Maranhão registra saldo positivo de 1.275 empregos em abril

BRASÍLIA, 29 de maio de 2026 — O Maranhão registrou saldo positivo de 1.275 empregos com carteira assinada em abril de 2026. Os dados do Novo Caged foram divulgados nesta quinta (28) pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Três dos cinco setores econômicos apresentaram desempenho positivo no estado. O segmento de Serviços liderou a geração de vagas, com 1.379 novos postos. Na sequência aparecem Construção Civil, com 302 empregos, e Indústria, com saldo de 205 vagas. Por outro lado, Comércio e Agropecuária fecharam o mês com resultados negativos. As perdas foram de 210 e 401 postos formais, respectivamente. São Luís foi a cidade com o maior número de empregos gerados em abril. A capital maranhense totalizou saldo positivo de 885 vagas com carteira assinada. Imperatriz aparece em seguida, com 378 novos postos. São Domingos do Maranhão teve 112 vagas, e São José de Ribamar registrou 86. As mulheres ocuparam a maior parte das vagas abertas no estado durante o período. Elas preencheram 956 novos empregos formais. Entre os homens, o saldo foi de 319 postos. Na divisão por faixa etária, os jovens entre 18 e 24 anos concentraram o maior volume de admissões. Eles preencheram 1.679 vagas. Em relação à escolaridade, trabalhadores com ensino médio completo lideraram as contratações, com saldo de 1.313 empregos. CENÁRIO NACIONAL O mercado de trabalho criou 85.888 empregos formais em todo o país em abril de 2026. Esse resultado decorre de 2,26 milhões de admissões e 2,18 milhões de desligamentos. No acumulado do ano entre janeiro e abril, o Brasil soma 699.762 novas vagas com carteira assinada. Nos últimos 12 meses, o saldo nacional chega a 1,05 milhão de empregos formais. São Paulo liderou a geração de vagas em abril entre os estados. Rio de Janeiro e Minas Gerais aparecem na sequência. O saldo positivo foi registrado em 24 das 27 unidades da federação. O setor de Serviços também puxou o crescimento nacional. Ele abriu mais de 69 mil vagas no mês. As áreas de administração pública, informação e transporte impulsionaram esse resultado.
Maranhão cria 1,4 mil empregos em março, diz Novo Caged

MARANHÃO, 02 de maio de 2026 — O Maranhão criou 1.430 empregos formais em março de 2026, conforme dados do Novo Caged divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego na quarta (29). O resultado positivo decorre principalmente do desempenho do setor de Serviços. Além disso, mulheres e jovens concentraram a maior parte das contratações no período. O setor de Serviços liderou a geração de empregos formais, com 2.200 vagas criadas no estado. Em seguida, a Construção registrou saldo positivo de 223 postos. Por outro lado, Indústria (-88), Agropecuária (-144) e Comércio (-761) apresentaram resultados negativos no mês. DESEMPENHO NOS MUNICÍPIOS São Luís concentrou a maior criação de empregos formais, com 874 novas vagas em março. Além disso, municípios como Bacabal (365), Passagem Franca (148) e Paço do Lumiar (131) também registraram desempenho positivo. As mulheres ocuparam a maior parte das vagas de empregos formais no Maranhão, somando 1.046 postos. Já os homens responderam por 384 admissões líquidas. Dessa forma, o recorte por gênero indica maior participação feminina no mercado formal no período analisado. Jovens de 18 a 24 anos lideraram as contratações de empregos formais, com 1.387 vagas preenchidas. Além disso, trabalhadores com ensino médio completo foram os mais demandados, ocupando 1.010 postos.
Orleans defende emprego e renda em São Raimundo do Doca Bezerra

SÃO RAIMUNDO DO DOCA BEZERRA, 1º de maio de 2026 — O pré-candidato a governador Orleans Brandão assumiu o compromisso de priorizar a geração de emprego e renda no Maranhão ao receber o apoio de líderes políticos de São Raimundo do Doca Bezerra, onde foi recebido pelo prefeito Jacinto Neto e todos os vereadores, em encontro que contou com a presença do prefeito de Barra do Corda, Rigo Teles, e dos deputados Abigail Cunha e Pedro Lucas Fernandes. Ele voltou a destacar, nesta quinta (30), os avanços conquistados nos últimos três anos por um governo de diálogo que cuida das pessoas. “Há mais de três anos estamos indo a todos os municípios, e não cansamos de andar pelo Maranhão, porque nada substitui o contato olho no olho, para ouvir, entender os problemas e buscar soluções, mostrando o que já fizemos e, principalmente, para falar de futuro. Nunca se fez tanto em tão pouco tempo, mas temos a convicção de que poderemos fazer muito mais, principalmente na geração de emprego e renda”, afirmou Orleans Brandão, na conversa com as lideranças de São Raimundo do Doca Bezerra. O pré-candidato a governador lembrou que em apenas três anos a rede de Restaurantes Populares aumentou de 94 para 220 unidades, que triplicou o número de Viva Procons e de cadeiras de hemodiálises, que passou de 200 para 600. “No próximo dia 8 será inaugurado o Centro de Hemodiálise de Barra do Corda, um serviço de saúde importantíssimo para os pacientes que hoje têm que percorrer longa distância toda semana para fazer esse tratamento. Essa expansão já começou e assumo o compromisso de levar a todas as regiões do Maranhão”, declarou. Orleans Brandão acrescentou ainda que o Governo do Estado tem obras em todos os 217 municípios, mas precisa avançar na geração de emprego e renda, desenvolver o turismo, a produção agrícola e a pecuária, valorizando o potencial de cada região. “Já alcançamos muitos resultados positivos, com crescimento recorde do PIB, o aumento no número de pessoas empregadas. Temos um porto com grande volume de exportações e precisamos mostrar esse potencial do Maranhão para o mundo. Sabemos que é possível e vamos avançar ainda mais”. “Estamos muito felizes em receber nosso pré-candidato a governador, ouvir suas propostas e reafirmar que todo o nosso grupo político acredita e caminhará junto com Orleans Brandão”, afirmou o prefeito Jacinto Neto.
Mulheres ocupam quase 4 em cada 10 empregos no Maranhão

