Empresas que renderam R$ 3 mi a Lulinha têm sede vazia em SP

Lulinha Empresas

Empresas ligadas a Lulinha, nome pelo qual é conhecido Fábio Luís Lula da Silva, registradas em um prédio comercial na zona oeste de São Paulo, estão com salas desocupadas há cerca de sete meses. Mesmo assim, documentos indicam que as companhias transferiram mais de R$ 3 milhões ao empresário entre 2022 e 2025. O edifício abriga os registros da LLF Tech Participações e da G4 Entretenimento e Tecnologia. Segundo reportagem do site Metrópoles, as salas do primeiro andar onde as empresas estão cadastradas permanecem vazias desde que antigas ocupantes deixaram o local. Antes de ficarem desocupados, os espaços eram utilizados por uma certificadora digital e por uma organização social voltada à área da saúde. De acordo com dados oficiais, as empresas associadas a Lulinha têm como principal atividade suporte técnico, manutenção e serviços de tecnologia da informação. Documentos de quebra de sigilo bancário encaminhados à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do INSS mostram repasses financeiros das duas companhias ao empresário. A LLF Tech Participações transferiu mais de R$ 2 milhões, enquanto a G4 Entretenimento e Tecnologia enviou R$ 772 mil. No mesmo período, os registros indicam que as movimentações bancárias totais das empresas chegaram a R$ 19 milhões ao longo de quatro anos. Desse montante, cerca de R$ 9,6 milhões permaneceram nas contas de Lulinha, enquanto o restante foi direcionado a outras contas bancárias. DEFESA A defesa do empresário afirmou que o endereço das empresas é utilizado apenas para recebimento de correspondências. Segundo o advogado Guilherme Suguimori, a LLF Tech não possui escritório externo e funcionava inicialmente na residência de Lulinha, antes da mudança dele para o exterior. Ainda conforme o advogado, a empresa G4 Entretenimento e Tecnologia não está mais em atividade, mas possui valores judicializados a receber. De acordo com a defesa, quando esses créditos são pagos, os recursos são distribuídos entre os sócios. Além disso, Suguimori declarou que os valores apresentados pela quebra de sigilo bancário não representam lucro real. Segundo ele, os números correspondem à soma de entradas e saídas das contas, podendo incluir transferências repetidas.

Parentes de 9 ministros do STF têm participação em empresas

STF ministros

BRASÍLIA, 16 de fevereiro de 2026 – Levantamento realizado pela Folha identificou que nove ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e 12 parentes próximos são sócios de pelo menos 31 empresas em atividade no país. Entre os negócios estão 13 escritórios de advocacia ou institutos de direito, além de seis companhias voltadas à gestão e ao mercado imobiliário. A lista inclui participações diretas e indiretas dos magistrados, além de empresas em nome de cônjuges e filhos. O número real de negócios pode ser ainda maior, pois sócios ocultos nem sempre aparecem em registros públicos. Esse é o caso do ministro Dias Toffoli, que admitiu ser sócio da Maridt, holding que controlava o resort Tayayá, vendido posteriormente a um fundo ligado ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro. A Lei Orgânica da Magistratura permite que juízes integrem o quadro societário de empresas e recebam dividendos, mas proíbe o exercício de cargos de administração. Para filhos e cônjuges de ministros, não há vedação legal específica. Apesar da permissão legal, a participação em empreendimentos privados pode levantar questionamentos sobre suspeição ou conflito de interesses em decisões judiciais. Em sessão no STF no último dia 5, o ministro Alexandre de Moraes defendeu o direito de magistrados serem sócios de companhias e classificou as críticas como “má-fé”. Na ocasião, Dias Toffoli ironizou a situação ao afirmar que, se a regra fosse diferente, juízes teriam que doar heranças a instituições de caridade, lembrando que vários magistrados são fazendeiros ou donos de empresas. A Folha procurou os ministros por meio da assessoria do STF, mas não obteve retorno. A reportagem também contatou filhos e esposas por email ou telefone, e apenas dois comentaram o caso, além de uma ex-cônjuge. As informações sobre as empresas foram obtidas em registros públicos, incluindo aquelas com indícios de ligação com os magistrados mesmo sem seus nomes no quadro societário. Gilmar Mendes lidera em número de negócios O ministro Gilmar Mendes é o que possui o maior número de empresas, com participação em seis negócios direta ou indiretamente. Entre eles está a Roxel Participações, que tem capital social de R$ 9,8 milhões e é sócia de três empresas do grupo IDP (Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa), além da Gmf Agropecuária e da Mt Crops, de insumos agrícolas. Os dois filhos do ministro também têm empresas. Francisco Schertel é sócio do IDP e do escritório Schertel Ferreira Mendes Advogados, enquanto Laura Schertel Mendes mantém uma sociedade individual de advocacia. A ex-esposa de Gilmar, Guiomar Lima, é advogada no escritório Sergio Bermudes e afirmou à Folha que nunca atuou no STF por respeito à instituição, apesar de não ter impedimento legal.

Empresa de filho de Lula deve mais de R$ 370 mil à União

filho Lula

SÃO PAULO, 05 de janeiro de 2026 – Uma das empresas do filho do presidente Lula, Sandro Luís Lula da Silva, acumula mais de R$ 370 mil em dívidas com a União. O valor corresponde à soma de débitos previdenciários e tributários da Gasbom Cursino, uma revendedora de gás localizada em São Paulo, da qual Sandro Luís figura como um dos sócios. Desde 2022, a empresa é alvo de ações de execução na Justiça em razão da inadimplência. De acordo com dados da Receita Federal, a Gasbom deixou de recolher cerca de R$ 80 mil em tributos federais. Além disso, há uma dívida de aproximadamente R$ 17 mil em IPVA junto ao governo do estado de São Paulo.

