Biden planeja remover vários grupos terroristas da lista negra

png

O governo do presidente Joe Biden deve remover cinco grupos extremistas de sua lista negra de terroristas estrangeiros. Segundo a Fox News, cada um dos grupos agora é considerado extinto, e o secretário de Estado Tony Blinken notificou o Congresso das remoções na sexta (13/05). Segundo o veículo, os grupos incluem a Pátria Basca e a Liberdade, também conhecida como ETA; Aum Shinrikyo, um culto japonês apocalíptico; Kahane Kach, um grupo radical judeu ortodoxo, bem como dois grupos islâmicos, o Conselho Mujahideen Shura nos arredores de Jerusalém e Gama’a al-Islamiyya, de acordo com a notificação. Retornar ao acordo nuclear do presidente Barack Obama tem sido uma das principais prioridades da política externa do governo Biden. Houve pouco progresso na questão, no entanto, e relatórios sugeriram que o governo pode estar considerando remover o IRGC da lista. O IRGC é diretamente responsável pelos assassinatos de cerca de 600 militares dos EUA e continua sendo um grupo terrorista ativo, de acordo com um grupo de 46 generais aposentados dos EUA que pediu publicamente ao governo Biden que não removesse o grupo da lista negra em abril

Ensino sobre crimes do comunismo será obrigatório nos EUA

Copia de Imagem Principal BRANCA

O governador Ron DeSantis assinou um projeto de lei que implementa o “Dia das Vítimas do Comunismo” na Flórida, dos Estados Unidos, que deve ser lembrado em 7 de novembro. Na data, professores de escolas públicas deverão dedicar ao menos 45 minutos da aula alertando os alunos sobre quem foram os líderes comunistas e ensinar sobre a “pobreza, fome, migração, violência letal sistêmica e supressão do discurso” que ocorreram sob esses regimes. “Na Flórida, vamos dizer a verdade sobre o comunismo […] Queremos garantir que nossos alunos aprendam sobre os males do comunismo, os ditadores que lideraram os regimes comunistas e as centenas de milhões de indivíduos que sofreram e continuam a sofrer sob o peso dessa ideologia desacreditada”, disse DeSantis. Today, I established November 7th as Victims of Communism Day to honor those who have suffered under communism and remind people of the destruction communism has caused worldwide, including a death toll exceeding 100 million. In Florida, we will tell the truth about communism. pic.twitter.com/Ojlao8f46t — Ron DeSantis (@GovRonDeSantis) May 9, 2022 A determinação entra em vigor no ano letivo de 2023-2024.

Preço da gasolina dispara nos EUA e atinge recorde

Copia de Imagem Principal BRANCA

O preço médio da gasolina comum nos EUA chegou a quase US$ 0,80 nas últimas duas semanas. Com o novo aumento, o valor é de aproximadamente US$ 4,50 (cerca de R$ 22) por galão — equivalente a 4 litros — alta de 22%. Em entrevista à agência de notícias Associated Press publicada ontem, o analista Trilby Lundberg disse que o novo preço da gasolina supera em pouco mais de US$ 0,30 centavos o recorde anterior, de US$ 4,11 estabelecido em julho de 2008. O valor na bomba é US$ 1,55 mais alto que há um ano. Lundberg afirmou que os preços da gasolina devem permanecer altos no curto prazo, visto que os custos do petróleo bruto dispararam em virtude do risco de desabastecimento provocado pelas sanções do Ocidente à Rússia, que invadiu a Ucrânia há três semanas. O preço médio do diesel também disparou, US$ 1,20 em duas semanas, para US$ 5,20 (cerca de R$ 26) o galão. O diesel custa US$ 2,11 a mais do que custava um ano atrás. Biden proíbe importação de petróleo russo Na semana passada, o presidente Joe Biden baniu as importações do petróleo russo para os Estados Unidos na terça (8). “A medida foi tomada com nossos aliados para responder a essa agressão russa”, disse Biden. Atualmente, os EUA compram 8% do petróleo russo. A norma de Biden aumenta a lista de sanções que já foram estabelecidas por países do Ocidente contra o governo do presidente Vladimir Putin desde a invasão à Ucrânia.

