Senadora Eliziane Gama é vaiada por assembleianos durante evento da UMADESL

SÃO LUÍS, 7 de julho de 2023 – A senadora Eliziane Gama foi vaiada durante sua participação em um evento da União de Mocidade da Assembleia de Deus em São Luís (UMADESL), realizado na noite de quinta-feira (6) no Multicenter Sebrae. A manifestação sonora evidencia a insatisfação do público gospel em relação ao tratamento que a senadora tem dispensado aos seus eleitores. O episódio ocorreu durante o discurso da senadora no palco do evento, quando ela foi interrompida por uma reação hostil da plateia presente. As vaias foram acompanhadas por alguns gritos de insatisfação, demonstrando a desaprovação de parte dos assembleianos com a atuação política de Eliziane Gama. A senadora, que também é membro da Assembleia de Deus, vem enfrentando críticas por suas posturas políticas e decisões tomadas no exercício do mandato. Alguns membros da comunidade gospel sentem que ela não tem representado devidamente seus interesses e valores. A vaia recebida durante o evento da UMADESL é um reflexo desse descontentamento. Nas redes sociais, o episódio ganhou repercussão, com diversas postagens expressando opiniões divergentes sobre o ocorrido. Alguns internautas defendem a atitude dos assembleianos, alegando que é necessário cobrar uma postura alinhada com os princípios e demandas da comunidade religiosa. Outros, porém, consideram a vaia desrespeitosa, argumentando que o diálogo construtivo é mais adequado para expressar descontentamento. Eliziane Gama, que atualmente exerce o cargo de senadora pelo estado do Maranhão, terá o desafio de lidar com as consequências desse episódio e buscar formas de reconquistar a confiança dos eleitores gospel. A vaia recebida durante o evento da UMADESL serve como um alerta para a necessidade de estabelecer um diálogo mais próximo e transparente com a comunidade religiosa, a fim de compreender e atender às suas demandas de maneira efetiva.

CPMI aprova mais de 200 requerimentos e vai ouvir 35 pessoas

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BRASÍLIA, 13 de junho de 2023 – Nesta terça (13), a CPMI do 8 de janeiro aprovou os primeiros 223 requerimentos, incluindo pedidos de informações e audiências com testemunhas envolvidas nas ações que ocorreram após o segundo turno das eleições de 2022. Destes, 35 são destinados a ouvir pessoas na condição de testemunhas. Entre as audiências aprovadas estão as de Braga Netto, ex-ministro da Defesa do governo Bolsonaro, Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e Segurança Pública e que ocupava a Secretaria de Segurança do Distrito Federal em 8 de janeiro, o ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, Mauro Cid, além de Jorge Eduardo Naime Barreto, coronel responsável pelo Departamento Operacional da PM-DF. A relatora da Comissão, senadora Eliziane Gama (PSD-MA), sugeriu que as primeiras audiências iniciem na próxima semana, começando por Anderson Torres e Mauro Cid. “Vejo que esses dois nomes têm uma relação direta com os acontecimentos que ocorreram após as eleições, a partir de 30 de outubro até 8 de janeiro. Ambos desempenharam papéis fundamentais, e acredito que devemos começar com eles.” Dos 39 nomes propostos para serem ouvidos pela CPMI, quatro não foram aprovados na sessão: Gonçalves Dias, ex-ministro do GSI do governo atual; Ricardo Cappelli, interventor da segurança pública do DF após os eventos de 8 de janeiro; Saulo Moura Cunha, ex-diretor-adjunto da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) nomeado pelo governo atual; e Flávio Dino, atual Ministro da Justiça e Segurança Pública. Também foram rejeitados os requerimentos que solicitavam acesso às imagens de “todas as câmeras do circuito interno do Ministério da Justiça e Segurança Pública”. Outra solicitação era para ter acesso às imagens do Itamaraty. Na oportunidade, o deputado Rubens Pereira Júnior (PT-MA) mencionou que vários requerimentos da oposição foram aprovados pela maioria. “Votamos a favor de quatro requerimentos do deputado Marco Feliciano. Ele agora faz parte da base do governo? Não. Votamos a favor de quatro requerimentos do deputado Nikolas Ferreira. Não há essa história de que o governo está rejeitando todos os requerimentos da oposição”, argumentou.

