Roberto Rocha chama Flávio Dino de “Papai Noel Comunista”

O senador maranhense, Roberto Rocha (sem partido), criticou algumas ações feitas pela gestão do governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB). Por meio de suas redes sociais, Roberto Rocha advertiu sobre a política adotada pelo governador que já tomou milhares de motos de maranhenses, depois, em pré-campanha, distribui capacetes e, no Natal, aumenta significativamente o IPVA. Na oportunidade, o parlamentar fez uma analogia com o período de natalino, afirmando que o “Papai Noel comunista tem o saco na goela”. “É o social imoral, que dá com uma mão e toma com as duas”, finalizou.
Polícia Civil do Maranhão organiza manifestação contra o Governo Flávio Dino

A diretoria da Polícia Civil do Maranhão irá realizar nesta sexta (17), uma manifestação contra o Governo Flávio Dino. A razão do protesto é o reajuste concedido pelo governador após sete anos, considerado insuficiente pela categoria. Segundo informações, o diretor da instituição disse que foi traído pelo Secretário de Segurança, Jefferson Portela, e afirmou que haverá convocação de uma Assembleia Geral para discutir a situação. Para os policiais civis, o governo está se utilizando de propaganda enganosa para afirmar que teve o maior aumento do profissionalismo público do Brasil. Por essa razão, o Sindicato dos Policiais civis do Maranhão publicou uma nota, que repudia o governo do Maranhão, com a desvalorização da categoria e a destinação de apenas 8% para os profissionais, levando em consideração aos 7 anos sem qualquer aumento. Os policiais divulgaram uma nota de repúdio contra o governador. NOTA DE REPÚDIO O Sindicato dos Policiais Civis do Maranhão vêm a público repudiar a destinação, perpetrada pelo Governador do Maranhão Flávio Dino, de incompreensíveis 8% aos vencimentos dos policiais civis. Acrescenta-se que o Governador, de forma humilhante e degradante, parcelou referido percentual em duas vezes, fevereiro e Março. A destinação desse percentual é desrespeitoso e revoltante, levando-se em consideração o longo período, mais de 07 anos sem qualquer tipo de aumento, somada a arrecadação da Polícia Civil de mais de R$ 350.000.000,00 (trezentos e cinquenta milhões de reais) aos cofres públicos. Vale frisar, o desrespeito as viúvas e órfãos de policiais civis que perderam suas vidas durante o enfrentamento da pandemia do COVID e que tiveram que amargar em suas pensões o humilhante percentual de 8%. O discurso de democracia do Governador não prevaleceu na destinação do percentual de 8%, principalmente porque este Sindicato esgotou todas as vias diplomáticas de negociação, de forma ordeira e honesta, sem que tivesse ouvido do Governador qualquer manifestação, em claro tom totalitário. Esperava-se que o Governador, que entoa o discurso de justiça e igualdade, tivesse a dignidade e bom senso de reconhecer a importância da polícia civil, concedendo à classe um aumento justo, que ao menos contemplasse a perda inflacionária desse longo período. Por fim, em nenhuma outra profissão, os profissionais expõem de suas vidas e de suas famílias, em prol da defesa e proteção das demais, isso não nos faz mais importantes, porém, ressalta o sacerdócio de nossas atividades. Klinger Lima de Moura FilhoPresidente do Sindicato dos Policiais Civis do Maranhão
A falácia da subida de Brandão e do esvaziamento de Weverton

