Fux enxerga caminhos e pode impedir a candidatura de Lula

O ministro e atual presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, ainda observa meios de reverter a decisão do ministro Edson Fachin e impedir a candidatura de Lula em 2022. A informação foi divulgada nessa terça-feira (29) pelo Canal MyNews. De acordo com informações da matéria divulgada, Fux teme a possibilidade do ex-presidente ser eleito e acirrar os ânimos com as Forças Armadas, cuja opinião do ministro não é compartilhada pelos demais magistrados da Corte. “[…] ao contrário do publicado, o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Luiz Fux, jamais se manifestou sobre as condições de elegibilidade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com as legislação, cabe à Justiça Eleitoral com base nas regras vigentes avaliar se um candidato preenche ou não os requisitos para ser eleito”, respondeu a assessoria de Luiz Fux. Para os outros ministros, seria difícil justificar juridicamente, tendo em vista a revogação das condenações contra Lula.
Lahesio Bonfim nega ser “bolsonarista” em entrevista

Pré-candidato ao governo do Maranhão, o prefeito Lahesio Bonfim negou ser “bolsonarista” em entrevista no Bom Dia Mirante. “Eu não quero ser rotulado como bolsonarista”, disse o mandatário de São Pedro dos Crentes. A declaração de Lahesio pegou de surpresa os apoiadores do presidente que viam nele uma representação do presidente nas eleições maranhenses de 2022 no estado. A pergunta do jornalista Clóvis Cabalau foi direta. “Como o senhor vê essa comparação de político alinhado a forma de fazer política do presidente?”. Por cerca de 5 minutos da resposta, Lahesio iniciou sua resposta afirmando que seu jeito de fazer político é parecido, mas não é o mesmo do presidente Jair Bolsonaro. “É o jeitão, não é nem mesmo parecido com o jeito do presidente”, disse o prefeito. Lahesio Bonfim, que ficou conhecido principalmente pela votação de Jair Bolsonaro em sai cidade em 2018, afirmou colocou-se em uma posição superior ao próprio presidente na entrevista. “O prefeito de São Pedro dos Crentes já virou uma esperança em todo o Maranhão”. Além da própria resposta e do enaltecimento pessoal, em nenhum momento Lahesio fez questão de defender ou levantar algum tipo de bandeira do presidente Jair Bolsonaro. Ele chegou, inclusive, a afirmar que faz parte de grupos de whatsapp de apoio formado por eleitores do PT, Lula e Ciro Gomes. A entrevista em que Lahesio nega ser bolsonarista pode ser assistida AQUI
Nem o PCdoB escapou de ser traído por Flávio Dino

