Casal gay é condenado a 100 anos de prisão por abusar de filhos adotivos

EUA, 24 de dezembro de 2024 – Um casal gay da Geórgia, nos Estados Unidos, deverá passar o resto de suas vidas na prisão após ser condenado abusar sexualmente de seus dois filhos adotivos. Os dois acusados, William e Zachary Zulock, foram condenados a 100 anos de prisão cada um sem chance de liberdade condicional.William tem 34 anos e Zachary 36. O casal adotou dois irmãos, que agora completaram 12 e 10 anos, de uma agência cristã de necessidades especiais. As crianças foram criadas pelo casal gay sob o disfarce de uma família feliz no rico subúrbio de Atlanta. A grande mídia costumava, inclusive, enaltecer os quatro. Ocorre que as notícias da mídia e a cobertura positiva escondiam um pesadelo para os dois meninos.O promotor do caso, Randy McGinley, observou que William e Zachary “realmente criaram uma casa de horrores e colocaram seus desejos extremamente sombrios acima de tudo e de todos”.
Justiça dos EUA encerra processo contra Donald Trump

ESTADOS UNIDOS, 26 de novembro de 2024 – A Justiça dos Estados Unidos suspendeu, nesta segunda (25), um dos processos contra o presidente eleito Donald Trump. A juíza federal Tanya Chutkan, do Distrito de Columbia, arquivou a ação que envolvia acusações de ingerência eleitoral e incitação aos protestos no Capitólio em janeiro de 2021. A decisão atendeu a uma solicitação do promotor especial Jack Smith. Ele alegou que as regras do Departamento de Justiça impedem o prosseguimento de ações criminais contra um presidente em exercício. A defesa de Trump não se opôs ao pedido, o que permitiu à juíza encerrar o caso. Jack Smith também retirou outras duas acusações contra Trump em tribunais federais. Uma delas, sobre os documentos confidenciais levados da Casa Branca para Mar-a-Lago, foi arquivada na Justiça da Flórida. A outra, ligada à responsabilidade pelos protestos no Capitólio, foi encerrada no Distrito de Columbia. Desde julho, promotores enfrentaram dificuldades para avançar nos casos devido à decisão da Suprema Corte que garantiu ampla imunidade a ex-presidentes. Trump classificou o processo como um “sequestro político” e afirmou que essa situação representou um momento crítico na história dos Estados Unidos. Em publicação nas redes sociais, destacou sua resiliência diante das adversidades e celebrou o arquivamento.
Justiça dos EUA avalia anulação de processos contra Trump

ESTADOS UNIDOS, 08 de novembro de 2024 – Nos Estados Unidos, um procurador especial do Departamento de Justiça estuda a possibilidade de anulação de dois processos contra Donald Trump, recém-eleito presidente em 5 de novembro. A medida se baseia em normas que proíbem a acusação de um presidente em exercício. O procurador Jack Smith, responsável pelas denúncias, investiga se as alegações contra o republicano, como tentativas de reverter o resultado das eleições de 2020 e retenção de documentos confidenciais na Flórida, poderiam ser anuladas. Para isso, Smith busca assessoria legal a fim de determinar a aplicabilidade dessas normas nos casos que envolvem Trump. ACUSAÇÕES DE FRAUDE E OUTROS PROCESSOS Apesar de já condenado por fraude contábil, onde foi considerado culpado de 34 acusações em maio, Trump se declara inocente. Ele foi acusado de usar fundos de campanha para pagar a atriz Stormy Daniels, em um suposto acordo de silêncio sobre um caso extraconjugal durante a eleição de 2016. Trump ainda responde a outros processos, incluindo acusações de tentar influenciar os resultados eleitorais na Geórgia e de incitar a invasão ao Capitólio em janeiro de 2021. Analistas avaliam que a possibilidade de prisão é baixa, considerando a natureza das acusações e a idade do ex-presidente. Em outro processo, Trump teria pressionado o secretário de Estado da Geórgia, Brad Raffensperger, a “encontrar” votos que revertessem sua derrota em 2020. Além disso, ele é acusado de crimes sexuais por 18 mulheres, incluindo três casos de estupro, segundo a rede ABC, acusações que ele nega. Após uma audiência judicial, Trump afirmou que o julgamento foi manipulado e criticou o juiz envolvido.
EUA reelegem congressistas que tentam barrar ministro do STF

