Felipe Neto é intimado pela polícia após caluniar Presidente da República

O youtuber e agitador social Felipe Neto foi intimado pela Polícia Civil do Rio de Janeiro intimou, nesta segunda (15). O adolescente foi enquadrado na lei de “crime contra segurança nacional”. Felipe Neto acusou Jair Bolsonaro de ser um genocida (assassino que mata deliberadamente milhões de pessoas de forma direta e ordenada). Além de Felipe Neto, também foi denunciada a atriz comunista Bruna Marquezine (Republicanos-RJ). O autor da queixa-crime foi aberta pelo vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ). O adolescente afirmou que a queixa é uma tentativa de silenciá-lo. “A clara tentativa de silenciamento se dá pela intimidação. Eles querem que eu tenha medo, que eu tema o poder dos governantes. Já disse e repito: um governo deve temer seu povo, NUNCA o contrário. Carlos Bolsonaro, você não me assusta com seu autoritarismo. Não vai me calar” Por um desses acasos do destino, semanas atrás Felipe Neto ironizou a prisão do deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ) que alegou absolutamente a mesma coisa que Neto alega agora.
Funcionários públicos reclamam de celular funcional gratuito de R$ 3.600 oferecido a eles

De acordo com o jornal Folha de São Paulo, membros do Ministério Público Federal chamaram de “esmola” um novo telefone celular que será fornecido gratuitamente pela instituição. O preço dos aparelhos pode chegar a R$ 3.600. Além dos telefones, cada procurador ganha um notebook de R$ 4.500 e um tablet. O telefone considerado “esmola” pelos procuradores trata-se de um iPhone SE. O modelo custa dois meses e meio de trabalho de um trabalhador que recebe salário mínimo. Quando se observa os salários dos procuradores, percebe-se porque os marajás menosprezam o aparelho. Os procuradores recebem salário de R$ 33,6 mil. Além disso, ganham auxílio-alimentação (R$ 910), abono pecuniário (de até R$ 29,9 mil) ou gratificação por acúmulo de ofício (de até R$ 7.500). Segundo a Folha de São Paulo, contracheques de um desses procuradores, disponíveis no sistema de transparência do MPF, registram recebimentos brutos de R$ 102 mil em janeiro. O contrato do MPF prevê a aquisição de quase 2 mil linhas a um custo de cerca de R$ 250 por mês. Dessa forma, apenas com linha e aparelho os pagadores de impostos sustentam custos de cerca de R$ 5500. O custo total com para que os marajás do MPF desfilem de Iphone e tenham internet para publicar suas vidas de parasitas no Instagram supera R$ 10 milhões de reais por ano. Entre os marajás flagrados reclamando do Iphone SE está o procurador da República Marco Tulio Lustosa Caminha, que atua no Piauí. “Isso é um insulto!! Não quero esmola! Acho que ninguém aqui quer esmola!!”, disse nas mensagens. Além dele, os procuradores Ana Paula Ribeiro Rodrigues e José Leão Junior. A atuação destes senhores e desta senhora é apenas a ponta do iceberg de uma casta de parasitas que vive uma vida de luxo custeada pelo assalto institucionalizado neste país chamado de “imposto”. A reforma administrativa deveria BANIR qualquer tipo de benefício a funcionário público que ganha mais de R$ 10 mil. Celular, carro, diária… Qualquer equipamento ou benefício de uso pessoal deveria ser sumariamente cortado para servidor público do Executivo, Legislativo ou Judiciário que não fosse conduzido ao cargo pelo voto.
Deputado quer barrar “motéis de Flávio Dino” na Justiça

