Orleans dialoga com trabalhadores na Feira do João Paulo

Orleans feira

SÃO LUÍS, 24 de abril de 2026 — O pré-candidato ao Governo do Maranhão, Orleans Brandão, esteve na comunidade do João Paulo, em São Luís, onde visitou a feira do bairro e conversou com feirantes e consumidores. Durante a caminhada, acompanhado do vereador Antônio Garcez, ele ouviu demandas relacionadas à infraestrutura, organização e incentivo ao comércio popular. “Quero, antes de tudo, agradecer a recepção calorosa de toda a população e, especialmente, dos feirantes aqui do João Paulo, um bairro que a gente tem no coração, com um histórico familiar e afetivo muito forte de convivência com esse lugar. Ao longo dos últimos anos, o bairro já recebeu importantes benefícios do Governo do Estado, como o CAPS AD-3, o Restaurante Popular, reforma de praças, pavimentação asfáltica, além de incentivo a eventos culturais”, disse. Orleans ressaltou que a Feira do João Paulo, importante para a economia local e para o dia a dia da comunidade, encontra-se em situação precária. “Diante disso, vou formalizar um pedido à Prefeitura de São Luís para que realize as melhorias necessárias”, informou.

Entenda a revolta dos feirantes no Mercado Central de SLZ

feirantes treta

SÃO LUÍS, 11 de fevereiro de 2026 – O blog do Linhares recebeu denúncia de feirantes sobre a transferência do Mercado Central para o novo Mercado da Cidade, em São Luís. Segundo o relato, a Semisp contratou uma empresa para conduzir a mudança, porém teria distribuído pontos de forma desigual. Trabalhadores afirmam que espaços foram repassados a pessoas sem vínculo prévio com o mercado. Ainda conforme os comerciantes, o prédio entregue não possui condições básicas de funcionamento. Eles relatam boxes apenas no tijolo, áreas sem acabamento e ausência de estrutura para instalar bancas. Além disso, o Mercado Central antigo foi fechado com mercadorias ainda estocadas, o que interrompeu vendas e dificultou a retirada dos produtos. Por isso, parte dos feirantes afirma que não consegue ocupar imediatamente o novo endereço. O grupo diz que a obra permanece incompleta e que a transferência ocorreu sem garantias mínimas de trabalho. Dessa forma, eles pedem revisão na distribuição dos pontos e melhores condições antes da saída definitiva do Mercado Central. “Nao concluiram as obras. Sem estrutura nenhuma pra receber os feirantes. Tem box com tijolo pra ser construído. Quando foi ontem fecharam o mercado e a gente cheio de mercadoria. Nao tem como a gente ir pra la agora sendo que eles nem concluíram a obra”, afirmou um feirante. “NÃO É FÁCIL SER PREFEITO” O prefeito Eduardo Braide declarou nesta quarta (11) que a gestão decidiu construir um novo espaço porque o prédio antigo apresentava risco estrutural, com alagamentos frequentes e presença de pragas. Segundo ele, o objetivo foi manter as vendas enquanto a reforma ocorre, evitando prejuízos aos trabalhadores do Mercado Central. “Não é fácil ser prefeito, ainda mais de uma cidade de mais de 1 milhão de habitantes”, disse o prefeito. Além disso, Braide informou que mais de 350 feirantes foram cadastrados e orientados sobre a mudança ao longo de um ano e meio de diálogo. Ele afirmou que a maioria já ocupa o novo mercado. Entretanto, um grupo menor protestou e interditou a avenida em frente ao Mercado Central, contestando a transferência. “A grande maioria já está lá, mas um grupo pequeno hoje de feirantes, por motivo que eu nao sei dizer o porquê, tocou fogo na Avenida em frente ao Mercado Central porque diz que não quer sair de onde está pra ir pro mercado novo.”

Atraso na reforma do Mercado Central preocupa feirantes

Reforma demora

SÃO LUÍS, 10 de setembro de 2024 – A demora na conclusão da reforma do Mercado Central de São Luís tem causado insatisfação entre comerciantes e frequentadores do local. Iniciada em agosto de 2023, a obra tinha previsão de término para o mesmo ano, conforme decisão judicial. No entanto, os feirantes denunciam que o cronograma foi adiado, afetando as vendas e afastando clientes. O Mercado Central, um dos principais centros comerciais da cidade, é um espaço histórico que, segundo comerciantes, necessita de melhorias urgentes. “Disseram que em 2025 vão entregar os galpões no anel viário, e depois disso, nós seremos remanejados para lá. Eles vão derrubar tudo aqui e começar do zero”, afirma Raimundo Soares, feirante há anos no local.

Wellington cobra nomeações na segurança e abandono de feiras

Wellington feiras

SÃO LUÍS, 23 de agosto de 2024 – O deputado estadual Wellington do Curso fez, na tribuna da Assembleia Legislativa, cobranças ao Governo do Estado do Maranhão, especialmente ao governador Carlos Brandão, em relação a três temas centrais: segurança pública, promoções de policiais militares e bombeiros, e a situação precária das feiras e mercados de São Luís. O parlamentar iniciou sua fala exigindo a nomeação imediata de 350 aprovados no último concurso da Polícia Militar, que aguardam há 30 dias a publicação no Diário Oficial, após o anúncio feito pelo governo. Segundo Wellington, o governo ainda não cumpriu o compromisso assumido, apesar da urgência em aumentar o efetivo para garantir a segurança pública. “Precisamos de homens na rua, precisamos de efetivo”, afirmou. Além disso, o deputado ressaltou que já se passaram 176 dias desde que a Assembleia Legislativa aprovou a quebra da cláusula de barreira no concurso da Polícia Civil, mas, até o momento, os aprovados não foram nomeados. Wellington também cobrou a possibilidade de realização de um novo concurso para a Polícia Militar, destacando o baixo efetivo atual, e exigiu a divulgação, até o domingo seguinte, da lista de promoções de policiais militares e bombeiros. Em conversa com a subtenente Ana Paula, vice-prefeita em sua chapa, Wellington relatou a apreensão dos policiais que aguardam essas promoções.

MPMA inicia investigação sobre crimes na Feira da Cohab

Feira Cohab

SÃO LUÍS, 30 de abril de 2024 – O Ministério Público do Maranhão (MPMA) deu início a uma investigação sobre uma série de crimes e irregularidades na Feira da Cohab, localizada em São Luís. A ação foi iniciada após uma denúncia feita pelo deputado estadual Yglésio Moyses (PRTB), no começo de março, que apontou o aumento da criminalidade e outras práticas ilícitas no mercado municipal. O promotor de Justiça Celso Fernandes Coutinho converteu a denúncia em procedimento administrativo, visando apurar os acontecimentos relatados.

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