Flávio Dino chama 205 prefeitos e 15 deputados federais de corruptos

Flavio Dino

O ex-governador Flávio Dino (PSB) acusou prefeitos e parlamentares maranhenses de participarem do que, segundo ele, é o maior escândalo de corrupção da história do país. A generalização do comunista, que concorre a uma vaga ao Senado neste ano, atingiu tanto aliados quanto adversários que receberam as chamadas emendas do relator (RP9). As declarações foram feitas em entrevista ao jornalista Clóvis Cabalau durante a exibição do Bom Dia Mirante, na TV Mirante. Ao ser questionado sobre as razões que deveriam motivar o voto nele, Flávio Dino elencou três razões. Entre elas o combate ao que, segundo ele, é o maior escândalo de corrupção da história: as emendas do relator. Chamadas pela imprensa de oposição ao presidente Bolsonaro como “orçamento secreto”. Flávio Dino afirmou que as emendas do relator configuram o maior esquema de compra de apoio político pelo presidente. Os fatos contradizem a versão de Flávio Dino. Conhecida por sua lealdade canina ao ex-governador e pela oposição ferrenha ao presidente Jair Bolsonaro, a senadora Eliziane Gama (Cidadania) confirmou ao Imirante.com que indicou cerca de R$ 23 milhões dentro das emendas do relator. Fato que desmonta a versão de compra de apoio. Além disso, as emendas do relator sofreram oposição do presidente Jair Bolsonaro em 2020 e 2021. No ano passado, inclusive, Bolsonaro vetou o mecanismo que voltou para o Congresso nacional e teve o veto derrubado. Outro fato que expõe a má-fé de Flávio Dino em colocar o presidente como artíficie do RP9. FOGO AMIGO Além de ser desmentido pelos fatos, o governador também incorreu em acusações contra sua própria base. Dos 217 municípios do Maranhão, 205 receberam recursos provenientes das emendas RP9. A maioria absoluta faz parte da base de partidos que integra a “Coligação: Para o Bem do Maranhão”, formada por PSB, PCdoB, PT, MDB, PP, Podemos, PSDB, Cidadania, PV e, Patriota, recebeu recursos provenientes do RP9. Ironicamente, o partido em que mais prefeituras foram agraciadas com recursos do “maior escândalo de corrupção da história do país”, segundo o candidato, foi o PCdoB, com 20 prefeituras. Flávio Dino foi eleito governador pelo partido em 2014 e passou boa parte de sua vida política na legenda. Em segundo lugar vem o PP, com 16 prefeituras. Os partidos são seguidos por PSB (6), MDB (6), PSDB (4), Patriotas (4), Podemos (1), Cidadania (1), PT (1). A única legenda da coligação que não possui prefeitos que receberam recursos é o PV, presidido pelo deputado estadual Adriano Sarney no estado. INGRATIDÃO O Maranhão recebeu cerca de R$ 700 milhões em emendas RP9 entre 2020 e 2021. Mesmo governado por Flávio Dino, o estado foi o segundo que mais recebeu recursos. Perdendo apenas para Minas Gerais. Os recursos foram empregados principalmente em projetos nos setores de saúde, desenvolvimento regional, cidadania e agricultura. Indiscutivelmente os recursos ajudaram prefeitos do interior do estado a minimizar os efeitos da pandemia. O fato é que, na ânsia de enganar o eleitor e jogá-lo contra o presidente Jair Bolsonaro, o ex-governador Flávio Dino não sentiu-se constrangido em mentir, ocultar e colocar aliados como membros da quadrilha que promoveu “o maior escândalo de corrupção do país”.

