Flávio diz que Bolsonaro ‘é o próprio demônio’

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O ex-governador do Maranhão Flávio Dino (PSB) disse hoje que o presidente Jair Bolsonaro (PL) “é o próprio demônio”. A fala de Dino aconteceu durante o UOL News, quando ele justificava que a afirmação de uma candidatura de terceira via seria benéfica para o processo eleitoral. Dino afirmou que acredita sim que as eleições presidenciais serão difíceis, mas disse que está confiante que Lula será vitorioso.Ele discordou de análises que preveem um crescimento de Bolsonaro, porque para ele a rejeição do atual presidente é muito alta. Eu discordo totalmente dessa narrativa que há no sentido de que o Bolsonaro vai continuar a crescer. Não vai. A rejeição dele é estratosférica”, afirmou. “E na hora que se afirmar uma alternativa dita de terceira via, aí mesmo é que não cresce”, completou.

Eliziane Gama é a única senadora do MA a defender CPI do MEC

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A senadora Eliziane Gama (Cidadania) defendeu a criação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) destinada a investigar irregularidades no Ministério da Educação (MEC). Dos três senadores maranhenses, Eliziane Gama é a única a apoiar a criação da CPI do MEC. O senador Roberto Rocha (PTB) não assinou o requerimento de Randolfe Rodriues (Rede-AP) para abertura da CPI do MEC. O senador Weverton Rocha (PDT) que havia colocado o seu nome na lista para assinatura, mandou retirar. Segundo Eliziane, “O papel do congresso nacional é também fiscalizar as ações do executivo, por isso não só apoiamos a CPI do MEC como lutaremos para que ela seja instalada”.

Entenda a lógica do sistema de eleição para deputados

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Nas eleições majoritárias, o candidato eleito é aquele que tem mais votos. É assim para eleger o presidente da República, senadores, governadores e prefeitos. Para eleger deputados federais, estaduais e vereadores, o sistema é proporcional – e descobrir quem foi eleito envolve um cálculo um pouco mais complexo. Para entender, é preciso saber que, nesse tipo de eleição, o voto que você dá para candidatos conta também como voto no partido. A lógica desse sistema é que cada partido elege um número de candidatos a deputado proporcional ao número total de votos que recebeu em todos os seus candidatos a deputado, além dos votos na própria legenda. Essa é a ideia por trás do Quociente Eleitoral. Considerando que um determinado estado tem 10 vagas na Câmara dos Deputados e o total de votos válidos foi de 100 mil, significa que cada lugar “custa” 10 mil votos. (Votos válidos são os votos dados em candidatos e em partidos. Os votos em branco e nulos não influenciam no resultado da eleição.)  100 mil votos válidos ÷ 10 lugares na Câmara = 10 mil votos (Quociente Eleitoral do estado) O numero de votos de cada partido dividido pelo Quociente Eleitoral indica quantas vagas cada partido tem direito, desprezada a fração. Esse número é chamado de Quociente Partidário. Então, se o Partido X teve 26 mil votos, ele tem direito a duas vagas – com 10 mil votos por vaga. 26 mil votos ÷ 10 mil:  = 2,6 (Quociente Partidário do Partido X = 2 vagas) A partir desta eleição, os partidos poderão unir-se em federações. No cálculo de votos, a federação equivale a um partido. Quanto mais candidatos fortes, mais votos – então, mais cadeiras o partido garante. Esse trabalho conjunto é importante. Tradicionalmente, poucos são os candidatos que conseguem atingir sozinhos o Quociente Eleitoral. Quem entra são os candidatos mais votados do partido – mesmo que, aqui no nosso exemplo em que o partido garantiu duas vagas, o mais votado tenha tido 18 mil votos, e o segundo colocado, só 2 mil. Quando essa diferença é muito expressiva, esse candidato aqui é chamado puxador de votos. Essa transferência de votos é legítima – ela é um reflexo dessa lógica da eleição proporcional. Alguns grandes puxadores de votos entraram para a história. Para evitar que candidatos com pouquíssimos votos sejam eleitos, em 2015 foi criada a cláusula de barreira individual – que mantém a transferência de votos, mas obriga cada candidato a conseguir sozinho votos equivalentes a pelo menos 10% do quociente eleitoral. No nosso exemplo anterior, esse candidato menos votado, com 2 mil votos, seria eleito – mas, se ele tivesse tido menos de mil votos, ficaria de fora, e esse lugar seria redistribuído para os outros partidos. Cláusula de barreira = 10% de 10 mil = 1.000 votos As vagas que sobrarem após a distribuição pelo Quociente Partidário, chamadas de sobras, são preenchidas em um cálculo posterior, pela média. A distribuição das sobras é acessível a todos os partidos que participem do pleito, desde que:  O candidato tenha obtido votação equivalente a 20% do quociente eleitoral (pelo menos 2 mil votos, no nosso exemplo); Que o partido do candidato tenha obtido votação equivalente a 80% do quociente eleitoral (pelo menos 8 mil votos, seguindo esse exemplo).

Ato contra Bolsonaro fracassa e tem pouco apoio no Maranhão

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Fracasso total, absoluto e indiscutível. Assim pode ser definido o movimento “Bolsonaro Nunca Mais” realizado na manhã deste sábado (9) em São Luís. Marcado para 42 cidades no Maranhão, o ato reuniu menos de 42 pessoas na capital maranhense. Informações iniciais dão conta de que a população também não aderiu ao movimento nas demais cidades do estado. Participaram do movimento organizações de extrema esquerda como UNE, MST, PT, CTB, Força Sindical, SindEducação, MAM, PCdoB e UJS. Segundo os organizadores, o objetivo do evento era protestar contra o aumento dos preços dos combustíveis, gás de cozinha, alimentos e desemprego no Brasil. Ainda na concentração do movimento, que aconteceu às 9h na Praça João Lisboa, já era possível identificar o fracasso do movimento. Apesar de esperarem algumas milhares de manifestantes, menos de 50 pessoas estavam no lugar na hora marcada. Após a concentração, os manifestantes seguiram em uma espécie de cortejo fúnebre pela Rua Grande até a Praça Deodoro. Envergonhados com o olhar de reprovação e críticas, a maioria decidiu abandonar a manifestação antes do fim. Na Praça Deodoro pouco mais de 10 pessoas participaram da finalização do movimento. Ao longo dos últimos 4 anos foram inúmeros os protestos contra o presidente que resultaram em baixa adesão e fracasso de público.

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