A marcha dos conquistadores?

Marcio Jerry e Weverton

A foto do senador Weverton Rocha (PDT) ao lado do deputado Márcio Jerry (PCdoB) é o presságio de um massacre. A pose dos dois, como se marchassem na frente de um exército viking rumo aos muros de uma cidade desprotegida, deve ter causado calafrios no já combalido vice-governador Carlos Brandão. A aliança entre Weverton e Jerry (maior conselheiro político do governador Flávio Dino) tem significados que vão muito além do que se pode observar. A foto, e isso é minha opinião, é o maior registro político da história recente do estado. Nem mesmo a forçada de barra naquele famigerado encontro amoroso/político no banco da Praça Pedro II em 2020 carregou tanto simbolismo. Vamos deixar os namoricos para lá e voltar a falar de coisa séria. Essa foto mostra que, muito provavelmente, enquanto Carlos Brandão brincava de acusar os outros de traidores no fim do ano passado, Weverton Rocha já pensava vários lances na frente. E quando Brandão chegava, sempre chegava atrasado para assistir a derrota que já acontecera. Tudo o que Flávio Dino mais precisa neste momento é de conciliação. Qualquer centímetro de beligerância que desemboque nos acontecimentos que o levaram a ser derrotado nas eleições de 2020 deve ser evitado. O senador hoje tem o apoio do presidente estadual do PCdoB, presidente da Assembleia, do prefeito de São Luís, da maioria dos prefeitos do interior, da maioria dos deputados federais e estaduais… Brandão tem Duarte Jr e Josimar de Maranhãozinho.   Weverton aparece marchando ao lado de aliados, Carlos Brandão segurando microfone e tendo surtos de justiçamento político. Precisa de algo mais? A elegância da brutalidade com que Weverton Rocha trucida o adversário também chama a atenção. Sempre com voz baixa, humilde, mandado indiretas por meios de camisas, pregando união enquanto esquarteja de forma voraz os planos políticos do vice-governador. OU alguém tem coragem de discordar da violência política que foi essa foto?   Um ano antes da eleição o inimaginável aconteceu: Weverton não só colocou Brandão na defensiva, enfiou em um espeto e colocou em cima do balcão enquanto coloca o carvão na churrasqueira e espera Márcio Jerry levar o isqueiro.

Por que Flávio Dino cancelou o cancelamento de aniversários, batizados e casamentos?

cropped Flavio Dino

Talvez Flávio Dino, ao lado de João Dória, seja o maior crítico do “negacionismo” do presidente Jair Bolsonaro que insiste em dizer que o país não pode parar por conta da pandemia. São centenas, talvez milhares, as publicações do comunista que recriminam o presidente. Nesta semana o governador teve a oportunidade de realizar na prática as medidas que canta em verso e prosa em suas redes sociais. Mesmo que de forma tímida, anunciou medidas de endurecimento do distanciamento social que foram revogadas horas depois. A decisão de “cancelar o cancelamento encerra” extraoficialmente o governo de Flávio Dino. Agora toda e qualquer decisão, cada mísero centavo gastos (ou roubado), terá como meta as eleições de 2022. Mesmo consumido por uma tara em decretar lockdown total, o governador sabe que a decisão no ano quer antecede a eleição é perigosa.   Ao ver que seu novo aliado deu com os burros n’água ao impor novas medidas de restrição e distanciamento, Flávio Dino voltou atrás de sua decisão de proibir aniversários, casamentos, batizados e eventos de até 150 pessoas. Está “tudo liberado” e assim ficará até a eleição. Flávio Dino sabe que após oito anos terá muito pouco a oferecer em 2022. Com sua impopularidade crescendo visivelmente nas redes sociais, é esperado que o governador enfrente dificuldades ao ter que explicar o que fez ao Maranhão após oito anos de governo. E uma simples observação dos fatos revela que ele fracassou miseravelmente ao “salvar o estado”. Ou alguém acha que após oito de Flávio Dino algo mudou para melhor? “Para melhor”, repito! Flávio Dino sabe que não terá nada a mostrar em 2022 além de sua conversa fiada anti-bolsonaro engana trouxa. Sabe que não terá nada como legado além de índices de desenvolvimento humano pior do que os que entregou, um punhado de obras miseráveis, muitos escândalos de corrupção e aumento da dívida pública. Cancelar o cancelamento de festas de aniversário e ventos similares foi uma decisão acertada. Mas, não pensem que o governador fez isso por vontade própria. Tentou e desistiu porque eleição importa muito mais, até mesmo, do que ele mesmo fala todos os dias em suas redes sociais.