Nos últimos dias foi massificada a tese de que o senador Weverton Rocha (PDT) vem perdendo aliados em uma espécie de debandada. As notícias afirmam que o apoio de políticos de baixo clero provam o crescimento do vice-governador Carlos Brandão e o enfraquecimento do pedetista. A adesão de políticos de baixo ao candidato governista é mais do que esperada seja quem for o candidato e quem quer que seja o adversário. O que conta são os líderes. E, neste cenário, todas as investidas de Brandão são inúteis. Pelo mens até o momento. A maior parte da bancada federal apoia o senador Weverton Rocha no primeiro turno. Na bancada do senado o apoio é nulo. Dos dois senadores, além do próprio Weverton Rocha, nenhum apoia Carlos Brandão. Entre os prefeitos, mesmo tendo a máquina consigo, Brandão não consegue sobrepujar Weverton Rocha e nem o deputado federal Josimar de Maranhãozinho. Além disso, as investidas nas figuras consideradas capitais para a eleição também são malsucedidas até agora. Caso do presidente da Assembleia Legislativa, Othelino Neto. É claro que há em curso uma estratégia de esvaziamento da candidatura d senador Weverton Rocha. É claro que Carlos Brandão tende a agigantar-se nos próximos meses. Contudo, declarar êxito na estratégia por conta de dissidências de figuras que são livres como táxis é uma falácia. Nem um pouco surpreendente é atrair o apoio dos pequenos com a certeza de assumir o governo, temporariamente, no futuro. Mérito é manter o apoio dos grandes mesmo com as mais fortes investidas do outro lado. A pergunta que deve ser feita é: existiria disputa se os lugares estivessem invertidos? Todo o resto é achismo, falácia e conversa fiada.
Flávio Dino esconde dados sobre fracasso da Segurança Pública no interior

Dado o fracasso da Segurança Pública no Maranhão, o Governo do Estado não está divulgando informações sobre homicídios e crimes violentos ocorridos no interior do estado. Há no Maranhão uma onda de chacinas no interior após a tomada de quase todas as cidades pelo tráfico de drogas. A sonegação das informações foi constatada em 1ª mão pelo blog Atual 7. Segundo o site, quem acessa a página onde deveriam estar os dados encontra apenas um alerta de que está “em manutenção”. A informação foi confirmada pelo Blog do Linhares. Os únicos dados disponíveis são referentes à Grande São Luís. No entanto, até mesmo os dados púbicos ocultam estatísticas importantes, como o feminicídio. A metodologia para aferição dos crimes também está fora do ar. “O cenário de apagão estatístico perdura há pelo menos seis meses, período em que o ATUAL7 passou a tentar acesso aos dados. Em setembro, a reportagem solicitou posicionamento da pasta sobre a falta de transparência, mas até hoje não houve qualquer resposta”, diz a notícia do Atual 7. Desde o início do primeiro governo de Flávio Dino, em 2015, a Segurança Pública do Maranhão é comandada pelo delegado de Polícia Civil Jefferson Portela.
Números que incomodam…
Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por José Linhares Jr | Jornalista (@blogdolinhares)
Domínio de facções impõe onda de chacinas no interior do Maranhão

Entre 3 e 9 de dezembro foram registradas duas chacinas no interior do Maranhão. As tragédias reforçam a falência do sistema de segurança pública do estado após sete anos de governo comunista. A polícia suspeita que os dois crimes tenham relações com o tráfico de drogas, que avançou no interior assustadoramente nos últimos anos. No dia 3 quatro homens foram mortos na primeira chacina em uma casa no município de Lago da Pedra. Um grupo formado por cinco assassinos não identificados invadiram a casa em que estavam as vítimas e atiraram várias vezes contra os quatro homens. Na casa em que os quatro homens foram assassinados, os policiais encontraram papelotes com drogas, cadernos com anotações de lucros e materiais utilizados na venda de entorpecentes. Ontem (08) três homens foram metralhados no trecho da BR-222 que liga as cidades de Vargem Grande e Itapecuru-Mirim. O veículo foi trancado e dezenas de disparos foram realizados contra os ocupantes. Entre as vítimas estava um professor da Universidade Federal do Maranhão. Um dos passageiros chegou a abandonar do veículo e fugir, mas foi alvejado com diversos tiros durante a fuga e morrer. Moradores do entorno acreditam que os três foram confundidos por uma facção criminosa e acabaram sendo mortos por engano.
Em ato de honra e coragem, Luciano Leitoa entrega cargos no governo