Fracasso do governo faz Flávio Dino fugir dos debates para Senado

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A ausência do ex-governador Flávio Dino (PSB) em sabatinas e debates chamou a atenção nas primeiras semanas da campanha. Sempre tão assertivo nas redes sociais e, em muitas vezes, criticando adversários que fogem destas situações, o comunista simplesmente decidiu não ir ao primeiro debate e em uma sabatina de uma emissora da capital maranhense. Observadores e analistas das eleições ouvidos pelo site acreditam que a quebra das promessas nas eleições de 2014 e 2018 são as principais justificativas para a fuga. Segundo eles, o candidato teme que seus adversários o questionem sobre o roubo de R$ 9 milhões de reais de respiradores durante sua gestão, do suicídio de Mariano de Castro Silva (envolvido em um grande escândalo de corrupção no governo Dino), do caos no ferryboat, do saque de mais de R$ 1 bilhão do Fundo Especial de Pensão e Aposentadorias dos funcionários do estado ou dos escândalos de corrupção na Secretaria de Infraestrutura. Anos atrás, inclusive, Flávio Dino criticou políticos que faltam a debates.

Presidente Jair Bolsonaro lidera intenção de voto com 41% do eleitorado

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Levantamento divulgado nesta quarta (24 de agosto) mostra que o presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 41% das intenções de voto dos eleitores e lidera a corrida presidencial. A pesquisa ouviu 2 mil pessoas de 504 cidades das cinco regiões do país entre os dias 20 e 22 de agosto deste ano. A margem de erro é estimada em 2,2 pontos percentuais. Em segundo lugar aparece Lula (PT), com 32,9%, Ciro Gomes (PDT), com 4,3%, e Simone Tebet (MDB), que soma 3,3%. Indecisos ou que não responderam representam 9,4%, e branco e nulos 7,9%. Os demais candidatos não pontuaram mais de 0,5%. Segundo a Brasmarket, o levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07901/2022.

PT impede Datafolha de divulgar pesquisa para presidente na Bahia

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O PT conseguiu impedir, por via judicial, a divulgação de uma pesquisa do Datafolha para presidente na Bahia. A decisão do juiz Paulo Sérgio Barbosa de Oliveira, do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia, atendeu pedido da coligação do candidato Jerônimo Rodrigues (PT) contra o Instituto Datafolha. Em nota, o instituto falou em “censura”. “O instituto cumpriu todas as regras de registro estabelecidas pelo TSE”, informou a diretora do instituto, Luciana Chong. O juiz proibiu a divulgação de dados sobre o cargo de presidente da República da pesquisa, sob pena de pagamento de multa diária de R$ 20 mil, em caso de descumprimento. Manteve-se a divulgação de dados para governador e senador. O PT argumentou que o levantamento está “eivado de inconsistências” e alegou que houve “indução ao erro” nas questões dirigidas aos eleitores, que poderiam levá-los a equívocos. A legenda sustentou ainda que a pesquisa informou no registro que serão mensuradas as intenções de voto para governador e senador, e que foram incluídas erroneamente perguntas sobre a disputa para a Presidência. O PT interpelou ainda a “ausência”, no registro da pesquisa, do plano amostral e das ponderações “quanto a gênero, idade, grau de instrução, nível econômico da pessoa entrevistada e área física de realização do trabalho a ser executado”. “Permitir a divulgação da pesquisa que não expressa a realidade causará prejuízos irreversíveis à lisura eleitoral”, afirmou a legenda. Jerônimo Rodrigues, que tem dificuldades para deslanchar nas pesquisas de intenção de voto, é candidato ao governo da Bahia, com apoio do governador Rui Costa (PT) e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Diferença entre Bolsonaro e Lula cai para menos de cinco pontos

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Levantamento recente do instituto Paraná Pesquisas, o presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparecem com uma diferença de menos de cinco pontos percentuais, mostrando queda na vantagem do petista. Segundo a pesquisa divulgada nesta quarta (24 de agosto), Lula detém 41,7% das intenções de voto contra 37% de Bolsonaro. No começo de agosto, Lula tinha 41,1% das intenções, e Bolsonaro, 35,6%. Em abril, Lula tinha 40,0% e Bolsonaro 32,7% para Bolsonaro. Ciro Gomes (PDT) permanece solidificado na terceira posição, com 7,3% dos votos. Simone Tebet (MDB) aparece com 2,7% da preferência. Os demais presidenciáveis não alcançaram 1% das intenções de voto. Os votos brancos e nulos totalizam 6%. Os referidos números são da pesquisa estimulada, na qual são apresentados nomes dos presidenciáveis aos entrevistados. Já na pesquisa espontânea, a qual o eleitor precisa responder “de cabeça”, Lula aparece com 30% das intenções de voto, e Bolsonaro com 26,5%. O instituto ouviu 2.020 pessoas, de 162 municípios brasileiros, entre os dias 19 e 23 de agosto de 2022. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

