Eliziane Gama anuncia apoio a Brandão e faz apelo a Weverton

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A senadora Eliziane Gama (Cidadania) confirmou há pouco seu rompimento com o colega senador Weverton Rocha (PDT) ao declarar apoio ao governador Carlos Brandão (PSB). Respeito a decisão do colega Weverton em continuar com sua candidatura, mas vou pela unidade, reafirmando nosso apoio ao amigo Flávio Dino ao Senado e pra governador apoiaremos Carlos Brandão em nome do desenvolvimento do MA implantado pelo gov Flávio Dino. — Eliziane Gama (@elizianegama) April 7, 2022 Na ocasião, por meio de publicação em suas redes sociais, Eliziane disse que respeita a decisão do pedetista de seguir com sua pré-candidatura, mas afirma que segue pela unidade do grupo do ex-governador Flávio Dino (PSB). Logo após, a senadora fez um apelo a Weverton para que ele abdique do projeto, rumo ao Palácio dos Leões. Finalizo deixando mais uma vez meu apelo ao colega Weverton Rocha para que fique conosco, em nome da unidade e do progresso do Maranhão, nesse grande projeto comandado por nosso líder Flávio Dino. pic.twitter.com/jJpidg9Vo2 — Eliziane Gama (@elizianegama) April 7, 2022 A parlamentar reforçou ainda sua proximidade com Flávio Dino, que ocorre desde 2006. Conheci o amigo Flávio Dino em 2006, quando construímos juntos o projeto Fome e Sede de Justiça. Lá, com comitê eleitoral compartilhado, ganhamos eu pra dep. estadual e ele pra dep. federal. Desde então nunca mais nos distanciamos, votamos juntos em todas as eleições seguintes. pic.twitter.com/KhkeVoQFc2 — Eliziane Gama (@elizianegama) April 7, 2022 Destaco o convite que ele me fez pra integrar sua chapa como Senadora em 2018. Ao lado de Weverton Rocha e Carlos Brandão, nosso campo político teve uma grande e histórica vitória. Nas últimas semanas busquei com toda dedicação a unidade do nosso grupo. pic.twitter.com/zzzxtrVEal — Eliziane Gama (@elizianegama) April 7, 2022

Roberto Rocha e Lahesio sinalizam para aliança após desentendimento

Lahesio Roberto Rocha

A primeira semana após o fim da janela partidária marca a reaproximação das duas principais lideranças políticas de direita no Maranhão. Após o ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim, sair do PTB acusando o senador Roberto Rocha de golpe, os dois deram declarações que amenizaram a situação. Na semana passada, Lahesio Bonfim afirmou que sua saída do PTB se deu após influência do senador. Rocha minimizou a declaração de Lahesio e afirmou que a saída do ex-prefeito se deu por problemas internos. Em entrevista coletiva na segunda (4), Lahesio mudou o discurso e afirmou que ainda acredita na união com Rocha em uma chapa majoritária. Em entrevista ao Portal Imirante nesta terça (5), Rocha afirmou que pretende compor com lideranças do mesmo campo, citando Lahesio. O senador também evitou críticas a Lahesio. DESAVENÇA E FORÇA O principal motivo da desavença entre Lahesio e Rocha se dá pela intransigência em relação à composição da chapa. Os dois acreditam que o cargo de governador é um direito dos dois. Lahesio por ter lançado-se antes, Rocha por ter mais história na política e proximidade com o presidente Jair Bolsonaro. Nas pesquisas de intenção de voto os dois, somados, assumem a liderança. Ambos já ultrapassaram os dois dígitos. Uma aliança entre os dois e a definição de um como candidato, poderia representar um golpe nas pretensões do ex-governador Flávio Dino em vencer a eleição já no primeiro turno com seu candidato, Carlos Brandão. A aproximação dos dois, no entanto, ainda é vista com desconfiança por observadores. A tendência é que o distanciamento perdure até momentos mais próximos da eleição.

PL obtém a maior bancada da Câmara dos Deputados

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Com o fim da janela partidária, na sexta (1º), o PL se tornou a maior bancada da Câmara, com 73 deputados no momento. É mais do que o dobro do que o partido tinha na época da posse, quando contava com 33 deputados. A janela partidária permite que deputados federais e estaduais mudem de partido sem correr o risco de perder o mandato. Mesmo com o fim do prazo, os números ainda podem mudar, já que filiações registradas no sistema do Tribunal Superior Eleitoral até sexta-feira podem ser comunicadas posteriormente à Secretaria-Geral da Mesa da Câmara dos Deputados. Veja a relação dos deputados que mudaram de partido nesta legislatura Grande parte dos novos deputados do PL veio do União Brasil, partido criado com a fusão do PSL e DEM. Antes da janela partidária, o União contava com 81 deputados, mas agora está com 47, atrás do PT (com 56) e PP (50). Outros partidos que cresceram foram o Republicanos, atualmente com 45 deputados, e o PSD, com 43. Desde o início da legislatura até o momento, 123 deputados trocaram de partido. O número é menor em comparação com a legislatura passada, quando 154 deputados mudaram de sigla no mesmo intervalo de tempo (entre 1º de fevereiro de 2015 e 1º de abril de 2018).

Seis governadores deixam cargos para disputar eleições de outubro

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Governadores de seis estados brasileiros renunciaram aos cargos na última semana. De acordo com a lei eleitoral, com exceção dos que vão disputar a reeleição, quem pretende entrar na disputa por uma vaga no Legislativo este ano precisa se desincompatibilizar do cargo público até seis meses antes do primeiro turno da eleição, que será em 2 de outubro. Dos seis nomes que deixaram os cargos, quatro são do Nordeste e vão disputar uma vaga no Senado: Em Alagoas, Renan Filho (MDB), no Maranhão, Flávio Dino (PSB), no Piauí, Wellington Dias (PT) e no Ceará, Camilo Santana (PT). Além deles, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), pré-candidato a presidência da República e o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), ainda sem definição sobre qual cargo disputará, deixaram o posto mais alto do Executivo em seus estados. Os vices assumem os cargos até o fim dos mandatos.

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