Do Val pede que Eliziane deixe relatoria por suposta imparcialidade

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Brasília, 1º de junho de 2023 – O senador Marcos do Val (Podemos-ES) levantou dúvidas quanto à imparcialidade da senadora Eliziane Gama (PSD-MA) como relatora da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga as invasões ocorridas nas sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro. Ele mostrou preocupações sobre possíveis ligações políticas entre Gama e o ministro da Justiça, Flávio Dino, que poderia ser alvo das investigações. Além disso, o senador Marcos do Val alegou estar sendo alvo de perseguição por parte do ministro Flávio Dino. Do Val sugeriu que a senadora abdique da função de relatora e a transfira para outra parlamentar. “Eu queria muito que partisse dela [a senadora Eliziane Gama] a questão de deixar a relatoria e entregá-la para outra mulher”, afirmou. O parlamentar disse desejar que o Congresso se posicione sobre a situação, compartilhando informações que recebeu sobre supostas ações do ministro para monitorá-lo. Do Val manifestou preocupação com a situação e solicitou uma resposta clara da Senado e da Câmara diante dessas alegações. “Eu queria que o Congresso pudesse se posicionar, porque as informações que eu tenho recebido são de que estariam perseguindo a mim e à minha esposa. […] A informação seria de que ele, o ministro Flávio Dino, estaria montando um sistema atrás de mim”, disse.

CPMI do 8 de Janeiro adia apresentação do plano de trabalho

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Brasília, 1º de junho de 2023 – A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro decidiu adiar a apresentação do plano de trabalho da relatora, senadora Eliziane Gama (PSD-MA), para a próxima terça (6). A elaboração do plano levou em consideração os diversos requerimentos já apresentados nesta fase inicial da CPMI, que tem como objetivo investigar os ataques aos poderes da República ocorridos no dia 8 de janeiro. A senadora defende a realização de duas reuniões semanais como uma abordagem “razoável” para conduzir as investigações e depoimentos no âmbito da CPMI. Eliziane destaca a diversidade do colegiado, ressaltando que está dialogando com líderes de diferentes partidos que compõem a comissão. “Nosso plano de trabalho buscará refletir ao máximo o sentimento da maioria da CPMI. Faremos um plano importante, objetivo e focado no principal objetivo, que é investigar os acontecimentos do dia 8 de janeiro”, afirmou a relatora. Na primeira reunião, realizada em 25 de maio, a CPMI elegeu o deputado Arthur Oliveira Maia (União-BA) como presidente. O prazo estabelecido para a comissão apresentar e votar o relatório final é de 180 dias. Posteriormente, as conclusões, recomendações e possíveis indícios de irregularidades encontrados durante o processo serão encaminhados ao Ministério Público, à Polícia Federal ou a outras autoridades competentes, a fim de que sejam tomadas as medidas cabíveis com base nas conclusões e recomendações da CPMI. A CPI Mista é composta por 16 senadores e 16 deputados, com um número igual de suplentes.

Súdita de Flávio Dino assume relatoria da CPMI do 8 de Janeiro

Eliziane Gama e Flavio Dino

São Luís, 26 de maio de 2023 – No cenário político brasileiro, a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro é fundamental para a responsabilização de um dos episódios mais ultrajantes da história do Brasil. Espera-se seriedade no trato com as investigações para que os responsáveis sejam devidamente apontados. Ocorre que nesta semana, a senadora Eliziane Gama, do estado do Maranhão, foi escolhida para assumir a relatoria da investigação. Fato que aponta para um enterro da CPMI antes mesmo do início de seus trabalhos. A CPMI do 8 de Janeiro foi instaurada com o objetivo de apurar os fatos ocorridos durante os protestos que aconteceram nessa data, especialmente no que se refere à invasão do Congresso Nacional. A ascensão de Gama levanta questionamentos acerca de sua relação próxima com o ministro Flávio Dino, um dos principais investigados na CPMI. A senadora foi eleita única e exclusivamente para o cargo em 2008 pela ajuda de Dino, que era governador. A escolha da senadora Eliziane Gama para produzir o relatório final da comissão tem gerado controvérsias, pois ela mantém uma relação estreita com o ministro Flávio Dino, que figura como um dos investigados. Flávio Dino, ex-governador do Maranhão, é um importante aliado político de Gama, e essa ligação intriga os observadores atentos ao desenrolar dos trabalhos da CPMI. O fato é que a imparcialidade é um pilar fundamental no trabalho de uma comissão de inquérito, e a nomeação de alguém com ligações estreitas com um dos investigados pode comprometer a credibilidade dos resultados alcançados. Virtudes que a senadora não possui. Tudo indica que Eliziane Gama não irá agir de forma imparcial e isenta e deve ser pautada apenas pela busca da blindagem de Dino e do governo Lula. Entretanto, pode ser que em um surto de caráter, a senadora demonstre, por meio de suas ações e do cumprimento rigoroso do regimento da CPMI, que é capaz de separar suas ligações pessoais de suas responsabilidades como presidente dessa importante investigação. Pode ser, mas não será. A sociedade brasileira espera transparência e imparcialidade nas investigações da CPMI do 8 de Janeiro. É fundamental que todos os envolvidos sejam tratados de maneira justa e que as conclusões sejam baseadas em evidências sólidas e conclusões racionais. A escolha de Eliziane Gama para a relatoria enterra essas possibilidades. Em um momento delicado como esse, a escolha dos líderes da CPMI deveria ser pautada pela imparcialidade e pela busca da verdade, deixando de lado quaisquer conexões pessoais que possam comprometer a lisura do processo investigativo. Situações que passam muito distantes da escolha da senadora para ocupar a relatoria.

