Número de apoiadores de Bolsonaro que foram às ruas crescem

Após as manifestações do último final de semana realizadas em diversas cidades do Brasil, tendo como palco central a Esplanada dos Ministérios, em Brasília, o ato deste sábado (15) completou três semanas consecutivas de apoio ao presidente da República neste mês de maio. Além de colocar em dúvida resultados recentes de pesquisas eleitorais, visto que o Datafolha apontou que Jair Bolsonaro perde para o ex-presidente Lula em todas as sondagens, o levantamento não deixa o presidente desconfortável, gerando, inclusive, preocupação em adversários políticos de Bolsonaro, entre os quais já cogitam uma possível vitória do atual presidente ainda no primeiro turno. Vale ressaltar que o Datafolha carrega um histórico negativo por tradicionalmente cravar números bem distantes da realidade, além de errar resultados oficiais das eleições. Por conta disso, adversários do presidente tem cogitado desistir das disputais eleitorais em 2022, cuja oposição deve unir forças para garantir a viabilidade de Lula já que ele é tido como o único nome capaz disputar com Bolsonaro e assegurar um espaço no segundo turno. Além de desmontar a narrativa de que o presidente não conseguiria repetir o feito de 2018, o fato de Bolsonaro ainda reunir multidão de apoiadores em meio à crise sanitária, econômica e política atravessada pelo país evidenciam uma tendência conservadora cada vez mais sólida e atuante refletindo os números nas ruas.
Ministro envia ao STF acusação de Dino contra Bolsonaro

Marco Aurélio Mello, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), encaminhou ao plenário virtual uma queixa-crime apresentada pelo governador do Estado, Flávio Dino (PCdoB), contra o presidente da República, Jair Bolsonaro. Segundo o comunista, Bolsonaro havia dito, em uma entrevista, que cancelou viagem ao Maranhão em outubro do ano anterior porque o governador negou pedido para que a Polícia Militar fizesse sua segurança. Flávio Dino acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) em janeiro afirmando que isso é mentira e acusou Bolsonaro de ter cometido crime de calúnia. Os ministros deverão analisar se a acusação reúne elementos mínimos para prosseguir para a Câmara dos Deputados ou deve ser arquivada, conforme recurso apresentado pela Advocacia-Geral da União (AGU). Ao manifestar sobre o caso, Augusto Aras, procurador-geral da República, defendeu que o pedido seja arquivado pois, segundo Aras, o presidente não teve a intenção de ofender Dino e sim informar a população acerca dos motivos pelos quais estaria ausente na celebração do evento para o qual foi convidado. Marco Aurélio argumentou que cabe à Câmara dos Deputados dar aval, por 2/3 de seus membros, a instauração de processo contra Bolsonaro. Se a Câmara autorizar os avanços do caso e a acusação for recebida pelo STF, o presidente pode ser afastado de suas atividades.
Barroso acusado por colega do STF de fazer militância política na corte

Na semana passada o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) acusou o ministro do Supremo Tribunal Federal de fazer política no tribunal. Apesar da repercussão, essa não foi a primeira vez que Barroso é acusado de deixar suas preferências políticas falarem mais alto que o caráter técnico em suas decisões. Em 25 de fevereiro de 2014, durante o julgamento da quadrilha chefiada pelo ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu, Joaquim Barbosa acusou Barroso de tomar decisões políticas. fez “discurso político” no plenário. “A sua decisão não é técnica, ministro. Ela é simplesmente política. É isso que estou dizendo”, afirmou Barbosa a um Roberto Barroso cabisbaixo. Na ocasião a ministra Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli e Barroso votaram pela absolvição dos oito condenados pelo crime de formação de quadrilha no caso do Mensalão. Barroso argumentou que as penas fixadas para os condenados foram elevadas. Durante sua fala, foi diversas vezes interrompido por Joaquim Barbosa de ser conivente com a corrupção. “Leniência é o que está se encaminhando com a contribuição de vossa excelência. É discurso político e contribui para aquilo que se quer combater. É simples dizer que o sistema político é corrupto, que a corrupção está na base das instituições. E, quando se tem a oportunidade de usar o sistema jurídico para coibir essas nódoas, parte para a consolidação daquilo que aponta como destoante.” Quando Barroso tentou estimar qual seria o resultado com base nos votos já dados, Barbosa afirmou que ele tentava “proclamar o resultado do julgamento” e sugeriu que a posição do ministro já tinha sido adotada quando ele tomou posse como ministro do Supremo. “Já disse qual seria o placar antes mesmo que o colegiado tivesse votado. A fórmula está pronta. Indago se já a tinha pronta antes de chegar a este tribunal. Parece que sim. O tribunal não deliberou no vácuo, não exerceu arbitrariedade. Os fatos são graves, gravíssimos. De maneira que, trazer para o plenário do Supremo Tribunal Federal um discurso político, me parece inapropriado.” Apesar dos ataques de Barbosa serem muito mais severos que a fala de Bolsonaro na semana passada, nãos e tem registro da mesma repercussão na imprensa.
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