MARANHÃO, 29 de abril de 2026 — O Maranhão registrou, em dezembro de 2025, 675 estabelecimentos com mais de 100 empregados, somando 242,9 mil vínculos formais. Desse total, 39,1% são ocupados por mulheres. Os dados integram o Painel do Relatório de Transparência Salarial, divulgado pelos ministérios do Trabalho e Emprego e das Mulheres, junto ao 5º Relatório Nacional de Igualdade Salarial. O levantamento reúne informações sobre emprego e renda, com base em dados oficiais do mercado formal. Do total de vínculos nas grandes empresas, 95,2 mil são ocupados por mulheres, enquanto 147,7 mil pertencem a homens. Entre as mulheres, 77,3 mil são negras, o que representa 81,2%, e 17,8 mil são não negras, equivalentes a 18,7%. Entre os homens, 125,7 mil são negros, correspondendo a 85,1%, enquanto 21,9 mil são não negros, com 14,8%. Além disso, o levantamento nacional indica crescimento da presença feminina, especialmente entre mulheres negras, que ampliaram sua participação no mercado formal entre 2023 e 2025. No período, o país registrou aumento de 29% nas contratações de mulheres negras, totalizando mais de 1 milhão de novos empregos formais. Ainda assim, a desigualdade salarial no Maranhão segue como um ponto de destaque nos dados apresentados. Em dezembro de 2025, a remuneração média das mulheres no estado foi de R$ 2.771,59, enquanto os homens receberam R$ 3.314,80. Ao considerar o recorte racial, mulheres negras tiveram rendimento médio de R$ 2.555,93. Já mulheres não negras receberam R$ 3.756,69. Entre os homens, negros tiveram média de R$ 3.084,42, enquanto não negros alcançaram R$ 4.705,32. No Brasil, o relatório aponta que mulheres receberam, em média, 21,3% a menos que homens em 2025, índice superior ao registrado em 2023. No momento da admissão, a diferença foi de 14,3%, também acima do percentual anterior. O estudo também mostra que parte das empresas adota políticas de incentivo à contratação feminina. No Maranhão, 24,5% dos estabelecimentos possuem ações voltadas às mulheres, enquanto 17,8% incentivam a contratação de mulheres negras.
Caged aponta alta nos postos de trabalho no MA entre 2022-25

MARANHÃO, 18 de fevereiro de 2026 – Os dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) mostram que o total de vínculos ativos subiu de 580,6 mil para 690,5 mil trabalhadores nesse período. O desempenho representa um ritmo mais acelerado de formalização no estado em comparação com séries históricas anteriores. O saldo positivo de empregos foi constante ao longo de todo o quadriênio analisado. Em 2022, o estado registrou 40.280 admissões líquidas, o maior volume do período. No ano seguinte, foram contabilizadas mais 21.849 vagas formais. Além disso, em 2024, o Maranhão acrescentou 16.042 postos de trabalho ao estoque. Por fim, em 2025, houve novo impulso com a geração de 31.713 empregos com carteira assinada. O percentual de 18,9% na expansão dos contratos regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) supera o observado em intervalo mais longo da série histórica.
Emprego na indústria cai mesmo com faturamento em alta

BRASIL, 20 de janeiro de 2026 – O emprego na indústria registrou queda pelo terceiro mês seguido em novembro de 2025, mesmo com um aumento pontual no faturamento das empresas. Os dados dos Indicadores Industriais, divulgados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta segunda (19), revelam que o setor eliminou 0,2% dos postos de trabalho naquele mês. Essa retração reflete os efeitos do aperto monetário e da desaceleração gradual da atividade ao longo do segundo semestre. Conforme a entidade, a perda de ritmo no emprego industrial se intensificou a partir de setembro, acumulando um recuo de 0,6% no trimestre. Por outro lado, o faturamento real da indústria de transformação apresentou uma alta de 1,2% em novembro na comparação com outubro. Entretanto, no acumulado do ano até novembro, o crescimento do faturamento é de apenas 0,3%.
Inadimplência cresce, mas Maranhão abre 2,8 mil empregos