Após a reprovação popular da construção de cabines íntimas para presidiários durante a pandemia pelo Governo Flávio Dino, o Deputado Federal Aluísio Mendes (PSC-MA) decidiu impedir a ação. Os custos da construção da obra que foi popularmente batizada de “os motéis de Flávio Dino” chegam a um milhão e meio de reais. A ação de Aluísio Mendes na Procuradoria Geral da República questiona a prioridade, moralidade e eficiência da contratação, demonstrando que em plena pandemia a secretaria evita medidas preventivas para realizar ações que podem potencializar a proliferação do contágio. Para Mendes a lei do FUNPEN “demonstra que em vez de se construir verdadeiros “motéis” para encontros íntimos dos detentos, que são um risco à própria população carcerária, em face de gerar riscos de contágio, podem ser feitas construções, adequações e aperfeiçoamentos nas unidades prisionais para enfrentarem a pandemia, melhorando-se às práticas de distanciamento dos detentos e fazendo adequações nas instalações de saúde das unidades prisionais.” Aluísio ainda afirmou já ação que “em vez de tamanho gasto ser realizado para “cuidar” dos encontros íntimos dos presos, deveria, pela lei, serem realizadas políticas públicas de efetiva proteção das vítimas dos crimes”. Pedindo ao Procurador Geral da República para “viabilizar o investimento de tais valores na compra de vacinas e insumos para proteger a vida dos maranhenses no enfrentamento da pandemia ou, em sendo adotado entendimento de direcionamento exclusivo dos recursos ao sistema carcerário, que os recursos sejam direcionados para a compra de vacinas para os profissionais que trabalham no sistema carcerário e detentos.”
Baleia Rossi e Rodrigo Maia articularam impeachment de Dilma

O ex-deputado Eduardo Cunha afirma que o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e Baleia Rossi (PMDB-SP), que disputa o cargo com apoio do próprio Maia, articularam o impeachment de Dilma Roussef e a derrubada do PT. Ironia da história, os dois contam com o apoio de petistas e outros partidos de esquerda na atual eleição da casa. As declarações devem ser tornadas públicas e breve, após lançamento do livro “Tchau, Querida”. Que deverá ser lançado em breve. No livro Cunha revela que as reuniões para definir a queda de Dilma e a derrota do PT aconteceram no apartamento do atual presidente da Câmara. Rodrigo Maia queria, inclusive, relatar o processo do impeachment. Baleia Rossi também teve forte participação na retirada do PT e da esquerda da Presidência da República. Ainda segundo o livro, só não foi ministro de Temer porque respondia a acusações de fraude na merenda escolar de São Paulo. As informações são da jornalista Mônica Bergamo.
Por que Flávio Dino cancelou o cancelamento de aniversários, batizados e casamentos?

Talvez Flávio Dino, ao lado de João Dória, seja o maior crítico do “negacionismo” do presidente Jair Bolsonaro que insiste em dizer que o país não pode parar por conta da pandemia. São centenas, talvez milhares, as publicações do comunista que recriminam o presidente. Nesta semana o governador teve a oportunidade de realizar na prática as medidas que canta em verso e prosa em suas redes sociais. Mesmo que de forma tímida, anunciou medidas de endurecimento do distanciamento social que foram revogadas horas depois. A decisão de “cancelar o cancelamento encerra” extraoficialmente o governo de Flávio Dino. Agora toda e qualquer decisão, cada mísero centavo gastos (ou roubado), terá como meta as eleições de 2022. Mesmo consumido por uma tara em decretar lockdown total, o governador sabe que a decisão no ano quer antecede a eleição é perigosa. Ao ver que seu novo aliado deu com os burros n’água ao impor novas medidas de restrição e distanciamento, Flávio Dino voltou atrás de sua decisão de proibir aniversários, casamentos, batizados e eventos de até 150 pessoas. Está “tudo liberado” e assim ficará até a eleição. Flávio Dino sabe que após oito anos terá muito pouco a oferecer em 2022. Com sua impopularidade crescendo visivelmente nas redes sociais, é esperado que o governador enfrente dificuldades ao ter que explicar o que fez ao Maranhão após oito anos de governo. E uma simples observação dos fatos revela que ele fracassou miseravelmente ao “salvar o estado”. Ou alguém acha que após oito de Flávio Dino algo mudou para melhor? “Para melhor”, repito! Flávio Dino sabe que não terá nada a mostrar em 2022 além de sua conversa fiada anti-bolsonaro engana trouxa. Sabe que não terá nada como legado além de índices de desenvolvimento humano pior do que os que entregou, um punhado de obras miseráveis, muitos escândalos de corrupção e aumento da dívida pública. Cancelar o cancelamento de festas de aniversário e ventos similares foi uma decisão acertada. Mas, não pensem que o governador fez isso por vontade própria. Tentou e desistiu porque eleição importa muito mais, até mesmo, do que ele mesmo fala todos os dias em suas redes sociais.
Fechamento das escolas no Brasil dura o dobro do resto do mundo

