Lacração e ideologia de gênero fazem Netflix despencar

Empresa deve ter perder dois milhões de assinantes neste ano. Queda acontece, principalmente, em relação à conteúdo de viés político de extrema esquerda do serviço
Pressionado por Lula, Paulinho da Força declara apoio à ex-presidiário

O deputado federal e presidente nacional do Solidariedade, Paulinho da Força, anunciou que o partido irá apoiar o ex-presidiário Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na eleição à Presidência deste ano. O anúncio foi feito nas redes sociais um dia após o líder da sigla se reunir e publicar foto com Eduardo Leite e Aécio Neves, ambos do PSDB, cuja imagem repercutiu pela aparência do deputado tucano. “Lula me pediu para buscar novos apoios para juntos vencermos as eleições. Com união e diálogo, vamos lutar para recuperar o emprego e a renda do povo brasileiro”, afirmou Paulinho. Recentemente, o comandande do Solidariedade foi vaiado em um ato do PT com sindicalistas e, por conta disso, havia especulação que o partido poderia apoiar uma candidatura de terceira via. Militantes petistas guardam ressentimento por ele ter dado voto favorável ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2016. Em 2014, Paulinho da Força declarou apoio à candidatura de Aécio.
Larissa Brandão recebeu quase meio milhão no gabinete de Eliziane Gama

Larissa Mesquita Brandão, esposa do atual governador do Maranhão, Carlos Brandão, recebeu quase meio milhão de reais pelo gabinete da senadora Eliziane Gama sem trabalhar. A primeira dama embolsou somente com auxílio-alimentação R$ 34.201,19. Ela foi nomeada em 2019 como secretária parlamentar para atuar no gabinete de Elizane. Larissa recebeu auxílio-alimentação por quase 3 anos dos cofres públicos sem prestar serviços no seu local de trabalho. Segundo noticiou o Blog do Neto Ferreira, de 2019 ao início de 2022, a esposa de Brandão recebeu R$ 34.201,19. O benefício deve ser concedido mensalmente para os servidores ativos para cada dia trabalhado. Porém Larissa nunca trabalhou no gabinete da senadora Eliziane desde quando foi nomeada. A primeira dama do Maranhão também não possuía crachá para acessar as dependências do Senado Federal. Mas recebeu mensalmente dos cofres públicos valores que variavam entre R$ 535,78 a R$ 982,28. Larissa Brandão foi exonerada da função pública em janeiro desse ano e nesse mês o Senado pagou o proporcional do auxílio na quantia de R$ 267,89. Ainda de acordo o Blog do Neto Ferreira, a esposa do governador chegou a receber remunerações e gratificações que chegam ao valor de R$ 446.407 mil.
“Comunista quer controlar as pessoas pela barriga”, diz senador

Se concorrer à reeleição neste ano (tentar o governo de seu estado pode ser uma alternativa), o senador maranhense Roberto Rocha (foto) terá de enfrentar nas urnas o ex-governador Flávio Dino, do PSB. Próximo de Lula, Dino deu nesta segunda (18) uma entrevista ao Valor, dizendo que a campanha do petista terá de mirar o centro e “valorizar o papel do estado, mas também dialogar com as forças do mercado”. Rocha reagiu. “Interessante que o Flávio Dino venha agora propor um programa de centro”, diz o senador, em conversa com O Antagonista. “Foi justamente o que ele não fez durante os quase oito anos à frente do Governo do Maranhão. Dino nunca dialogou com o empresariado. No seu refúgio mental, empresário é palavrão e lucro é estigma. Ele nunca buscou atrair novos investimentos e a razão para isso é óbvia: comunista não quer cuidar das pessoas, quer controlar as pessoas. Enquanto todos os indicadores socioeconômicos do Maranhão, que já eram péssimos, pioraram nos últimos anos, ele encerrou seu governo se vangloriando de ter inaugurado restaurantes populares, prova do seu desejo de controlar os maranhenses pela barriga e do seu fracasso em dialogar com as forças do mercado.” Rocha se elegeu em 2014 pelo PSDB. Em março, migrou para o PTB, que hoje se apresenta como “o maior partido conservador do Brasil”. Segundo ele, não há espaço para candidaturas neutras no Maranhão. “Mais do que nunca, o estado está dividido em dois campos”, diz. “Entrar no PTB foi a minha salvação, porque eu estava sofrendo de uma Covid política, sem ar para respirar.” Rocha vai para a disputa com um discurso liberal. “O Maranhão tem a pior renda domiciliar per capita do Brasil, 635 reais, bem abaixo do segundo colocado, Alagoas, com 777 reais. Temos mais de um milhão de beneficiários do Auxílio Brasil no Estado, o dobro da população empregada. Tudo isso favorece um discurso assistencialista. Mas eu não aceito controlar as pessoas pela barriga. Ao contrário do Dino, que não fez uma obra estruturante que seja, eu quero que o Maranhão cresça e tenha empregos. No Senado, formulei e apresentei o projeto da Zona de Exportação do Maranhão e também a nova lei dos portos secos, justamente para atrair os grandes empreendedores e fazer valer as vantagens competitivas do nosso Estado.” No último fim de semana, Rocha foi incluído pelo STF numa investigação sobre possíveis desvios de emendas parlamentares por congressistas maranhenses. Ele se diz tranquilo. “São ilações, a partir de anotações feitas à mão, à margem de planilhas onde consta simplesmente o sobrenome Rocha. Quando apurarem, verão que não tenho rigorosamente nenhum envolvimento com esses fatos”.
Braide anuncia reajuste histórico para servidores de São Luís