Jair Bolsonaro enviou R$ 36 bilhões ao Maranhão em 2020

Flavio Dino Genocida

Os municípios, governo do Maranhão e população receberam , entre recursos e benefícios, aproximadamente R$ 36 bilhões em recursos do Governo Federal. Os dados podem ser encontrados no Portal da Transparência, Localiza SUS e Senado Federal. Juntos, os 217 municípios e mais o governo de Flávio Dino receberam R$ 18,9 bilhões de reais. Para se ter uma ideia do volume dos recursos, todo as receitas do Governo Estadual em 2020, aprovado pela lei orçamentária em 2019 antes da pandemia, previa cerca de R$ 19 bilhões de reais. Outros R$ 13 bilhões foram enviados por meio de benefícios aos cidadãos maranhenses e mais R$ 3,4 bilhões foram enviados apenas parea serem gastos com gastos rotineiros de saúde e no combate à Civid-19 #FlávioDinoGenocida Apenas o Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus (LINK) , uma das medidas tomadas pelo Governo Federal no ano passado, representou um acréscimo de aproximadamente R$ 1 bilhão de reais para investir do estado em 2020. Foram R$ 250 milhões para investir conforme critérios de população e incidência de COVID-19; R$ 732 milhões de livre aplicação e mais R$ 318 milhões pela suspensão no pagamento da dívida. As despesas com saúde em 2020 (LINK), segundo o Portal da Transparência do Governo do Estado, indicam que os gatos do setor deveriam ser de aproximadamente R$ 2.5 bilhão. Logo, apenas o Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus garantiu ao governador um acréscimo de 50% do orçamento que ele havia programado. Com esse montante, Flávio Dino poderia ter reativado o programa dos 65 hospitais de 20 leitos durante a pandemia. E quem diz isso é a matemática simples. O custo para o governo de cada unidade era de R$ 100 mil por mês ao término do governo Roseana Sarney. Dadas as correções e inflação, digamos que esses valores tenham aumentado para R$ 150 mil. Feitas as contas simples de multiplicação, Flávio Dino iria ter que gastar aproximadamente R$ R$ 120 milhões para reativar toda a rede de hospitais pelo interior do estado. Após os repasses do Governo Federal, Flávio Dino não reabriu os hospitais porque não quis! E fica a pergunta, quantas vidas poderiam ter sido salvas se o programa tivesse sido reativado? Flávio Dino, que tanto acusa Bolsonaro de ser genocida, não salvou milhares de vidas de maranhenses porque não quis. Ou alguém no governo, ou fora dele, irá negar que uma rede de 65 hospitais pelo interior do estado não iria salvar vidas? Vão negar a ciência?

Governo de Flávio Dino vai gastar R$ 140 mil com “flores naturais” em 2021

Flavio Dino

O Diário Oficial do dia 14 de janeiro de 2021 traz a homologação de um pregão presencial, no mínimo, curioso. O documento atesta que o governo de Flávio Dino irá gastar R$ 140.649,05 para adquirir “flores naturais”. A secretaria responsável pelo pedido é a Casa Civil, ligada diretamente ao governador. A empresa responsável pelo pedido será a R.V.N. Serviços e Comércio Ltda. Levando-se em conta valores de mercado, se o dinheiro do pagador de impostos for usado na compra de rosas vermelhas, o governador poderá fazer uma piscina com pétalas de 14 mil rosas. Contudo, Flávio Dino pode ser mais exigente e exigir a compra de orquídeas, uma flor mais nobre. Dessa forma o governador poderá desfilar em um corredor com 1500 flores. A ornamentação também pode ser usada nos bancos da praça Pedro II para ornar encontros de casais apaixonados que acontecem por aquelas bandas. Antes de assumir o governo, Flávio Dino costumava criticar a ex-governadora Roseana Sarney  pela compra de lagostas. Quem diria que 6 anos após prometer “revolucionar o estado” e fracassar desgraçadamente na promessa, o governador termine seu mandato gastando nosso dinheiro comprando flores naturais.

Eduardo Braide imita espetáculo grotesco de Flávio Dino

Eduardo Braide

Os sensatos sempre irão esperar um ato de mesquinharia de Flávio Dino. Após seis anos de “libertação gloriosa do Maranhão das garras malignas dos sarneys”, o governador fracassou miseravelmente, não cumpriu nenhuma promessa e piorou o que encontrou. Estes são fatos! Primeiro eleito da nova geração de políticos maranhenses, todos esperam de Eduardo Braide o inverso de Flávio Dino. Ao invés de parasitar a máquina para aliados, espera-se efetividade administrativa. Ao contrário dos constantes espetáculos entorno de realizações miseráveis, o ludovicense aguarda realizações verdadeiras. E a infeliz atuação do governador nas redes sociais… Bem, essa aí não precisa de comentários. Nesta semana o governador Flávio Dino decidiu imitar João Dória e espetacularizar a vacina. Preparou um circo, vestiu um colete, tratou de aglomerar muita gente como manda o protocolo e mandou brasa. Vai ser preciso explicar a baixaria que é transformar uma campanha de vacinação contra uma praga que já matou centenas de milhares de pessoas em ato polítiqueiro? Creio que não… Poucas horas depois do show de Flávio Dino, que se vangloriou de uma situação que foi possibilitada por seus adversários. Sim! Flávio Dino tentou roubar uma realização de adversários. A vacina foi produzida graças a Dória e distribuída graças ao governo Bolsonaro: ambos adversários de Flávio Dino. Mas, isso é assunto para um áudio vindouro. Voltando ao assunto. Poucas horas após o espetáculo de Flávio Dino, Eduardo Braide apareceu em situação muito parecida realizando o mesmo ritual bisonho. Coletinho, passinho para o lado para ficar bem na foto e pose de quem é responsável por aquilo. Braide errou ao imitar o governador. Queria fazer marketing? Pelo menos que fizesse de forma autêntica. Que colocasse o primeiro curado para vacinar a primeira pessoa. Que colocasse o médico mais antigo da rede municipal para fazer a tarefa. Não que imitasse de forma mentecapta um governador mentecapto. Graças ao Bom Deus Flávio Dino não ficou sabendo dos planos de Eduardo Paz no Rio de Janeiro (que montou um posto de vacina no Cristo Redentor). Se soubesse, muito provavelmente iria armar uma barraca no meio da ponte do São Francisco com queima de fogos (superfaturada, é claro) e baile funk. Será que ao lado, na Bandeira Tribuzzi, teríamos Braide com show sertanejo? Pois é… Abra o olho, prefeito. Você não foi eleito para ser a cópia de uma imitação.