ESTADOS UNIDOS, 07 de novembro de 2024 – Os congressistas norte-americanos que estão se mobilizando para revogar o visto dos 11 ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil foram reeleitos para um novo mandato. O documento, encaminhado ao secretário de Estado Antony Blinken, menciona Alexandre de Moraes e os demais ministros como “cúmplices de práticas antidemocráticas”. O projeto de lei, apresentado pela deputada Maria Salazar, sugere que autoridades envolvidas em censura de cidadãos sejam impedidas de obter vistos para os EUA. Entre os congressistas que assinaram o pedido estão: senador Rick Scott (Flórida); deputada Maria Salazar (Flórida); deputado Carlos Giménez (Flórida); deputado Rich McCormick (Georgia) e deputado Chris Smith (Nova Jersey).
Donald Trump é eleito com a maior votação de um republicano

ESTADOS UNIDOS, 07 de novembro de 2024 – Donald Trump, agora presidente eleito dos Estados Unidos, retorna à Casa Branca com a maior votação popular para um republicano nas últimas duas décadas. Nesta quarta (6), com a maioria dos Estados apurados, Trump recebeu 51% dos votos populares, enquanto Kamala Harris conquistou 47,5%. Esse desempenho representa um avanço em relação à eleição de oito anos atrás, quando Trump conquistou 46% dos votos populares. O novo resultado é o melhor para um republicano desde George W. Bush, que em 2004 superou o democrata John Kerry com 50,7% dos votos. No sistema eleitoral americano, no entanto, o total de votos populares não garante a vitória, sendo necessário o mínimo de 270 delegados no Colégio Eleitoral.
Republicanos conquistam maioria no Senado dos Estados Unidos

ESTADOS UNIDOS, 06 de novembro de 2024 – O Partido Republicano obteve maioria no Senado dos Estados Unidos nas eleições realizadas nesta terça (5), retomando o controle da Casa, que estava com os democratas desde 2020. Nesta eleição, 34 senadores foram escolhidos, representando um terço das cem cadeiras do Senado. Antes do pleito, o Senado contava com 51 democratas e 49 republicanos, mas os democratas perderam cadeiras estratégicas na Virgínia Ocidental e em Ohio. Com a nova maioria, os republicanos terão o poder de definir as pautas e decisões do Senado, influenciando diretamente as diretrizes da futura administração presidencial.
Kamala Harris mente sobre trabalho no McDonald’s nas eleições de 2024

EUA, 21 de outubro de 2024 – A vice-presidente e candidata do partido democrata Presidência dos EUA, Kamala Harris, mentiu sobre ter trabalhado no McDonald’s durante um verão na faculdade, em 1983. Indícios apontam para uma tentativa de enganar o eleitorado e gerar identificação com trabalhadores comuns. No entanto, a campanha de Harris não apresentou evidências que comprovem o fato, e várias inconsistências surgiram na história. FALTA DE REGISTROS Alegando que trabalhou no McDonald’s na Avenida Central, em Alameda, Califórnia, Harris disse ter ocupado a função no verão de 1983, quando estava no segundo ano da Howard University. No entanto, ela não apresentou provas do emprego. Já a sede corporativa do McDonald’s afirmou não possuir registros de todos os funcionários daquela época. Uma investigação conduzida pelo jornal Washington Free Beacon revelou que Harris não listou o suposto trabalho no McDonald’s em um pedido de emprego preenchido em 1987 para o cargo de escriturária no escritório do promotor distrital do condado de Alameda. No formulário, foi solicitado que ela mencionasse todas as experiências de trabalho dos dez anos anteriores, mas o emprego na rede de fast food não foi incluído.
Projeto pode impedir ministros do STF de entrarem nos EUA

ESTADOS UNIDOS, 18 de setembro de 2024 – Deputados republicanos María Elvira Salazar e Darrell Issa propuseram um projeto de lei que visa negar vistos a autoridades estrangeiras que violarem os direitos da Primeira Emenda de cidadãos americanos, incluindo ministros do STF do Brasil, como Alexandre de Moraes. A deputada María Salazar, presidente da Subcomissão do Hemisfério Ocidental, criticou o ministro Alexandre de Moraes em discurso no Congresso americano, alegando que ele lidera um “ataque internacional à liberdade de expressão” contra figuras como Elon Musk. O projeto, intitulado “No Censors on Our Shores” (Sem Censuras em Nossas Costas), impede que autoridades estrangeiras que suprimam os direitos da Primeira Emenda de americanos entrem nos Estados Unidos. A medida prevê também a deportação dessas autoridades caso já estejam em solo americano.