EUA veem vitória da oposição na Venezuela e pedem transição

Eleições Venezuela

ESTADOS UNIDOS, 02 de agosto de 2024 – A pressão sobre Nicolás Maduro ganhou força, nesta quinta (1º), depois que os Estados Unidos reconheceram a vitória da oposição na Venezuela no último domingo (28), e o Brasil assumiu a custódia da Embaixada da Argentina em Caracas. “Dada a esmagadora evidência, está claro para os Estados Unidos e, mais importante, para o povo venezuelano, que Edmundo González Urrutia ganhou a maioria dos votos nas eleições presidenciais da Venezuela em 28 de julho”, disse o secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, em um comunicado. “Além disso, os EUA rejeitam as alegações infundadas de Maduro contra os líderes da oposição. As ameaças de Maduro e de seus representantes de prender líderes da oposição (…) são uma tentativa antidemocrática de reprimir a participação política e manter o poder.” Blinken também cobrou o início das tratativas para a mudança de governo. “Nós saudamos Edmundo González Urrutia por sua campanha bem-sucedida. Agora, é hora de os partidos da Venezuela começarem as discussões sobre uma transição pacífica e respeitosa, em concordância com a lei eleitoral e os desejos do povo venezuelano.”

Exército compra 12 helicópteros Black Hawk dos EUA por R$ 5,2 bi

Helicóptero EUA

BRASÍLIA, 19 de julho de 2024 – O ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, autorizou nesta semana a aquisição de 12 helicópteros Black Hawk pelo Comando do Exército, sem “compensação tecnológica, industrial e comercial”. A decisão, publicada no Diário Oficial da União, era a última etapa necessária para o avanço do processo de compra junto ao Comando de Assistência à Segurança do Exército dos Estados Unidos. Em maio, o Departamento de Estado americano aprovou a “possível venda” dos helicópteros ao governo brasileiro, com um custo estimado de 950 milhões de dólares, equivalente a aproximadamente R$ 5,2 bilhões na cotação atual. A compra inclui, além das aeronaves, outros equipamentos e sistemas de apoio, fornecidos principalmente pelas empresas Sikorsky e Lockheed Martin. De acordo com a nota do Departamento de Estado americano publicada em 24 de maio, a venda proposta visa apoiar a política externa e os objetivos de segurança nacional dos Estados Unidos, melhorando a segurança de um importante parceiro regional e contribuindo para a estabilidade política e progresso econômico na América do Sul.

Extrema-esquerda tenta assassinar Donald Trump nos EUA

EUA, 14 de julho de 2024 – A campanha de ódio e desumanização de lideranças conservadoras tocada por políticos de esquerda, grande mídia e metacapitalistas resultou em mais uma tentativa de homicídio. Dessa vez o alvo foi o ex-presidente Donald Trump. Alvejado na cabeça por uma bala disparada por um franco-atirador de extrema-esquerda, Trump participava de um comício na Pensilvania. MILAGRE Não há outra palavra para descrever o evento desta tarde de sábado envolvendo Donald Trump. Todas as circunstâncias eram propícias ao terrorista de extrema-esquerda, Thomas Matthew Crooks. Além do tempo ameno e posição desguarnecida de Trump, o atirador ainda contou com a falha do Serviço Secreto em proteger o ex-presidente. O atirador teve minutos para se esgueirar por um telhado sem ser inc omodado pelas forças de segurança. Inexplicavelmente, segundos após realizar vários disparos, Matthew foi baleado. Pessoas entrevistadas após o incidente asseguram que avisaram a polícia e o próprio serviço secreto da movimentação estranha, sem que nada fosse feito até que ele realizasse os disparos. Outras duas pessoas não tiveram a mesma sorte que Donald Trump. Baleadas, uma morreu e outra ficou gravemente ferida. ÓDIO DE VERDADE Donaldo Trump é o sétimo presidente/ex-presidente a sofrer atentado na história dos EUA. Antes dele, haviam sido vítima Abraham Lincoln (morto em 1865), James Garfiled (morto em 1881), William McKinley (morto em 1901), Theodore Roosevelt (atacado em 1912), John Kennedy (morto em 1963), Ronald Reagan (atacado em 1981) e agora Trump, atacado em 2024. De todos estes, apenas Kennedy era membro do partido republicano. Ao longo da história, três presidente republicanos foram mortos em ataques e outros três sofreram atentados. Os números revelam que ser um presidente conservador nos EUA deixa o indivíduo em questão muito mais suscetível a um ataque do que se for da esquerda democrata. O fato revela a escalada da brutalidade de militantes de extrema-esquerda contra líderes conservadores. As próprias manchetes em sites de grandes meios no Brasil revelam o desprezo pela vida humana que vem alimentando atentados. Quase nenhum dos meios de comunicação noticiou o fato como ele foi: a tentativa de assassinato de Trump. Mesmo que uma análise fria em poucos minutos de toda a situação indicasse o que aconteceu, jornalistas preferiram usar condicionais e termos amenos. Quem sabe na esperança de ter seu fanatismo ideológico contemplado e a coisa se mostrasse como um “golpe”. Se a mídia de extrema esquerda tentava esconder o ocorrido, em pouco tempo explodiram relatos de jovens de extrema-esquerda lamentando o fato de que Trump não tivesse sido morto. Em um grupo de whatsapp, um interlocutor chegou a confidenciar que a morte de Trump deixaria o Dia Mundial do Rock (13 de julho) “mais épico. Publicamente, a maioria da extrema-esquerda, nas redações e redes sociais, irá segurar o estandarte da farsa. Contudo, no fundo, bem no fundo, o que todos queriam era que Thomas Matthew Crooks tivesse assassinado Trump. Este fato inegável e inquestionável fundamenta o que aconteceu ontem: a extrema-esquerda tentou assassinar Donald Trump nos EUA,

