Vereador denuncia hipocrisia de Duarte Junior em relação à greve de ônibus

Nesta segunda (8), o vereador Astro de Ogum (PCdoB) criticou o deputado Duarte Junior (PSB) e o PROCON/MA. O parlamentar acusa o deputado de fazer manobra política em cima da greve de ônibus. Segundo Ogum, a suposta emenda de $1 milhão de Duarte é uma fraude. “Vou fazer um requerimento ainda hoje para saber onde está aplicado o R$ 1 milhão que ele mandou para ajudar. Estamos vendo que ele não resolve nada para cá e nem para lugar nenhum”, completou. O vereador também criticou a omissão do Procon em relação a grande empresas no Maranhão, como o Mateus e Postos de Gasolina de São Luís. Astro afirmou que o Procon está no Maranhão apenas para fazer candidaturas e eleger candidatos. “Por que ele não fiscaliza o Mateus? Espero que o deputado cuide das atribuições dele”, concluiu.
Vereador quer criação da CPI do transporte coletivo em São Luís

O caos no sistema de transporte público da capital maranhense motivou o vereador Marquinhos Silva (DEM) a apresentar a proposta para abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na cidade. “Precisamos esclarecer a responsabilidade da prefeitura de São Luís e do Sindicato das Empresas de Transporte (SET), quanto aos preços das passagens, qualidade na prestação de serviços e dos ônibus que circulam nas linhas distribuídas na nossa capital”, disse o vereador. O parlamentar afirma que o cenário do transporte público é o pior já visto na cidade, sobretudo por que afeta diretamente a recuperação econômica diante do grande impacto sofrido durante o período de pandemia. “Apesar de todos os apelos, temos observado que o governo municipal continua deixando a situação correr solta, e permitindo que a cenário piore ainda mais”, disparou. “A população está cansada e ao mesmo tempo indignado com esta situação em nossa cidade. O povo sofrendo com a falta de transporte. São centenas de milhares de pessoas prejudicadas nas mais diversas regiões da nossa cidade. Muitas ligando pedindo ajuda. Umas estão perdendo emprego, outras perdendo consultas e tratamentos de saúde, diante desta situação e não vemos solução. Quero contar com a sensibilidade dos demais vereadores para que possamos apurar a responsabilidade nesta grave crise por que passa nossa cidade”, disse. Marquinhos quer revisar a quebra de contrato da licitação pelas empresas que venceram o certame na gestão de Edivaldo Holanda Jr. O vereador afirma que diversos pontos do contrato não foram cumpridos. Entre eles: 100 % dos ônibus acessíveis para cadeirantes, com elevadores;Mínimo de 20% da frota de ônibus convencional com ar condicionado;Durante vigência dos contratos qualquer substituição de veículos obrigatoriamente deverá ser por ônibus com ar condicionado;Mínimo de 20 ônibus articulados com ar condicionado;Contato on-line entre o CCO com os motoristas dos ônibus através de painel com funções diversas para regular a operação, inclusive botão de pânico;Disponibilização de informações do GPS para aplicativos de orientação dos usuários (moovit) quanto aos horários corretos em que o ônibus passará numa determina parada, num terminal de integração etc;Disponibilização nos terminais de integração de painéis informativos sobre os horários dos ônibus de cada linha;Possibilidade de aplicar tarifas diferenciadas por faixa horária do dia;Controle da operação através do CCO para cumprimento do nível de qualidade dos serviços licitados, com aplicação de penalidades (multas pecuniárias, chegando-se até perda da concessão).
Flávio Dino silencia sobre morte da prefeita de Cajari

Passadas mais de 24 horas após a morte da Dra. Maria Félix, prefeita de Cajari, o governador Flávio Dino não emitiu nenhuma nota oficial ou demonstração pública de luto. Além de prefeita de uma importante cidade do interior, Maria também é mãe do vereador e presidente da Câmara de Vereadores, Osmar Filho. Políticos ouvidos pelo blog demonstraram surpresa com a constatação. “Realmente, ele não falou nada”, disse um deputado que preferiu manter sua identidade em segredo por medo de pegar pressão. O desprezo do governador pela perda que afetou toda a classe política do estado pode ter apenas duas razões: o já conhecido menosprezo por prefeitos do interior pode ter pavimentado o desleixo, ou a falta de empatia pode ter sido motivada por questões políticas. Já que Osmar Filho é um dos generais do grupo do senador Weverton Rocha, que pretende disputar a sucessão de Flávio Dino à revelia do apoio do governador.
BOMBA: CNJ determina auditoria no Tribunal de Justiça do Maranhão