André Janones acusado de extorquir e assediar funcionários

Andre Janones

Conversas no WhatsApp mostram que o deputado federal André Janones (Avante-MG) pratica assédio moral e extorsão (rachadinha) contra funcionários do seu gabinete. Imagens provam que Janones chama seus assessores de “analfabetos funcionais”, entre outros xingamentos. São históricos longos de conversas entre Janones e seus assessores e, segundo o que diz esse ex-assessor, existia uma espécie de rachadinha, além de todo o assédio que girava em torno dos grupos de WhatsApp. Um dos exemplos citados é de um servidor que, segundo esse assessor, recebia o valor de R$ 9 mil, mas só ficava com R$ 5 mil, com o restante sendo repassado a uma chefe de gabinete. Ainda segundo o ex-assessor, isso era rotineiro. Em 2019, quando Janones chegou à Câmara dos Deputados, houve uma reunião, e, de uma forma, circulou uma informação de que eram necessários repasses de funcionários, uma contribuição de forma financeira, que seria repassar o salário, configurando uma espécie de rachadinha. “Eu fui ex-assessor do ex-deputado federal e venho combater uma falácia que ele publicou em seu Twitter agora há pouco falando que o youtuber e influenciador Rica Perrone me procurou oferecendo dinheiro, junto com o pessoal do presidente Bolsonaro, para eu vir a público e falar a respeito das irregularidades que aconteciam no gabinete do deputado. Quero falar que isso é uma mentira, é mais uma falácia de André Janones e quero me colocar à disposição de todos os órgãos de imprensa e de Justiça para falar a verdade. Para esclarecer e trazer a verdade aos olhos de todo o povo do nosso país”, disse o ex-assessor em vídeo.

“Carta de Flávio Dino ao Povo de Deus” é ato de desespero

Flavio Dino

O ex-governador Flávio Dino está amedrontado com a descrença dos evangélicos do Maranhão com sua candidatura. Com o avanço da internet e descentralização da informação, cristãos começam a ter acesso a informações que colocam a ideologia comunista como antagonista da fé cristã. Negação da existência de Deus, negacionismo espiritual, defesa do materialismo, aborto, idolatria do Estado, perseguição religiosa e tantas outras características que despertaram a desconfiança de políticos sabidamente de esquerda. Flávio Dino teme que os sentimentos despertados pela ideologia que ele sempre defendeu, o comunismo, o prejudiquem. DESPERTAR A cada dia que passa cresce entre cristão, principalmente entre evangélicos, a certeza de que cristianismo e esquerdismo não são comportamentos que podem ser colocados em harmonia. Por muito tempo, inclusive, o cristianismo foi perseguido por comunistas que consideravam a religião “o ópio do povo”. Contudo, com o monopólio dos meios de comunicação, muitos fatos eram esquecidos e escondidos do grande público. Situação que sofreu um revés com a democratização da informação causada pela internet. Hoje qualquer cristão sabe que é impossível equalizar cristianismo com esquerdismo. E este é o motivo do desespero de Flávio Dino. Sempre garantido na vassalagem de alguns líderes religiosos que tratavam de alienar seus fiéis em troca de cargos no governo, Flávio Dino nunca demonstrou a preocupação que tem nas eleições de 2022. DECADÊNCIA A ascensão de líderes políticos que verdadeiramente defendem o cristianismo deixou muito dificultosa a tarefa de apontar comunistas como melhores opções eleitorais por vendilhões da fé. Isso tem preocupado Dino. O ex-governador sabe que poucos minutos na internet são suficientes para, até o mais leigo dos cristãos, entender que as vitórias das bandeiras defendidas por Flávio Dino em outros países representaram a consolidação da perseguição e decadência cristã. A “Carta de Flávio Dino ao Povo de Deus” é ato de desespero.

