Maranhão registra queda de quase 50% na geração de empregos

CAGED Maranhão

MARANHÃO, 30 de agosto de 2023 – O Maranhão apresentou uma queda significativa de 47,1% na geração de empregos formais no mês de julho, quando comparado a junho. De acordo com os dados liberados pelo Ministério do Trabalho e Emprego através do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) nesta quarta (30), foram criados 2.586 empregos formais em julho, em comparação com 4.889 em junho. O período de julho apresentou 20.932 admissões e 18.346 rescisões, enquanto junho havia registrado 23.574 contratações e 18.685 desligamentos. Isso indica uma redução na abertura de novas vagas e um aumento nas demissões. Os três municípios do estado com o maior saldo positivo são: São Luís (+687), Santo Antônio dos Lopes (+295) e Aldeias Altas (+217). Após o desempenho em julho, o Maranhão contabiliza um total de 595.714 pessoas com empregos formais. O saldo acumulado no ano é de 16.862 registros com carteira assinada. Esse resultado entre janeiro e julho representa 58,1% dos 29.016 registros dos últimos 12 meses. Durante o último ano, houve 251.292 contratações e 222.276 desligamentos. No que se refere ao acompanhamento do Novo Caged, o estado apresentou desempenho positivo nos cinco principais grupos avaliados. O setor de serviços lidera, com a criação de 804 novos postos de trabalho. Na sequência, estão a Construção Civil (608), o Comércio (500), a Indústria (456) e a Agropecuária (218). Em âmbito nacional, os dados do Novo Caged de julho revelam que o emprego formal no país teve um saldo positivo de 142,7 mil postos de trabalho no mês. O setor de Serviços liderou esse aumento, com a criação de 56,3 mil postos (39% do saldo), seguido pelo Comércio, com 26.744 postos (19% do saldo). No acumulado do ano, foram criados 1,16 milhão de postos de trabalho, com saldo positivo nos cinco grupos econômicos e em 26 das 27 unidades da Federação.

FGV abre inscrições para concurso da Assembleia Legislativa

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA MARANHAO

A Fundação Getúlio Vargas começa a receber nesta segunda-feira, 27, as inscrições dos candidatos interessados em prestar concurso para provimento de vagas na Assembleia Legislativa do Maranhão. Pelo edital, estão sendo oferecidas 66 vagas aos cargos de consultor legislativo (02), técnico de gestão administrativa (53) e assistente legislativo (11). Os salários iniciais são, respectivamente, de R$ 15.454,89, R$ 7.902,06 e R$ 3.619,48. A jornada de trabalho será de 30 horas semanais. Leia também: Assembleia adota medidas preventivas para segurança em concurso público Todos os candidatos inscritos no certame anterior que foi anulado têm até o dia 10 de março para confirmar a inscrição sem ser preciso pagar a taxa de inscrição novamente, se for para o mesmo cargo. Caso contrário, terá que pagar a taxa de inscrição, que é no valor de R$ 140,00 para o nível superior e de R$ 95,00 para o nível médio. Pelo cronograma de execução do concurso, as provas objetivas e discursivas para todos os cargos serão aplicadas no dia 20 de agosto deste ano.  Os locais e horários de provas serão informados Pela Fundação Getúlio Vargas uma semana antes, ou seja, até o dia 14 de agosto. Os gabaritos das provas objetivas serão divulgados no dia 22 de agosto deste ano. 

MELHOROU: Brasil tem o maior número de pessoas trabalhando dos últimos 10 anos

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Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o número brasileiros ocupados é de 98,7 milhões. Este foi um recorde da série histórica do IBGE, iniciada em 2012. Já a taxa de desemprego no trimestre encerrado em julho é a menor dos últimos sete anos no Brasil. O número de desempregados caiu para 9,1%. Com isso, o indicador chegou ao menor nível desde o trimestre encerrado em dezembro de 2015. O ministro da Economia, Paulo Guedes, antecipou que o Brasil deve fechar 2022 com a taxa de desocupação mais baixa dos últimos 15 anos, por volta de 8%. Guedes ainda afirmou que  que outra marca histórica deve ser atingida em 2022: pela primeira vez, o Brasil deve atingir 100 milhões de pessoas empregadas. “Todos os setores, em todas as regiões, criaram empregos”, disse. O ministro da Economia afirmou o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do país deve chegar a 3%, bem acima das expectativas do primeiro semestre. “Voltamos em ‘V’. O Brasil bateu no fundo e voltou rápido. Esse ano, que diziam que seria de recessão, já estão revendo para cima o tempo inteiro. Diziam que o Brasil iria crescer 1%, agora já está em 2,7%. Eu acho que vamos chegar a 3%”, afirmou. Ainda de acordo com o ministro, o Programa Nacional de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Pronampe), criado em 2020 para ajudar micro, pequenos e médios empresários e empreendedores brasileiros a manterem e investirem em suas empresas, deve se tornar uma política permanente.

Geração de emprego no Brasil fica acima das expectativas

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Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta segunda (06/06), a geração de emprego no Brasil ficou acima da expectativa do mercado. De acordo com o Ministério do Trabalho e Previdência, o Brasil criou 196.966 empregos formais em abril, isto é, o melhor resultado para abril desde 2012 (quando foram criados 216.974 postos de trabalho com carteira assinada). Além disso, o dado de abril foi resultado de 1,85 milhão de contratações e 1,66 milhão de demissões. Os 196.966 empregos formais gerados ampliou o saldo positivo do ano para 770.593. A criação de empregos em abril foi puxada pelo setor de serviços (+117.007 vagas) e também houve criação de vagas em todas as regiões: Sudeste (101.279), Nordeste (29.813), Centro-Oeste (25.598), Sul (25.102) e Norte (12.023). O salário médio real de contratação também teve alta em abril, após queda registrada março, e ficou em R$ 1.906,54 (leve alta de 0,79% em relação aos R$ 1.891,54 do mês anterior).

Inadimplência atinge 6,1 milhões de empresas em abril, revela Serasa

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O Indicador de Inadimplência das Empresas da Serasa Experian revelou que, em abril, o número de inadimplentes registrados foi de 6,1 milhões no país. De acordo com os dados do índice, o setor de Serviços foi o mais afetado, com 52,5% do total. As empresas da área de Comércio equivalem a 38,3%, as Indústrias a 7,9%, e o setor Primário corresponde a apenas 0,9%. Confira no gráfico abaixo a oscilação dos números gerais: Para o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, o alto nível de inadimplência no Brasil é uma movimentação que deve continuar sendo observada ao longo do ano. “Enquanto a instabilidade econômica perdurar, os empreendedores continuarão encontrando dificuldades para sair do vermelho, já que precisam lidar com o encarecimento dos insumos e do crédito. Outro fator que potencializa esse cenário desafiador é o abalo da confiança financeira do consumidor, que segue mantendo o consumo por necessidade como principal critério para fechar as contas no fim do mês”, diz.

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