A ministra Maria Thereza de Assis Moura, corregedora nacional do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou que o Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA) passe por uma auditoria entre 8 e 12 de novembro. A ação se deu em resposta a denúncias protocoladas no CNJ. Segundo o documento, há a suspeita de vícios no sistema de distribuição de processo da casa. O fato que fundamenta a denúncia demonstra que o desembargador Luiz Gonzaga Almeida Castro tem sido sorteado em todas as ações protocoladas pelo vereador de Açailândia Josibeliano Chagas Farias, o Ceará. Em todas estas ocasiões, Gonzaga decidiu de forma favorável ao vereador. A denúncia é de autoria do Centro de Defesa da Vida e dos Direitos Humanos Carmen Bascaran. A ação revela uma série de concessão de liminares suspeitas iniciada em janeiro de 2021, quando o Ceará entrou com liminar para anular sessão que elegeu a Mesa Diretora da Câmara de Vereadores. Além disso, Gonzaga também atendeu ao pedido de Ceará de cassar o mandato de nove, dos dezessete vereadores da casa. Pior de tudo: deixando a Ceará os critérios de posse dos suplentes. O caso se tornou motivação de uma guerra judicial que amparava a posse dos vereadores eleitos pela população de Açailândia em todas as instâncias. Decisões que sempre eram derrubadas por liminares relâmpago sempre expedidas por Luiz Gonzaga Almeida Castro em favor de Ceará. Absurdo jurídico que só foi resolvido definitivamente quando o ministro do Superior Tribunal de Justiça, Humberto Martins, determinou que os nove vereadores de Açailândia fossem empossados. A série de liminares dadas pelo desembargador prosseguiu. Após ação protocolada pelo grupo de Ceará, Gonzaga determinou o afastamento por 90 dias do vereador Cleones Oliveira Matos. Suspensão sem prejuízo da remuneração. Segundo os denunciantes, a manobra consistia em colocar no lugar de Cleones um vereador membro do grupo de Ceará para tentar aplicar um golpe na Mesa Diretora da casa e eleger o presidente. Dada a estranheza dos fatos, a ministra Maria Thereza de Assis Moura decidiu que auditoria que deve atingir o sistema de distribuição processual do TJ, bem como o possível direcionamento das ações de Ceará para o desembargador Gonzaga. A auditoria será tocada por uma equipe do próprio CNJ que deve vir a São Luís com a função de descobrir se houve coincidência ou um esquema de venda de liminares. Segue a decisão da corregedora:
PCdoB alimenta arrogância de Braide e prepara golpe na Câmara

A cada dia que passa mais convicto de se tratar da nova encarnação de Flávio Dino, Eduardo Braide deixa a soberba e a arrogância lhe aconselharem e se torna a triste lembrança do que nunca foi. Sabedores disso, seus adversários começam a usar presunção do prefeito contra ele mesmo. Nesta terça (24), o vereador Paulo Victor (PCdoB) concedeu entrevista em que zombou do prefeito ao apostar publicamente em sua ignorância. Candidato dos comunistas ao cargo de presidente da Câmara Municipal de São Luís, Paulo Victor debochou de Braide ao afirmar que o prefeito não precisa preocupar-se com o PCdoB caso ele conquiste a Presidência da Casa. “Hoje eu faço parte do PCdoB, nós temos quatro vereadores. Dentro desses quatro vereadores, nenhum é oposição direta ao prefeito Eduardo Braide, isso é fato entre a nossa política interna”, disse Paulo Victor. A certeza de estar tratando com um pateta é tamanha que Paulo Victor afirmou que o PCdoB não faz oposição a Eduardo Braide. A frase, no mínimo, deve ser encarada como um deboche. O fato é que Eduardo Braide segue com louvor o caminho do único prefeito de São Luís que não conseguiu reeleger-se nos últimos 40 anos. O saudoso e finado João Castelo foi eleito em 2008 e, após se isolar politicamente, acabou derrotado nas eleições de 2012. Mesmo tendo realizado uma das melhores gestões da cidade, Castelo não aguentou a locomotiva política que foi montada contra ele em 2012. O ex-prefeito a acreditava que isolado em seu grupo pessoal poderia garantir a reeleição, saiu derrotado. Ironia da história, dois anos antes da derrota de Castelo a então vereadora Rose Salles, do mesmo PCdoB de Paulo Victor, se fazia se morta e dizia que não era oposição ao tucano. Foi uma das mais selvagens opositoras nas eleições de 2012. Paulo Victor é candidato a presidente da Câmara de Vereadores. Apesar do pleito ser apenas no do ano que vem, o comunista já se movimenta habilmente e vai conquistando espaço. Caso seja eleito, será a primeira vez na história que a Prefeitura de São Luís terá na chefia da casa uma oposição declarada e irredutível. Situação que não é tão improvável dado o surto de arrogância do prefeito que o empurra para o isolamento.
Soberba de Eduardo Braide pode garantir derrota inédita na Câmara