Em tempos de política tomada por traidores, ingratos, chacais e fingidos, é muito difícil encontrar no Maranhão exemplos de grandeza política. Exemplos em que o valor da palavra tenha mais peso do que o preço da desonra são raros. E veio de Timon um dos maiores exemplos de que, apesar da desilusão com a política, ainda resta esperança. O ex-prefeito de Timon, Luciano Leitoa (PSB), e seu grupo político decidiram entregar os cargos no governo do estado em uma atitude inédita na história política recente do estado. A ação, exposta em publicação nas redes sociais, revela a motivação da entrega do cargo. De forma muito respeitosa, Leitoa explica que a decisão se deu de forma a facilitar a acomodação dos aliados do vice-governador Carlos na estrutura do governo na região. Leitoa é aliado do senador Weverton Rocha (PSB) e deve apoiá-lo no ano que vem para o governo. A postura do ex-prefeito revela um senso de lealdade incomum e acontece na mesma semana em que vários políticos abandonaram seus grupos políticos para manifestar apoio a Carlos Brandão. Evidentemente, após ser escolhido pelo governador Flávio Dino, o vice-governador irá atuar da forma que todos os anteriores a ele atuaram: usando guarda-chuva do governo para abrigar aliados. Faz parte do jogo. Em um estado de política inglória tomada por convicções tão fortes quanto folhas de papel higiênico, já se observam os desertores promovendo a sujeira que se espera. Tanto faz, faz parte do jogo. Como faz parte o esquecimento destes mesmos. Já Luciano Leitoa proporcionou um ato que será enaltecido e lembrado pelos que admiram a boa política. Tenho cá com meus botões se o próprio Brandão não deve pensar, pensará ou pensou: “Seria ótimo se ele estivesse do meu lado”. Alguém duvida? Evidentemente o comunicado de Luciano Leitoa possui erros. Como no trecho em que afirma, de forma mentirosa, que o ex-presidente Lula foi inocentado. Não, meu senhor. Os processos do ex-presidente Lula foram enviados para outras instâncias e reiniciados após ele ser condenado em todas as instâncias possíveis dentro do sistema judiciário brasileiro. Mas, esse pequeno delito não irá ofuscar ou apagar a grandeza alcançada pela escolha pela honra ao invés da traição.
Flávio Dino determina institui “passaporte a vacina” no Maranhão
O governador Flávio Dino (PSB) instituiu uma série de protocolos de prevenção à disseminação da Covid-19. O motivo é o surgimento da nova variante, a Ômicron, de origem sul africana, com a confirmação de casos no Brasil. Medidas como, a exigência do “passaporte da vacina” em eventos, estaria inserida na portaria. Publicada no Diário Oficial do Estado no último dia 30, a portaria prevê alguns requisitos para ter acesso a eventos. As pessoas precisam estar vacinadas ou que apresentem na entrada do evento, exame de Reação em Cadeia de Polimerase (PCR) negativo para Covid-19 ou exame de antígeno negativo para Covid-19, efetuados até 72 horas antes do evento. O objetivo da portaria, segundo o governo, é atualizar e consolidar as normas estaduais destinadas à contenção do coronavírus, na forma do Decreto nº 37.176, de 10 de novembro nº 2021. Isso representa um recuo de Flávio Dino, após uma flexibilização precipitada dos protocolos sanitários de prevenção à Covid-19. Ao se deparar com o novo avanço da doença em países europeus e com o aparecimento da Ômicron, o governador maranhense se viu obrigado a voltar atrás, após decreto dos protocolos de saúde. Apesar da portaria, Flávio Dino não assinou o ato, transferindo a responsabilidade ao secretário da Casa Civil, Diego Galdino.