Eduardo Braide afirmou que os profissionais não recebiam aumento desde 2014 .
“Já tem gente copiando”, diz Simplício sobre seu plano de governo

O ex-secretário de Indústria, Comércio e Energia, Simplício Araújo (Solidariedade), alfinetou os demais pré-candidatos ao governo do Maranhão. A fala de Simplício ocorre pelo fato de apenas ele esboçar o que seria um plano de governo e um rompimento com a forma tradicional de gerir estado. Uma de suas principais bandeiras, inclusive, é o incentivo ao empreendedorismo. Por meio de suas redes sociais, Simplicio segue defendendo a bandeira da geração do emprego e da renda para os maranhenses. “Eu tenho um plano de desenvolvimento para o estado, e é tão bom que já tem gente copiando […] Copiar o que eu falo é fácil, difícil é saber fazer. A prática de falar é uma coisa, a de fazer é outra muito diferente. Fiquem de olho em quem aproveita as minhas ideias e depois sai copiando e colando. Pessoas assim só emperram o Maranhão”, alfinetou o suplente de deputado federal e líder do Solidariedade.
PT teme debandada de partidos da pré-campanha de Lula

Após a queda nas pesquisas, o ex-presidente Lula sofreu a primeira baixa entre os partidos que poderiam compor a base de sua reeleição. O Solidariedade cancelou evento que serviria para sacramentar o apoio da legenda ao petista. A ação do partido é vista com temor por membros do PT. A atitude do Solidariedade pode estar desencadeando uma onda de desconfiança que dificulte a formulação de alianças partidárias na pré-campanha do ex-presidente. A decisão do Solidariedade foi tomada após o presidente da legenda, deputado federal Paulinho da Força, ser vaiado durante um evento que contou com a participação de Lula, Geraldo Alckmin e sindicalistas em São Paulo. “Nossa relação com o PT não está boa”, disse Paulinho ao justificar o cancelamento. “Precisamos fazer uma discussão mais séria sobre o que o PT quer. Se não querem apoio, só avisar, que a gente não fica perdendo tempo.” Antes do evento, Lula fez um apelo a Paulinho por apoio. Segundo relato de Paulinho, feito à Folha antes das vaias, Lula que o Solidariedade formalizasse apoio ao seu nome antes mesmo do lançamento oficial de sua pré-candidatura, programado para 7 de maio. “Perguntei: ‘Como vamos apoiar uma candidatura que nem existe?’ Mas Lula disse que gostaria de passar uma imagem de amplitude”, falou Paulinho. JANELA PARTIDÁRIA A dificuldade do PT em criar um arco de alianças no entorno do ex-presidente já foi observada durante a abertura da janela partidária. Enquanto legendas aliadas ao presidente Jair Bolsonaro cresceram exponencialmente, o PT e seus satélites mantiveram, e até mesmo perderam, membros. A queda de Lula nas pesquisas e a centralização das decisões políticas pelo PT são vistas como os verdadeiros motivos do adiamento do apoio a Lula pelo Solidariedade.
O ‘mal’ e o ‘inimigo’

O ministro Barroso, pelo que disse, só admite um resultado para a eleição — aquele que ele defende