamentos pessoais ou compromissos de trabalho sejam justificados sob a alegação de “segurança”, o que tem gerado discussões sobre o uso adequado desses recursos.

Exibicionismo escandaloso de Flávio Dino começa a ruir

SÃO LUÍS, 24 de agosto de 2023 – Na ânsia de deixar para trás o retumbante, completo e absoluto fracasso no combate à miséria nos tempos em que era governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB) tenta usar o Ministério da Justiça como vitrine de um produto que ele não é. Para isso, passou os últimos meses abusando de declarações bombasticamente inúteis, medidas exibicionistas impossíveis, operações espetacularmente duvidosas e muita, mais muita, propaganda mentirosa. Incialmente a tática deu certo e, graças à imaturidade melancólica da oposição bolsonarista, o ex-mandatário do governo fracassado do Maranhão domou os holofotes da nascente gestão petista. O espetáculo do, segundo análise médica, gorduroso ministro, durou cerca de seis meses. Bravatas sem resposta e mentiras sem contraponto são grandes janelas de oportunidade àquele que tem muita vontade de aparecer. Só que nem sempre dura para sempre. O excesso, não de banha, mas de gabolice, resultou em excesso de atenção. A concordância plena foi transmutada de forma gradativa em dúvida metódica. Petistas começam a incomodar-se com a extravagância de Dino e, em particular, começaram a criticá-lo. A imprensa submissa também. No início de julho o Estadão fez alguns editoriais criticando a predisposição de Dino em dar declarações obtusas sobre tudo. Em meados de agosto, a Folha de São Paulo publicou reportagem em que trazia uma suposta irritação e Lula em relação a Flávio Dino. Por tratar-se da Folha de São Paulo, ficou fácil para o governo desmentir a informação. Contudo, é custoso acreditar que Lula, sendo o Lula que é, tenha ligado e parabenizado Dino por uma operação da Polícia Federal que ofuscou o lançamento do PAC 3. Mas, a notícia foi dada pela Folha, então… Na semana passada mais um editorial, desasa vez direto, evidenciado a tática de Dino de espetacularizar o cargo que ocupa. Agora, após o início do governo, o Poder 360 publica matéria em que divulga uma queda na busca por Flávio Dino no Google e a ascensão de Fernando Haddad. Hoje o ministro da economia tem preferência nas buscas realizadas na ferramenta. “Conforme o Google Trends, responsável por disponibilizar dados sobre os números de buscas, Haddad acumula 34% das pesquisas em relação aos demais ministros do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Há 3 meses, ele contava com 25%”, diz a notícia mostrando um crescimento de Haddad. Se não fosse pela absoluta imbecilidade da oposição bolsonarista, incapaz de pesquisar minimamente sobre os 7 anos da fracassada e desastrosa gestão comunista no Maranhão, Flávio Dino não teria tido mais do que algumas semanas de prestígio midiático. Contudo, segundo disse Abraham Lincoln; “Você pode enganar uma pessoa por muito tempo; algumas por algum tempo; mas não consegue enganar todas por todo o tempo.” O apocalipse adiposo parece ter sido desencadeado ou Flávio Dino irá virar o jogo e apenas perder gordura?

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