MARANHÃO, 28 de agosto de 2025 – A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) registrou que a inadimplência das famílias brasileiras atingiu 30,2% em julho, o maior índice em quase dois anos. O levantamento revela aumento expressivo das dívidas em atraso. No Maranhão, dados do Serasa mostram que 44,8% da população adulta — mais de 2 milhões de pessoas — estavam inadimplentes em junho. O cenário evidencia dificuldades financeiras persistentes para quase metade dos maranhenses. A coordenadora do Núcleo de Negócios da UniFacimp Wyden, Petra Fernanda, aponta a falta de planejamento financeiro como a principal causa do aumento da inadimplência. Ela destaca que o uso do crédito rotativo agrava a situação das famílias. Com juros que chegaram a 449,9% ao ano em maio, esse tipo de financiamento transforma pequenas dívidas em compromissos de longo prazo, considerados por especialistas como uma “bola de neve” difícil de ser controlada. Petra Fernanda orienta que famílias conheçam sua realidade financeira de forma detalhada, priorizem gastos essenciais, evitem compras desnecessárias e construam uma reserva de emergência. A recomendação é acumular pelo menos três vezes a renda líquida mensal. Apesar do cenário de endividamento, o Maranhão apresentou crescimento no mercado de trabalho formal. O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) registrou a criação de 2.898 empregos com carteira assinada em julho. Entre janeiro e julho de 2025, o estado acumula 20.767 novas vagas. O resultado mostra desempenho positivo em quatro dos cinco principais setores avaliados, com destaque para os Serviços, que lideraram a geração de empregos. O setor de Serviços respondeu por 1.548 novas vagas em julho, seguido pelo Comércio, com 588, pela Construção, com 538, e pela Indústria, com 396. Apenas a Agropecuária apresentou queda, com fechamento de 172 postos.
Bolsa Família ampliado afasta metade das famílias do emprego

BRASIL, 20 de agosto de 2025 – Para cada duas famílias que recebem o Bolsa Família, uma sai da força de trabalho. A conclusão, de pesquisa do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre), comprova um efeito colateral da forte expansão do programa nos últimos anos: ele passou a desestimular a busca por emprego formal. O Bolsa Família se agigantou desde a pandemia: o valor médio mais que triplicado e o número de famílias atendidas tiveram forte aumento. Uma das consequências é a redução da oferta de mão de obra. Com mais dinheiro vindo do governo, parte dos beneficiários não está interessada em emprego com carteira assinada. Essa influência do Bolsa Família sobre a oferta de mão de obra ocorre em meio ao cenário de aquecimento do mercado de trabalho, ainda que as contratações estejam subindo em ritmo mais moderado. A taxa de desemprego em junho foi de 5,8%, a menor da série histórica, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse índice reflete a fração da força de trabalho que está em busca de ocupação. Ao mesmo tempo, a taxa de participação das maiores pessoas de 14 anos na força de trabalho ainda não voltou aos níveis anteriores à pandemia da Covid-19, em 2020. Em dezembro de 2019, 63,4% dos brasileiros em idade ativa trabalhavam ou procuravam emprego. Em junho de 2025, esse índice era de 62,4%. O Bolsa Família passou por uma transformação radical desde a pandemia. De um auxílio modesto, tornou-se um programa de R$ 170 bilhões anuais. Essa expansão trouxe benefícios sociais, mas também revelou um “custo oculto”: a redução da participação no mercado de trabalho, especialmente entre jovens homens das regiões Norte e Nordeste. O problema maior está no Nordeste. A taxa de participação, que era de 56% no último trimestre de 2019, ficou em 54,1% no primeiro trimestre deste ano. A única região que teve um avanço – e, mesmo assim, considerada marginal pelos economistas – foi o Sul, onde a participação no mercado de trabalho passou de 66,8% para 66,9% no mesmo período. DO AUXÍLIO MODESTO AO ORÇAMENTO DE R$ 170 BILHÕES A transformação do Bolsa Família começou em 2020, no governo de Jair Bolsonaro (PL), com a instituição do Auxílio Emergencial, que se consolidou no Auxílio Brasil. Os valores pagos por família saltaram de uma média de R$ 190 ao mês em 2019 para R$ 600. Em 2023, com a posse de Lula (PT), o nome original foi retomado. Houve uma redesenho nos benefícios, e o valor médio chegou aos atuais R$ 670 — um aumento de 253% em relação a 2019. O número de famílias atendidas passou de 14 milhões para 21 milhões desde 2017. E o orçamento disparou de R$ 35 bilhões para R$ 170 bilhões.