Militares de Imperatriz em simulação de combate nos EUA

Militares Imperatriz

IMPERATRIZ, 08 de julho de 2024 – A 23ª Brigada de Infantaria de Selva realizou a simulação do exercício Munduruku IX de 24 a 27 de junho, como parte do Programa de Adestramento Avançado. A atividade contou com mais de mil militares de Marabá, Itaituba, Tucuruí, no Pará, e Imperatriz, no Maranhão. O exercício preparou a tropa para o Exercício CORE 2024, junto ao Exército dos EUA, em Fort Johnson, em agosto.

Brasil tem o segundo Congresso mais caro do mundo

Congresso Brasil

BRASÍLIA, 11 de dezembro de 2023 – O Brasil tem o segundo Congresso mais caro do mundo, em números absolutos. Só o parlamento dos Estados Unidos – a maior economia do mundo – possui orçamento superior. É como se cada um dos 513 deputados e 81 senadores brasileiros custasse pouco mais de US$ 5 milhões por ano, o equivalente a R$ 23,8 milhões. Os dados, aos quais o Estadão teve acesso, são a conclusão de um estudo de pesquisadores das universidades de Iowa e do Sul da Califórnia e da Universidade de Brasília. O gasto com cada congressista corresponde a 528 vezes a renda média dos brasileiros. O segundo lugar é da Argentina. Lá, cada congressista custa o equivalente a 228 vezes a renda média local. Para chegar a esta conclusão, os pesquisadores compararam o orçamento dos parlamentos e congressos de 33 países, compilados pela União Parlamentar Internacional (IPU, na sigla em inglês), o Banco Mundial e o escritório do FED (o Banco Central dos EUA) em St. Louis (no Estado do Missouri). Aumento Neste ano, o Senado aumentou o valor da cota parlamentar repassada aos senadores. Em 2023, senadores tiveram mais 6% no recurso; em 2024, 6% e em 2025, 6,13%. Os representantes do Distrito Federal e Goiás recebem o menor repasse (R$ 22.307,91), enquanto os do Amazonas recebem o maior valor (R$ 46.933,20). Além disso, senadores ganharam um aumento no auxílio-moradia, antes de R$ 5,5 mil para até R$ 9 mil. As ações aconteceram após a reeleição de Pacheco na Casa.

