Dino discute com Moro, Flávio Bolsonaro e Marcos do Val

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O ministro da Justiça, Flávio Dino, compareceu no Senado para prestar informações aos parlamentares e travou novos embates com adversários do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Congresso. Desta vez, com os senadores Sergio Moro (Podemos-PR), Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Marcos do Val (Podemos-ES). Dino afirmou ao ex-ministro da Justiça e ex-Juiz Sergio Moroa Moro, que nunca fez conluio com o Ministério Público. “Eu fui juiz. Nunca fiz conluio com o Ministério Público. Nunca tive uma sentença anulada. Repilo veementemente qualquer ofensa. Quem tem honra age assim. É a contundência dos justos.” Ao senador Marcos do Val, ele disse que o parlamentar pode ser da Swat, mas que ele é dos vingadores, em alusão aos super-heróis do Universo Cinematográfico da Marvel. “Não precisa de o senhor ir para a porta do Ministério da Justiça fazer vídeo de internet. Se o senhor é da Swat, eu sou dos Vingadores. O senhor conhece o Capitão América? Homem-Aranha? Então é assim que a gente faz o debate democrático.” Já para o filho 01 do ex-presidente Jair Bolsonaro, o ministro afirmou que Flávio Bolsonaro conhece bem as narcomilícias.

Flávio Bolsonaro denuncia Dino por abuso de poder

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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) acionou à Procuradoria-Geral da União (PGR) contra o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, por abuso de autoridade e interferência na investigação sobre os atos extremistas do 8 de Janeiro. Na solicitação realizada nesta terça (2), o parlamentar diz que Dino tentou associar a responsabilidade dos vandalismos às figuras ligadas ao governo anterior. Também questionou falas que indicam conhecimento sobre a investigação que corre em segredo de justiça. As acusações do filho mais velho do ex-presidente fazem alusão à entrevista de Dino ao canal ICL Notícias em 25 de abril. ocasião esta que Dino disse saber que generais tiveram participação na tentativa de golpe. Ao mesmo tempo, destacou o caráter sigiloso das investigações e da impossibilidade de órgãos governamentais terem acesso aos inquéritos. “São traidores do Brasil. Juraram defender a Pátria e participaram de uma conspiração”, disse o ministro. De acordo com Flávio Bolsonaro, essa afirmação contradiz o sigilo das investigações e coloca em xeque uma possível intervenção do governo no processo. Para o senador, ao divulgar informações sigilosas no curso da ação, Dino infringiu a Lei 13.869 de 2019, que trata de dos crimes de abuso de autoridade. “É fato incontroverso que alguns dos inquéritos que apuram os fatos ocorridos em 8 de janeiro encontram-se sob sigilo junto ao STF e, consequentemente, o representado [Dino], na qualidade de terceiro totalmente estranho, não poderia ter obtido acesso ao seu teor, muito menos divulgar seu conteúdo”, disse Flávio Bolsonaro. O filho 01 de Bolsonaro também solicitou o afastamento imediato do ministro de suas funções e a quebra do sigilo telefônico, para averiguar um suposto canal ilegal de comunicação do ministro com uma fonte com acesso aos inquéritos.

Justiça rejeita denúncia contra o senador Flávio Bolsonaro

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O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro rejeitou nesta segunda (16/05) a denúncia contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no caso das “rachadinhas”. A decisão ocorreu após parte das acusações terem sido anuladas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) e pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Na semana passada, o procurador-geral de Justiça, Luciano Mattos, encaminhou ao Órgão Especial do TJ-RJ o pedido de anulação da denúncia. Mattos afirmou no parecer que a anulação de quase todas as provas obtidas na investigação pelas Cortes superiores esvaziou a denúncia. Segundo o procurador-geral, a investigação deve ser reiniciada a partir do primeiro relatório financeiro do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que apontou movimentações atípicas na conta de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio. “Não há óbice legal à renovação das investigações, inclusive no que diz respeito à geração de novos RIFs, de novo requerimento de afastamento do sigilo fiscal e bancário dos alvos”, disse o procurador-geral ao TJ-RJ na petição. Na sessão desta segunda, os magistrados citaram a possibilidade de a investigação ser refeita. Em 2020, o MP acusou o filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro (PL) de liderar uma organização criminosa para se apropriar da maior parte do salário de seus ex-funcionários em benefício próprio, prática conhecida como “rachadinha”. Com isso, Flávio responderia pelos crimes de peculato, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

Em discurso de filiação ao PL, Bolsonaro afirma que ‘tirou o Brasil da esquerda’

Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro assinou, nesta terça (30), a sua filiação ao Partido Liberal (PL). O evento aconteceu no centro de eventos Complexo 21, em Brasília. Após uma série de reuniões e encontros, o presidente nacional da sigla, Valdemar Costa Neto, e Bolsonaro chegaram a um acordo, oficializando a filiação ao partido. É o nono partido que Bolsonaro se filia desde o seu início na política em 1989. Antes de integrar ao PL, o presidente passou pelo PDC, PPR, PPB, PTB, PFL, PP, PSC e PSL. Em seu discurso, Bolsonaro celebrou o fato do seu governo ter tirado o Brasil da esquerda. Ele também comentou que jamais queria ver o Brasil seguir o mesmo exemplo da Venezuela. O chefe do executivo também comentou, sobre a possibilidade de aprovação de André Mendonça à vaga no STF. A sabatina de Mendonça está marcada para esta quarta (1), na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). E na conclusão de seu discurso, o presidente afirmou que não irá regular a mídia, caso seja reeleito, ao contrário de seu possível adversário, o ex-presidente Lula (PT). Bolsonaro, seu filho Flávio e o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, assinaram as suas fichas de filiação à sigla. Além deles, os integrantes do PL apostam na chegada dos ministros Tarcísio Gomes de Freitas (Infraestrutura) e Gilson Machado (Turismo). A legenda é a terceira maior bancada da Câmara.

Flávio Bolsonaro e Calheiros trocam farpas em audiência da CPI

RENAN CALHEIROS E FLAVIO BOLSONARO

O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) e o relator da CPI da Cloroquina, Renan Calheiros (MDB-AL), trocaram farpas em audiência da Comissão Parlamentar de Inquérito da Covid-19 nesta quarta-feira (12). “Essa CPI deveria colaborar com a vacina no braço dos brasileiros e salvar vidas. E não fazer de palanque como o senador Renan Calheiros tenta fazer a todo momento […] Imagina a situação de um cidadão honesto ser preso por um vagabundo que é o Renan Calheiros”, afirmou Flávio Bolsonaro. “Vagabundo é você que rouba dinheiro dos seus funcionários do gabinete”, retrucou Renan. “Você quer aparecer, rapaz. Vai se foder”, rebateu Flávio. Tudo começou quando Flávio Bolsonaro chegou à CPI da Pandemia para defender o ex-seretário Fabio Wajngarten do pedido de prisão dos parlamentares. Ao reclamar dos senadores, Flávio Bolsonaro disse o que vários brasileiros gostariam de falar ao relator do colegiado, Renan Calheiros. Devido a discussão, a audiência da CPI teve que ser suspensa por determinação do presidente da comissão, Omar Aziz (PSD-AM).

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