Em 2006 o então ex-juiz Flávio Dino foi eleito sem praticamente fazer campanha com a ajuda do governador José Reinaldo Tavares e do candidato Jackson Lago. Pouco tempo depois o mesmo Flávio Dino foi alçado apoiado para as eleições em São Luís por Jackson Lago. Em 2010 Flávio Dino iniciou uma jornada de traições que teve como primeira vítima o ex-governador Jackson Lago e, 11 anos depois, alcança seu ápice com a traição ao próprio partido, o PCdoB. A LISTA Zé Reinaldo, responsável pelo nascimento político de Flávio Dino, foi defenestrado do grupo do comunista e abandonado por anos. Ao longo dos últimos anos Dino se colocou em lados opostos ao do mentor. Principalmente nas eleições da capital, São Luís. O auge aconteceu nas eleições de 2018, quando Zé Reinaldo foi implodido politicamente sem que Flávio Dino levantasse uma palha para ajudá-lo. Jackson Lago, talvez a figura mais emblemática da esquerda maranhense, foi sabotado por Flávio Dino nas eleições de 2010. O comunista espalhava o boato de que Jackson era inelegível e aleijou sua candidatura. A intenção de Flávio Dino era destruir a imagem de Jackson e assumir o seu lugar como principal opositor ao grupo Sarney. Plano que foi bem-sucedido. Até hoje a família de Lago culpa Flávio pelo ocorrido. Em 2008 Flávio Dino teve o segundo impulso na carreira política. Ao ver que seu candidato, Clodomir Paz, não iria decolar, o prefeito Tadeu Palácio apostou todas as fichas no novato Flávio Dino. Tadeu apoiou Flávio contra a vontade do governador Jackson Lago e contra a vontade do PDT. Flávio perdeu a eleição e em 2012, quando Tadeu pediu ao comunista que o apoiasse, Dino recusou o apoio que fatalmente resultaria na eleição de Tadeu elegeu Edivaldo Holanda Jr. Antes de filiar-se ao PCdoB, Flávio Dino foi membro do PT. Eram constantes os elogios ao partido e a figura do ex-presidente Lula. Contudo, nas eleiçoes de 2014 Flávio Dino posou com Aécio Neves em convenção do PSDB e manifestou apoio ao tucano que enfrentava Dilma. Após ser eleito no 1º turno, Dino “mudou a chave” e traiu o PSDB ao embarcar, sem nenhum pudor, na campanha de Dilma. Recentemente o senador Weverton Rocha, responsável por toda a articulação que fez o PDT embarcar no projeto de Flávo Dino e sacramentar sua primeira eleição em 2014, também foi traído. Weverton manifestou o desejo de ser candidato ao governo em 2022. Após analisar o cenário, o senador decidiu adiar os planos e indicar o vice na chapa de Brandão. Como o tucano deve assumir o governo no ano que vem, irá disputar a reeleição. Isso abriria caminho para Rocha disputar a eleição em 2026. Flávio Dino recusou a proposta e trata Weverton como adversário desde então. Luciano Leitoa, ex-mandatário do PSB no estado, foi por toda a trajetória de Flávio Dino um de seus principais apoiadores no sul do Maranhão. Nesta semana Leitoa teve o partido assalto por Flávio Dino que articulou sua filiação e a deposição de Leitoa do cargo. ATÉ O PCdoB Após ser eleito no PCdoB, ser alçado ao cargo de maior liderança do partido no país e contar com toda a estrutura partidária para si por décadas, Flávio Dino deixou o PCdoB. Em suas entrevistas na nova legenda o governador evita citar o PCdoB. A saída, para manter a tradição, também abriga uma traição. Flávio Dino havia combinado de esperar a votação no plenário da Câmara dos Deputados um projeto do Senado, de autoria de Renan Calheiros (MDB-AL), que permite a dois ou mais partidos se reunirem em uma federação para que ela atue como se fosse uma única sigla nas eleições. Nanico, o PCdoB corre o risco de acabar se não atingir uma votação mínima nas eleições gerais de 2022 (que é de 2% do eleitorado). Caso isso aconteça e o PCdoB não atinja essa votação, perderá recursos públicos, tempo de TV e estrutura na Câmara. Ao invés de ajudar o partido, Flávio Dino apenas abandonou a legenda e mudou-se para outra que pode ser mais útil. Nos grupos do partido o governador já é tratado como aquilo que é: um político traidor. E assim vai sendo forjada uma carreira política baseada no uso das pessoas e instituições e no descarte dessas mesmas pessoas e instituições quando elas perdem utilidade para o projeto pessoal de governador.
Deputado estadual Rafael Leitoa é expulso de grupo do PDT

O deputado estadual Rafael Leitoa foi expulso do grupo de Whatsapp dos membros do Diretório do PDT no Maranhão. Líder do governo Flávio Dino na Assembleia Legislativa, o deputado pode ser a primeira vítima da disputa entre o senador Weverton Rocha, mandatário da legenda no estado, e do vice-governador Carlos Brandão pelo governo em 2022. Leitoa filiou-se ao partido quando tinha 16 anos de idade. A expulsão do grupo surpreendeu o parlamentar que pretende recorrer ao presidente nacional Carlos Lupi. “Ele tem que saber o que está acontecendo. Sou expulso de grupos de WhatsApp do diretório municipal do PDT. Poderiam logo tentar fazer um processo legal e correto como partido democrático que é”, afirmou Rafael Leitoa ao jornal O Imparcial. Ação pode agilizar saída do deputado estadual do partido e embarque definitivo no grupo do vice-governador Carlos Brandão.
Simplício Araújo confronta marasmo do discurso político maranhense