Mãe de maranhense preso nos EUA prefere morte do que prisão

Preso EUA

SÃO JOÃO DO PARAÍSO, 13 de setembro de 2023 – A mãe do maranhense de São João do Paraíso, Danilo Cavalcante, disse em uma entrevista ao jornal The New York Times, antes de seu filho ser capturado pelo FBI nos Estados Unidos, que preferiria vê-lo morto a entregá-lo à polícia norte-americana. Ela também ressaltou que ele foi ensinado a “sobreviver” em meio às dificuldades. Iracema Cavalcante acredita que, diante da condenação à prisão perpétua, seria melhor que o filho morresse agora. Ela lamentou que, se fosse para ele “ir para um lugar e sofrer e morrer lá, melhor morrer logo”. Acrescentou que ele não precisaria sofrer tanto. Ela descreveu a vida de seu filho como uma jornada de enfrentamento de adversidades e disse que ele foi treinado para suportar o sofrimento. Lembrou que Danilo frequentemente ia dormir com fome. Com uma busca envolvendo mais de 500 policiais em andamento pelo maranhense, Iracema Cavalcante confessou que estava perdendo as esperanças e via o filho como “morto”. Ela argumentou que o filho não representava uma “ameaça a ninguém”, embora a polícia dos EUA tenha afirmado que ele estava armado. Iracema acreditava que seu filho estava “apenas lutando para sobreviver”, uma habilidade que ele desenvolveu ao longo de sua vida. Ela compartilhou que Danilo nunca frequentou a escola e começou a trabalhar como engraxate aos cinco anos, chegando a trabalhar na lavoura de outra pessoa aos sete anos. Ela destacou que eram uma família pobre e humilde, mas trabalhadora. Quando questionada sobre os crimes cometidos pelo filho, a mãe não contestou, mas argumentou que, em ambos os casos, ele foi “encurralado”. Sugeriu que sua ex-namorada ameaçou entregá-lo às autoridades e que o homem que ele matou a tiros em 2017 planejava matá-lo primeiro. Iracema enfatizou que, embora reconhecesse os erros de Danilo, considerava a prisão perpétua “injusta” e desejava que ele enfrentasse as consequências de seus atos com honestidade, sem pagar com sua vida. A mãe também esclareceu que, se pudesse enviar uma mensagem ao filho antes de sua prisão, não seria um apelo para que ele se entregasse, mas, sim, que “pedisse a Deus que o perdoasse pelo que fez”. Confira a matéria clicando aqui. Danilo Cavalcante foi condenado à prisão perpétua por matar a ex-namorada Déborah Brandão a facadas na frente de seus filhos em 2021, nos Estados Unidos. Após o crime, ele fugiu, sendo posteriormente capturado e classificado como extremamente perigoso.

FBI captura maranhense foragido nos EUA após 14 dias de fuga

Danilo EUA

ESTADOS UNIDOS, 13 de setembro de 2023 – O maranhense Danilo Cavalcante, condenado à prisão perpétua por assassinar sua ex-namorada, também do Maranhão, foi capturado pela polícia da Pensilvânia, Estados Unidos, após passar duas semanas em fuga. Sua prisão ocorreu como resultado de uma megaoperação que envolveu 500 policiais e o FBI. Cavalcante havia escapado da prisão em 31 de agosto, escalando paredes. Durante seu período como fugitivo, ele percorreu cerca de 38 quilômetros, roubou uma van e um rifle, e se envolveu em um tiroteio com um morador. O brasileiro era considerado extremamente perigoso e estava armado. As autoridades da Pensilvânia realizarão uma coletiva de imprensa para fornecer detalhes adicionais sobre a prisão. Antes de ser capturado, o fugitivo havia sido visto pela última vez em South Coventry, no condado de Chester, na Pensilvânia. Durante sua fuga, ele roubou um rifle de uma casa na região. A operação de busca, que durou 14 dias, atraiu críticas devido à demora em localizar o fugitivo dentro de um pequeno perímetro. No entanto, a polícia justificou sua estratégia de cercar o fugitivo até que ele ficasse sem opções. Danilo Cavalcante havia sido condenado por assassinar sua ex-namorada, Débora Evangelista Brandão, em abril de 2021. Além disso, ele é procurado no Brasil por um homicídio ocorrido em 2017. Durante a busca, também foi realizada a prisão de sua irmã, Eleni Cavalcante, que deve ser deportada para o Brasil em breve devido ao vencimento de seu visto nos EUA.

Acusado de matar ex-namorada do MA pega perpétua nos EUA

Condenado EUA

ESTADOS UNIDOS, 23 de agosto de 2023 – O brasileiro Danilo Sousa Cavalcante teve sua sentença de prisão perpétua decretada nos Estados Unidos, após ser considerado culpado pelo assassinato de sua ex-namorada, Débora Evangelista Brandão. A vítima, natural de Balsas, no Sul do Maranhão, foi brutalmente esfaqueada pelo réu em um trágico incidente que chocou a comunidade. O crime ocorreu em 18 de abril de 2021, na cidade de Phoenixville, estado da Pensilvânia. Débora Evangelista, de 34 anos, residia nos EUA há aproximadamente cinco anos, vivendo com os dois filhos que, lamentavelmente, foram testemunhas do ataque. As investigações revelaram um padrão de comportamento obsessivo por parte de Danilo Sousa, que não aceitava o término do relacionamento. Desde 2020, ele havia proferido ameaças reiteradas contra Débora. A tragédia culminou na fatídica noite em que ele a atacou fatalmente. “Diversas vezes ela terminou com ele e ele tentou voltar, não sei porque ele a esfaqueou. Foi muito brutal”, relatou Sara Brandão, irmã de Débora, na época do crime. No decurso do processo judicial nos Estados Unidos, a defesa de Danilo Sousa buscou argumentar que o crime não foi premeditado, mas essa alegação não foi suficiente para convencer o júri. Após uma breve sessão de apenas 15 minutos, o veredito de culpado por homicídio em 1° grau foi emitido contra Danilo Sousa, resultando em sua condenação à prisão perpétua.

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