Relatório da Unesco mostra que o desapego pela educação de professores, sindicatos e governantes no Brasil tornou-se inquestionável. Com a desculpa esfarrapada de “proteger discentes, docentes e familiares” o Brasil chegou a 40 semanas de fechamento das escolas por conta da pandemia. Segundo relação feita pela Unesco, o período do fechamento das escolas no Brasil é o dobro do visto resto do mundo (22 semanas). Ainda segundo a Unesco, 800 milhões de crianças e jovens no mundo tiveram o calendário escolar prejudicado pela pandemia. As instituições de ensino passaram, em média, 2/3 do ano letivo fechadas. Audrey Azoulay, diretora geral de ensino da Unesco, afirma que o fechamento prolongado das escolas causa impacto psicossocial crescente nos alunos, o que traz consequências como perdas de aprendizagem e risco de evasão, sobretudo entre os estudantes de condições mais vulneráveis. Por isso, interromper as aulas, segundo ela, deve ser “o último recurso”. A reabertura, ressalta, precisa ser “uma prioridade’, mas feita com segurança. Enquanto as escolas seguem fechadas causando todo esse transtorno, não é dificultoso encontrar professores da rede pública de ensino em shoppings, restaurantes, bares, praias, parques e uma série de outros lugares. Muitos deles, inclusive, estão dando aulas em escolas privadas.
Jair Bolsonaro enviou R$ 36 bilhões ao Maranhão em 2020

Os municípios, governo do Maranhão e população receberam , entre recursos e benefícios, aproximadamente R$ 36 bilhões em recursos do Governo Federal. Os dados podem ser encontrados no Portal da Transparência, Localiza SUS e Senado Federal. Juntos, os 217 municípios e mais o governo de Flávio Dino receberam R$ 18,9 bilhões de reais. Para se ter uma ideia do volume dos recursos, todo as receitas do Governo Estadual em 2020, aprovado pela lei orçamentária em 2019 antes da pandemia, previa cerca de R$ 19 bilhões de reais. Outros R$ 13 bilhões foram enviados por meio de benefícios aos cidadãos maranhenses e mais R$ 3,4 bilhões foram enviados apenas parea serem gastos com gastos rotineiros de saúde e no combate à Civid-19 #FlávioDinoGenocida Apenas o Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus (LINK) , uma das medidas tomadas pelo Governo Federal no ano passado, representou um acréscimo de aproximadamente R$ 1 bilhão de reais para investir do estado em 2020. Foram R$ 250 milhões para investir conforme critérios de população e incidência de COVID-19; R$ 732 milhões de livre aplicação e mais R$ 318 milhões pela suspensão no pagamento da dívida. As despesas com saúde em 2020 (LINK), segundo o Portal da Transparência do Governo do Estado, indicam que os gatos do setor deveriam ser de aproximadamente R$ 2.5 bilhão. Logo, apenas o Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus garantiu ao governador um acréscimo de 50% do orçamento que ele havia programado. Com esse montante, Flávio Dino poderia ter reativado o programa dos 65 hospitais de 20 leitos durante a pandemia. E quem diz isso é a matemática simples. O custo para o governo de cada unidade era de R$ 100 mil por mês ao término do governo Roseana Sarney. Dadas as correções e inflação, digamos que esses valores tenham aumentado para R$ 150 mil. Feitas as contas simples de multiplicação, Flávio Dino iria ter que gastar aproximadamente R$ R$ 120 milhões para reativar toda a rede de hospitais pelo interior do estado. Após os repasses do Governo Federal, Flávio Dino não reabriu os hospitais porque não quis! E fica a pergunta, quantas vidas poderiam ter sido salvas se o programa tivesse sido reativado? Flávio Dino, que tanto acusa Bolsonaro de ser genocida, não salvou milhares de vidas de maranhenses porque não quis. Ou alguém no governo, ou fora dele, irá negar que uma rede de 65 hospitais pelo interior do estado não iria salvar vidas? Vão negar a ciência?
Presidência do Conselho de Odontologia pode ser estar sendo ocupada por analfabeto funcional

