Em derrota histórica, Macron perde maioria no Parlamento francês

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O presidente francês Emmanuel Macron sofreu uma dura derrota neste último domingo (19/06) durante as eleições legislativas para a Assembleia Nacional e perdeu a maioria absoluta que detinha no Parlamento. A aliança centrista de Macron até foi a mais votada com 245 vagas de um total de 577, mas não atingiu o número mínimo de 289 cadeiras para garantir a majoritariedade na Casa. Dessa forma, o líder francês se tornou o primeiro chefe do Executivo em exercício a não obter a maioria parlamentar desde a reforma eleitoral ocorrida em 2000. Macron, que tenta aumentar a idade de aposentadoria, ingressar numa agenda pró-negócios e promover a integração da União Europeia (UE), se encontra atualmente em um território desconhecido de articulação e contrapartidas, após 5 anos de controle indiscutível no Parlamento. Com 131 assentos, a aliança formada pela figura de extrema-esquerda Jean-Luc Mélenchon registrou o segundo lugar no pleito. A coalização liderada pela direitista Marine Le Pen conquistou 89 cadeiras, aumentando seu espaço em quase dez vezes. Assim como no primeiro turno da eleição presidencial ocorrida no início do mês, a abstenção acima de 53% na votação para definir os congressistas marcou uma fraca participação da população.

Lula diz que pediu a FHC a libertação dos sequestradores de Abilio Diniz

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesse semana que procurou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, no fim de 1989, para pedir a soltura de dez pessoas envolvidas no sequestro do empresário Abílio Diniz. Segundo o petista, ele também conversou com o então ministro da Justiça à época, Renan Calheiros, para que os sequestradores saíssem da prisão. O caso aconteceu em 11 de dezembro de 1989. Diniz foi sequestrado no Jardim Europa, em São Paulo, e ficou seis dias mantido em um cativeiro no bairro do Jabaquara, na zona sul da capital paulista. Entre os sequestradores, cinco eram chilenos, dois eram canadenses, dois eram argentinos e um era brasileiro. O grupo chegou a ser condenado e as penas variavam de 26 a 28 anos de prisão. Segundo Lula, ele alertou FHC que os sequestradores tinham iniciado uma greve de fome e pediu que o ex-presidente os libertasse para evitar que morressem por causa disso. “Eles iam entrar em greve seca, que é ficar sem comer e sem beber, e aí é morte certa. Aí, eu então fui procurar o ministro da Justiça, Renan Calheiros, que depois de uma longa conversa me disse para falar com o presidente Fernando Henrique Cardoso, porque ele teria toda disposição de mandar soltar o pessoal”, detalhou Lula, em um evento em Maceió. “Eu disse: ‘Fernando, você tem a chance de passar para história como um democrata ou como o presidente que permitiu que dez jovens que cometeram um erro morressem na cadeia, e isso não vai (se) apagar nunca’”, acrescentou o petista. Segundo ele, FHC teria dito que concordava com a libertação dos presos desde que eles parassem com a greve de fome. “E eu fui na cadeia no dia 31 de dezembro conversar com os meninos e falar: ‘Olha, vocês vão ter de dar a palavra para mim, vocês vão ter de garantir pra mim, que vão acabar com a greve de fome agora, e vocês serão soltos. Eles respeitaram a proposta, pararam a greve de fome e foram soltos. E eu não sei onde eles estão agora”, completou Lula.

Contador de Lula ganhou 55 vezes na loteria em 2021

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O contador João Muniz Leite está é acusado pelo Departamento Estadual de Investigações sobre Narcóticos (Denarc) de usar a loteria para lavar dinheiro do narcotráfico. Segundo o Denarc, ele e a esposa ganharam na loteria 55 vezes em 2021 e dividiram os prêmios com traficantes de drogas. Muniz já é responsável pelas declarações de imposto de renda do ex-presidente Lula entre 2013 e 2016. O Denarc pediu à Justiça o sequestro de bens do contador. Já está comprovado pelas investigações que ele dividiu um prêmio de R$ 16 milhões na Mega Sena com o traficante de drogas Anselmo Becheli Santa Fausta, o Cara Preta. Cara Preta era um dos principais fornecedores de drogas do Primeiro Comando da Capital (PCC) e foi morto em dezembro do ano passado. O Ministério Público estadual concordou com o pedido da polícia. Muniz foi contador do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), de quem fez as declarações de Imposto de Renda de 2013 a 2016. Seu escritório atual, na Rua Cunha Gago, em Pinheiros, fica no mesmo endereço em que Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do ex-presidente, mantém três empresas: a FFK Participações, a BR4 Participações e a G4 Entretenimento, conforme dados da Junta Comercial de São Paulo. Não há menção na investigação do Denarc a Lula e a seu filho, além da coincidência de endereços.