“Orçamento secreto” de Carlos Brandão na mira da Justiça Eleitoral

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O repasse de R$ 63.219.000,00 via “orçamento secreto” do governo Carlos Brandão (PSB) foi cancelado pela juíza Joseane de Jesus Corrêa Bezerra. Os recursos iriam ser retirados do Fundo Estadual de Saúde e enviados a prefeituras às vésperas das eleições de outubro. Caso descumpra a decisão, o governador e candidato a reeleição receberá multa diária no valor de R$ 50 mil. A juíza responsável pela decisão integra a Comissão de Propaganda do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão. A sentença foi emitida neste sábado (21 de agosto) cancelando parte da transação considerada ilegal. As movimentações foram denunciadas pelo jornalista Clodoaldo Correa em julho deste ano. Naquela ocasião, o jornalista noticiou a transferência de mais R$ 100 milhões para prefeituras consideradas aliadas após o início do período vedado pela lei. Ao conceder pedido de tutela cautelar, a magistrada admitiu a tese para “suspender imediatamente os efeitos de parte das nomeações e das transferências voluntárias e para determinar que CARLOS ORLEANS BRANDÃO JÚNIOR se abstivesse de praticar qualquer ato relativo à execução dos atos impugnados, sob pena de multa diária”. “Trata-se de transferência de um volume elevado de recursos com a potencialidade de causar desequilíbrio entre todos os candidatos, e não apenas entre os envolvidos nesta demanda, culminando com a possibilidade de mudar os destinos da eleição que se aproxima, pela potencialidade lesiva vinculada ao ato. Noto, ainda, que nenhuma das transferências se mostra dentre as constitucionalmente vinculadas, por se tratarem de transferências voluntárias, fato não negado em sede de contestação. A jurisprudência eleitoral é pacífica em concluir que inexistindo causa anterior, obra, ou finalidade preexistente declarada para a transferência, trata-se de conduta vedada”, disse. “É justamente para preservar a igualdade de chances que a legislação veda, no trimestre anterior ao pleito, a entrega voluntária de recursos, sem causa anterior àquele período ou motivo relevante que a justifique. Segundo o caderno processual colhido dos autos não houve a transparência consubstanciada, diante do Princípio da Publicidade, que norteia a administração pública. Por esta razão, entende que estão presentes os requisitos da concessão da cautela pleiteada, tendo em vista que há perigo de dano à igualdade de chances entre os concorrentes das próximas eleições. Por fim, cumpre notar que, em que pese a legislação contemplar a vedação de “realizar transferência voluntária de recursos da União aos Estados e Municípios, e dos Estados aos Municípios, sob pena de nulidade de pleno direito”, já havendo transferências concretas, a determinação de restituição prejudicaria os entes municipais recebedores, eis que os valores já poderiam ter sido aplicados, causando transtornos àqueles que não fazem parte da presente relação processual. Ante o exposto, e de acordo em parte com o Parecer do Ministério Público Eleitoral Auxiliar, julgo procedente parcialmente o pedido cautelar apresentado, determinando a imediata suspensão dos efeitos das transferências voluntárias publicadas nos Diários Oficiais de nº. 120, 121 e 122, que ocorreram efetivamente em 04/07/2022 e 05/07/2022, no valor total de R$ 63.219.000,00 (sessenta e três milhões, duzentos e dezenove mil reais), medida que deve perdurar até o fim das eleições. Determino a CARLOS ORLEANS BRANDÃO JUNIOR que se abstenha de praticar qualquer ato relativo à execução dos atos impugnados, sob pena de multa diária individual de R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais), conforme art. 73, § 4º, da Lei 9.504/97”, completou.

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