Popularidade alcançada por vacinação promovida pelo governo federal alimenta vaidade do prefeito que flerta perigosamente com isolamento político. O prefeito de São Luís, Eduardo Braide (Podemos), pode entrar para a história como o primeiro prefeito da história derrotado nas eleições da Presidência da Câmara de Vereadores da capital desde a redemocratização. Três nomes manifestaram o desejo de disputar a eleição até agora: Raimundo Penha (PDT), Dr Gutemberg (PSC) e Paulo Victor (PCdoB). A campanha de Paulo Victor, que faz oposição ao prefeito, tem crescido ultimamente na esteira da omissão de Braide. ISOLAMENTO Encastelado na Prefeitura de São Luís, Braide tem desprezado aliados e facilitado o crescimento de adversários. O descontentamento é crescente ao ponto do prefeito ter que enfrentar o primeiro protesto contra sua gestão poucos meses após ter assumido. Na última quarta (11) centenas de pessoas foram até a Prefeitura de São Luís em protesto contra a omissão do prefeito na área da saúde. O ato foi chamado pelo vereador Marquinhos Silva (DEM) e, para alguns, foi o primeiro de uma série que devem acontecer futuramente. As reclamações em relação à condução política da gestão municipal têm empurrado aliados que ajudaram na eleição do ano passado para a neutralidade. Em alguns casos, a insatisfação tem transformado aliados em adversários. Caso do próprio Marquinhos Silva. A atuação desastrosa de alguns secretários, como Cláidio Ribeiro na Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT), também minam a autoridade do prefeito e facilitam o avanço da oposição. O avanço da campanha de Paulo Victor (PCdoB) ao cargo de presidente da Câmara já é perceptível por todos. Os apoios ao oposicionista, que em outros tempos seriam velados, ganharam tom público e facilitam o trabalho do comunista. A vitória de Paulo Victor representaria uma tragédia política de proporções incalculáveis à gestão. Aliado de Flávio Dino (PSB) e Duarte Jr (PSB), Paulo Victor iria ter em suas mãos o poder de prejudicar e engessar a administração Braide de forma decisiva. ILUSÃO A justificativa da soberba do prefeito tem sido apontada na classe política por uma ilusão. Braide tem acreditado que a popularidade atual é dele, e não foi produzida pela atuação do Governo Federal na vacinação na capital. Políticos ouvidos pelo blog afirmam que, além de desfrutar de um mérito que não é dele, o prefeito esquece que atingir o teto de popularidade ainda no primeiro ano de mandato é perigosíssimo. Em janeiro de 2016 a então candidata Eliziane Gama ultrapassava 50% das intenções para a Prefeitura. Como não tinha mais como crescer, derreteu e acabou sendo humilhada naquelas eleições. Em muito por ter desprezado o apoio da classe política e optado pela soberba ao invés da política. Caso saia derrotado nas eleições da Câmara Municipal, não estanque a fuga de aliados e mantenha incompetentes em sua gestão, Braide irá se tornar um fenômeno meteórico no fracasso tão retumbante quanto foi no sucesso. A soberba é a pior conselheira que um político pode ter.
Osmar Filho tenta aproximar prefeitura de São Luís a governo do Maranhão

O vereador Osmar Filho (PDT) esteve reunido nesta semana com o secretário de Cidades, Márcio Jerry (PCdoB). A intenção do pedetista, além de tratar das eleições de 2022, foi agir como um elo de diplomacia entre a gestão do prefeito Eduardo Braide (Podemos) e Flávio Dino (PCdoB). Além de falar sobre a cidade de Cajari. “Mais parcerias em favor do Maranhão. Conversamos sobre projetos e benefícios para as cidades de Cajari e São Luís”, declarou o parlamentar, falando da reunião com Jerry. Osmar tem tido destaque nas últimas semanas como articulador político e vem construindo a imagem de político de consenso com tramite nos mais variados grupos. Isso tem tornado o vereador em uma das mais influentes lideranças políticas maranhenses neste período de pandemia. Foi dele, por exemplo, a articulação para aprovação do projeto que garantiu autonomia à prefeitura de São Luís para compra de vacina direto dos fabricantes. Ele também viabilizou a emenda coletiva que garante os recursos para a compra do imunizante. A tendência é que o pedetista aumente gradativamente seu poder de influência à medida que se aproximam as eleições de 2022.
Vereador de São Luís quer impedir fechamento de templos e igrejas na pandemia

O vereador Marquinhos (DEM) saiu em defesa da abertura de templos religiosos durante a pandemia. Segundo o vereador, nesse momento de crise o amparo religioso não pode ser impedido. “A religião, seja ela qual for, vai trazer o consolo necessário, o conforto espiritual e o apoio psicológico para esse momento difícil”, disse. Apesar da defesa, Marquinhos observou a necessidade da garantia do funcionamento dos templos mediante cumprimento das exigências sanitárias determinadas pelas autoridades, como medidas de distanciamento e limitação de público. Para Marquinhos, as igrejas precisam permanecer funcionando para poder continuar oferecendo apoio físico e emocional para as pessoas neste momento delicado. “Muitas pessoas encontram na fé, a força para atravessar esse momento conturbado e nós precisamos garantir esse direto ao culto, assegurado pela Constituição, e à manifestação da fé, desde que, obviamente, sejam observadas todas as exigências sanitárias estabelecidas pelas autoridades. Por isso entendo que as igrejas e os templos religiosos em geral são espaços essenciais, sobretudo nesse contexto em que estamos vivendo”, finalizou.