Flávio Dino vai demorar 4 anos e gastar R$ 200 milhões para entregar hospital

Hospital da Ilha

Em setembro de 2017 o Hospital da Ilha foi oficialmente anunciado pelo governador Flávio Dino (PCdoB). Apesar da necessidade da nova unidade, o que se observa é lentidão nas obras e um ralo de dinheiro público que deve consumir mais de R$ 200 milhões. Crítico frequente da gestão na saúde do governo Bolsonaro durante a pandemia, a lentidão no término das obras do Hospital da Ilha levanta suspeitas sobre a gestão comunista no setor. Se tivesse sido terminado em 2020, momento do início da pandemia, poderia ter ajudado a salvar milhares de vidas. Contudo, as obras se arrastam até hoje e dificilmente serão entregues antes de setembro. Apesar da demora, o Ministério Pùblico, aquele mesmo que pretende acabar com o Carnaval, ainda não se manifestou sobre as obras. Dessa forma, Flávio Dino iniciou dois anos antes da pandemia uma obra que irá ser entregue dois anos dois da crise. Competência? A tragédia administrava já rivaliza com desgraça promovida na Estrada do Araçagy. A obra já virou motivo de piada entre a população de São Luís e escancara o fracasso absoluto do governo na gestão da saúde e da infraestrutura na capital maranhense.

“Férias da pandemia” acabam e Flávio Dino volta ao governo nesta segunda (18)

cropped Flavio Dino

Após passar quase duas semanas de “férias” em um dos piores momentos da pandemia, o governador Flávio Dino (PCdoB) deve voltar ao “trabalho” na próxima segunda (18). Mesmo afastado do governo em local desconhecido, Flávio Dino foi ativo nas redes sociais em relação às suas críticas ao presidente Jair Bolsonaro. O governador maranhense é um dos que culpam Bolsonaro pela crise em Manaus e clamam por seu impeachment. Em sua volta é esperado que Flávio Dino promova uma reforma administrativa em seu governo para preparar a gestão para as eleições de 2022. O governador deixou claro em várias ocasiões que sua principal meta neste ano será reorganizar a base governista para o próximo ano. No curto período em que assumiu o governo, o vice-governador Carlos Brandão (Republicanos) direcionou todas as suas forças para ser derrotado na eleição da Federação Maranhense dos Municípios (FAMEM).

Flávio Dino tem surto psicótico e elogia economia de país quebrado

cropped Flavio Dino

No ano passado a Argentina perdeu cerca de 12,9% do seu PIB. Em termos comparativos, no Brasil a perda não chegou a 5%. Os números da Argentina representam a maior queda entre todos os países da América do Sul. Antes mesmo da crise provocada pela Covid-19, o país já enfrentava dois anos seguidos de recessão. Ainda em 2020 entreram em moratória técnica e tiveram que renegociar uma dívida de 300 bilhões de dólares com credores. Sob a gestão de Alberto Fernández, a inflação alcançou 35% no acumulado, um caos. O desemprego no país também avança ano após ano. A Dívida Pública do governo argentino chegou a 90% do PIB. Cerca de 40% da população do país foi jogada na pobreza pela crise econômica. A lista das empresas multinacionais que abandonam a Argentina aumenta a cada mês. Já compõe a lista Latam, Qatar Airways, Emirates, Air New Zealand, Pierre Fabre, Saint Gobain Sekurit, Basf, Axalta, Gerrescheimer e Nike. Não é preciso ser especialista em economia ou experiente no uso do Google para perceber que a Argentina é um país quebrado e que não deveria ser exemplo para absolutamente ninguém em estado mental saudável. Excluindo-se, obviamengte, os loucos. Apesar da realidade espancar o juízo de qualquer declaração contrária, o governador do Maranhão “elogiou” a atuação do governo Argentino na economia. Tudo por conta de um investimento pífio anunciado pela Ford na Argentina divulgado pelo presidente argentino comunista, Alberto Fernández. O mercado é imprescindível. E esse Tweet lembra que os governos também são. Ter ou não ter governo faz uma enorme diferença. https://t.co/cTZo5ons2b — Flávio Dino (@FlavioDino) January 12, 2021 Está louco…

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