Eliziane Gama quer convocar Jair Bolsonaro para CPI

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Brasília, 25 de maio de 2023 – Após a instalação da CPMI dos atos do 8 de janeiro, a senadora Eliziane Gama (PSD), relatora da comissão, cogitou a possibilidade de convocar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ao ser questionada sobre esse assunto, a senadora afirmou que não tomará nenhuma medida antecipada. Ela ressaltou que o debate sobre a convocação de Jair Bolsonaro pode ocorrer ao longo do processo, uma vez que estão na fase inicial. Eliziane Gama considera a indicação para a relatoria da CPMI como uma das maiores missões de sua carreira política e promete equilíbrio em sua função. Ela enfatizou a importância de ouvir todos os lados, realizar uma análise minuciosa dos fatos, atos e provas com diligência e rigor. O desenrolar dos trabalhos da CPMI está previsto para iniciar as atividades na próxima semana.

Inácio Melo é tido como “desqualificado” em indicação para cargo

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Os servidores públicos do Serviço Geológico do Brasil, uma empresa pública vinculada ao Ministério de Minas e Energia, fizeram um apelo ao governo Lula pedindo que o nome de Inácio Melo seja rejeitado para a presidência do órgão. Apontado como “desqualificado” para a função, Inácio é marido da senadora Eliziane Gama (PSD-MA), aliada do PT. Três entidades que representam empregados do órgão encaminharam uma carta ao ministro da Casa Civil, Rui Costa. Cabe à pasta chancelar nomes para cargos de comando no governo. No documento, as entidades se dizem “estarrecidas devido à desqualificação do indicado para liderar o SGB-CPRM”. O documento relaciona processos arquivados ou em trâmite contra Inácio Cavalcante Melo Neto e citam denúncias de agressão à ex-mulher, processos por crime ambiental, uso de documentos falsos e sonegação de tributos. Em 2021, Melo chegou a ter a prisão decretada pela Justiça no Maranhão pelo não pagamento de R$ 560 mil de pensão alimentícia do filho do primeiro casamento. “Outro agravante é a inaptidão técnico-científica confirmada pela falta de formação para o cargo pretendido, sendo formado em administração, além de inexistência de conhecimento prévio ou experiência na área de geociências ou mesmo relacionada ao setor mineral”, citam as entidades em apelo enviado a Rui Costa. Informações dão conta de que a nomeação de Inácio Melo já está em fase final para receber a chancela da Casa Civil. A senadora Eliziane Gama se manifestou por meio de nota ao ser interrogada quanto a insatisfação dos servidores. “Entendemos que as indicações políticas fazem parte do sistema de nomeação para ocupação de função pública. Inácio Melo possui experiência pública e privada, portanto, tem capacitação adequada para cumprir com a agenda deste governo, se eventualmente for convidado”. Em 2022, Melo disputou uma vaga na Assembleia Legislativa do Maranhão pelo PSDB. Inácio Melo, à época no PSDB, foi o candidato que mais recebeu dinheiro do Fundo Especial de Financiamento Eleitoral (FEFC) entre os candidatos que disputaram o cargo de deputado estadual. Ao todo, o candidato recebeu R$ 1,270.629,00. Ele recebeu pouco mais de 35 mil votos e não conseguiu se eleger.

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