Nas últimas décadas o discurso político maranhense se resumiu a situações: o apoio e a crítica ao atual governo, promessas de um governo melhor e assistência social na veia travestida de qualidade no serviço público e “desenvolvimento econômico fajuto”. Independente da orientação política, todo postulante a cargo ou grupo tem sempre esses fundamentos como paradigmas. A mesmice política, que não é uma exclusividade do Maranhão, por aqui inunda a classe política, abunda nas eleições e afoga qualquer chance de mudança ou avanço. Na última sexta-feira (18) o secretário maranhense de Indústria e Comércio, Simplício Araújo, aparentemente parece ter rompido com esse círculo vicioso. Em entrevista concedida no Brisamar, Simplício conseguiu o feito de falar de política estadual por quase duas horas sem atacar adversários, sem falar em inchaço da máquina, sem prometer obras mirabolantes e, inacreditavelmente, enaltecendo a independência da sociedade enquanto única saída para o desenvolvimento do estado. O secretário de Indústria e Comércio demonstrou conhecimento diferenciado do ambiente econômico do estado e apontou soluções que dificilmente são colocadas por seus iguais.Falou de corredores de produção, fugiu da nacionalização vazia da política local, prometeu rever a questão tributária no estado, deu ênfase no desenvolvimento de cadeias produtivas, elencou a avicultura como a nova fronteira do agronegócio no estado, falou em regularização fundiária e da modernização da burocracia ambiental e outras situações incomuns na política local. Pode ser apenas faz de conta? Claro que pode. O caso é que nem mesmo esse faz de conta o Maranhão tinha no que diz respeito à economia antes da chegada de Simplício Araújo no debate local. Para quem está cansado da mesmice, o pré-candidato aponta para um horizonte em que o debate não seja resumido a propostas vazias, assistência social calhorda e acusar adversários do que sempre fez. É esperar e torcer para que o debate, finalmente, amadureça no estado…
Brasil livre de Luciano Huck na política em 2022

Em entrevista exclusiva concedida ao jornalista Pedro Bial na madrugada desta quarta-feira (16), Luciano Huck confirmou que não será candidato à presidência da República nas eleições de 2022. O apresentador destacou que não é uma “retirada de candidatura” porque “nunca se lançou candidato”, ressaltando que sua melhor contribuição “é como cidadão e não como candidato”. Na oportunidade, Luciano garantiu que gosta da “arena do debate de ideias” e que deeve estar no “debate público para sempre”. Huck estabeleceu diálogo com diversos nomes da política nacional, sendo a segunda vez que foi cogitado para as disputas eleitorais já que, em 2018, também declinou. De acordo com o que já vinha sendo veiculado pelos rumores, o apresentador aceitou o convite para substituir o Faustão na principal faixa para programas de auditório da TV Globo, nas tardes e noites de domingo.
Secretário Jefferson Portela está prestes a se filiar ao PDT

Titular da Secretaria de Segurança Pública do Estado do Maranhão, Jefferson Portela, está prestes a efetivar filiação ao PDT. De saída do PCdoB com finalidade de disputar às eleições de 2022 para deputado federal, Jefferson Portela deve ter bastante atenção onde pisa já que sua migração seria uma forma do grupo do parlamentar Weverton Rocha neutralizar um forte nome da base do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), e do concorrente do senador pedetista na pré-candidatura ao governo do Estado, vice-governador Carlos Brandão (PSDB). Além do mais, pessoas próximas ao secretário observam que ele não terá apoio esperado e necessário de integrantes do PDT, que terão outras preferências.
Dória confirma intenções de disputar presidência da República

O governador do Estado de São Paulo, João Doria (PSDB), informou à rádio CBN, nesta terça-feira, que é pré-candidato à presidência da República em 2022. Como há outros nomes do partido com intenção de concorrer ao Palácio do Planalto em 2022, tais como Arthur Vigílio, ex-prefeito de Manaus, e Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul, ocorrerá uma votação interna para escolher quem disputará as eleições. As prévias do PSDB para ser candidado à presidência da República está prevista para o mês de novembro.