Black Lives Matter: vidas negras importam, desde que não atrapalhem o carnaval

Entenda por que a lacração foi tão comedida ao comentar a morte da menina de 11 anos no sambódromo: dores reais não importam.
MDB se torna o partido com maior número de senadores

Depois da recente janela partidária, diversos deputados e senadores mudaram de partido político. Além disso, houve uma grande fusão partidária entre DEM e PSL, que resultou no partido União Brasil. Mesmo após essas mudanças, o Movimento Democrático Brasileiro (MDB) manteve o posto de maior bancada partidária do Senado, com 12 senadores. Atualmente, estão representados na Casa 16 dos 32 partidos políticos regularmente registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A segunda maior bancada do Senado é a do Partido Social Democrático (PSD), com 11 senadores. O Partido Liberal (PL) tem 9 senadores. Podemos e União Brasil, 8 cada um. Progressistas (PP) e Partido dos Trabalhadores (PT) têm cada um 7 representantes, seguidos de Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) com 6 e Partido Democrático Trabalhista (PDT) com 4. O Partido Republicano da Ordem Social (Pros) e o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) têm 2 senadores cada. Cinco partidos contam com apenas um representante cada no Senado: Cidadania, Partido Socialista Brasileiro (PSB), Partido Social Cristão (PSC), Rede Sustentabilidade e Republicanos. Entretanto, os senadores podem mudar de sigla a qualquer momento, ao contrário dos deputados federais, como lembra o consultor legislativo do Senado Gilberto Guerzoni. Segundo a legislação, senadores não perdem o mandato no caso de mudança de sigla a qualquer tempo, diferentemente dos deputados. — Essa regra não se aplica aos eleitos pelo sistema majoritário: os chefes do Poder Executivo e os senadores. Os senadores, tanto na legislação quanto no entendimento consolidado do Poder Judiciário, podem mudar de partido a qualquer momento sem sofrer nenhum tipo de penalidade por isso — afirmou o consultor em entrevista à Rádio Senado. Guerzoni também avalia que, com tantas legendas representadas na Casa, as negociações para votação de matérias tendem a ser mais difíceis e trabalhosas. O Senado é composto por 81 senadores: 3 por estado mais 3 do Distrito Federal. Nas eleições de 2022 serão eleitos 27 senadores, um por unidade federativa. No Senado os partidos políticos também se organizam em blocos parlamentares.
Macron é reeleito, mas direita sai vitoriosa na França

Le Pen ampliou seu eleitorado em quase oito pontos percentuais em relação a 2017, quando também enfrentou Macron no segundo turno
Após ser enxotado por Flávio Dino em 2021, João Dória volta ao Maranhão

Em novembro de 2021 o ex-governador de São Paulo, João Dória, foi impedido de vir ao Maranhão pelo também ex-governador Flávio Dino. O tucano pretendia fazer campanha nas prévias do partido naquela ocasião. Cerca de cinco meses depois (e sem Flávio Dino no poder), o presidenciável criou coragem e retornará ao estado. A agenda está marcada para próxima sexta (29/04). Dória deve participar da inauguração da nova sede do partido no Maranhão e de encontro com o governador Carlos Brandão (PSB). Por ironia do destino, o PSDB no Maranhão deve apoiar o candidato do ex-governador Flávio Dino. O esquerdista articulou a proibição de uma visita de João Dória (PSDB) para fazer campanha nas prévias. Dória pretendia vir ao Maranhão pedir votos para os membros do partido para as prévias. Contudo, poucos dias antes da visita, a equipe de Dória foi chamada na residência do vice-governador, Carlos Brandão, que cancelou o evento a mando de Flávio Dino. Desafeto de João Dória, Dino mandou dizer que o Maranhão apoiava a candidatura de Eduardo Leite (que também disputa as prévias) e que “o governador de São Paulo não seria recebido no estado”. Atendendo às ordens de Dino, Carlos Brandão fez campanha nas prévias tucanas para o Eduardo Leite. Apenas Leite fez campanha no Maranhão durante as prévias.
“Líder” nas pesquisas e “favorito”, Lula demite marqueteiro

Apontado por institutos de pesquisa como líder nas intenções de voto e considerado favorito por alguns, o ex-presidente Lula decidiu trocar o marqueteiro de sua campanha. A decisão contrasta com a tentativa de passar um clima de otimismo na campanha. Nas últimas semanas o comando petista se incomodou com a ascensão de Bolsonaro nas intenções de voto, que chegou a crescer 10 pontos em alguns levantamentos. A alegação oficial para a mudança de comando no marketing foram “razões administrativas e financeiras”. A empresa MPB, de propriedade do publicitário Augusto Fonseca, foi retirada da campanha. A equipe ainda chegou a produzir os primeiros vídeos das inserções partidárias do PT. As peças geraram reclamação. Membros do partido chegaram a reclamar dos primeiros vídeos e passaram a defender nos bastidores a contratação de Sidonio Pereira, da agência Leiaute. Sidonio foi responsável pela campanha de Fernando Haddad, em 2018, eleição vencida por Jair Bolsonaro. Além da demissão do marqueteiro, a pré-campanha do ex-presidente também sofreu com declarações consideradas desastrosas. Lula atacou evangélicos, defendeu o fim da reforma trabalhista, apoiou o aborto e disse que a classe média brasileira é a que mais ostenta no planeta.
Artistas fazem campanha para emissão de título eleitoral entre jovens

Os jovens são os principais alvos dos artistas que defendem à volta de Lula ao poder.
Por 10 votos a 1, STF condena Daniel Silveira

Daniel Silveira foi preso pela primeira vez em fevereiro por determinação do Supremo Tribunal Federal, mas ganhou o direito de cumprir prisão domiciliar.
Professores rejeitam proposta da Prefeitura e greve continua em São Luís

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