Lula diz que Judiciário faz mais política que o Congresso Nacional

O ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira, 29, que o Poder Judiciário faz mais política que o Congresso Nacional. O petista não especificou de quem estava falando. A declaração foi em entrevista para a Rádio Educadora, de Piracicaba, cidade a 156 quilômetros de São Paulo. “O Poder Judiciário está fazendo mais política do que o Congresso Nacional. O Congresso Nacional está judicializando a política. Houve muitas inversões e nós precisamos parar e sentar”, afirmou o pré-candidato à Presidência da República em 2022. Na entrevista, o petista afirmou, ainda em tom crítico, que o Congresso “tomou conta do Orçamento da União, que era administração do presidente da República.” Nos últimos anos, Lula teve embates com o Poder Judiciário. Condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro na Operação Lava Jato, no caso que ficou conhecido como Triplex do Guarujá, o petista ficou pouco mais de 500 dias preso na Carceragem da Polícia Federal, em Curitiba (PR). Lula foi condenado por Sergio Moro, então juiz da Lava Jato, em 2017. Posteriormente, em 2018, o petista teve a sentença condenatória confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre (RS). Ele ficou inelegível e foi preso para começo do cumprimento de pena — naquele momento, nove anos e seis meses, no regime inicial fechado. O Supremo Tribunal Federal (STF), então, mudou entendimento de começo de cumprimento de pena. Até então, condenados em segunda instância poderiam começar a cumprir a pena imposta. A maioria do STF decidiu que a prisão, por exemplo, deve ocorrer depois do trânsito em julgado do processo, ou seja, quando não há mais recursos. Lula, então, foi solto. O Superior Tribunal de Justiça também manteve a condenação do petista. Quando o caso do triplex chegou ao STF, Edson Fachin anulou as condenações do ex-presidente da República, por entender que a ação deveria tramitar em Brasília, e não no Paraná. Na Justiça do Distrito Federal, o caso foi arquivado por prescrição. Desde que a Operação Lava Jato começou, Lula fez ataques aos procuradores da Lava Jato e ao ex-juiz Sergio Moro. O petista processou o ex-coordenador da operação Deltan Dallagnol, por ter usado um PowerPoint para apontá-lo como chefe de organização criminosa. Em março deste ano, Dallagnol foi condenado a pagar R$ 75 mil a Lula (com correção monetária, o valor subiu para cerca de R$ 100 mil). Apoiadores fizeram doações ao ex-procurador que chegaram a quase R$ 600 mil, para bancar a ação por danos morais.
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A última pesquisa de intenções de voto no Maranhão realizada pelo Instituto Econométrica confirma o crescimento do ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim (PSC). Contratada pelo jornalista Gilberto Léda, a pesquisa mostra Carlos Brandão (PSB) e o senador Weverton Rocha (PDT) ocupando a primeira e segunda colocação respectivamente. De acordo com a pesquisa, Brandão tem 32,5% e Weverton 25,1%. Lahesio Bonfim (PSC) aparece com 18,2% das intenções de votos. O número confirma que o pré-candidato saiu do completo anonimato nos últimos meses para se tornar uma onda. Ao contrário de Carlos Brandão, que não vem poupando o uso da máquina pública para se autopromover, e do senador Weverton Rocha, que possui vasto apoio entre a classe política, Lahesio Bonfim alcançou o patamar que ocupa hoje única e exclusivamente com o apoio popular Segundo a pesquisa, na quarta posição aparecem o ex-prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PSD), 9,4%; Enilton Rodrigues (PSOL), 0,7%; e Simplício Araújo (Solidariedade), 0,3%. Branco ou nulo são 4,6% e, ainda, 9,3% não sabem em quem votar ou não responderam ao questionário. A pesquisa foi realizada em 55 municípios, entre os dias 12 e 16 de junho de 2022. Foram realizadas 1.468 entrevistas para uma margem de erro de 2,5 pontos percentuais, par amais ou para menos, com um intervalo de confiança de 95%. O registro na Justiça Eleitoral foi feito sob o número MA-01129/2022.
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