O presidente do Conselho Regional de Odontologia do Maranhão, Rafael de Carvalho Nunes, lançou nota contra o jornalista Gilberto Leda. A peça pretendia ser uma espécie de defesa da categoria da matéria “Vacinação em São Luís tem até dentistas ‘furando filas’”, publicada por Léda. No entanto, serviu mais para escancarar o oportunismo que assombra a sociedade em tempos de pandemia. Caso não seja oportunismo, é provável que Rafael sofra de analfabetismo funcional. A reportagem de Gilberto Léda diz respeito a fraudes na fila da vacinação. Já em seu segundo parágrafo evidencia ter como alvo “profissionais da área de saúde” que estão “burlando as regras para ter acesso à vacinação”. Só após delimitar toda a classe de profissinais de saúde que o jornalista (chamado insistentetemente de blogueiro pelo tirador de dentes na nota), usa dentistas como exemplo. O texto possui menos de uma dúzia de linhas e é claro em si mesmo: “Segundo o apurado, até dentistas que atuam em consultórios estão conseguindo acesso aos imunizantes com declarações de unidades de saúde “atestando” que atuam na linha de frente contra a Covid-19”. A notícia (e é muito constrangedor ter que explicar) trata de uma denúncia contra profissionais de saúde, inclusive dentistas, que estão conseguindo declarações atestando que fazem parte da linha de frente contra a Covid-19. As aspas utilizadas pelo jornalista deixam claro que os atestados podem ser forjados em referência direta ao que fora escrito no segundo parágrafo. Para ter entendido o texto como um ataque contra a categoria, tudo indica que Rafael Nunes pode fazer parte do grupo de analfabetos funcionais que frequentam as universidades do Brasil. Pesquisa da Universidade Católica de Brasília, publicada pela Globo anos atrás, mostra que de 50% dos universitários não conseguem compreender o que leem. A nota emitida pelo CRO possui 44 linhas dedicadas a ameaças e deboches contra o profissional da imprensa. Junto com Léda, o parlamentar Yglésio Moyses também é alvo dos ataques. Ao invés de tentar esclarecer os fatos denunciados, Rafael de Carvalho Nunes tenta fazer uma generalização canastrona que trata todo e qualquer dentista como integrante da linha de frente que combate à Covid-19. É claro que devem haver profissionais da área que se enquadram na situação. Em nenhum momento de sua reportagem Léda generaliza a categoria. Deveria ser claro, pelo menos para alguém que diz ter frequentado uma universidade, que nem todo dentista faz parte do grupo de risco. E isso serve para TODOS os demais profissionais de saúde. Nem todo médico está cuidando de pacientes com Covid-19 (será que o CRM lancará nota contra mim agora?). Rafael Nunes ainda afirma que pretende lançar mão em seu direito de resposta. Vai defender “certidão atestando” quem não trabalha em hospital? Essa eu quero ver… A nota de Rafael de Carvalho Nunes deixa evidenciada uma triste realidade. A canalhice que aflora pegando carona no oportunismo durante essa pandemia não se resume a furar fila.