Exército russo ataca Kiev e EUA podem resgatar presidente da Ucrânia

images

A madrugada deste sábado (26) será de confronto nas ruas de Kiev, na Ucrânia. O exército russo chegou às redondezas da capital ucraniana e tenta tomar uma base militar e uma estação de energia elétrica. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, está na capital, que pode ser tomada pelos russos nas próximas horas. De acordo com o jornal estadunidense Washington Post, os Estados Unidos estão preparados para resgatar o presidente ucraniano e impedir que ele seja capturado pelos russos ou morto.  Zelensky se recusou a deixar o país. Em vídeo publicado nas redes sociais, ele pediu que soldados e civis resistam aos ataques russos em Kiev. “Não podemos perder a capital. Falo com nossos defensores, homens e mulheres em todas as frentes: hoje à noite, o inimigo vai usar todas as suas forças para romper nossas defesas da maneira mais vil, dura e desumana. vão tentar um ataque”, declarou Zelensky. Armas foram distribuídas para civis, que também foram orientados a preparar coquetéis molotov. Até meia noite deste sábado já havia registro de explosões em diversos pontos da capital ucraniana.

Presidente da Ucrânia afirma que país será atacado pela Rússia

Copia de Imagem Principal PRETA

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, emitiu comunicado nesta segunda (14) afirmando que o país será atacado pela Rússia na próxima quarta (16). “Dizem-nos que o ataque ocorrerá em 16 de fevereiro […] Vamos fazer dele um dia de união. O decreto já foi assinado. Nesta tarde, desdobraremos a bandeira nacional, poremos fitas azuis-amarelas nas janelas e mostraremos ao mundo nossa unidade”, anunciou o presidente. Em meio a repercussão das afirmações, um alto funcionário do governo ucraniano, Mykhailo Podoliak, revelou que Zelensky estaria sendo irônico e negou que a mensagem tenha sido literal. No entanto, agências internacionais estão noticiando possíveis ataques a Kiev desde o último fim de semana. Ontem, o conselheiro de segurança nacional do presidente Joe Biden, Jake Sullivan, informou, em entrevista concedida à CNN, que uma invasão poderia ocorrer a qualquer momento. “Não podemos prever perfeitamente o dia, mas há algum tempo dizemos que estamos na janela”, disse. Leia o discurso de Volodymyr Zelensky na íntegra: “Grande povo de um grande país! Tem havido sérios desafios externos e internos ao nosso país, que exigem responsabilidade, confiança e ações concretas de mim e de cada um de nós. Estamos sendo intimidados por uma grande guerra, e mais uma vez marcam a data da invasão militar. Essa não é a primeira vez. Mas nosso Estado está mais forte do que nunca. Lutamos pela paz e queremos resolver todas as questões exclusivamente por meio de negociações. E Donbass e Crimeia retornarão à Ucrânia. Apenas de forma diplomática. Não cobiçamos o que é dos outros, mas não abrimos mão do que é nosso. Temos um Exército incrível. Nossos meninos têm experiência de combate única e armas modernas. Estamos confiantes em nossas Forças Armadas. Nossos militares também devem sentir nosso apoio, nossa união e nossa unidade. A base de nosso Exército é a confiança do próprio povo. Nos informaram que 16 de fevereiro será o dia do ataque. Faremos um dia de união. O decreto já foi assinado. Esta tarde vamos desdobrar a bandeira nacional, poremos fitas azul-amarelas nas janelas e mostrar ao mundo nossa unidade. Temos uma grande aspiração europeia. Queremos liberdade e estamos prontos para votar por ela. Catorze mil defensores e civis que morreram nesta guerra estão nos observando do céu. E não trairemos a memória deles. Todos queremos viver felizes, e a felicidade ama os fortes. Nunca fomos capazes de desistir e não vamos fazê-lo agora.”

Gostaríamos de usar cookies para melhorar sua experiência.

Visite nossa página de consentimento de cookies para gerenciar suas preferências.

Conheça nossa política de privacidade.