Escutec mostra situação delicada de Carlos Brandão e Dino

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A Pesquisa Escutec/Grupo Mirante de intenções de votos para o Governo do Maranhão mostra a situação delicada de Carlos Brandão. Há quatro meses das eleições e o pleito cada vez mais perto, Brandão passou um mês praticamente fora do debate eleitoral em virtude de sua internação em São Paulo para uma cirurgia, o que abriu espaço para crescimento dos adversários. Segundo a Escutec Inteligência, tanto Weverton quanto Brandão cresceram acima da margem de erro, de 2,19 pontos percentuais – para mais, ou para menos -, com o candidato do PSB chegando a 27% no cenário estimulado, contra 23% do pedetista. Já na terceira colocação, a pesquisa divulgada em maio apontava o ex-prefeito de São Luís com 12% enquanto que o ex-comandante de São Pedro dos Crentes vinha com 11%. Agora, no mesmo cenário estimulado, Lahésio Bonfim (PSC) ocupa a terceira colocação com 15%, desbancando Edivaldo Holanda Júnior (PSD), que aparece com 11%. O pré-candidato do Solidariedade, Simplício Araújo, saiu de 2% para 3%. Hertz Dias (PSTU) e Enilton Rodrigues (PSOL) estão empatados com 1%. Desta forma, o único a oscilar negativamente entre os líderes foi o ex-prefeito de São Luís. Outros 8% dos 2 mil entrevistados disseram votar em branco, nulo, ou em nenhum dos candidatos apresentados, e 11% não sabem, ou não responderam. A pesquisa foi realizada em 70 municípios do Maranhão, entre os dias 11 e 16 de junho, e registrada na Justiça Eleitoral sob o número MA-05721/2022. O nível de confiança é de 95%. Confira: Carlos Brandão (PSB) – 27%Weverton Rocha (PDT) – 23%Lahésio Bonfim (PSC) – 15%Edivaldo Holanda Júnior (PSD) – 11%Simplício Araújo (Solidariedade) – 3%Enílton Rodrigues (PSOL) – 1%Hertz Dias (PSTU) – 1%Brancos/Nulos/Nenhum deles – 8%Nào sabem/Não responderam – 11%

Lahésio se garante no 2º turno e desconhece o candidato de Bolsonaro

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O pré-candidato a Governo do Estado Lahésio Bonfim (PSC), que ocupou o 3º lugar na recente pesquisa de intenções de votos do Instituto Exata publicada nessa semana, falou sobre sua campanha, projetos e suas alianças para eleições de 2022. Ao ser questionado, durante entrevista ao jornal O Imparcial, sobre uma possível disputa do primeiro ou segundo lugar nessa corrida com Weverton, o ex-prefeito de São Pedro dos Crentes disse que a briga pela vaga no segundo turno é entre Weverton e Brandão, porque ele mesmo já está garantido. “Vocês tem a pesquisa de vocês, mas eu também tenho as minhas pesquisas. Na sua pesquisa, vocês acreditam que eu estou disputando o segundo lugar, mas o que eu acredito é que Weverton e Brandão estão disputando a última vaga para segundo turno, porque quem já tem uma vaga certa lá é Lahésio Bonfim.” O pré-candidato a governador e ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahésio Bonfim, afirmou que não sabe quem é o candidato de Jair Bolsonaro (PL) no Maranhão e disparou: “não quero ser o candidato do presidente”. “Eu não sei quem é o candidato do Bolsonaro porque ele não falou. Eu até pensei que ontem a Maura Jorge fosse falar quem era, mas ela não disse. Eu tinha ouvido em alguns blogs que ela disse que Bolsonaro teria pedido a ela para apoiar Weverton, mas ela não deu essa informação. Então é sinal de que o presidente não decidiu quem é o candidato dele aqui no Maranhão”. E disse ainda: “Mas não quero ser candidato do Bolsonaro, eu quero ser o seu candidato, porque nosso foco hoje é o Maranhão. Se você me perguntar em quem eu vou votar, eu digo que voto no meu presidente, porque eu acredito nele. Mas eu vou fazer campanha para Lahesio Bonfim, para o governador, Lahesio Bonfim, uma campanha para transformar o estado do Maranhão. Mas não quero ser candidato do Bolsonaro, eu quero ser o seu candidato, porque nosso foco hoje é o Maranhão”, finalizou. O ex-prefeito de São Pedro dos Crentes foi reeleito para a cidade, em 2020, com mais de 90% dos votos válidos. Os últimos levantamentos apontam Bonfim como o candidato que mais cresceu em 2022.

Roberto Rocha pode ter o dobro de tempo de TV de Flávio Dino

Chiquinho Escorcio

O empresário e ex-deputado federal Chiquinho Escórcio (PSD) tem se movimentado para garantir o dobro do tempo de televisão para o senador Roberto Rocha nas eleições deste ano. Além de buscar a desistência do MDB da chapa do comunista, Escórcio pretende dobrar o tempo de televisão da chapa com a entrada de outros partidos. A intenção do ex-deputado e Escórcio é assegurar a indicação na chapa que concorre por uma vaga no senado contra o comunista Flávio Dino (PSB). Escórcio já conta com o apoio do próprio partido, o PSD e tem conversas adiantadas com o União Brasil. Caso consiga manter todos na mesma chapa de Rocha, Escórcio irá garantir o dobro do tempo de televisão do qual dispõe o adversário comunista. Desta forma, Roberto Rocha contaria com o apoio de 5 das 10 maiores bancadas da Câmara Federal no estado (PL, União, PSD, Republicanos e PDT). Já Flávio Dino conta com PP, PT, MDB, PSB e PSDB. O ex-deputado atua para impedir que o MDB coligue com Flávio Dino lhe dando tempo de televisão. O partido da ex-governadora Roseana Sarney iria compor apenas para governador, eximindo-se da disputa pelo Senado. Outra possibilidade é avançar sobre o PP, partido da base do presidente Jair Bolsonaro. “Acredito ser natural e completamente plausível o apoio ao Carlos Brandão pelo PP. No entanto, acho que essa situação de apoio a Flávio Dino deve ser melhor pensada. Vão ajudar a eleger senador que vai passar 8 anos chamando-os de ladrões?”, disse. Escórcio ainda garante a pessoas mais próximas que, caso seja indicado como primeiro suplente, assegura o apoio do ex-presidente José Sarney, da ex-governadora Roseana, do empresário Edinho Lobão e dos deputados federais Hildo Rocha e João Marcelo para a campanha de Roberto Rocha. Caso os planos de Escórcio se concretizem, a eleição para o Senado no Maranhão deve esquentar ainda mais.

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