Empresa Marina retoma linhas semiurbanas em São Luís

empresa marina

SÃO LUÍS, 19 de novembro de 2025 – A empresa Transporte Marina reiniciou gradativamente a operação das linhas semiurbanas da Grande Ilha nesta quarta (19) após receber o pagamento do subsídio da Agência Estadual de Mobilidade Urbana (MOB). No entanto, as empresas 1001 e Expresso Grapiúna mantêm todas as suas linhas paralisadas, tanto urbanas quanto semiurbanas, sem previsão de retorno. A greve no setor de transporte público de São Luís completa seis dias, afetando cerca de 30 bairros da capital maranhense. O movimento paredista acontece porque os trabalhadores reclamam de salários atrasados. Os empresários do setor, por meio do Sindicato das Empresas de Transporte (SET), cobram da Prefeitura de São Luís o repasse integral do subsídio municipal para quitar os pagamentos.

Alvo da PF omite dados de empresa com contratos milionários

Empresa PF

ZÉ DOCA, 29 de outubro de 2025 – A empresária Tatiele de Sousa Silva, sócia do Atacadão Bom Preço e presa pela Polícia Federal na última sexta (24) em Zé Doca após sacar R$ 700 mil, declarou em depoimento desconhecer o funcionamento de uma empresa registrada em seu nome: a T. de Sousa Silva Combustível, responsável pelo Posto Bom Preço. As informações foram apuradas pelo jornalista Isaías Rocha. Em seu depoimento, a empresária reconheceu ser proprietária das empresas T. de S. Silva Ltda., T. de Sousa Silva Combustível e Construtora T. de S. No entanto, afirmou que o posto de combustíveis estaria em fase de implantação em Pedro do Rosário e que apenas a primeira delas possui sede física. Ela também relatou que a construtora seria um projeto voltado à construção de estradas. CONTRATOS E INVESTIGAÇÃO Apesar da declaração, a empresa T. de Sousa Silva Combustível possui quatro contratos com a Prefeitura de Pedro do Rosário, somando R$ 5.550.000,00. Segundo dados obtidos pelo blog de Isaías Rocha, os valores dos contratos variam entre R$ 166.500,00 e R$ 2.220.000,00. O primeiro documento foi assinado pela própria empresária. Durante a campanha eleitoral de 2024, o prefeito de Pedro do Rosário, Domingos Erinaldo Sousa Serra, o Toca Serra, declarou ter gasto R$ 88.112,66 em combustíveis e lubrificantes adquiridos junto à empresa investigada. Em nota enviada ao jornalista, o gestor negou irregularidades e afirmou que todas as despesas obedeceram à legislação vigente.

Comércio do MA concentra quase metade das empresas do estado

Comércio São Luís

SÃO LUÍS, 20 de outubro de 2025 – No Dia do Comerciário, celebrado nesta segunda (20), o comércio maranhense reafirma seu papel como um dos principais motores da economia do estado. De acordo com dados da Junta Comercial do Maranhão (Jucema), o setor reúne 224 mil empresas ativas, correspondendo a 48% de todos os empreendimentos formais registrados no território maranhense, que somam 466 mil. Somente em 2025, o estado registrou 19 mil novas empresas ligadas ao comércio. São Luís lidera o ranking de novas aberturas, com 4,4 mil registros, seguida por Imperatriz, São José de Ribamar, Timon e Balsas. Entre os ramos mais representativos do comércio maranhense estão lojas de roupas e acessórios, mercadinhos, lojas de variedades, distribuidoras de bebidas, estabelecimentos de cosméticos e de material de construção.

Maranhão tem 126,4 mil empresas com dívidas não pagas

empresas serasa

MARANHÃO, 12 de setembro de 2025 – O Maranhão possui 126,4 mil empresas com dívidas não pagas, segundo dados de julho do Indicador de Inadimplência da Serasa Experian. No país, o total de CNPJs negativados atingiu 8 milhões, um recorde histórico pelo sétimo mês seguido. O número representa um aumento de mais de 200 mil empresas em relação a junho e de 1,1 milhão na comparação com julho do ano anterior. O valor médio das dívidas também alcançou o maior patamar da série histórica, ficando em R$ 3.302,30 por empresa. Além disso, cada empreendimento inadimplente possui, em média, 7,3 dívidas. O montante total de débitos em todo o país soma R$ 193,40 bilhões.

Empresa de alvo da PF recebeu R$ 271 milhões do governo Lula

Empresa governo

RORAIMA, 1º de agosto de 2025 – A empresa Voare Táxi Aéreo, vinculada à deputada federal Helena da Asatur (MDB-RR) e seu marido, Renildo Evangelista Lima, recebeu R$ 271 milhões em 17 contratos com o governo federal desde 2023. Desse total, R$ 96 milhões foram firmados sem licitação, conforme revelado após operação da Polícia Federal na quarta (30). Os contratos envolvem os ministérios da Saúde, Justiça e Segurança Pública e Defesa. A Voare Táxi Aéreo manteve os contratos mesmo após Renildo ser flagrado com R$ 500 mil em espécie — parte escondida na cueca — durante operação da PF em setembro de 2024. A empresa, presidida por Renildo, tem Helena como sócia (10% das cotas, declaradas em R$ 990 mil em 2022). Além disso, a deputada gerencia a Asatur Transporte, grupo familiar com atuação em fretamento e táxi aéreo em Roraima.

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